Autor: Leandro Amorim

  • KD passa MJ e já aponta quem vai quebrar seus recordes no futuro

    KD passa MJ e já aponta quem vai quebrar seus recordes no futuro

    Cara, que momento histórico! Kevin Durant passou Michael Jordan no fim de semana e agora é o quinto maior pontuador da história da NBA. Mas o mais impressionante não foi só isso — na derrota dos Rockets por 132 a 124 contra o Bulls na segunda, o cara meteu 40 pontos. Quarenta! Aos 36 anos, continuando a fazer dessas coisas absurdas que a gente já nem se impressiona mais (mentira, sempre me impressiono).

    E olha, se ele continuar nesse ritmo por mais umas três temporadas, vai passar até o Karl Malone. O que seria completamente monstruoso, né? Mas o mais legal de tudo é a humildade do KD — ele mesmo já tá celebrando a próxima geração que vai quebrar os recordes dele.

    Anthony Edwards e Luka na cola

    Durante uma participação no Boardroom Talks, Durant foi direto ao ponto quando perguntaram sobre quem pode alcançá-lo: “Mais cedo que vocês imaginam. Tem um monte de cara vindo aí”, disse ele, citando especificamente Luka Dončić e Anthony Edwards.

    E sinceramente? Ele não tá errado não. O Luka já dropou 60 pontos contra o Heat recentemente — sessenta! — e o Ant-Man tem sido uma máquina de pontos desde que chegou na liga. Esses caras estão atingindo marcas históricas muito novos, tipo o próprio Durant fazia lá no começo da carreira.

    Na minha visão, essa é a beleza do esporte: uma geração inspirando a próxima. Durant tá literalmente passando a tocha e reconhecendo o talento desses jovens. Muito maneiro da parte dele.

    O fantasma das lesões

    Agora, a preocupação real é com as lesões. KD sabe bem do que tô falando — o cara já perdeu uma temporada inteira por causa do tendão de Aquiles em 2019, sem contar os problemas no pé quando tava no OKC. E mesmo assim chegou onde chegou.

    O Edwards, inclusive, tá lidando com problemas no joelho agora. E essa é a realidade cruel da NBA moderna: os caras são máquinas ofensivas, mas o corpo cobra a conta. Será que esses jovens vão conseguir se manter saudáveis o suficiente pra realmente alcançar o KD?

    “Espero ter deixado esse impacto no jogo”, disse Durant. E cara, pode ter certeza que deixou. Ver um cara da calibre dele reconhecer e celebrar a próxima geração é o tipo de coisa que faz o basquete ainda mais especial.

    E vocês, acham que o Luka e o Edwards realmente vão passar o Durant na lista de pontuação? Ou as lesões vão atrapalhar esse sonho?

  • Toni Storm: não é lesão, mas vai ficar fora o resto de 2024

    Toni Storm: não é lesão, mas vai ficar fora o resto de 2024

    Galera, a situação da Toni Storm na AEW tá muito mais estranha do que a gente imaginava. E olha que já estava bem bizarra mesmo.

    Depois daquela pancadaria toda contra a Marina Shafir no Revolution, todo mundo achou que a ausência da Storm fosse por conta de alguma lesão feia. Faz sentido, né? A mulher levou uma surra daquelas no pay-per-view e de repente sumiu do mapa.

    Plot twist: não é lesão

    Mas aí que vem a reviravolta. O Dave Meltzer derrubou essa teoria de lesão no último Wrestling Observer Radio. Segundo ele, não é “lesão nem nada do tipo” que tá mantendo a Storm afastada dos ringues.

    O mais doido é que a própria AEW só soube disso na quarta-feira, momentos antes do Dynamite começar. Imagina o desespero nos bastidores! A Storm estava lá, escalada pra wrestlar contra a Shafir, e do nada rolou esse ângulo de emergência colocando a Mina Shirakawa no lugar dela.

    Sinceramente, eu não consigo imaginar o que pode ser se não é lesão. Problemas pessoais? Questões contratuais? A AEW não tá falando muita coisa, e isso só deixa tudo mais misterioso.

    Fora até o final do ano

    E a coisa fica ainda mais complicada: o Fightful Select tá reportando que a AEW já se preparou pra Storm não voltar pelos próximos meses. Pode ser que ela fique fora o resto de 2024 inteiro.

