Tag: alemão NBA

  • Hawks promovem Onsi Saleh e ele vira o mandachuva total da franquia

    Hawks promovem Onsi Saleh e ele vira o mandachuva total da franquia

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Onsi Saleh fosse virar O CARA do Hawks tão rápido assim. Mas é isso aí — o cara que era “só” GM agora é presidente de operações de basquete e ainda assinou uma extensão de contrato longa. Basicamente, ele virou o dono da bola em Atlanta.

    E sinceramente? Faz sentido total.

    O ano monstro que mudou tudo

    Cara, 2025 foi o ano do Saleh. O homem literalmente desmontou e remontou esse time do Hawks de uma forma que eu nunca pensei que veria. A troca do Trae Young — que por muito tempo foi considerado intocável — mostrou que ele não tem medo de mexer em time que tá ganhando (ou no caso, perdendo).

    Mas o que mais me impressionou foi o trabalho dele no mercado. Conseguiu assinar o Nickeil Alexander-Walker num dos melhores contratos da NBA — e olha que isso não é fácil hoje em dia com o salary cap maluco que tá aí. Sem contar que na noite do Draft ainda arrumou a 8ª escolha num trade com o Pelicans envolvendo o Derik Queen.

    Resultado? Ficou em segundo lugar na votação de Executivo do Ano, perdendo só pro Brad Stevens. Não é pouca coisa não.

    De assistente a mandachuva em tempo recorde

    A trajetória do Saleh é meio surreal quando você para pra pensar. O cara foi contratado do Warriors em 2024 como assistente de GM. Aí o Hawks demitiu o Landry Fields no meio da offseason de 2025 e — boom — ele virou GM. Agora virou presidente.

    E olha só que interessante: inicialmente o Hawks tava pensando em contratar alguém ACIMA do Saleh. Mas essa promoção e extensão deixa bem claro que ele vai ter autonomia total pra tocar o front office como quiser. Confiança máxima da direção.

    Tanto que quando o Philadelphia 76ers quis entrevistar ele nessa offseason, o Hawks nem deixou. “Esquece, ele é nosso”, basicamente.

    Vocês acham que o Saleh vai conseguir transformar o Hawks num contender de verdade? Porque pelo que ele mostrou até agora, o homem não tem medo de tomar decisões difíceis. E no mundo da NBA de hoje, isso vale muito.

  • LeBron vai esperar os Lakers baterem na porta dele com uma proposta

    LeBron vai esperar os Lakers baterem na porta dele com uma proposta

    Olha, a situação do LeBron tá bem interessante. O cara vai virar agente livre no dia 1º de julho e sinceramente? Ele não tá com pressa nenhuma de decidir onde vai jogar — ou SE vai jogar na próxima temporada.

    Mas aqui vem o detalhe que achei mais curioso: segundo o Brian Windhorst da ESPN, o King não vai sair correndo atrás de time não. Ele vai sentar e esperar os Lakers virem até ele com um plano pro futuro.

    Lakers com 50 milhões pra gastar

    E cara, a situação é meio complexa. Os Lakers podem ter até 50 milhões de dólares de espaço salarial neste verão — uma grana absurda. Só que pra isso rolar, eles vão ter que abrir mão dos direitos do LeBron primeiro (que tem um valor de 57,7 milhões na folha). É tipo um xadrez complicado.

    A real é que se o LeBron voltar, provavelmente vai ser por bem menos que os 52,6 milhões que ele ganhou nesta temporada. Na minha visão, faz sentido pra ele também — o cara já ganhou dinheiro pra três vidas, agora é mais sobre legado mesmo.

    Cavaliers e Warriors na cola

    Não é só Lakers na disputa não, viu? Cleveland e Golden State também estão de olho no maior pontuador da história da NBA. Imaginem o LeBron voltando pra Cleveland de novo… seria surreal demais.

    O Rob Pelinka, GM dos Lakers, já deixou claro que quer o LeBron de volta. Mas a questão é: qual vai ser o plano que eles vão apresentar? Porque só falar ‘queremos você’ não vai colar com um cara do nível dele.

    E aí, vocês acham que ele fica em LA mesmo ou vai procurar um último desafio em outro lugar? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar. O LeBron sempre foi esperto nas decisões dele, e essa não vai ser diferente.

  • Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Cara, o Joe Mazzulla simplesmente arrasou na votação para Coach of the Year da NBA. E quando eu falo arrasou, é porque foi mesmo — 62 votos de primeiro lugar num total de 100. Isso é praticamente uma goleada no basquete dos técnicos.

    Olha, vou ser sincero: quando a temporada começou, eu tinha minhas dúvidas sobre os Celtics. O Jayson Tatum machucado no Aquiles, algumas mudanças no elenco… parecia que Boston ia ter uma temporada complicada pela frente. Mas o Mazzulla provou que eu (e muita gente) estava errado.

    56 vitórias sem elenco completo é coisa de monstro

    Os Celtics terminaram com 56-26 e ficaram com a segunda melhor campanha do Leste. Tá, eu sei que perderam na primeira rodada pros 76ers numa série de sete jogos que doeu na alma, mas cara — considerando as circunstâncias, foi um baita trabalho.

    O segundo colocado na votação foi o JB Bickerstaff, do Detroit Pistons, que recebeu 29 votos de primeiro lugar. Impressionante o trabalho que ele fez com aquele time dos Pistons, mas a diferença foi gritante mesmo.

    Críticas pela eliminação precoce são justas?

    Tem gente criticando o Mazzulla pela saída precoce nos playoffs. Eu entendo a frustração — depois de ganhar o título na temporada 2023-24, a expectativa era alta. Mas vocês acham que é justo culpar só o técnico? Na minha visão, tem que considerar que o cara trabalhou praticamente o ano todo sem o elenco ideal.

    E olha, conquistar o primeiro Coach of the Year da carreira aos 37 anos não é moleza. O Mazzulla mostrou que sabe se adaptar e tirar o máximo do que tem disponível. Isso é qualidade de técnico de elite.

    Agora a real questão é: o que os Celtics vão fazer na offseason? Com Tatum e Brown como pilares, eles precisam de peças que complementem o duo. E pelo jeito que o Mazzulla conduziu esse time na temporada, eu diria que eles estão no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa premiação foi justa ou tinha outro técnico mais merecedor? Eu fico curioso pra ver como vai ser a próxima temporada com esse reconhecimento nas costas.

  • Técnico do Spurs pira com arbitragem e leva técnica em jogo decisivo

    Técnico do Spurs pira com arbitragem e leva técnica em jogo decisivo

    Olha, eu já vi muito técnico pirar com árbitro na NBA, mas o que rolou com Mitch Johnson ontem foi de outro nível. O cara literalmente perdeu a linha depois de uma marcação absurda dos zebras no jogo 5 contra o Thunder.

    A situação foi assim: bola sai pela lateral, claramente bateu no Chet Holmgren antes de ir pra fora, mas os árbitros deram posse pro Thunder mesmo assim. Johnson tentou pedir revisão — que é um direito dele, né? — e os caras simplesmente ignoraram e ainda deram técnica nele por reclamar.

    A revolta foi total

    Sinceramente, eu entendo a revolta do Johnson. É jogo 5, série 2-2, cada posse vale ouro. E aí os árbitros fazem uma dessas? O técnico do Spurs gesticulou tanto que parecia que tava tentando decolar, gritou com os zebras e obviamente levou a técnica.

    Tony Brothers estava apitando — e quem acompanha NBA sabe que quando esse cara tá na quadra, sempre rola polêmica. O maluco é especialista em criar confusão onde não tinha.

    Na minha opinião, foi marcação errada mesmo. Dá pra ver no replay que a bola bate no braço do Holmgren antes de sair. Mas o pior não foi nem isso — foi ignorar o pedido de revisão. Isso não existe.

    Spurs contra o mundo

    Essa série toda tá sendo uma batalha não só contra o Thunder, mas contra a arbitragem também. Os Spurs já reclamaram várias vezes das marcações, e olha que eles não são time de ficar chorando atoa.

    O time de San Antonio conseguiu empatar a série em 2-2 depois de perder dois jogos seguidos em casa pro Thunder. Agora tão com a faca no pescoço jogando em Oklahoma City, onde historicamente não é fácil conseguir apito favorável.

