Tag: alemão NBA

  • Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Olha, eu não queria estar no lugar do Kenny Atkinson agora. O técnico do Cavs foi direto ao ponto depois de mais uma derrota pro Knicks: o time simplesmente não teve ‘juice’ suficiente pra competir. E sinceramente? Doeu ouvir isso, mas foi a mais pura verdade.

    Os Cavaliers estão numa situação que já virou marca registrada deles nos playoffs — 2 a 0 pra baixo jogando fora de casa. Só que dessa vez não é contra o Detroit mediano que depende só do Cade Cunningham. É contra um Knicks que tá voando, com nove vitórias seguidas desde a primeira fase dos playoffs. Completamente diferente.

    O colapso do terceiro quarto (de novo)

    A primeira metade até me deu esperança. O Cavs parecia ter acordado depois daquele vexame histórico no Jogo 1 — lembram? Perderam uma vantagem de 22 pontos. Estavam perdendo só por 53-49 no intervalo, totalmente no jogo.

    Aí veio o terceiro quarto e… cara, foi doloroso de assistir. Os Knicks simplesmente atropelaram, fizeram 11 pontos a mais e transformaram aquilo numa sauna. Final: 109 a 93, com direito a uma atuação coletiva absurda do time de Nova York.

    ‘Precisamos botar as pernas no lugar, pra ser sincero… definitivamente não tivemos a energia que precisávamos’, disse Atkinson na coletiva. Mano, quando o técnico fala assim, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A diferença entre energia e execução

    O que mais me chamou atenção foi a movimentação de bola do Knicks. Foram 32 assistências em 44 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, gente. Enquanto isso, o Cavs tava lá com 38,8% nos arremessos de quadra e uns catastróficos 25,7% do perímetro.

    É aquela situação clássica: quanto mais o adversário acerta, mais fácil fica pra defesa se posicionar. E quando você não consegue fazer suas cestas, vira uma bola de neve que só piora.

    Vocês acham que voltar pra casa vai resolver? Porque olhando esse Knicks jogando desse jeito, não sei se apenas o fator quadra vai ser suficiente. O Cleveland precisa de muito mais que ‘juice’ — precisa de um milagre ou de uma atuação histórica dos seus craques.

    Se tem uma coisa que aprendi acompanhando esse Cavs é que eles são resilientes pra caramba. Mas mano, tá difícil de enxergar de onde vai sair a reação contra esse furacão que é o Knicks agora.

  • LeBron aos 41: ‘Só penso em time campeão ou aposentadoria’

    LeBron aos 41: ‘Só penso em time campeão ou aposentadoria’

    Gente, o LeBron tá realmente pensando em parar. Aos 41 anos, depois de 23 temporadas na NBA (vinte e três!), o Rei finalmente admitiu que não sabe se volta pra quadra na próxima temporada. E olha, eu não culpo o cara.

    No podcast dele com o Steve Nash, LeBron foi bem direto: ainda não decidiu nada. Pode ser aposentadoria, pode ser mais um ano nos Lakers, pode até ser em outro time. Mas uma coisa ele deixou claro — se for jogar, só aceita time que brigue pelo título.

    Família em primeiro lugar

    O que mais me impressionou foi ele falar que nem pensou direito no assunto ainda. “Vou primeiro curtir as férias com a família depois do Memorial Day”, disse. Cara, isso mostra como o LeBron mudou, né? Antes ele já estaria planejando tudo nos mínimos detalhes.

    A decisão deve sair só lá pra julho, agosto. Coincidentemente quando a free agency esquenta. Timing perfeito ou estratégia? Vocês sabem como o LeBron é esperto pra essas coisas.

    “Não vou pra time reconstruindo”

    A parte mais interessante foi quando perguntaram se ele toparia “recomeçar” num time que tá reconstruindo. A resposta? “De jeito nenhum. Quero estar empolgado pra trabalhar todo dia, quero ganhar.”

