Tag: alemão NBA

  • Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi Leon Rose desabando em lágrimas nas arquibancadas de Cleveland ontem, quase chorei junto. O homem que reconstruiu o New York Knicks do zero estava ali, abraçado com o filho, vendo o time que ele moldou com as próprias mãos varrer os Cavaliers e chegar às Finais da NBA pela primeira vez desde 1999.

    Que momento absurdo. Sinceramente, quem acompanha NBA há mais tempo sabe o quanto os Knicks eram piada nos últimos anos. E ver o Leon Rose, esse cara que normalmente fica nas sombras, se derretendo de emoção… mano, isso é basquete puro.

    De agente a salvador dos Knicks

    Leon Rose assumiu como presidente dos Knicks em março de 2020, numa situação que — vamos ser honestos — era praticamente impossível. O time vinha de uma sequência ridícula de fracassos, especialmente depois que perdeu Kevin Durant e Kyrie Irving em 2019. Imagina a pressão?

    Mas o cara foi cirúrgico. Trouxe Tom Thibodeau como técnico, conseguiu levar o time aos playoffs em 2021 (primeira vez desde 2013!), e aí que começou a magia de verdade. Jalen Brunson em 2022 — que contratação monstro. OG Anunoby no meio da temporada. E as trocas mais corajosas? Mandou Julius Randle embora pra pegar Karl-Anthony Towns e ainda conseguiu Mikal Bridges dos Nets.

    O mais impressionante pra mim foi quando ele demitiu o próprio Thibodeau no ano passado e trouxe Mike Brown. Decisão difícil, mas que deu certo. Vocês acham que foi fácil dispensar o cara que te ajudou a sair do buraco?

    A promessa que virou realidade

    Lembro perfeitamente da carta que Leon Rose mandou pros torcedores quando assumiu o cargo. O cara falou: “Queremos criar uma organização vencedora que dê aos fãs dos Knicks e à cidade de Nova York o time que vocês merecem.”

    Na época, eu pensei: “Ah, mais um discurso de dirigente.” Que bom que eu estava errado.

    Agora os Knicks estão a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera. Uma geração inteira de nova-iorquinos nunca viu o time levantar um troféu da NBA. E o Leon Rose — que começou a carreira como agente de jogadores — pode ser o cara que vai quebrar essa maldição.

    O adversário nas Finais ainda não está definido. Thunder e Spurs estão empatados 2-2 na Conferência Oeste, com jogo decisivo hoje à noite em Oklahoma City. Mas independente de quem vier pela frente, uma coisa é certa: os Knicks chegaram pra brigar de igual pra igual.

    Que história linda, né? De agente dos bastidores a presidente campeão — se tudo der certo. O choro do Leon Rose ontem foi de pura emoção, e eu entendo perfeitamente. Quando você ama basquete de verdade, momentos assim te pegam desprevenido mesmo.

  • Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Cara, só o Joe Mazzulla mesmo pra conseguir ganhar um prêmio e ainda assim manter a pose de quem não liga. O técnico do Boston Celtics foi eleito o Treinador do Ano da NBA, mas continua firme na opinião dele: o prêmio é “idiota”.

    Há alguns meses, quando perguntaram pro Mazzulla sobre a possibilidade de ganhar o Coach of the Year, a resposta foi direta no queixo: “Acho que é um prêmio idiota”. E ontem? Bom, ele ganhou esse prêmio “idiota”.

    A filosofia Mazzulla

    Olha, eu até entendo o ponto do cara. Basquete é esporte coletivo, e técnico não joga sozinho – tem toda uma comissão técnica por trás. Mazzulla sempre bateu nessa tecla de que deveria ser um prêmio para toda a staff, não só pra ele.

    Mas convenhamos: quando você pega um time que já era bom e transforma numa máquina de 64 vitórias na temporada regular, algum mérito individual você tem que ter, né? Os Celtics dominaram a conferência leste de uma forma que foi até meio assustadora.