    A empresa até montou toda uma storyline do “atacante” pra justificar a ausência dela no storyline. Mas convenhamos, quando você precisa criar uma história assim de última hora, é porque a situação fugiu do controle mesmo.

    O que me deixa mais curioso é que a Storm foi vista recentemente num evento de autógrafos da Big Event EXS. Os fãs postaram fotos com ela nas redes sociais, então pelo menos fisicamente ela parece estar bem.

    E aí, pessoal, o que vocês acham que pode ter acontecido? Essa história toda tá com cara de novela mexicana, e eu tô aqui tentando juntar as peças do quebra-cabeça igual todo mundo.

  • Paul Heyman humilha Boston usando gravata dos Yankees no RAW

    Paul Heyman humilha Boston usando gravata dos Yankees no RAW

    Cara, se você conhece um pouquinho de baseball americano, sabe que não existe rivalidade mais apaixonada que Yankees x Red Sox. É tipo Corinthians x Palmeiras, mas multiplicado por cem anos de história. E o Paul Heyman, esse gênio da provocação, foi e fez a maior sacanagem com o público de Boston na segunda-feira.

    O cara simplesmente apareceu no TD Garden — que fica na casa dos Red Sox, né — usando uma gravata dos Yankees. Uma GRAVATA DOS YANKEES em Boston! Mano, isso é mais provocação que qualquer promo que ele já fez na vida.

    A noite que Heyman comandou tudo

    E não foi só a gravata não. O Heyman foi protagonista do RAW inteiro. Primeiro abriu o show com o Brock Lesnar, que mais uma vez tomou uma surra do Oba Femi (esse moleque tá monstro demais). Depois conseguiu fazer o Seth Rollins aparecer e ser “preso” no storyline.

    Enquanto isso, lá estava ele com aquela gravata amarela e azul dos Yankees, sorrindo internamente vendo a galera de Boston se roer de raiva. Sinceramente, só o Heyman mesmo pra pensar numa provocação tão sutil e ao mesmo tempo tão efetiva.

    Heyman sabe exatamente o que tá fazendo

    E não pensem que foi por acaso não. O cara é nova-iorquino raiz, nasceu e cresceu lá, estudou na Purchase College. Yankees corre na veia dele mesmo. Mas usar isso como ferramenta de trabalho? Isso é ser profissional no mais alto nível.

    A galera no TD Garden provavelmente nem percebeu na hora — afinal, quem tá prestando atenção na gravata quando tem Brock Lesnar apanhando na sua frente? Mas quando caiu a ficha… imagina a revolta silenciosa daquela multidão de torcedores dos Red Sox.

    Agora o Heyman tá envolvido em duas tretas principais rumo à WrestleMania 42. De um lado, continua sendo o “advogado” do Lesnar contra o Oba Femi. Do outro, ainda tá no meio daquela história toda com Seth Rollins e a The Vision. E vocês acham que ele vai parar de provocar? Claro que não!

    É por esse tipo de detalhe que o Paul Heyman é considerado um dos maiores de todos os tempos. A gravata dos Yankees em Boston foi só mais uma masterclass de como mexer com a plateia sem falar uma palavra sequer.

  • Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Olha, quando um time resolve apostar pesado em um moleque de 22 anos, é porque vê algo muito especial. Os Chicago Cubs acabaram de fazer isso com Pete Crow-Armstrong, fechando uma extensão de contrato de longo prazo que vai manter o centro-campista na equipe por muitos anos.

    Jeff Passan, do ESPN, soltou a bomba: “O centro-campista Pete Crow-Armstrong e o Chicago Cubs estão finalizando uma extensão de contrato de longo prazo”. E cara, depois da temporada que o PCA (como é conhecido) fez em 2024, era questão de tempo mesmo.

    Temporada monstro em 2024

    Vamos aos números, porque eles falam por si só: 30 home runs e 30 bases roubadas. Um 30-30 aos 22 anos, mano. Isso sem contar a Luva de Ouro que ele ganhou defendendo o centro do campo como um verdadeiro monstro.

    Sinceramente, eu não esperava que ele chegasse nesse nível tão rápido. O garoto teve alguns problemas com strikeouts no final da temporada passada, mas quando você junta poder de rebatida, velocidade absurda e uma defesa de outro mundo… É receita para estrela, né não?