    E vocês, o que acham? Johnson teve razão de pirar ou exagerou na reação? Porque olhando o lance, eu teria feito igual — ou pior.

    Independente da arbitragem questionável, a série tá emocionante demais. Quem ganhar esse jogo 5 fica a uma vitória da final contra o Knicks. E pelo jeito que a coisa tá pegando, vamos ter pelo menos mais um jogo em San Antonio, onde o Spurs pode torcer por um apito mais amigo.

  • Harden quer ficar em Cleveland: ‘Achamos algo especial aqui’

    Harden quer ficar em Cleveland: ‘Achamos algo especial aqui’

    Olha só que notícia interessante: James Harden está 100% decidido a ficar em Cleveland. Não, você não leu errado. O Barba quer mesmo continuar vestindo a camisa dos Cavs na próxima temporada.

    “Sim. 100%”, disse Harden quando perguntaram se ele quer voltar para Cleveland. “Definitivamente quero estar aqui. Acho que encontramos algo especial. É difícil não terminar como queríamos, mas acho que encontramos algo.”

    Cara, essa é uma das declarações mais diretas que você vai ouvir de um jogador da NBA hoje em dia. E pelo visto, o sentimento é recíproco — os Cavs também querem o veterano de volta.

    Negócio fechado por vários anos

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, isso não é especulação: “James Harden vai voltar para os Cavs no ano que vem. Vai ser por vários anos garantidos.”

    Faz todo sentido, né? Cleveland não ia trocar o Darius Garland por apenas meio ano do Harden. Desde o início, essa sempre foi uma jogada pensando no longo prazo.

    O veterano teve números sólidos nos playoffs: 19.2 pontos e 5.5 assistências em 18 jogos. Tudo isso chegando no meio da temporada, se adaptando na correria. Quando você para pra pensar assim, chegar nas finais da Conferência Leste foi até impressionante.

    Ainda carrega o peso do passado

    Mas vamos ser honestos aqui — o Harden ainda carrega aquela bagagem pesada de nunca ter conquistado um título. Nesta pós-temporada, ele empatou com Karl Malone no recorde de vitórias nos playoffs sem nunca ter levantado o troféu. É um papo que dói, mas é a realidade.

    O Donovan Mitchell saiu em defesa do companheiro: “Nós ignoramos a liderança dele, ignoramos o caráter humano de quem ele é, ignoramos como ele empodera as pessoas, e ignoramos sua grandeza de forma significativa. É realmente injusto.”

    Mitchell tem razão em parte. Harden é Hall da Fama garantido, independente das críticas. Mas também sabemos que só existe uma forma de calar os haters de vez, né?

    “Eu ainda estou aqui, certo? Ainda vivo, ainda seguindo. É tudo que posso fazer”, disse Harden sobre suas frustrações nos playoffs. “Por mais que a gente queira se lamentar ou duvidar da nossa jornada, seja vocês ou eu, a gente tem que continuar empurrando.”

    E aí, vocês acham que Cleveland com mais um ano de entrosamento consegue brigar pelo título? Sinceramente, acho que eles têm potencial, mas vão precisar de muito mais consistência. O que vocês pensam?

  • Sharife Cooper tenta se firmar na NBA, mas será que consegue?

    Sharife Cooper tenta se firmar na NBA, mas será que consegue?

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi o Sharife Cooper jogando pelos Wizards essa temporada, fiquei na dúvida se ele realmente tem futuro na NBA. O cara tem 24 anos e já rodou mais que roda de ônibus — China, Turquia, Grécia, França. Agora voltou pra tentar uma última cartada em Washington.

    Cooper chegou nos Wizards com um contrato two-way, daqueles que você sabe que é mais pra completar roster mesmo. E cara, ele meio que virou aquele clássico “capitão do tanque” — armador veterano que joga quando o time já tá pensando na loteria do Draft.

    Os números até que impressionam

    Mas espera aí, porque os números do moleque não são ruins não. 61% de true shooting é coisa de gente boa, ainda mais pra um armador. Acertou 38% das bolas de três também, o que tá longe de ser ruim. O cara consegue penetrar, finalizar no garrafão e ainda tem uns toques de playmaker.