    Sinceramente, faz todo sentido. O cara já provou tudo que tinha pra provar. Ganhou em Miami, voltou pra Cleveland e trouxe o título histórico, conquistou mais um em Los Angeles. Por que perderia tempo em projeto?

    Na minha opinião, isso elimina uns 20 times na NBA de cara. Sobram poucos destinos realistas: Lakers (onde tá), talvez Warriors se conseguirem espaço salarial, ou quem sabe uma surpresa tipo Philadelphia?

    O corpo ainda aguenta

    O mais absurdo é que fisicamente o cara ainda entrega. Na temporada passada: 20.9 pontos, 6.1 rebotes, 7.2 assistências. E liderou a liga em pontos de contra-ataque! Aos 41 anos, mano.

    “Sei que ainda posso dar muito pro jogo e jogar em alto nível”, ele disse. E tá certo. Quantos caras de 41 anos vocês conhecem fazendo triple-double na NBA?

    Olha, eu acho que ele volta sim. É viciado em basquete, ama competir, e depois de jogar com o Bronny realizando o sonho de pai… Aposto que quer mais uma temporada pra tentar buscar o quinto anel.

    E aí, vocês acham que o LeBron pendura as chuteiras ou vai pra mais uma?

  • Splitter pode ser técnico na NBA! Brasileiro disputa vaga no Portland

    Splitter pode ser técnico na NBA! Brasileiro disputa vaga no Portland

    Gente, vocês viram essa? Tiago Splitter está na briga pra ser técnico principal do Portland Trail Blazers! Isso mesmo, o nosso eterno pivô da seleção brasileira pode fazer história como o primeiro brasileiro a comandar um time da NBA.

    Olha só a situação: depois que Chauncey Billups foi preso por acusações federais em outubro (que loucura, né?), o Splitter assumiu interinamente e agora está entre os três finalistas pra ficar com a vaga em definitivo. Os outros dois candidatos são Jeff Van Gundy e Micah Nori.

    Van Gundy volta à ativa depois de anos na TV

    Jeff Van Gundy é nome conhecido de longa data. O cara passou anos comentando jogos na ESPN e voltou às quadras como assistente do Los Angeles Clippers em 2024. Sua última experiência como técnico principal foi no Houston Rockets, mas isso lá em 2007 — faz tempo, hein?

    Já o Micah Nori é assistente do Chris Finch no Minnesota Timberwolves há bastante tempo. O cara já chegou na final de várias vagas de técnico principal, mas sempre ficou na trave. Será que dessa vez cola?

    E o Splitter nisso tudo?

    Sinceramente, eu não esperava ver o Tiago nessa posição tão cedo. O cara sempre foi inteligente demais em quadra — lembram da época dos Spurs? — mas partir direto pra técnico principal na NBA é um salto gigantesco.

    Por outro lado, ele já conhece o elenco do Portland, já teve a chance de mostrar seu trabalho como interino. E convenhamos, depois da bagunça que foi a temporada dos Blazers, talvez seja a hora perfeita pra apostar numa cara nova.

    O que vocês acham? Será que o Splitter tem chance real de levar essa? Seria monstro demais ter um brasileiro comandando uma franquia da NBA. Imaginem só o orgulho que seria pra gente!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão de Portland, o fato do Tiago estar entre os finalistas já é uma vitória absurda. Mostra o respeito que ele conquistou no basquete americano, primeiro como jogador e agora como técnico.

  • Spurs rookie vira ‘MVPee’ depois de vídeo viral no banheiro

    Spurs rookie vira ‘MVPee’ depois de vídeo viral no banheiro

    Cara, só na NBA mesmo pra gente ver uma situação dessas. O rookie Carter Bryant, do San Antonio Spurs, virou o ‘MVPee’ oficial da Charmin depois que um vídeo dele usando o banheiro público do Paycom Center — DE UNIFORME — viralizou nas redes sociais.

