Tag: alemão NBA

  • Gobert manda recado emocionante em meio a rumores de troca

    Gobert manda recado emocionante em meio a rumores de troca

    Cara, o Rudy Gobert acabou de postar uma mensagem no X que me deixou pensativo. Depois da eliminação dos Timberwolves pros Spurs na segunda rodada dos playoffs, o gigante francês mandou um recado que pode significar muita coisa.

    “Grato pelo ano 13, por cada alta e cada baixa, ambas servindo ao seu propósito”, escreveu o Gobert. Acompanhou com um emoji de mãos em oração e um dragão. Olha, não sei vocês, mas pra mim isso tem cara de despedida…

    Eliminação dolorosa e futuro incerto

    Os Wolves caíram em seis jogos pros Spurs — que aliás estão voando nestes playoffs de 2026. Foi uma eliminação que doeu, especialmente considerando as expectativas que se criaram em torno do time de Minnesota nos últimos anos.

    E agora vem a parte interessante: o Gobert ainda tem contrato garantido de $36.5 milhões para a próxima temporada, com uma player option de $38 milhões para 2027-28. A pergunta que não quer calar é: ele vai exercer essa opção ou os Wolves vão tentar trocar ele antes?

    Sinceramente, eu acho que chegou a hora de Minnesota repensar algumas coisas. O time tem potencial, mas algo não está encaixando nos momentos decisivos.

    Números ainda impressionantes

    Não dá pra negar que o “Stifle Tower” ainda produz. Nesta temporada foram 10.9 pontos com um absurdo de 68.2% nos arremessos de quadra, 11.5 rebotes e 1.6 tocos por jogo. Tetracampeão do prêmio de Melhor Defensor da NBA, o cara ainda é uma muralha no garrafão.

    Mas basquete é mais que estatística, né? E talvez seja hora do Gobert encontrar um novo lar onde possa brigar de verdade pelo título. Aos 33 anos (completados recentemente), ele não tem tempo infinito pra conseguir aquele anel que ainda falta na carreira.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Gobert fica em Minnesota ou é hora de uma mudança? Qual time faria sentido pra ele nesse momento da carreira?

  • VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    Cara, eu já falei aqui no site que o VJ Edgecombe ia ser especial, mas sinceramente? Nem eu esperava que ele fosse arrasar tanto logo na primeira temporada. O moleque acabou de ser nomeado para o All-Rookie First Team da NBA e olha… mereceu demais.

    A liga anunciou na quarta-feira que o armador do Philadelphia 76ers está entre os cinco melhores rookies da temporada 2025-26, junto com Cedric Coward (Memphis), Cooper Flagg (Dallas), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). E o mais impressionante? Edgecombe recebeu TODOS os 100 votos para o First Team. Zero votos para o Second Team. Isso é unanimidade, galera.

    Uma estreia de cinema no primeiro jogo

    Vocês lembram da estreia dele? 34 pontos contra o Boston Celtics no primeiro jogo da temporada. Trinta e quatro! Eu tava assistindo pensando “calma aí, esse cara tem apenas 20 anos”. Claro que ele não fez isso todo jogo (né, seria meio absurdo), mas a consistência que ele mostrou durante toda a temporada foi de impressionar.

    Em 75 jogos como rookie, Edgecombe teve médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências. Números sólidos, mas o que mais me chamou atenção foi a maturidade dele nos momentos decisivos. O cara já chegou sabendo jogar clutch — coisa que muito veterano não consegue fazer direito.

    Primeira vez desde Ben Simmons

    Uma curiosidade: o último jogador do Sixers a entrar no All-Rookie First Team foi Ben Simmons lá em 2017-18. Ou seja, fazia tempo que a Filadélfia não tinha um rookie desse nível. E olha que diferença de estilos, né? Simmons com aqueles problemas de arremesso, Edgecombe já chegou metendo de três sem medo.

    O que eu acho mais legal é que Edgecombe ficou em terceiro lugar na disputa do Rookie of the Year — atrás apenas de Flagg e Knueppel, que foram os outros dois caras que também receberam votos unânimes para o First Team. Estar nesse grupo seleto aos 20 anos é coisa de monstro mesmo.

