Tag: alemão NBA

  • Thunder fez negócio do século com Chet Holmgren

    Thunder fez negócio do século com Chet Holmgren

    Cara, o Oklahoma City Thunder é um time que simplesmente não erra no mercado. Enquanto todo mundo tá gastando fortunas, eles conseguem trancar seus craques por valores que, olhando agora, parecem pechincha.

    O Chet Holmgren acabou de ser selecionado pro All-NBA Third Team — uma honraria e tanto pra um cara que tá só na segunda temporada. Normalmente, quando um jogador consegue isso, é sinônimo de extensão milionária com valores astronômicos. Mas não no caso do Thunder.

    O negócio perfeito do Thunder

    A extensão do Holmgren vai começar em 25% do salary cap, totalizando uns absurdos US$ 239,25 milhões por cinco anos. Parece muito? É muito. Mas considerando que ele é All-NBA agora, poderia ser MUITO pior para o Thunder.

    O segredo tá no timing. Quando eles negociaram essa extensão na offseason passada, o Chet tinha jogado apenas 114 jogos em suas primeiras três temporadas — lembrando que ele perdeu a temporada de rookie inteira por lesão. Isso deu uma bela vantagem pro Thunder nas negociações.

    E olha que coisa interessante: o contrato não tinha cláusulas de escalada por prêmios individuais. Ou seja, mesmo com o All-NBA, o valor continua o mesmo. Que jogada genial da diretoria!

    Jalen Williams na mesma pegada

    O Jalen Williams também assinou extensão parecida, pelos mesmos valores. Ele não conseguiu concorrer aos prêmios de fim de temporada porque perdeu muitos jogos por lesão, mas o potencial tá lá.

    Sinceramente acho que o Thunder montou algo especial. Com Shai Gilgeous-Alexander já garantido até 2029-30 por US$ 272,4 milhões, eles têm o núcleo todo trancado. E vocês sabem o que isso significa? Janela de título aberta por ANOS.

    Três All-Stars garantidos até pelo menos 2029-30. Sem opções de saída nos contratos. É o tipo de estabilidade que poucos times conseguem ter na NBA moderna. O Thunder não tá só pensando no presente — eles tão construindo uma dinastia. E com esses valores? Monstro demais.

  • Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Galera, o Tyrese Maxey finalmente conseguiu! O cara foi selecionado para o All-NBA Third Team da temporada 2025-26. E olha, sinceramente? Merecia estar no segundo time, mas vamos celebrar mesmo assim.

    O armador dos Sixers recebeu 60 votos para o terceiro time e 36 para o segundo — não foi por pouco que ficou fora da seleção mais alta. Dividiu o terceiro time com Jamal Murray, Jalen Johnson, Chet Holmgren e Jalen Duren. Time forte, viu?

    Números de monstro na temporada

    Maxey simplesmente liderou a NBA em minutos jogados (38.0 por jogo) — o cara não parava! E terminou em quinto lugar em pontos por jogo com 28.3. Isso sem falar nos recordes pessoais: 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por partida.

    Ah, e aquele jogo contra os Bucks em novembro? 54 pontos em overtime. CINQUENTA E QUATRO! Foi absolutamente insano. O maluco chegou aos 40 pontos cinco vezes na temporada e teve menos de 20 pontos em apenas sete jogos dos 70 que disputou. Consistência é o nome do jogo.

    O que isso significa para os Sixers?

    Essa é a primeira vez desde Joel Embiid (que levou o MVP em 2022-23) que um jogador dos Sixers entra no All-NBA. Mostra que Maxey realmente deu o salto que todo mundo esperava dele.

    E olha que nos playoffs a coisa ficou mais difícil — ele jogou com o dedinho machucado e a produção caiu na série contra os Knicks. Mas cara, ainda assim ajudou na virada épica contra os Celtics na primeira rodada. Média de 23.7 pontos, 5.9 assistências e 4.0 rebotes nos playoffs não é brincadeira.

    O próprio Maxey admitiu que precisa melhorar o jogo sem bola. “Próximo ano quero fazer algumas coisas sem a bola e não ficar sempre na frente da defesa”, disse ele. É inteligente demais esse moleque.