    Olha só que loucura: o moleque aparece no vídeo lavando as mãos, todo arrumadinho de uniforme dos Spurs, e a legenda ainda dizia “mid game btw” (no meio do jogo, por sinal). A Charmin não perdeu tempo e já ofereceu papel higiênico suficiente pro garoto até o fim da temporada. Chamaram de “melhor CONTRA-ATAQUE da noite” e “performance de MVPee”. Marketing genial, não vou mentir.

    Real ou fake? Essa é a questão

    Agora, será que o vídeo é real mesmo? Com tanto deepfake e IA por aí, fica difícil saber. O cara que postou, Keith Hillary (que pelo TikTok dele trabalha numa tatuadora de Oklahoma City), pode muito bem ter flagrado o Bryant no banheiro mesmo. Ou pode ser tudo montagem.

    Mas sinceramente? Pouco importa pra Charmin. Eles já fizeram isso antes — lembram quando o Kobe chamou os companheiros de Lakers de “moles como Charmin” em 2012? A marca respondeu na mesma hora nas redes sociais. É o tipo de sacada que funciona.

    A performance em quadra foi menos impressionante

    Agora, falando sério: o Bryant pode ter lavado bem as mãos, mas em quadra a coisa não foi tão boa assim. Jogou 10 minutos na derrota dos Spurs por 122-113, não fez nenhum ponto e terminou com -10 no plus/minus. Pelo menos a higiene tava em dia, né?

    O garoto é rookie e tá aprendendo ainda, mas que início de carreira peculiar. Quantos calouros podem dizer que viraram meme internacional por causa de uma ida ao banheiro? E aí, vocês acham que o vídeo é real ou montagem?

    Uma coisa é certa: a Charmin sabe como aproveitar uma oportunidade. Já ofereceram papel higiênico até pra astronautas com problemas de banheiro no espaço. Agora é a vez do Carter Bryant entrar pra essa lista ilustre. Que mundo maluco vivemos!

  • Finals de Conferência da NBA tão insanas que até eu tô perdido

    Finals de Conferência da NBA tão insanas que até eu tô perdido

    Olha só, eu deveria ter preparado essa discussão antes das Finals de Conferência começarem, mas quem tem tempo pra isso? Entre dois filhos, um cachorro e agora DOIS filhotes que minha esposa resolveu adotar, aqui em casa virou um caos total. Mas enfim, vamos ao que interessa: o basquete tá ABSURDO!

    Spurs x Thunder: A série mais maluca do momento

    San Antonio e Oklahoma City estão empatados em 1-1, e cara, que jogaços! Sinceramente, eu tô torcendo pros Spurs meio que por pena — esses caras não conseguem defender sem cometer falta a cada lance. É impressionante. Parece que eles esqueceram que dá pra roubar a bola sem derrubar o cara, sabe?

    Mas olha, se eles conseguirem assumir o controle da série, talvez eu mude de opinião. O negócio é que quando você vê um time lutando desse jeito, meio desajeitado mas com garra, é difícil não torcer um pouquinho.

    Cavaliers entregaram de bandeja pros Knicks

    Agora, o que aconteceu com Cleveland no primeiro jogo contra New York foi de chorar. Mano, eles ENTREGARAM aquele jogo de uma forma que eu ainda tô processando. Foi tão absurdo que eu não vejo como eles se recuperam disso, de verdade.

    Vocês viram aquele final? Os caras tinham tudo na mão e simplesmente deixaram escapar pelos dedos. É o tipo de derrota que fica na cabeça, que faz o time questionar tudo.

    E aí, quem vocês acham que vai pro próximo round? Eu tô curioso pra ver se os Spurs conseguem manter essa pegada meio doida deles ou se o Thunder vai mostrar por que todo mundo apostava neles desde o início da temporada.

  • Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Gente, vocês lembram do Jeff Van Gundy? Aquele técnico que ficou famoso por se pendurar na perna do Alonzo Mourning durante uma briga no Heat? Pois é, o cara pode estar voltando às quadras como head coach — e olha que faz 19 anos que ele não comanda um time!