    E vocês viram a qualidade dessa classe de rookies de 2025? Tem talento que não acaba mais. Vários caras nem chegaram nos 21 anos ainda e já tão mostrando que vieram pra ficar. Isso me deixa empolgado pensando no futuro da liga.

    Enfim, parabéns pro VJ Edgecombe. Que venham mais temporadas assim — o Sixers finalmente tem uma joia nas mãos!

  • LaMelo surpreende Moussa Diabate com prêmio da NBA em treino épico

    LaMelo surpreende Moussa Diabate com prêmio da NBA em treino épico

    Cara, que momento maneiro! O LaMelo Ball resolveu fazer uma surpresa que mexeu com todo mundo que acompanha os Charlotte Hornets. Durante um treino da equipe, o astro chegou com o troféu do NBA Hustle Award para entregar pessoalmente pro Moussa Diabate — e a reação foi de arrepiar.

    “Mousa! The Moose is loose!” (referência ao apelido do pivô), gritou o LaMelo enquanto entregava o prêmio. A resposta do Diabate? Um simples mas emocionado “Valeu, mano. Valeu, galera” que mostrou o quanto isso significava pra ele.

    De reserva a protagonista defensivo

    Sinceramente, eu não esperava que o Diabate fosse explodir desse jeito na segunda temporada dele em Charlotte. O cara começou devagar, meio perdido ainda, mas quando pegou o embalo virou um monstro no garrafão.

    Os números não mentem: 7.9 pontos, 63.1% nos arremessos de quadra (absurdo!), 8.7 rebotes e 1.0 toco por jogo. Mas quem acompanha os Hornets sabe que as estatísticas não contam nem a metade da história. O Diabate virou a alma da defesa do time — mergulhando em cada bola perdida, tomando porrada nas cortinas, fazendo o trabalho sujo que ninguém quer fazer mas que ganha jogos.

    Um prêmio que faz todo sentido

    O NBA Hustle Award existe desde 2017 e mede exatamente essas jogadas que não aparecem no placar mas que decidem partidas: mergulhos em bolas perdidas, cargas ofensivas tomadas, deflexões, cortinas bem feitas e contestações de arremesso. É literalmente o prêmio da raça pura.

    Diabate se juntou a uma lista selecta que inclui Patrick Beverley, Marcus Smart (três vezes!), Draymond Green e Alex Caruso. Ou seja, puro sangue na veia. O pivô de 24 anos mostrou que quando você abraça seu papel no time — mesmo que seja o mais ingrato — coisas boas acontecem.

    E olha, os Hornets quase quebraram um jejum de nove anos sem playoffs, chegando até o Play-In Tournament. Perderam por um jogo só! Com esse núcleo jovem de LaMelo, Brandon Miller, Miles Bridges e agora o Diabate consolidado, eles podem aprontar muito nos próximos anos.

    Vocês acham que Charlotte finalmente volta aos playoffs na próxima temporada? Com essa química que o time tá mostrando, eu tô começando a acreditar mesmo…

  • Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Cara, que situação chata essa dos Portland Trail Blazers. O time acabou de ser vendido por US$ 4,25 bilhões — quatro bilhões e duzentos e cinquenta milhões de dólares — e a primeira coisa que o novo dono fez foi demitir um monte de funcionários. Sinceramente, não consigo entender essa lógica.

    Tom Dundon, que lidera o grupo de investidores que comprou a franquia, está cortando custos logo de cara. O cara que também é dono do Carolina Hurricanes da NHL aparentemente acredita que economia começa pelos funcionários que construíram o time ao longo dos anos.

    Demissões atingem toda a organização

    Os funcionários souberam da notícia numa videoconferência na terça de manhã. Imagina só receber esse tipo de bomba num Teams da vida? Entre os demitidos estava Casey Holdahl, repórter digital que estava no time há 18 anos. Dezoito anos, gente! O cara praticamente cresceu junto com a franquia.

