Olha, o prazo pra desistir do Draft da NBA 2026 acabou e agora a coisa ficou interessante de verdade. Darryn Peterson do Kansas sendo cotado como primeira escolha pelos Wizards? Cara, isso me surpreende zero — mas também tem muito mais história por trás disso.
O que mais me chama atenção é que não tem aquele consenso óbvio de sempre. Diferente do ano passado com Cooper Flagg (que era óbvio que seria #1), agora temos pelo menos três caras brigando pelo topo: Peterson, AJ Dybantsa do BYU e Cameron Boozer do Duke.
Peterson é realmente o cara?
Peterson tem sido rankeado como #1 desde o começo do ciclo, mas sinceramente? O cara teve uma temporada meio estranha no Kansas. Problemas com câimbras atrapalharam bastante o ritmo dele, e isso me deixa com o pé atrás. Por outro lado, quando ele tá 100%, o moleque é um monstro. 1,96m de altura, 20.2 pontos por jogo e 38.2% nos três pontos. Esses números não mentem.
O que me impressiona é a versatilidade dele. Pode jogar de armador ou ala-armador, e isso é ouro puro na NBA moderna. Mas será que os Wizards vão apostar todas as fichas nele? Washington tem várias opções na mesa, incluindo uma possível troca com o Utah.
AJ Dybantsa não pode ser ignorado
Se eu fosse o Utah Jazz, estaria rezando pra Peterson sair primeiro e Dybantsa cair no meu colo. O cara fez 25.5 pontos por jogo no BYU sendo calouro — isso é absurdo. E tem 2,06m de altura! É praticamente um Kevin Durant em potencial.
A conexão local também é interessante. Dybantsa jogou no Utah Prep no ensino médio e depois foi pra BYU. Imagina a festa que seria se ele ficasse no Jazz? O cara seria ídolo instantâneo por lá.
Cameron Boozer completando o top 3 no Memphis faz sentido também. O filho do Carlos Boozer tá sendo meio subestimado na minha opinião. 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo no Duke? E ainda com 39.1% de três? Esse moleque sabe jogar bola.
O meio do draft tá recheado
Uma coisa que me chamou atenção é que vários jogadores decidiram ficar na faculdade em vez de arriscar no draft. Por um lado, isso deixou o final da primeira rodada e toda a segunda rodada meio fracas. Por outro, significa que a classe de 2027 pode vir ainda mais forte.
Entre os que confirmaram entrada estão Koa Peat (Arizona), Meleek Thomas (Arkansas) e Allen Graves (Santa Clara). Peat em especial me deixa curioso — o cara meio que mudou a mecânica do arremesso inteira no Draft Combine. Isso ou é genial ou vai dar muito errado.
E aí, pessoal — vocês acham que Peterson realmente merece ser #1? Ou Dybantsa deveria ir primeiro? Na minha humilde opinião, qualquer um dos três primeiros sendo a primeira escolha seria defensável. Só mostra como esse draft tá equilibrado lá em cima.
Uma coisa é certa: June vai ser interessante. Especialmente se rolar essas trocas que estão sendo especuladas. Kings e Thunder tentando subir no draft? Isso pode bagunçar tudo.

Deixe um comentário