Olha só que situação interessante rolando em Chicago. O Billy Donovan recebeu um baita apoio do Michael Reinsdorf ontem, mas o cara não tá se empolgando muito não. E sinceramente? Acho que ele tá certo.
Depois de toda aquela limpa na diretoria dos Bulls na segunda-feira — mandaram embora o Karnisovas e o Eversley depois de seis anos que renderam apenas UMA classificação pros playoffs —, todo mundo ficou se perguntando: e o técnico? Vai ficar ou vai sair também?
O apoio que não garante nada
“Eu acho que o Michael estava mostrando como ele se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra o Washington. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”
Cara, essa resposta mostra maturidade. O cara tem 60 anos, está na 11ª temporada na NBA, sendo seis em Chicago. Ele sabe como funciona esse negócio. Apoio político hoje pode virar demissão amanhã se os resultados não aparecerem.
A realidade dolorosa de Chicago
“Eu amo estar aqui”, continuou Donovan. “Amo o relacionamento com Jerry, Michael, e todo mundo do prédio. Tem sido um ambiente de trabalho incrível. Mas a gente tá nessa situação porque realmente não ganhamos muito.”
E aí que tá a questão, né? O cara é honesto. Em seis temporadas comandando os Bulls, o time só foi pros playoffs uma vez. Compare isso com Oklahoma City, onde ele levou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas — incluindo aquela chegada épica na final da Conferência Oeste em 2015-16.
Vocês acham que ele aguenta mais uma temporada sem resultados? Eu tenho minhas dúvidas. A pressão em Chicago é real, ainda mais depois dessa limpa na diretoria.
O próprio Donovan disse que vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada para decidir o futuro. Traduzindo: ninguém tá garantido, nem mesmo com o “apoio” da diretoria.
No final das contas, o basquete é sobre vencer jogos. E isso é algo que Chicago não tem feito consistentemente há anos. Será que 2026 finalmente vai ser o ano da virada?

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