    Temporada histórica em Boston

    E que temporada foi essa dos Celtics, hein? Lideraram a NBA em vitórias, tiveram um dos melhores ataques da história da liga, e Mazzulla conseguiu fazer o Jayson Tatum e Jaylen Brown funcionarem como nunca.

    Sinceramente, eu achei que o técnico ia pelo menos fingir que ficou feliz com o prêmio. Mas não – o cara manteve a coerência até o final. É meio rebelde, mas também é honesto. Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio individual?

    No final das contas, o que importa mesmo é se ele vai conseguir levar esse discurso de trabalho em equipe até o título da NBA. Porque individual ou coletivo, prêmio idiota ou não, o que os fãs de Boston querem mesmo é ver aquele banner 18 pendurado no TD Garden.

  • Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Cara, que temporada absurda do Joe Mazzulla! O técnico dos Celtics acabou de levar o prêmio de Coach of the Year da NBA e, olha só que loucura — é o primeiro técnico de Boston a ganhar isso em 46 anos. Desde 1980, galera!

    O mais engraçado? O próprio Mazzulla odeia esse prêmio. Em março ele falou que era “um prêmio estúpido” e que “não deveria nem existir”. Na moral, ele mandou: “Não preciso disso. É mais sobre os jogadores. É sobre o trabalho que a comissão técnica faz. Não quero nem ser perguntado sobre isso de novo”.

    Mas querendo ou não, o cara mereceu pacas.

    A reviravolta épica de Boston

    Deixa eu explicar o cenário: depois que o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles na segunda rodada dos playoffs passados contra os Knicks, os Celtics desmancharam tudo. Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — todo mundo foi embora pra fugir do luxury tax.

    Sobraram basicamente o Jaylen Brown, Derrick White, Payton Pritchard e uns caras desenvolvidos internamente. A projeção era de 41.5 vitórias — praticamente um time de Play-In. Os Pacers, que passaram pela mesma situação com o Haliburton machucado, terminaram com 19-63. Todo mundo esperava que Boston tivesse uma “temporada de transição”.

    E aí o Mazzulla pegou esse elenco “quebrado” e fez 56 vitórias. Cinquenta e seis! Eu sinceramente não esperava isso.

    O sistema que funcionou

    O estilo do Mazzulla é todo baseado nos arremessos de 3 e na posse de bola. Os Celtics ficaram em 3º lugar em rebotes sem ter um pivô de verdade, e em 3º lugar também em menor número de turnovers sem ter um armador All-Star. Absurdo, né?

    Defensivamente, mesmo perdendo a base do ano passado, ainda ficaram em 4º na liga. No ataque, só perderam pro Denver. Caras como Neemias Queta, Baylor Scheierman e Jordan Walsh viraram peças importantes — isso é trabalho de técnico, galera.

    Mazzulla levou 62 dos 100 votos de primeira colocação, batendo o J.B. Bickerstaff do Detroit. Merecido demais.

    Claro que dói ter caído na primeira rodada pros Sixers, mas o que o cara fez na temporada regular foi de outro nível. Vocês acham que os Celtics voltam mais fortes ano que vem? Eu tô começando a acreditar nesse sistema do Mazzulla, não vou mentir.

  • Novo técnico dos Pelicans promete liberar todo potencial do Zion

    Novo técnico dos Pelicans promete liberar todo potencial do Zion

    Jahmal Mosley mal assumiu o cargo de técnico dos Pelicans e já soltou uma frase que me chamou atenção: “Zion nem arranhou a superfície do que ele pode fazer”. Cara, viniendo de um cara que treinou Paolo Banchero e Franz Wagner no Magic, isso tem peso.

    Olha, eu sempre achei que o Zion tinha muito mais a mostrar além daquelas enterradas monstruosas que a gente já conhece. E pelo que o Mosley falou na coletiva de apresentação, parece que ele pensa igual.