    Quando ele pegava a bola e resolvia partir pro ataque, geralmente dava certo. No pick-and-roll e nas jogadas de isolação, o desempenho foi positivo. Aliás, no iso ele conseguiu impressionantes 1 ponto por posse — isso é percentil alto, galera.

    Cooper tem uma velocidade absurda e mentalidade de cestinha nato. Consegue pontuar nos três níveis, inclusive com um arremesso de média distância bem eficiente. Entre os armadores jovens dos Wizards, foi quem melhor conseguiu furar a defesa adversária consistentemente.

    Mas aí que mora o problema

    Agora vem a parte ruim da história. Cooper não é muito ameaçador quando não tem a bola, e como criador de jogadas ele deixa a desejar pra compensar isso. O arremesso de três até foi eficiente, mas com volume baixíssimo — meio estranho pra um cara que teve papel ofensivo importante.

    E olha, o movimento dele no arremesso é meio travado, lembra até os irmãos Ball. As defesas às vezes nem se preocupavam muito em marcar ele na linha de três. Segundo os dados, ele ficou apenas no percentil 28 em assistências potenciais por tempo com a bola. Traduzindo: não criava jogadas suficientes pros companheiros.

    Talvez por isso Cooper raramente entrou na rotação quando o time estava saudável, e não conseguiu um contrato padrão da NBA — diferente do Tristan Vukcevic e do Jamir Watkins. Na NBA de hoje, armador pequeno e com problemas defensivos precisa ser craque na criação, senão não cola.

    A defesa que dói de ver

    E por falar em defesa… cara, foi de doer. As métricas defensivas podem ser meio malucas às vezes, mas todas apontam pra ele sendo um dos piores defensores individuais da liga inteira. Isso dói.

    Com Trae Young e Tre Johnson já no elenco, Cooper meio que vira redundância. E se os Wizards querem sair dessa de tankar e brigar por alguma coisa, vai ser difícil encontrar espaço pra ele.

    Sinceramente? Acho que essa pode ter sido a última chance do Cooper na NBA. O talento tá lá, mas nessa liga você precisa de mais que números bonitos. E vocês, acham que ele ainda consegue se firmar ou é hora de aceitar que o sonho NBA chegou ao fim?

  • Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Cara, que história mais maluca essa. O Joe Mazzulla acabou de ganhar o prêmio de Técnico do Ano da NBA — o mesmo prêmio que ele chamou de “idiota” há algumas semanas. E olha, não vou mentir, tem uma ironia deliciosa nisso tudo.

    O técnico dos Celtics desbancou J.B. Bickerstaff (Pistons) e Mitch Johnson (Spurs) para levar a honraria da temporada 2025-26. Ele se tornou apenas o quarto técnico na história da franquia a ganhar esse prêmio, juntando-se a lendas como Bill Fitch, Tommy Heinsohn e Red Auerbach — sim, o cara que dá nome ao troféu.

    “Prêmio idiota” que ele não queria

    Lembram quando ele falou aquilo em março? “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio idiota. Não deviam ter isso. É mais sobre os jogadores.” Mano, que personalidade forte! E ele manteve a linha mesmo ganhando.

    No discurso de agradecimento, Mazzulla continuou desviando o mérito: “Este prêmio pertence ao nosso staff, que está lá pros caras todo dia. Deveria se chamar Staff do Ano.” Sinceramente? Adoro essa humildade, mesmo que seja meio forçada às vezes.

    Temporada que justifica o prêmio (mesmo com o vexame)

    Olha, por mais que ele não goste do prêmio, foi merecido. Os Celtics perderam peças importantes na offseason — Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — e ainda ficaram sem Jayson Tatum até março. Mesmo assim? 56-26 de campanha e 2ª colocação no Leste.

    Oito jogadores dos Celtics bateram recordes pessoais em pelo menos quatro categorias estatísticas. Jaylen Brown virou candidato a MVP e o Neemias Queta (nosso português querido!) terminou em 4º no Most Improved Player. Isso é trabalho de técnico, não tem como negar.

    Mas aí vem o porém… O timing desse prêmio é meio constrangedor. Os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1 contra os 76ers e caíram logo na primeira rodada dos playoffs. Que vexame histórico! As críticas choveram, especialmente pela dependência excessiva das bolas de 3 e pelas escolhas questionáveis no Jogo 7.