    E olha que interessante: num esporte que tá cada vez mais obcecado por home runs e estatísticas avançadas, o PCA representa exatamente o que o baseball moderno valoriza. Um jogador completo que pode decidir um jogo de várias formas diferentes.

    Aposta no futuro

    Os Cubs claramente acreditam que não foi sorte de principiante. O cara já é nome conhecido na MLB e ainda por cima ajudou o Team USA a chegar na final do World Baseball Classic. Com 22 anos. Imagina o que ele não vai fazer nos próximos anos?

    Na minha visão, essa é uma das jogadas mais inteligentes que Chicago fez nos últimos tempos. Prender um talento desse calibre antes que o mercado enlouqueça é fundamental, especialmente considerando como andam os contratos hoje em dia.

    E vocês, acham que os Cubs acertaram em apostar tão cedo no garoto? Eu tô convencido que vamos ver muito dele nas próximas temporadas. O Wrigley Field vai ter show por muito tempo ainda.

  • Bruins oficializam James Hagens na organização após temporada NCAA

    Bruins oficializam James Hagens na organização após temporada NCAA

    Cara, finalmente! Os Boston Bruins fizeram oficial o que todo mundo já estava esperando: James Hagens está entrando na organização. O jovem, que foi a 7ª escolha no draft de 2025, vai se juntar ao Providence Bruins (time AHL) com um contrato amador.

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Hagens caindo para o 7º pick, pensei “que presente de Natal adiantado para Boston”. O garoto era cotado entre os top 5, mas acabou sobrando lá embaixo. Às vezes essas quedas no draft são um presente dos deuses do hockey.

    O que isso significa na prática?

    Essa é a parte interessante: é um amateur tryout, não um contrato de entrada. Isso significa que o Hagens pode jogar pelo Providence mantendo seu status amador. É tipo um “vem cá dar uma olhada como é que funciona” sem queimar as cartas. Inteligente da parte dos Bruins.

    Don Sweeney, GM dos Bruins, não escondeu a empolgação: “Estamos muito animados por ter o James se juntando à organização Bruins. James é uma parte importante do nosso futuro”.

    E olha, precisa mesmo. O Providence está brigando pelo título da Atlantic Division na AHL, então é uma boa oportunidade para o garoto pegar ritmo de jogo profissional.

    A temporada do Boston College

    Agora, vamos falar da real: a temporada do Hagens no Boston College não terminou como ele queria. No ano passado, os Eagles chegaram no Frozen Four (que é tipo nossa final eight do March Madness). Bateram Bentley na primeira fase, mas caíram para Denver na sequência.

    Este ano? Nem chegaram perto. Caíram nas semifinais do Hockey East tournament para UConn. Meio frustrante para um cara do nível do Hagens, né?

    Mas é isso aí — às vezes essas decepções na NCAA acabam sendo o empurrão que o jogador precisa para dar o próximo passo. E o timing foi perfeito: Providence precisando de reforços, Hagens livre após a eliminação…

    Vocês acham que ele vai conseguir se adaptar rápido ao ritmo da AHL? A diferença entre hockey universitário e profissional é brutal, mas o talento do garoto é inegável.

    Uma coisa é certa: os torcedores dos Bruins têm motivos para ficar animados. Esse moleque tem potencial para ser uma peça fundamental no futuro da franquia.

  • VJ Edgecombe elogia McCain após apanhar do Thunder: ‘Tô feliz por ele’

    VJ Edgecombe elogia McCain após apanhar do Thunder: ‘Tô feliz por ele’

    Olha só que situação interessante rolou ontem no Wells Fargo Center. O Philadelphia 76ers tomou uma lavada do Oklahoma City Thunder por 123 a 103, mas o que mais me chamou atenção foi o reencontro entre VJ Edgecombe e Jared McCain.

    McCain voltou à Filadélfia pela primeira vez desde que foi trocado pro Thunder no deadline, e cara… o garoto mostrou que tá se sentindo em casa lá em Oklahoma. Saiu do banco e meteu 13 pontos com 5/11 nos arremessos, incluindo três bombas de três. Nada mal pra quem era considerado “sobra” pelos Sixers, né não?