    Com VJ Edgecombe chegando como finalista do Rookie of the Year, a dupla promete dar muito trabalho. Vocês acham que os Sixers finalmente conseguem dar o próximo passo com essa dupla? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir.

  • Mike Brown detona: ‘OG foi roubado no All-Defensive Team’

    Mike Brown detona: ‘OG foi roubado no All-Defensive Team’

    Cara, o Mike Brown não engoliu essa não. O técnico do Knicks saiu em defesa do seu jogador de uma forma que eu nunca vi — chamou os votantes na lata e disse que OG Anunoby foi “roubado” por não estar no First Team All-Defensive da temporada.

    “Vocês podem imprimir isso tudo”, disse Brown pros repórteres numa coletiva por Zoom. “Jogadores incríveis por aí — não tô desmerecendo ninguém — mas o maldito OG foi roubado. Ele deveria estar no First Team All-Defense, First Team All-Defense.”

    A revolta do técnico faz sentido?

    Olha, eu entendo a bronca do Brown. O Knicks teve uma das cinco melhores defesas da liga, e muito disso tem a ver com a versatilidade absurda do OG. O cara marca desde armadores até pivôs, e faz isso num nível elite.

    “A versatilidade que esse cara traz pro nosso time é fora de série”, continuou Brown. “Todo mundo sempre fala ‘ah, vocês têm o KAT, têm o Jalen Brunson’, blá blá blá. Mas a versatilidade que esse cara traz é off the charts.”

    E sinceramente? Quando você vê quem ficou no First Team — Derrick White, Ausar Thompson, Chet Holmgren, Wemby e Rudy Gobert — dá pra entender que a briga estava pesada mesmo. Mas será que o OG não merecia estar ali?

    O próprio OG também não curtiu

    O engraçado é que o próprio Anunoby, sempre na dele, admitiu que esperava o First Team. “Foi legal ter o reconhecimento”, disse ele. “Second Team é legal, mas eu tava esperando o First Team — achei que merecia estar no First Team.”

    OG acabou no Second Team junto com Dyson Daniels, Cason Wallace, Scottie Barnes e Bam Adebayo. Não é pouca coisa, né? Estar entre os 10 melhores defensores da liga é monstro.

    Mas eu fico pensando: será que a galera não vê o OG porque ele não faz aqueles bloqueios espetaculares do Wemby ou não tem os números de roubadas do Derrick White? Às vezes parece que defesa “invisível” — aquela que impede o cara nem de tentar o arremesso — não é valorizada.

    E aí, vocês acham que o Mike Brown tem razão ou tá sendo técnico protetor demais? Pra mim, OG no Second Team já é justo, mas entendo a revolta. O cara é uma muralha andante.

  • Bam Adebayo faz história no Heat ganhando prêmio de justiça social

    Bam Adebayo faz história no Heat ganhando prêmio de justiça social

    Olha, eu sempre soube que o Bam Adebayo era especial dentro de quadra, mas o cara acabou de provar que é ainda mais monstro fora dela. O pivô do Miami Heat ganhou o prêmio Kareem Abdul-Jabbar de Campeão de Justiça Social, se tornando o primeiro jogador da franquia a conquistar essa honraria.

    E cara, que declaração humilde do Bam: “Não espero prêmios por isso. O prêmio mesmo foi ver todas essas pessoas tendo suas vidas transformadas. Esse é o prêmio”. Isso que é maturidade, né?

    O trabalho que ninguém vê

    A NBA reconheceu os esforços do Adebayo para “promover justiça social e avançar a missão de vida do Abdul-Jabbar de engajar, empoderar e promover igualdade para comunidades historicamente desfavorecidas”. Como parte do prêmio, 100 mil dólares vão direto para a fundação do Bam, a “Bam, Books, and Brotherhood Foundation”.

    Na minha visão, isso mostra como os jogadores da nova geração entendem o papel social que têm. O Bam não tá só jogando basquete — ele tá realmente mudando vidas em Miami.