    O plano é simples: mais espaço, mais liberdade

    A estratégia do novo técnico é bem clara – abrir a quadra pro Zion atacar de verdade. “Dar espaço pra ele viver na linha do lance livre”, foi como ele colocou. E faz sentido total, né? O garoto tem 1,98m mas joga como um armador às vezes, com uma visão de jogo absurda.

    O que mais me empolgou foi ele falar sobre usar o Zion em “diferentes posições”. Imagina esse monstro fazendo o papel de point forward? Com aquela força física dele criando jogadas pros companheiros? Sinceramente, dá até arrepio de pensar.

    Temporada passada mostrou o que ele pode fazer saudável

    A temporada 2023-24 foi uma prévia do que pode vir por aí. Zion jogou 62 partidas (milagre, considerando o histórico), fez médias de 21 pontos e 5.7 rebotes com 60% de aproveitamento de quadra. Sessenta por cento! É um número de center, mas ele faz isso jogando em várias posições.

    Mosley vem do Orlando Magic onde trabalhou com dois talentos que também gostam de criar jogadas – o Banchero e o Wagner. A experiência com jogadores versáteis pode ser exatamente o que o Zion precisa pra decolar de vez.

    “Algumas das coisas que ele já fez aqui foram espetaculares”, disse o técnico. “Só precisamos continuar isso e, principalmente, mantê-lo saudável.”

    E aí, vocês acham que finalmente vamos ver o verdadeiro potencial do Zion? Com um técnico que entende de versatilidade e um jogador que parece estar mais maduro, talvez seja a hora dos Pelicans voarem mais alto.

  • 5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    Gente, aconteceu. O New York Knicks voltou às Finais da NBA depois de 27 anos! Depois de varrer o Cleveland Cavaliers na Conference Final do Leste, os Knicks estão de volta ao palco principal pela primeira vez desde 1999.

    Cara, eu ainda tô processando isso. Vinte e sete anos, mano. Pra vocês terem noção de quanto tempo se passou, eu separei cinco coisas que simplesmente NÃO existiam quando o Knicks pisou nas Finais pela última vez. Preparem-se pra se sentirem velhos.

    Redes sociais eram ficção científica

    Em 1999, o máximo de “rede social” que existia era o MSN Messenger — e olhe lá. Facebook só veio em 2004, Twitter em 2006, e Instagram em 2010. TikTok? Esquece, só chegou em 2017. Na época, se você quisesse comentar sobre um jogo, tinha que ligar pro amigo ou esperar até segunda-feira no trabalho.

    Imaginem como seria a repercussão dessa classificação do Knicks nas redes hoje? O Twitter estaria pegando fogo, o Instagram cheio de stories comemorando… Em 99, o pessoal teve que comemorar na rua mesmo, old school.

    A TV era outro mundo

    Survivor ainda não existia (imaginem!), American Idol era um sonho distante, e reality shows eram coisa de filme futurista. MTV ainda passava música — pasmem! — e The Sopranos tinha acabado de estrear sua primeira temporada.

    Na época, se você perdesse o jogo, ferrou. Não tinha replay infinito, highlights no YouTube ou “melhores momentos” no Instagram. Era TV aberta, antena parabólica e muito improviso.

    Celular? Que celular?

    O iPhone só veio em 2007, gente. Em 99, se você tinha sorte, rolava um Nokia tijolão pra fazer ligação — e só. Mandar SMS custava os olhos da cara, e câmera no celular era coisa de desenho animado.

    BlackBerry tinha acabado de chegar, mas era praticamente um pager turbinado. Nada de WhatsApp, nada de stories, nada de lives comentando o jogo. O negócio era rádio e TV mesmo.

    Metade do time atual nem tinha nascido

    Aqui a coisa fica surreal: dos 18 jogadores do elenco atual do Knicks, nove nem tinham nascido quando o time foi às Finais pela última vez. NOVE! O mais novo, Pacôme Dadiet, nasceu em 2005 — seis anos depois das Finais de 99.

