Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

Olha, eu confesso que estava esperando muito por essa final do Leste entre Knicks e Cavaliers. E quando a Chiney Ogwumike falou na ESPN que o Mitchell Robinson tem “só um trabalho” contra os Cavs, eu ri alto aqui em casa. Porque ela mandou a real: o cara tem que “ser um monstro nos rebotes”.

E mano, faz todo sentido. Se você lembra da série de 2023 entre esses times, o Robinson simplesmente destroçou Cleveland no garrafão. No jogo 5 que fechou a série (vitória por 106-95), o cara pegou 18 rebotes. Dezoito! Além de 2 roubos e 3 tocos em 36 minutos. Foi um massacre completo.

A matemática é simples demais

A estratégia dos Knicks é bem óbvia quando você para pra pensar. Do lado de Cleveland, você tem Jarrett Allen e Evan Mobley formando uma dupla de torres que, no papel, deveria dominar o garrafão. Mas aí que tá o problema — o Mitchell Robinson é justamente o tipo de jogador que vive pra incomodar essa galera.

Só nesta temporada, em dois jogos contra os Cavs, Robinson pegou 29 rebotes em apenas 36 minutos totais. Dezesseis desses rebotes foram ofensivos. Cara, isso é coisa de maluco. É como se ele tivesse um ímã na mão pra bola quicada.

E o mais interessante é que, três anos depois, a narrativa continua a mesma. O Allen até evoluiu bastante — nasceu até esse apelido de “Game 7 Jarrett Allen” por causa das atuações recentes dele. Mas eu lembro que em 2023 ele mesmo admitiu que “as luzes ficaram muito brilhantes” pra ele. Será que os Knicks ainda têm essa vantagem psicológica?

O confronto que vai decidir tudo

Na minha opinião, essa batalha no garrafão vai ser o fator decisivo da série inteira. Porque olha só: os Knicks mudaram muito desde 2023. Trouxeram OG Anunoby, Mikal Bridges, Karl-Anthony Towns… Já os Cavs trocaram Darius Garland pelo James Harden pra completar o trio com Mitchell e Mobley.

Mas sabe o que não mudou? Mitchell Robinson continua sendo aquele cara irritante que pega rebote em bola que nem deveria existir. E contra um time que depende tanto do Allen e Mobley pra controlar o garrafão, isso pode ser o diferencial que ninguém tá calculando direito.

Sinceramente, eu acho que a Chiney acertou em cheio. Robinson tem mesmo só um trabalho: ser um monstro nos rebotes. Se ele conseguir repetir o que fez em 2023, os Knicks largam com uma baita vantagem nessa final. E vocês, acham que ele consegue incomodar a dupla de Cleveland de novo?

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