    Família e mentores

    O que mais me impressionou foi quando ele creditou tudo à mãe, Marilyn Blount, e ao veterano Udonis Haslem. “Começou com a minha mãe. Foi assim que a fundação nasceu”, disse o Bam. “O UD tem me ajudado muito. Obviamente ele é de Miami, então poder ajudar essa comunidade e fazer parte disso [é especial]”.

    Sinceramente, acho lindo ver como o Haslem continua sendo uma influência positiva mesmo depois de aposentado. O cara passou a vida toda no Heat e agora tá ajudando a próxima geração a entender a responsabilidade de ser um atleta profissional.

    E aí, vocês acham que mais jogadores deveriam se inspirar no exemplo do Bam? Porque olha, temporada passada ele fez 20.1 pontos e 10 rebotes por jogo, ou seja, o cara consegue ser All-Defense em quadra E campeão de justiça social fora dela. Isso que é completude de jogador.

    O melhor de tudo? Ele falou que isso é “um prêmio para muitas pessoas que não conseguem falar”. Cara, que maturidade. O Bam tá mostrando que dá pra ser estrela da NBA e ainda usar a plataforma pra fazer a diferença real na comunidade. Parabéns, monstro!

  • Jaylin Williams derrete elogios pra Jared McCain: ‘Ele ilumina qualquer lugar’

    Jaylin Williams derrete elogios pra Jared McCain: ‘Ele ilumina qualquer lugar’

    Cara, que coisa linda de se ver! Depois da vitória épica do Thunder sobre o Spurs por 123-108 (saindo de um 15-0 no placar!), todo mundo tá falando de como o Jared McCain tá se encaixando perfeitamente no time de Oklahoma City. E quem melhor pra falar sobre isso que o Jaylin Williams, que literalmente senta do lado dele no vestiário?

    A química perfeita no vestiário

    Williams foi 100% sincero quando perguntaram sobre o companheiro de equipe. “O armário dele fica bem do lado do meu, então eu não consigo fugir dele”, brincou Williams. “Mas cara, ele é gente boa mesmo. Ele tem confiança em si mesmo, confiança na capacidade dele, confiança na própria pele… e é simplesmente um cara legal, só isso mesmo.”

    E olha, eu acho isso sensacional. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um veterano como Williams reconhecer a personalidade do McCain dessa forma é refrescante.

    Mas o que mais me chamou atenção foi isso: “Ele tá sempre se divertindo, não importa onde a gente tá. Pode ser no avião e ele tá rindo, pode ser depois do jogo e ele tá lá do outro lado do vestiário vindo conversar com a gente. Ele sempre ilumina qualquer ambiente que entra.”

    O lado humano faz a diferença

    Sinceramente, acho que essa é uma das coisas mais importantes no basquete profissional – e que a gente às vezes esquece. Não é só sobre enterradas e arremessos de 3. É sobre como o cara se relaciona com os companheiros, como ele traz energia positiva pro grupo.

    McCain saiu do banco e meteu 24 pontos na vitória. Williams contribuiu com 18. Os dois foram fundamentais pra virada histórica do Thunder. Mas pelo jeito, a contribuição do McCain vai muito além dos números no placar.

    “Quando eu cheguei aqui, tava nervoso. Não sabia o que esperar”, admitiu McCain. “Mas eles me receberam de braços abertos. Isso foi o mais importante pra mim em todo esse processo.”

    A mentalidade Thunder em ação

    E olha só que mentalidade absurda: mesmo saindo perdendo de 15-0 (quinze a zero!), o time manteve a cabeça no lugar. “Quando chamaram o tempo, ninguém tava cabisbaixo. Todo mundo pronto pra continuar e partir pra cima”, descreveu McCain.

    Essa é a diferença de um time campeão, né? A confiança, a química, a forma como eles se apoiam. E pelo que tô vendo, McCain já tá 100% integrado nessa filosofia.

    Vocês acham que essa dupla McCain-Williams pode ser peça-chave na busca pelo bicampeonato seguido? O Jogo 4 é domingo à noite em San Antonio, e pelo andar da carruagem, esse Thunder não vai facilitar pra ninguém.