    Segundo o insider Chris Haynes, Van Gundy está entre os finalistas para assumir o Portland Trail Blazers. E sinceramente? Eu não esperava essa. O cara passou os últimos anos como comentarista da ESPN e agora tá como coordenador defensivo do Clippers. Mas técnico principal mesmo, a última vez foi no Houston Rockets em 2007.

    O drama por trás da contratação

    A situação do Portland tá meio caótica, não vou mentir. O novo dono Tom Dundon tá sendo zoado na liga toda porque dizem que ele quer contratar técnico no ‘precinho camarada’. O cara nega, mas a galera comenta que ele tá fazendo compras no atacadão mesmo.

    E olha, tem motivo pra essa economia toda. A temporada passada foi um pesadelo: o Chauncey Billups foi preso logo no primeiro jogo (imagina a vergonha), e o Tiago Splitter teve que assumir como interino. O brasileiro fez um trabalho até que decente considerando a situação, mas todo mundo sabia que era temporário.

    Outros candidatos na disputa

    Van Gundy não tá sozinho nessa briga. O Terry Stotts — que já treinou Portland antes e passou a última temporada como assistente do Steve Kerr no Warriors — disse que toparia voltar pra casa. Tem também o Micah Nori, assistente principal do Minnesota.

    O engraçado é que todos esses caras têm uma coisa em comum: nenhum deles vai aceitar trabalhar por mixaria. Se o Dundon realmente quer economizar, vai ter que olhar pra outro lado.

    Mas pensa comigo — será que faz sentido apostar no Van Gundy depois de tanto tempo longe? O cara entende de basquete, isso é indiscutível, mas 19 anos é muito tempo. O jogo mudou MUITO desde 2007.

    O elenco que vai receber o novo técnico

    Quem assumir vai pegar um time interessante. O Damian Lillard deve voltar depois de ficar a temporada toda fora por conta do tendão de Aquiles rompido — e todo fã de NBA sabe como é complicada a volta depois dessa lesão. Tem o Jrue Holiday trazendo experiência no garrafão, e o Deni Avdija mostrando evolução.

    É um projeto que pode dar certo, mas precisa de alguém que entenda de desenvolvimento de jovens talentos e ainda consiga extrair o melhor do Lillard, que já não tá mais nos seus 20 anos.

    E aí pessoal, vocês acham que o Van Gundy ainda tem lenha pra queimar como técnico? Ou será que deveria continuar na TV mesmo?

  • Cavaliers admitem: éramos só ‘a cultura do LeBron’ após saída em 2018

    Cavaliers admitem: éramos só ‘a cultura do LeBron’ após saída em 2018

    Olha só que confissão pesada saiu dos Cavaliers. Uma fonte da franquia admitiu pra ESPN que quando o LeBron James vazou de Cleveland pela segunda vez, em 2018, o time simplesmente… não tinha nada. Literalmente nada.

    “Quando LeBron saiu, a gente só despencou de cara no chão porque não estávamos enraizados em nada”, disse a fonte. “Não tínhamos nada de fundamental em termos de cultura ou construção de elenco ou desenvolvimento de jogadores. Estávamos apenas enraizados na cultura do LeBron.”

    Cara, que admissão dolorosa, né? Basicamente confirmaram que o Cavs vivia completamente na dependência do Rei. E olha, eu entendo — quando você tem o melhor jogador do mundo no seu time, é fácil relaxar no resto.

    O desastre pós-LeBron

    O que veio depois foi brutal de assistir. Três temporadas horríveis com um saldo de 60 vitórias e 159 derrotas. Sinceramente, eu não desejo isso nem pro meu pior inimigo no basquete.

    Mas sabe o que eu admiro? O GM Koby Altman usou essa fase horrível pra repensar tudo. A prioridade virou desenvolvimento de jogadores e trazer caras que realmente quisessem estar em Cleveland — não só por dinheiro ou por jogar com LeBron.