    O papo dos rookies após o jogo

    Depois da buzina final, os dois jovens se encontraram na quadra pra trocar uma ideia. Sorrisos de orelha a orelha, aquele clima de amizade mesmo. E quando perguntaram pro Edgecombe sobre o ex-companheiro, as palavras foram só carinho.

    “Tô feliz por ele. A gente ainda conversa de vez em quando. Fico contente de ver que ele tá se divertindo e criando vínculos com os companheiros. Se você não conseguir se dar bem com o Jared, então algo de errado tem com você”, disparou o garoto de 20 anos.

    Sinceramente? Achei massa demais essa postura do VJ. No esporte profissional, principalmente na NBA, não é sempre que você vê esse tipo de maturidade emocional em jovens.

    Edgecombe brilhou mesmo na derrota

    Mas vamos falar do jogo em si. Mesmo com a surra que os Sixers levaram, o VJ fez um jogaço absurdo. 35 pontos sendo o cestinha da partida, acertando 14 de 28 arremessos e 7 de 15 do perímetro. Ainda distribuiu 4 assistências e pegou 6 rebotes.

    O problema é que ele tava praticamente sozinho. Os Sixers jogaram sem quatro dos cinco titulares: Joel Embiid, Tyrese Maxey, Kelly Oubre Jr. e Paul George — todos lesionados. É complicado ganhar jogo na NBA nessas condições.

    E aqui fica a reflexão: será que o Daryl Morey não se precipitou ao trocar o McCain? Os fãs já sonhavam com um trio de velocidade formado por Maxey, Edgecombe e McCain. Mas o GM preferiu apostar nas quatro escolhas de draft que recebeu do Thunder.

    Agora o McCain tá se dando bem como sexto homem dos atuais campeões, enquanto os Sixers seguem patinando com um elenco dezimado. Às vezes o karma do basquete é cruel mesmo.

    O que vocês acham? Foi erro trocar o McCain ou os Sixers fizeram bem em apostar no futuro com essas picks?

  • JJ Redick não enrolou: falta do Smart ‘matou’ os Lakers

    JJ Redick não enrolou: falta do Smart ‘matou’ os Lakers

    Cara, nove vitórias seguidas. NOVE. E aí do nada os Lakers vão lá e perdem pros Pistons por 113-110. Sinceramente? Eu não esperava isso, ainda mais sem o Cade Cunningham em quadra pro Detroit.

    O vilão da noite foi o Daniss Jenkins, que meteu uma cesta no finalzinho que selou o destino de Los Angeles. Mas olha, o JJ Redick foi cirúrgico na coletiva pós-jogo — sem enrolação, direto ao ponto.

    “Não ter o Smart nos matou”

    Redick não ficou de rodeios: “Somos um time bom de basquete. Eu acredito que somos um time bom. Não ter o Smart hoje à noite nos matou. É importante que a gente consiga ficar saudável”.

    E olha, ele tem razão. O Marcus Smart pode não ser o cara que vai te dar 25 pontos por noite, mas a energia defensiva dele é absurda. Sem ele e o Rui Hachimura, ficou complicado pra caramba.

    Pistons mandaram bem na decisão

    Uma parada interessante: Lakers e Pistons entraram nessa partida com 24 vitórias por diferença de um dígito cada. Ou seja, dois times que sabem jogar no clutch. E mesmo sem o Cunningham (que é o cara deles), Detroit conseguiu decidir quando importava.

    O Jenkins apareceu na hora H — coisa que todo mundo que acompanha NBA sabe que pode acontecer. É aquela história: qualquer um pode ter a noite dele nessa liga.

    Na minha visão, essa derrota até que foi importante. Nove vitórias seguidas é monstro, mas às vezes uma derrotinha dessas serve pra acordar o time. Os Lakers têm mais um jogo nessa sequência fora de casa, contra os Pacers. E olha, Indiana tá em modo tanque total, então é uma oportunidade de ouro pra começar outra sequência positiva.

    Vocês acham que essa lesão do Smart vai ser coisa séria? Pelo que parece, não deve ser nada prolongado, o que já é um alívio. Porque playoff tá chegando e LA precisa estar 100% se quiser brigar de igual pra igual com os grandões do Oeste.

  • E se o Ainge tivesse escolhido o Fultz no lugar do Tatum?

    E se o Ainge tivesse escolhido o Fultz no lugar do Tatum?