    O que vem por aí

    Brad Stevens, o presidente de operações, saiu em defesa de Mazzulla e prometeu melhorar o elenco. “Acho que eles são muito bons”, disse Stevens sobre a comissão técnica.

    E os números do Mazzulla em Boston são absurdos mesmo: 72,6% de aproveitamento na temporada regular — o maior da história da NBA — e um título em 2024. Não é pouca coisa.

    Agora a pergunta que fica é: será que esse prêmio vai motivar ainda mais o cara que já disse que não precisa de reconhecimento? Ou vai ser só mais uma lembrança de que temporada regular não significa nada se você não entregar nos playoffs? Vocês acham que ele consegue levar os Celtics de volta ao topo na próxima temporada?

  • Spurs vs Thunder: Jogo 5 decide quem fica mais perto da final

    Spurs vs Thunder: Jogo 5 decide quem fica mais perto da final

    Cara, chegou a hora da verdade entre Spurs e Thunder! Depois de quatro jogos, a série das finais da Conferência Oeste está empatada em 2-2 e qualquer vacilo pode custar caro. O Jogo 5 acontece hoje à noite em Oklahoma City e, sinceramente, eu tô nervoso só de pensar.

    A situação é a seguinte: depois de levar uma surra épica no Jogo 4 (103 a 82), o Thunder volta pra casa precisando mostrar serviço. Os caras perderam feio em casa e agora têm que responder à altura. Por outro lado, os Spurs chegam confiantes depois de dominar completamente a partida anterior.

    Como essa série virou uma montanha-russa

    Olha só que loucura foi essa série até aqui. O primeiro jogo foi um jogaço épico com dupla prorrogação – Spurs levaram por 122 a 115 em uma partida que só terminou às 2h da manhã (quem assistiu sabe do que eu tô falando). Aí o Thunder respondeu no Jogo 2, ganhando por 122 a 113.

    No terceiro jogo, parecia que Oklahoma ia disparar na série. Vitória folgada por 123 a 108 e todo mundo já estava escrevendo o obituário dos Spurs. Mas aí… pow! Os velhos da guarda de San Antonio resolveram lembrar como se joga basquete e meteram uma cacetada histórica no Thunder.

    E vocês viram aquela defesa absurda dos Spurs no Jogo 4? 82 pontos. Oitenta e dois! O Thunder, que vinha fazendo mais de 120 por jogo, simplesmente travou. Foi um daqueles jogos que você assiste e pensa: “Cara, o basquete é mesmo imprevisível.”

    O que esperar do Jogo 5

    As odds estão favorecendo Oklahoma City (-192 na moneyline), o que faz sentido considerando que eles jogam em casa e têm uma das torcidas mais barulhentas da NBA. A linha de spread é Thunder -5.5, ou seja, precisam ganhar por pelo menos 6 pontos.

    Mas olha, depois do que eu vi no último jogo, não sei se essas odds fazem tanto sentido assim. Os Spurs mostraram que ainda sabem como jogar sob pressão, e experiência em playoffs vale muito – principalmente em momentos decisivos como esse.

    A partida rola às 21h30 (horário de Brasília) e passa na NBC nos EUA. Aqui no Brasil, quem tem NBA League Pass consegue assistir tranquilo. E olha, se você não assistir esse jogo, vai se arrepender. Jogo 5 de uma série empatada é sempre especial.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem manter o embalo da vitória anterior, ou o Thunder vai aproveitar o fator casa pra virar o jogo? Uma coisa eu garanto: vai ser pancadaria do início ao fim.

  • Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Olha, eu não sei se fico aliviado ou preocupado com essa notícia. Os Cavaliers acabaram de anunciar que vão manter Kenny Atkinson como técnico e toda a estrutura do front office para a próxima temporada, mesmo depois de levarem uma varrida histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste.

    Sinceramente? Parte de mim entende a decisão. O cara levou Cleveland às finais de conferência pela primeira vez desde 2018 – e olha que sem o LeBron desde 92, viu. Não é pouca coisa. Atkinson até ganhou o prêmio de Técnico do Ano em 2025, quando os Cavs foram o primeiro colocado no Leste.

