Olha, não vou mentir — ver o Chet Holmgren praticamente desaparecer nos playoffs contra o San Antonio foi de partir o coração. Mas o Sam Presti, GM do Thunder, saiu em defesa do garoto de uma forma que me impressionou.
Os números são brutais mesmo: Chet foi de 17.1 pontos por jogo na temporada regular para míseros 10.7 contra os Spurs. No jogo 7? Quatro pontos. QUATRO. Com apenas dois arremessos tentados. É o tipo de performance que faz qualquer torcedor questionar se o cara aguenta a pressão dos playoffs.
A defesa do chefe
Mas Presti não tá nem aí pra crítica. “Ele contribui para nossas vitórias em tantos níveis diferentes”, disparou o GM na segunda-feira. E não posso negar que o cara tem argumentos: All-Star pela primeira vez, segundo lugar no prêmio de Melhor Defensor, terceiro time All-NBA. Não é qualquer um que consegue isso logo na segunda temporada.
“Estávamos varrendo nosso caminho para as finais da Conferência Oeste principalmente por causa dos esforços dele na série contra os Lakers”, lembrou Presti. E é verdade — contra o Lakers, Chet foi monstro. O problema foi quando chegou a hora do vamos ver contra San Antonio.
Motivação não é o problema
A parte que mais me chamou atenção foi quando Presti disse que Chet não precisa de pressão externa pra melhorar. “Ele é intrinsecamente motivado. Não precisa de gente questionando ele ou coisas na internet para impulsionar sua evolução.”
Sinceramente? Eu entendo o ponto do Presti. Lembro quando o pessoal duvidava do Chet desde o colégio — muito magro, muito frágil, não ia aguentar a NBA. Aí o cara chega e domina logo de cara. Talvez essa série ruim contra os Spurs seja só um tropeço mesmo.
E convenhamos, o Thunder apostou pesado no garoto: extensão de cinco anos por US$ 239,2 milhões ao lado do Jalen Williams. Não é o tipo de investimento que você faz em alguém que você não acredita totalmente.
Vocês acham que o Chet vai conseguir superar esse trauma dos playoffs? Ou foi só um gostinho do que pode vir pela frente quando a pressão apertar de verdade? Porque uma coisa é certa: na NBA, você é tão bom quanto sua última performance nos playoffs.

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