    Cara, vocês viram que o Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto? Pois é, o cara que já foi número 1 do draft em 2017 tá aí lutando pra se manter na liga. E isso me fez pensar numa parada absurda: e se o Danny Ainge tivesse sido maluco de verdade e pegado o Fultz ao invés de fazer aquela troca genial que trouxe o Jayson Tatum pros Celtics?

    Olha, só de imaginar já me dá calafrios.

    O draft que mudou tudo

    Lembra como foi? Os Celtics tinham ganhado na loteria do draft — graças àquela troca histórica do Paul Pierce e KG pros Nets que foi o presente que não parava de dar presentes. Brooklyn terminou com 20-62, pior campanha da liga, e Boston ficou com a primeira escolha mesmo tendo sido primeiro no Leste.

    Na época, o Fultz era O CARA. Monstro na Washington, 23.2 pontos por jogo, parecia ser moleza a escolha. Até o próprio garoto ficou empolgado quando treinou pros Celtics, falando que “quase sentia que pertencia ali” e sonhando em usar a camisa 20 do Ray Allen.

    Mas o Ainge… ah, o Ainge tinha outros planos.

    A jogada de mestre que quase não aconteceu

    Danny trocou a primeira escolha com a Filadélfia, pegou a terceira mais uma futura primeira ronda. Na época, galera achava que iam pegar o Josh Jackson do Kansas, mas o homem tinha o Tatum na mira desde o início.

    E olha, que diferença faz, né? Enquanto o Fultz virou uma das maiores decepções da história dos primeiros picks — problema no arremesso, lesões, nunca conseguiu emplacar —, o Tatum virou All-Star múltiplas vezes e peça fundamental dos Celtics.

    Sinceramente, fico imaginando como seria o time hoje se tivessem feito a escolha “óbvia” na época. Provavelmente não teriam chegado nas Finals, não teriam aquele núcleo monstruoso que construíram. O Jaylen Brown sozinho não conseguiria carregar o piano.

    O que isso nos ensina?

    Essa história toda é um lembrete de como o basquete é maluco, pessoal. Às vezes a jogada que parece mais arriscada é a que dá certo. O Ainge viu algo no Tatum que outros não viram, e teve coragem de apostar.

    Agora o Fultz tá aí, aos 28 anos, tentando se agarrar na NBA com contratos de 10 dias. Triste pra caramba, porque o talento sempre esteve lá. Mas no basquete, talento sem mentalidade não leva ninguém longe.

    E vocês, o que acham? Será que o Fultz ainda tem chance de ressurgir, ou essa janela já fechou de vez? Eu ainda torço pelo garoto, não vou mentir.

  • Por que os Phillies podem frustrar de novo em 2026

    Por que os Phillies podem frustrar de novo em 2026

    Olha, eu sei que vou apanhar dos fãs dos Phillies por isso, mas preciso falar: mesmo com toda a expectativa rolando em Philly para 2026, eu tô vendo alguns problemas sérios que podem derrubar esse time na hora H. E não é que eu quero torcer contra — pelo contrário, adoro quando tem disputa acirrada na MLB. Mas sinceramente? Tem umas red flags que não dá pra ignorar.

    O núcleo tá envelhecendo (e como!)

    Bryce Harper continua sendo um monstro, isso ninguém tira. Mas cara, o cara tá chegando nos 33 anos e os números de 2025 já mostraram uma pequena queda: .261 de average, 27 home runs e .844 de OPS. Ainda é muito bom? Claro. Mas não é mais aquele Harper absurdo dos anos anteriores.

    E não para por aí. O Trea Turner até que produz no ataque, mas defensivamente… meu Deus, 45 erros em 333 jogos com os Phillies! É o segundo maior número da MLB nesse período. Isso é coisa de rookie, não de veterano millionário.

    O J.T. Realmuto então nem se fala — o cara continua sólido atrás do home plate, mas no bastão tá decaindo. OPS na casa dos .700 pra um catcher que já foi elite ofensivamente. A idade não perdoa mesmo.

    Vocês acham que dá pra apostar uma World Series num núcleo que claramente tá na curva descendente? Eu tenho minhas dúvidas.