    Jordan Clarkson, que é o mais velho do time, tinha apenas sete anos na época. Ou seja, nem ele se lembra direito daquele time histórico. É uma geração completamente nova vivendo esse momento mágico.

    E aí, vocês acham que essa nova geração consegue trazer o título que tanto falta pro Knicks? Sinceramente, eu tô com uma expectativa danada. Depois de 27 anos, qualquer coisa pode acontecer — e tomara que seja coisa boa!

  • Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Gente, os Lakers acabaram de fazer uma das contratações mais inusitadas que eu já vi na NBA. Eles trouxeram um cara que literalmente trabalhou com foguetes espaciais pra ser assistente do Rob Pelinka. Isso mesmo que vocês leram.

    O nome dele é Rohan Ramadas, e o currículo do cara é absurdo. Passou 12 anos na The Aerospace Corporation — uma das principais empresas aeroespaciais dos EUA — e agora vai ajudar a Lakers a decolar (perdão pelo trocadilho, não resisti).

    Do espaço para Crypto.com Arena

    Ramadas não é novato no basquete não. Ele tava no Pelicans até agora, onde virou VP de estratégia e operações depois de começar como diretor de analytics e inovação em 2024. E pelos relatos, o cara implementou modelos de IA e algoritmos que ajudavam muito o front office de lá.

    Uma fonte dos Pelicans disse pra ESPN: “Ele é literalmente um cientista de foguetes”. Cara, imagina você apresentar esse cara pros amigos? “Este aqui é o Rohan, ele fazia foguete e agora analisa pick and roll.”

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. A NBA hoje é uma guerra de dados, e ter alguém com background científico pesado pode ser o diferencial que os Lakers precisam.

    Lakers investindo pesado em inovação

    O timing não é coincidência. Mark Walter, o dono dos Dodgers, comprou os Lakers por 10 bilhões de dólares no ano passado e tá expandindo toda a estrutura. Eles vão contratar outro assistente de GM também.

    Sinceramente? Acho que precisava mesmo. Os Lakers não ganham um título desde 2020, e com LeBron na reta final da carreira, não dá pra ficar brincando com métodos ultrapassados.

    Ramadas vai focar nas mesmas responsabilidades que tinha no Pelicans: analytics avançados, modelos de IA e inovação tecnológica. Basicamente, ele vai ser o cérebro por trás das decisões baseadas em dados.

    E aí, vocês acham que realmente precisa de um cientista fogueteiro pra Lakers voltarem ao topo? Ou é só mais uma modinha da NBA moderna? Eu tô curioso pra ver como essa aposta vai dar certo.

  • NBA vai votar mudança radical na loteria. Vai complicar tudo?

    NBA vai votar mudança radical na loteria. Vai complicar tudo?

    Olha, a NBA tá prestes a fazer uma mudança que pode bagunçar completamente o mercado de trocas. Esta semana os donos dos times vão votar uma nova proposta para a loteria do draft que, sinceramente, me deixou com a pulga atrás da orelha.

    A ideia do Adam Silver é clara: acabar com o tanking. Mas cara, será que essa solução não vai criar mais problemas do que resolver?

    O que muda exatamente?

    A proposta “3-2-1” (nome que vem do número de bolinhas que cada time pode ter) é bem radical. Os três piores times da liga vão para uma “zona de rebaixamento” — nome meio dramático, né? — e só ganham duas bolinhas na loteria. Isso dá apenas 5,4% de chance de pegar a primeira escolha.

    E o mais louco: esses times podem cair até a 12ª posição no draft. Imagina você terminar em último lugar e ainda por cima cair para 12º no draft? É de dar pesadelo em qualquer GM.

    Por outro lado, times que chegaram nos playoffs — tipo Warriors, Clippers, Heat e Charlotte nesta temporada — teriam a mesma chance que Washington, Utah e Sacramento de pegar a primeira escolha. Meio surreal, não acham?