    A montanha-russa de Atkinson em Cleveland

    Mas aí que tá o problema. Em 2025, eles tinham TUDO pra ir longe. Time completo, primeiro lugar garantido… e o que aconteceu? Caíram logo na segunda rodada pro Indiana. Ano passado, com 52 vitórias (bem menos que antes), precisaram suar pra passar Raptors e Pistons em dois Game 7 seguidos.

    E quando finalmente chegaram onde queriam? Varrida. Zero jogos ganhos contra os Knicks. Zero chances de ir pras Finais da NBA.

    Na coletiva pós-eliminação, quando perguntaram sobre a segurança no emprego, Atkinson disse: “Escuta, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”. Cara, respeito a postura, mas números não mentem: 13 vitórias e 14 derrotas nos playoffs como técnico dos Cavs.

    O problema dos US$ 229 milhões

    Aqui que a coisa fica interessante (e assustadora). Os Cavaliers tiveram a FOLHA SALARIAL MAIS CARA DA HISTÓRIA DA NBA essa temporada. US$ 229 milhões antes dos impostos. Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, mano!

    E pra quê? Pra tomar varrida nas finais de conferência? Pra ter Dean Wade como agente livre sem saber se fica? Pra ter Donovan Mitchell podendo assinar extensão e James Harden com contrato pra reestruturar – e ninguém sabe o que vai rolar?

    Vocês acham que vale a pena manter todo mundo depois desse investimento astronômico? Eu tô dividido. Por um lado, continuidade às vezes funciona. Por outro, quando você gasta essa grana toda e não consegue nem ganhar UM jogo nas finais de conferência…

    A torcida de Cleveland merece essa resposta? Depois de tanto sofrimento pós-LeBron, finalmente chegaram perto da glória e… nada. Agora é torcer pra que 2027 seja diferente, mas sinceramente, não sei se só manter todo mundo vai resolver o problema de mentalidade que esse time claramente tem.

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Eu amo aqui’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Eu amo aqui’

    Cara, que bom ouvir isso do Donovan Mitchell. O cara simplesmente falou que ama jogar em Cleveland e que quer continuar por lá. Na minha opinião, é exatamente isso que a gente quer ver de um astro — alguém que abraça mesmo a cidade onde joga.

    “Eu amo aqui”, disse Mitchell quando perguntaram sobre uma possível extensão de contrato neste verão. “Não sei de que outra forma dizer isso. Eu disse isso antes de assinar a outra extensão. Eu amo aqui, e não tenho dúvida de que esse grupo pode chegar lá.”

    Quatro temporadas que mudaram tudo

    Mitchell chegou em Cleveland em 2022 e, mano, que diferença fez. All-Star nas quatro temporadas, três vezes no time All-NBA, e foi o principal jogador de um time que chegou às finais de conferência pela primeira vez desde 2018. Mesmo tomando uma varrida dolorosa do Knicks, isso aí é conquista, viu.

    O cara tem contrato garantido por mais uma temporada, com uma opção de jogador para 2027-28. E aí vem a pergunta que não quer calar: vai renovar agora ou vai esperar? Porque financeiramente, seria melhor ele esperar até depois da próxima temporada — jogadores com 10 anos de liga podem ganhar mais grana.

    O amor por Cleveland é real

    Mas o que mais me impressiona é como o Mitchell abraçou Cleveland de verdade. Quantas vezes a gente vê estrela chegando numa cidade menor e meio que tolerando estar ali? Mitchell é o contrário disso.

    “É uma energia incrível ver na cidade quando chegamos às finais de conferência”, disse ele. “Sentir isso é incrível. É por isso que ser varrido desse jeito é uma merda, porque você sente isso até dirigindo pela cidade — as pessoas ficam loucas. Eu amo isso. Eu amo isso sobre este lugar, cara. A cidade merece um anel.”

    Sinceramente, isso me lembra muito do que o Giannis fez em Milwaukee. Ao invés de sair correndo pra uma cidade grande, ficou e construiu algo especial. Mitchell parece ter a mesma mentalidade — e olha que Cleveland não é exatamente Los Angeles, né?

    O que vocês acham? Mitchell vai assinar a extensão ou vai apostar em si mesmo e esperar mais um ano? Uma coisa é certa: os Cavs precisam aproveitar essa janela enquanto têm um cara que realmente quer estar lá.