    A reconstrução que deu certo

    E funcionou, mano. Em 2021 eles conseguiram o Jarrett Allen, pegaram o Evan Mobley na terceira escolha (que jogadaça), trouxeram o Lauri Markkanen… E aí veio a jogada master: em 2022, o Altman conseguiu o Donovan Mitchell do Jazz.

    Os números não mentem — em quatro anos sem Mitchell na reconstrução, conseguiram apenas uma vaga no play-in. Com o Spider? Quatro playoffs seguidos, três aparições na segunda rodada e uma final de conferência.

    Agora o Dan Gilbert tá pagando 68,7 milhões de luxury tax — a primeira vez desde que LeBron saiu. E vocês sabem o que mais me impressiona? O Altman deixou claro que não tá construindo esse time pensando numa terceira volta do LeBron. É pra ser sustentável, com ou sem o Rei.

    Será que finalmente Cleveland aprendeu a viver sem depender de um único jogador?

  • Koby Altman renovou com os Cavs na surdina – e foi genial

    Koby Altman renovou com os Cavs na surdina – e foi genial

    Olha só que informação interessante que vazou agora: o Koby Altman, GM dos Cleveland Cavaliers, já tinha renovado o contrato dele com a franquia na última offseason. Isso mesmo, bem antes da temporada histórica que estamos vendo.

    E cara, que timing perfeito do cara. Os Cavs estão voando nesta temporada, brigando pela primeira posição do Leste, e o Altman já tinha garantido o futuro dele por lá. Coincidência? Eu acho que não.

    O cara que reconstruiu Cleveland

    Desde que assumiu o cargo em 2017 (substituindo o David Griffin), Altman já assinou três renovações de contrato. E olha, tem que dar o braço a torcer pro cara – ele fez um trabalho absurdo de reconstrução.

    Pensa na situação: ele pegou o final da era LeBron James, viu o Rei partir pra Los Angeles, e tinha que decidir o que fazer com aquele time. A resposta? Rebuild completo, mas com muito critério.

    As jogadas do Altman foram cirúrgicas: trouxe o Darius Garland num trade no draft, pescou o Jarrett Allen numa negociação maluca que envolvia o James Harden em 2021, draftou o Evan Mobley (que escolha!), e depois foi lá e trouxe o Donovan Mitchell dos Jazz em 2022.

    A reviravolta com Harden

    Mas a coisa mais louca? Este ano ele fez uma jogada que ninguém esperava: trocou o próprio Garland pelo James Harden no deadline. Sinceramente, quando vi a notícia achei que tinha lido errado.

    “A parte mais difícil”, disse uma fonte do time pra ESPN, “é saber quando apertar o botão. Tipo, quando você quer realmente acelerar com uma reconstrução ou com seus assets?” E aparentemente foi no verão que viram o potencial do Evan e do trio principal.

    O Mitchell, por exemplo, nem tinha Cleveland na lista de preferências quando saiu do Utah. Mas Altman foi oportunista e conseguiu a troca. Monstro demais.

    Vocês acham que o Altman é um dos melhores GMs da liga atualmente? Porque olhando o que ele construiu em Cleveland, eu to começando a achar que sim. Time jovem, talentoso, e agora com veterano pra fazer a diferença nos playoffs.

  • Daigneault revela por que é apaixonado por Hartenstein

    Daigneault revela por que é apaixonado por Hartenstein

    Cara, o Mark Daigneault não consegue parar de falar bem do Isaiah Hartenstein — e depois do jogo de ontem, eu entendo completamente o porquê.

    Olha só a situação: no Jogo 1 contra o Spurs, o alemão jogou míseros 12 minutos. No Jogo 2? Boom, 27 minutos em quadra, 10 pontos, dominando o garrafão e fazendo aquela defesa física que todo mundo adora ver. E o mais impressionante? Zero drama entre um jogo e outro.

    O que faz Hartenstein ser especial

    Na minha opinião, o Daigneault acertou em cheio quando falou sobre o alemão. “Ele é um cara de time de verdade. Ao invés de só focar em assistência e pontos, ele entende as nuances do jogo, especialmente na defesa”, disse o técnico.