    O problema das trocas

    Aqui que a coisa fica complicada pra valer. Com essas mudanças, as picks de primeira rodada vão perder valor como moeda de troca. E olha só o timing: em 2027, 14 times já negociaram suas picks. Em 2028 e 2029, apenas 12 times controlam suas próprias escolhas sem nenhuma amarra.

    Vocês conseguem imaginar tentar montar uma troca pelo Giannis agora? Fica muito mais difícil quando as picks valem menos. É como se o Silver tivesse mudado as regras no meio do jogo — literalmente.

    Na minha visão, isso vai esfriar o mercado de trocas. E convenhamos, quem não ama uma boa negociação na offseason?

    Silver com poder total

    Mas a cereja do bolo é que o comissário vai ganhar poderes quase ditatoriais para punir times que ele achar que estão fazendo tanking. Multa de até 10 milhões de dólares, confisco de picks, redução das chances na loteria… O cara vai virar o juiz, júri e carrasco do tanking.

    Olha, eu entendo a preocupação com a percepção do tanking, mas será que essa não é uma reação exagerada? Times como Utah e Sacramento precisam dessa chance de reconstrução. Para mercados pequenos, o draft é praticamente a única forma de conseguir talento de verdade.

    E aí, vocês acham que os donos vão aprovar essa loucura? Pelo que tudo indica, sim. Mas eu tenho minhas dúvidas se isso vai realmente resolver o problema ou só criar novos…

  • Jimmy Butler cantando no palco com ACL rompido é pura loucura

    Jimmy Butler cantando no palco com ACL rompido é pura loucura

    Gente, eu pensei que tinha visto de tudo na NBA, mas Jimmy Butler cantando “A Thousand Miles” num festival de música com o ligamento do joelho rompido? Isso é outro nível de aleatoriedade.

    O cara apareceu no BottleRock em Napa — aquele festival chique na Califórnia — e simplesmente decidiu virar artista por uma noite. Subiu no palco com o Teddy Swims, começou a jogar sanduíche de pasta de amendoim na galera (porque era o palco culinário, né) e ainda teve a pachorra de dançar gritando pro público: “Não contem pro Steve [Kerr]! Eu tô com o ligamento rompido!”

    O momento “White Chicks” da vida real

    Mas o negócio ficou épico mesmo quando ele cantou aquela música da Vanessa Carlton que o Terry Crews canta em “As Branquelas”. Cara, eu ri tanto que quase engasguei. Jimmy falou que queria cantar essa música desde o ensino médio, mas que o pessoal não curtia a voz dele.

    Olha, sinceramente? A voz não é das melhores mesmo, mas o cara tem presença de palco. E convenhamos, depois de anos vendo ele destruir na quadra, ver o Jimmy se divertindo assim é meio que fofo — se é que dá pra chamar um cara de 2,01m de fofo.

    Playlist mais doida da NBA

    Vocês sabiam que esse maluco já escreveu mais de 60 músicas country? Descobriu o gênero quando estudava em Marquette e agora quer lançar um álbum estilo DJ Khaled, trazendo vários artistas. É muita informação pra processar.

    Mas a melhor história é quando o Heat perdeu um jogo em 2023 e ele chegou no vestiário botando Nickelback no último volume pra “punir” os companheiros de equipe. Imaginem a cena: você perde um jogo importante e tem que aguentar “How You Remind Me” estourando no fone de ouvido. Crueldade pura!

    E funcionou, viu? O Heat foi dos playoffs direto pras finais da NBA. Coincidência? Acho que não.

    Agora é torcer pra ele voltar logo das quadras, porque esse Jimmy Butler artista é divertido, mas o Jimmy Butler jogando basquete é outra coisa. E aí, acham que ele volta no mesmo nível depois dessa lesão?

  • Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Os Lakers não param de mexer a estrutura, pessoal. Agora foi a vez de contratar Rohan Ramadas, que era vice-presidente de operações e estratégia do New Orleans Pelicans, para ocupar uma das duas novas vagas de gerente-geral assistente que o time criou.