  • Mitchell fora do jogo 4: Thunder perde peça importante contra Spurs

    Mitchell fora do jogo 4: Thunder perde peça importante contra Spurs

    Olha só que situação chata pro Thunder. Ajay Mitchell foi cortado do jogo 4 contra o San Antonio Spurs por causa de uma lesão na panturrilha direita. O cara se machucou na vitória de sexta-feira por 123-108, logo depois daquela confusão com o Devin Vassell — vocês viram aquela cena, né?

    E não é qualquer jogador que tá fora não. Mitchell pode ser jovem (23 anos), mas o belga mostrou que tem categoria pra muito mais do que banco. Lembram da série contra o Lakers nas semifinais da conferência? O moleque meteu média de 22.5 pontos com 56.3% de aproveitamento nos arremessos. Absurdo.

    Thunder sente o baque da ausência

    Sinceramente, eu acho que o pessoal tá subestimando o quanto essa ausência pode pesar. Tá certo que Oklahoma City tem um elenco profundo — isso ninguém discute. Mas com o Jalen Williams também lidando com problemas físicos, perder Mitchell é complicado.

    Contra os Spurs ele não tava no seu melhor momento, confesso. Apenas 5.3 pontos por jogo com 38.9% nos arremessos nas três primeiras partidas. Mas quem acompanha sabe: esse cara pode explodir a qualquer momento. É daqueles jogadores que você relaxa e ele mete 25 pontos na sua cara.

    Daigneault vai ter que improvisar

    Agora é ver como o técnico Mark Daigneault vai resolver essa. O Thunder precisa dessa vitória pra manter a moral lá em cima — principalmente depois daquela derrota na prorrogação do jogo 1 que meio que balançou a confiança de todo mundo.

    A profundidade do elenco é uma das grandes forças de Oklahoma City na busca pelo bicampeonato. Mas lesão é lesão, né pessoal? Sempre complica os esquemas, por mais talentoso que seja o grupo.

    Quem vocês acham que vai ganhar essa responsabilidade extra? E será que o Thunder consegue fechar essa série sem Mitchell 100%?

  • Shamet vira herói improvável e Knicks dominam Cavs no jogo 3

    Shamet vira herói improvável e Knicks dominam Cavs no jogo 3

    Cara, tem coisa mais linda do que um reserva decidindo playoff? O Landry Shamet simplesmente resolveu aparecer na hora H e carregou os Knicks nas costas para mais uma vitória sobre os Cavaliers, dessa vez por 3-1 na série das finais do Leste.

    O cara entrou saindo do banco, jogou 28 minutos e foi simplesmente monstro nos momentos decisivos. Sabe aqueles arremessos de 3 que você torce pra entrar? Pois é, com o Shamet entraram. Quatro tentativas, três acertos, e todas nos momentos que mais importavam.

    Clutch de verdade

    Olha, eu já vi muito reserva fazer diferença nos playoffs, mas o que o Shamet tá fazendo nessas finais do Leste é coisa de outro mundo. Nas finais da conferência, o cara tá com 7 acertos em 8 tentativas do perímetro. Sete em oito! E o mais absurdo? Seis desses acertos vieram no quarto período ou na prorrogação.

    “É aquela mentalidade do próximo lance”, disse o próprio Shamet depois do jogo. “A bola entra, eu já tô pensando em defender o All-Star do outro lado da quadra.” E realmente, o cara não foi só no ataque – passou boa parte do jogo marcando ninguém menos que o Donovan Mitchell.

    Brunson elogia, Hart aprova

    O Jalen Brunson, que obviamente sabe o que é ser decisivo, não poupou elogios: “Ele tem sido gigante. Um verdadeiro profissional.” Já o Josh Hart foi direto ao ponto: “É um puta jogador e vamos precisar dele até o fim, então queremos que ele tenha todas as oportunidades possíveis.”

    E vocês, acham que o Shamet consegue manter esse nível? Porque, sinceramente, se ele continuar assim, os Knicks podem estar caminhando para algo muito especial. Dos 22 pontos que o banco de Nova York fez, 13 foram do Shamet. Isso é ser o sexto homem de verdade.

    Cleveland agora precisa de um milagre pra virar essa série, e com o Shamet jogando desse jeito, fica difícil apostar contra os Knicks chegarem às finais da NBA.