    Rotação de arriscar o coração

    Zack Wheeler passou por uma cirurgia de síndrome do desfiladeiro torácico — uma parada bem complicada pra pitcher, ainda mais na faixa dos 30 e poucos anos. Pode ser que volte 100%, mas também pode ser que não. É uma aposta bem alta pro ace do time.

    Cristopher Sanchez vai ser o Opening Day starter. Cara, nada contra o garoto, mas ele literalmente saiu da condição de “depth arm” pra protagonista da rotação. É muita responsabilidade de uma vez só.

    Aaron Nola é sólido, sempre foi. Jesus Luzardo tem potencial mas vive machucado. Andrew Painter é promessa mas ainda não provou nada nas majors. Ou seja: é uma rotação de muita variação e pouca certeza. Não é exatamente o perfil que ganha World Series.

    O ataque monta e desmonta do nada

    Se tem uma coisa que define os Phillies é a inconsistência. Num dia fazem 12 corridas, no outro tomam shutout por três jogos seguidos. Pra playoffs, onde cada jogo vale ouro, essa volatilidade é mortal.

    Look, eu até entendo o hype em Philadelphia. O time tem estrelas, tem tradição, tem uma torcida apaixonada que merece um título. Mas futebol — ops, baseball — não se joga no papel. E quando olho pra esse roster, vejo mais interrogações que certezas.

    Pode ser que eu esteja errado (e espero que sim, porque disputa é sempre bom). Mas apostaria meu dinheiro nesse time pra levar tudo em outubro? Sinceramente, não.

  • Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Cara, o Miami Heat tá numa sinuca de bico. Cinco derrotas seguidas — sendo a última ontem uma surra de 136-111 pro San Antonio Spurs. E o Bam Adebayo? O cara simplesmente explodiu.

    Não é pra menos. Ver o Wembanyama fazendo 26 pontos e 15 rebotes na sua casa deve doer mesmo. Mas o que chamou atenção foi a discussão do Bam com o Spoelstra durante o jogo. Os dois se estranharam quando o técnico foi tirar o pivô de quadra, e depois da partida o Bam não escondeu a frustração.

    O desabafo que todo mundo esperava

    “Eu não quero estar no play-in”, disparou o Bam em entrevista pós-jogo. E aí ele soltou um palavrão que a NBA censurou, mas a gente entendeu o recado. O cara tá puto mesmo.

    “Ele [Spoelstra] tem que me proteger de mim mesmo, mas também… eu não quero estar na p**** do play-in. Então todo jogo eu vou tentar fazer o melhor pra carregar esse time e forçar nossa saída de lá.”

    Olha, eu entendo o Bam. Quarto ano seguido brigando pra não cair no play-in? Pra um time que já foi campeão e vice algumas vezes, isso deve ser frustrante demais. O monstro fez 18 pontos (5-17 nos arremessos, 2-10 de três), mas claramente não tá satisfeito com o nível do time.

    Spoelstra tenta apagar o incêndio

    Do outro lado, o Spo tentou amenizar a situação com aquele jeitinho dele. “Nós dois estávamos discutindo. É por isso que eu o amo. Acho que ele me ama também”, disse rindo. Clássico Spoelstra, né? Transformar tensão em amor.

    Mas a real é que o técnico tem razão em rodar o elenco. Bam jogou 45 minutos absurdos no sábado contra o Houston, e repetir isso toda partida é receita pro cara se machucar. Só que quando você tá perdendo cinco seguidas, a paciência fica curta mesmo.

    E os números da derrota pro Spurs são constrangedores: Miami foi dominado no rebote (38-62), perdeu feio nos pontos na segunda chance (6-25) e tomou 60 pontos no garrafão. Contra 40 que fizeram. É muita displicência defensiva pra um time do Spoelstra.

    E agora, Heat Nation?

    A situação tá complicada mesmo. O Heat precisa reagir logo se não quiser passar mais um vexame no play-in. E pelo que deu pra ver, o Bam tá disposto a carregar o piano sozinho se for preciso.

    “Estamos sendo testados agora”, admitiu Spoelstra. “É desconfortável, sem dúvida.” Desconfortável é pouco, técnico. O pessoal da Heat Nation deve estar subindo pelas paredes.

    Vocês acham que esse bate-boca vai motivar o time ou vai criar mais tensão no vestiário? Porque pelo jeito que o Bam falou, ele não tá brincando em serviço não.