    Olha, sinceramente acho que essa reformulação toda faz muito sentido. Os caras levaram uma surra do Oklahoma City Thunder nos playoffs — quatro jogos a zero nas semifinais do Oeste — e obviamente precisavam de uma repaginada geral.

    O que Ramadas vai fazer exatamente?

    O cara vai cuidar do salary cap, analytics e dados em geral. Basicamente, vai ser um dos responsáveis por fazer as contas fecharem e analisar tudo com números. Rob Pelinka, o GM, disse que vão contratar mais um assistente focado em draft e desenvolvimento de jogadores.

    E tem um detalhe curioso: Ramadas é formado em engenharia astronáutica pela USC (mestrado inclusive) e trabalhou 12 anos na The Aerospace Corporation antes de migrar pro mundo da NBA em 2024. Cara saiu do espaço pro basquete — que mudança de vida, não é?

    Lakers em modo reformulação total

    Essa contratação é só o começo do que promete ser uma offseason movimentada pra valer. Os Lakers estão mexendo em tudo: front office, operações, estrutura… É que o Mark Walter, dono dos Dodgers, assumiu o controle do time numa venda histórica de 10 bilhões de dólares há oito meses.

    E não para por aí. Eles estão construindo laboratórios de biomecânica, movimento e recuperação no centro de treinamento de El Segundo. Pelinka até chamou os Dodgers de “organização irmã” dos Lakers — claramente estão copiando algumas ideias que deram certo no baseball.

    Ah, e tem as decisões contratuais do LeBron James e Austin Reaves pela frente. Ou seja, vai ser um verão quente mesmo.

    Vocês acham que essa reformulação toda vai dar resultado? Porque convenhamos, depois daquela eliminação vexatória pros Thunder, alguma coisa tinha que mudar mesmo.

  • Lakers contratam literal cientista de foguetes como GM assistente

    Lakers contratam literal cientista de foguetes como GM assistente

    Olha só que loucura: os Lakers acabaram de contratar um cara que é literalmente um cientista de foguetes para o front office. Rohan Ramadas é o novo gerente-geral assistente do time, vindo direto dos Pelicans onde era VP de estratégia e operações.

    E quando eu falo cientista de foguetes, não tô brincando não. O cara trabalhou mais de uma década na Aerospace Corporation antes de pisar na NBA pela primeira vez. “Ele é um literal cientista de foguetes”, disse uma fonte dos Pelicans para a ESPN. Imagina o currículo desse maluco.

    O Mago da Tecnologia

    Nos Pelicans, Ramadas foi o responsável por implementar inteligência artificial e criar modelos computadorizados para ajudar o front office nas decisões. Cara, isso é o futuro batendo na porta da NBA. Enquanto alguns times ainda tão presos no “feeling” e na experiência do olheiro raiz, os Lakers tão apostando na ciência de dados pesada.

    Sinceramente? Eu acho genial. O basquete moderno é pura matemática – eficiência de arremesso, analytics avançados, tracking de movimento. Quem melhor pra trabalhar com isso do que alguém que literalmente calculava trajetórias de foguetes?

    Revolução no Front Office

    Rob Pelinka disse que ainda vão contratar outro GM assistente focado especificamente em “processos de draft e avaliação de jogadores”. Ou seja, tão montando um time de guerra mesmo. E olha que interessante: essa transformação toda tá rolando sob o comando do novo dono Mark Walter.

    Vocês sabem quem é Mark Walter, né? O cara que revolucionou os Dodgers no baseball usando analytics e ciência de dados com Andrew Friedman e Farhan Zaidi. Agora ele quer fazer a mesma coisa com os Lakers. Basicamente tão tentando aplicar a “Moneyball” no basquete.

    Não vou mentir, fico curioso pra ver como vai ser. Os Lakers sempre foram um time tradicional, baseado em estrelas e glamour de Hollywood. Agora misturar isso com inteligência artificial e análise de dados? Pode dar muito certo… ou muito errado. O que vocês acham, vai rolar essa fusão entre tradição e tecnologia?