    E não é papo de técnico não — o cara realmente entende tudo. Fisicalidade dos dois lados da quadra, monstro no rebote, faz aqueles bloqueios que quebram o adversário. Sinceramente? Se você for listar tudo que um pivô moderno precisa ter, o Hartenstein tem. Simples assim.

    Mas o que mais me impressiona é a mentalidade dele. Imagina você ser cortado pra 12 minutos sem explicação e no jogo seguinte ter que render como se nada tivesse acontecido? “Ele nem piscou e voltou hoje à noite fazendo um jogaço”, contou Daigneault.

    A aposta de 87 milhões que deu certo

    Lembram quando o Thunder tirou ele do Knicks com aquele contrato de três anos e 87 milhões? Muita gente questionou, principalmente por causa do Chet Holmgren já estar lá.

    Dois pivôs tradicionais no mesmo elenco em 2024? Parecia meio ultrapassado. Mas o alemão tá provando que versatilidade e QI de jogo superam qualquer questão de “encaixe” no papel.

    Seja 27 minutos, 12 minutos ou qualquer coisa no meio termo — o cara entrega. E vocês acham que essa mentalidade de “soldado” do Hartenstein vai ser decisiva nessa sequência de playoffs? Porque eu tô começando a acreditar que sim.

    O Thunder tem algo especial entre as mãos, e não é só o talento — é a química que caras como o Hartenstein trazem pro vestiário.

  • Pelinka seguro nos Lakers mesmo com mudança total no front office

    Pelinka seguro nos Lakers mesmo com mudança total no front office

    Olha, quando vi a notícia de que os Lakers estão fazendo uma reformulação gigante no front office, a primeira coisa que pensei foi: será que o Rob Pelinka vai sobreviver a essa? Aparentemente sim, e isso me surpreendeu um pouco.

    O cara tá dizendo pra todo mundo na NBA que agora trabalha em colaboração direta com os executivos do Dodgers, Andrew Friedman e Farhan Zaidi. É isso mesmo que vocês leram — o time de baseball tá metendo o bedelho no basquete. E segundo o próprio Pelinka, essa é “uma reconstrução e reformulação completa”.

    Mudança de Era nos Lakers

    Cara, quando Pelinka fala que é pra “elevar ao próximo nível”, eu fico pensando… será que finalmente entenderam que não dá pra viver só de nostalgia? Porque vamos combinar, depois daquela varrida do Oklahoma City Thunder nas playoffs, alguma coisa tinha que mudar mesmo.

    O interessante é que Pelinka renovou contrato multianual e ainda ganhou uma promoção em abril, antes mesmo do Mark Walter fechar a compra total do time. A trade pelo Luka Dončić (que eu ainda não acredito que aconteceu) parece ter dado uma blindagem pro cara. Muita gente especulava que com a chegada dos caras do Dodgers, o Pelinka ia dançar, mas pelo visto não é bem assim.

    Dodgers no Comando Técnico

    Agora vem a parte que eu acho mais interessante: os Lakers vão contratar dois gerais assistentes — um focado em pessoal e outro em estratégia e analytics. Friedman e Zaidi tão participando das entrevistas, mas quem comanda ainda é o Pelinka junto com o Kurt Rambis.

    E tem mais: eles vão criar um laboratório de biomecânica em parceria com os Dodgers. Sinceramente, acho genial. Os caras ganharam três World Series desde 2014 justamente por causa desse tipo de inovação no desenvolvimento de atletas e prevenção de lesões. Se funciona no baseball, por que não no basquete?

    A filosofia organizacional que o Walter quer aplicar é a mesma que fez o Dodgers virar uma máquina. Olha, eu não sou fã dos Lakers (longe disso), mas tenho que admitir que essa abordagem faz muito sentido. Vocês acham que essa mudança toda vai funcionar, ou é só mais uma tentativa desesperada de voltar ao topo?