  • Thompson como armador? Os Rockets testaram e o resultado é polêmico

    Thompson como armador? Os Rockets testaram e o resultado é polêmico

    Cara, os Houston Rockets têm uma obsessão bizarra em reinventar a posição de armador. Sério, é quase uma terapia coletiva já.

    Pensa comigo: pegaram o James Harden e transformaram ele de ala-armador em armador raiz. Harden vazou, veio o Kevin Porter Jr. fazer o papel meio torto. Quando a coisa ficou séria, trouxeram o Fred VanVleet — que é armador até no RG. Aí o cara se machuca e ficam a temporada toda fora.

    E agora? Voltaram pro laboratório e colocaram o Amen Thompson de armador titular. Eu confesso que fiquei curioso pra ver no que ia dar.

    Os números contam uma história interessante

    Estatisticamente falando, a temporada 2025-26 do Thompson foi meio confusa de analisar. Os números básicos melhoraram — óbvio, né, com mais responsabilidade vem mais volume. Foram 18.3 pontos, 7.8 rebotes e 5.3 assistências por jogo, contra 14.1, 8.3 e 3.8 da temporada anterior.

    Mas aqui que fica interessante (e meio preocupante): o Box Plus/Minus dele despencou de 4.1 para 2.6. Como assim?

    A explicação é simples e faz sentido quando você assiste aos jogos. Com a saída do Dillon Brooks, o Thompson virou o cara responsável por marcar os melhores jogadores adversários. Isso significa menos roubadas de bola, menos bloqueios — aquelas jogadas defensivas espetaculares que faziam ele brilhar.

    E sinceramente? Dava pra ver que ele tava economizando energia na defesa pra dar conta do ataque. Nunca vi o Thompson vacilar na defesa, mas ele não tava mais aquele predador incansável que a gente conhecia.

    Será que valeu o trade-off?

    Olha, os números sugerem que não. No isolamento, ele teve 0.98 pontos por posse (68.2º percentil da liga). No pick-and-roll como principal armador, 0.89 PPP (61º percentil). Não é ruim, mas…

    Sabe qual foi o dado que mais me chamou atenção? 23.1% de assistências por posse, 44º colocado na NBA. Pra um armador titular, isso é meio fraquinho.

    Na verdade, todos esses números seguem o mesmo padrão: são ótimos se você vê o Thompson como um terceiro armador + candidato eterno a Melhor Defensor do Ano. Mas como armador titular mesmo? Aí a coisa fica mais complicada.

    Não dá pra dizer que foi um fracasso total — longe disso. O cara mostrou que consegue assumir mais responsabilidade ofensiva. Mas, na minha visão, os Rockets precisam entender que o Thompson é mais um Andre Iguodala turbinado do que um Penny Hardaway da vida.

    Ele é uma peça fundamental? Sem dúvida. Mas vai render muito mais jogando ao lado de um armador nato.

    E aí, vocês acham que os Rockets vão continuar nessa busca eterna pelo armador perfeito ou vão aceitar que o Thompson funciona melhor em outro papel?

  • Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Cara, eu não consigo parar de pensar numa coisa: quando foi a última vez que você assistiu um jogo do Phoenix Suns e saiu satisfeito? Não estou falando de ganhar título nem nada do tipo — só de assistir um basquete gostoso, que faz sentido.

    Pois é, parece que em 2025-26 isso finalmente aconteceu.

    O boletim que os pais queriam ver

    Saiu agora o relatório completo da temporada dos Suns, e mano… que diferença. Olhando as notas individuais dos jogadores, a pior nota foi C- pro Ryan Dunn. Sem reprovação. Sem D. Sem F.

    Compare isso com a temporada passada, quando o time estava uma bagunça total. Bradley Beal levou F+, Bol Bol e companhia tiraram D… Era de dar dó mesmo.

    Devin Booker e Dillon Brooks tiraram A-, Jordan Goodwin foi o cara com A+ (e mereceu cada ponto dessa nota, na minha opinião). Até jogadores como Oso Ighodaro e Mark Williams mostraram evolução consistente. É o tipo de relatório que você mostraria orgulhoso pros seus pais — se ainda fizessem isso hoje em dia.

