Hawks massacram Grizzlies com 146 pontos em show ofensivo

Gente, que pancada foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram destruir os Grizzlies ontem à noite e fizeram 146 pontos numa exibição que até eu fiquei impressionado assistindo. 146-107. Isso não foi jogo, foi aula de como jogar basquete.

Olha, eu acompanho a NBA há anos e raramente vejo um time jogar com essa sintonia ofensiva. O Atlanta (40-32) começou forte e não deu nem uma brecha pros coitados do Memphis respirar. Foram superiores em três dos quatro quartos e quando chegou no terceiro período… meu Deus. 45 pontos num quarto só!

Show coletivo que deu gosto de ver

O que mais me chamou atenção foi a distribuição de pontos. Nickeil Alexander-Walker foi o cestinha com 26 pontos, mas cara, que eficiência absurda: 8/11 nos arremessos e 4/6 do perímetro. Quando você vê um cara acertando assim, já sabe que não vai dar pra adversário.

Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga fizeram 16 cada um, e o veterano CJ McCollum fez o que sabe fazer melhor — distribuiu nove assistências enquanto ainda conseguiu seus 15 pontos. Sinceramente, quando você tem essa movimentação de bola e todo mundo participando, fica impossível marcar.

E o banco? Monstro! Dyson Daniels, Corey Kispert, Zaccharie Risacher… todo mundo contribuindo. Até o Jock Landale entrou e fez seus 11 pontos. É o tipo de profundidade que faz diferença nos playoffs.

Grizzlies não conseguiram acompanhar o ritmo

Do outro lado, Memphis (24-47) até tentou. GG Jackson fez seus 26 pontos e Tyler Burton adicionou 20, mas quando o adversário está acertando tudo e você não consegue parar as jogadas, vira isso aí mesmo.

O terceiro quarto foi onde os Hawks decidiram que queriam humilhar. Saíram do intervalo ganhando de 71-46 (já era uma diferença considerável) e despejaram mais 45 pontos. Nessa altura, até os torcedores do Memphis devem ter ido embora mais cedo.

Vocês acham que os Hawks conseguem manter esse nível ofensivo nos playoffs? Porque quando esse time clica assim, fica perigoso pra qualquer um na conferência. Claro que não dá pra fazer 146 pontos todo jogo, mas a movimentação de bola e a profundidade do elenco impressionam.

Uma noite dessas que lembra por que a gente ama NBA — quando tudo funciona perfeitamente e você assiste puro basquete sendo jogado.

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