    Sensação de time, finalmente

    Sabe qual foi a grande mudança? Os Suns voltaram a parecer um TIME DE BASQUETE. Não aquela colagem maluca de ego e expectativa que a gente viu nos últimos anos, rezando pra que o talento individual resolvesse tudo.

    Eu mesmo comecei a sentir animação antes dos jogos, cara. Ao invés daquela preparação emocional pro desastre que virou rotina. Isso já é um baita progresso.

    A identidade estava se formando. Os caras mais novos evoluindo visivelmente. Dava pra sentir que a organização tinha uma direção, mesmo sabendo que ainda tá longe — bem longe — de brigar por título.

    Mas e aí, foi só sorte?

    A grande pergunta é: isso foi só um lampejo ou o começo de algo maior? Daqui uns anos, quando olharmos pra trás, essa temporada vai representar o que exatamente?

    Sinceramente, acho que foi o primeiro passo real rumo a algo sustentável. Depois de tanto caos e frustração, só restaurar o prazer de assistir já foi uma vitória. Ninguém vai pendurar faixa de “progresso encorajador” no teto, óbvio. Mas às vezes você precisa aprender a caminhar antes de correr, né?

    E vocês, sentiram essa diferença também? Ou acham que ainda é cedo pra ter esperança nos Suns?

  • Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Galera, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico dos Bucks já começou a montar sua comissão técnica para 2026-27 e, sinceramente, olhando os nomes que ele trouxe, a coisa promete.

    Darvin Ham, Patrick St. Andrews e Joe Boylan. Três caras que não são nomes aleatórios no mercado — Jenkins conhece o trabalho de cada um deles e sabe exatamente o que esperar.

    Ham volta como assistente (e tá certo)

    O mais interessante dessa história toda é o Darvin Ham. Cara foi técnico principal dos Lakers por duas temporadas, teve um record de 90-74 (nada mal, né?), levou o time até as finais de conferência em 2023… E agora volta como assistente. Pode soar estranho, mas olha — às vezes dar um passo atrás é estratégico.

    Ham e Jenkins já trabalharam juntos lá na época do Budenholzer no Hawks, depois se reencontraram em Milwaukee. É aquela química que já existe, sabe? E depois da experiência como head coach nos Lakers, Ham volta com uma bagagem completamente diferente.

    Aliás, ele até disputou a vaga de técnico do Pelicans recentemente, mas perdeu pro Jamahl Mosley. Agora, juntando-se ao Jenkins, pode ser a combinação perfeita.

    A turma do Budenholzer se reunindo

    Patrick St. Andrews é outro cara que vem dessa ‘família’ do Budenholzer. Nove anos como assistente na NBA, passou pelo Hawks, Bucks, foi com o Jenkins pro Memphis e depois pro Portland com o Tiago Splitter (nosso brasileiro lá comandando!).

    E o Jenkins não esconde a emoção de trabalhar com essa galera de novo. Na coletiva de apresentação, ele falou que são ‘irmãos’ pra ele. Cara, isso é muito importante no basquete — ter pessoas em que você confia 100%, que conhecem sua filosofia.

    ‘A natureza íntima do nosso trabalho faz com que estejamos juntos o tempo todo’, disse o Jenkins. ‘Debates nas reuniões, no vestiário, nos voos… Essas conexões foram imediatas.’

    Joe Boylan completa o trio. Esse é interessante — trabalhou com o Chris Finch em Minnesota (que técnico, por sinal), passou mais de uma década focando no desenvolvimento de jogadores. E tem uma abordagem diferente, essa tal de ‘Constraints-Led Approach’. É basicamente treinar os jogadores em situações que limitam certas opções, forçando eles a desenvolver outras habilidades.

    Olha, eu gosto dessa montagem do Jenkins. Não foi lá pegar qualquer um — trouxe gente que conhece, que confia, e cada um com uma especialidade diferente. Ham com a experiência de head coach, St. Andrews com a versatilidade, Boylan com o desenvolvimento de jogadores.

    E vocês, o que acham dessa comissão técnica dos Bucks? Jenkins tá montando algo sólido ou é só nostalgia de Atlanta?