    As demissões atingiram tanto o lado business quanto as operações de basquete. Não divulgaram quantos exatamente foram mandados embora, mas pelo tom da declaração oficial, não foi pouco não.

    “Essas mudanças impactaram pessoas talentosas que ajudaram a moldar os Trail Blazers por muitos anos”, disse Dewayne Hankins, presidente de operações comerciais. Bonito no papel, né? Mas na prática é gente perdendo emprego depois de décadas de dedicação.

    O timing não podia ser pior

    O que mais me incomoda é o timing disso tudo. A venda foi aprovada em abril por US$ 4,25 bilhões — uma das maiores da história da NBA — e em maio já estão cortando pessoal? A franquia foi comprada do espólio de Paul Allen, cofundador da Microsoft que morreu em 2018, então não é como se fosse uma situação financeira desesperadora.

    Além disso, o time está negociando com autoridades locais e estaduais sobre financiamento para renovar o Moda Center. O Oregon já aprovou fundos em março para reformar a arena de 30 anos, garantindo US$ 365 milhões para as obras até 2030, quando Portland vai sediar o Final Four feminino da NCAA.

    Ou seja: tem dinheiro público entrando, tem uma venda bilionária recente, mas mesmo assim acham necessário demitir funcionários históricos? Vocês acham que isso faz sentido como estratégia de negócio?

    Olha, eu entendo que novos donos querem colocar sua marca na organização. Mas começar mandando embora gente que dedicou quase duas décadas ao time? Na minha visão, isso mostra muito sobre as prioridades dessa nova gestão.

  • NBA explode na TV: Spurs x Thunder bate recorde histórico de audiência

    NBA explode na TV: Spurs x Thunder bate recorde histórico de audiência

    Olha, eu sabia que os playoffs estavam pegando fogo, mas isso aqui passou de todos os limites. O jogo 1 entre Spurs e Thunder na última segunda-feira simplesmente quebrou todos os recordes de audiência que você possa imaginar.

    Foram 9,2 milhões de pessoas grudadas na TV assistindo aquele jogaço que terminou em dupla prorrogação, com vitória de San Antonio por 122-115. Cara, DUPLA PRORROGAÇÃO! Quem dormiu cedo perdeu o show da vida.

    O que mais me impressiona

    Sabe o que me deixa mais empolgado? Na segunda prorrogação e no final do jogo, a audiência chegou a 12 milhões de pessoas. Doze milhões! Isso é coisa de Copa do Mundo, galera. E olha que a NBA tá competindo com um monte de coisa na TV americana.

    O mais louco é que esse foi apenas o segundo jogo mais assistido dos playoffs até agora. O jogo 7 entre 76ers e Celtics ainda segura o recorde com 11 milhões. Mas convenhamos, jogo 7 sempre é especial, né?

    E os números gerais? Simplesmente absurdos. As duas primeiras rodadas dos playoffs tiveram média de 4,5 milhões de telespectadores por jogo. Isso é um aumento de 16% comparado ao ano passado e a maior audiência desde 1997. Desde 97, gente! Eu nem tinha nascido direito ainda.

    NBC voltou com tudo

    Uma das principais razões para essa explosão de audiência é que a NBC voltou a transmitir jogos da NBA depois de 22 anos parada. E eles pegaram pesado: 21 jogos nas duas primeiras rodadas, com média de 5,8 milhões de espectadores.

    Sinceramente, eu acho que essa volta da NBC foi genial. Ter os jogos em TV aberta faz toda a diferença para quem não tem cable ou streaming. E com ABC também transmitindo, foram 28 jogos em rede nacional – ano passado a ABC só teve 10 jogos.

    Até o Amazon Prime Video tá mandando bem. O jogo 7 entre Cavaliers e Pistons domingo passado teve 6,53 milhões na plataforma e foi o evento esportivo mais assistido da semana. É a primeira vez que o Prime Video lidera o ranking semanal da Nielsen.

    E agora?

    O que vocês acham – essa audiência vai se manter nas finais de conferência? Eu tô apostando que sim. Com Spurs e Thunder no Oeste prometendo mais pancadaria, e a final do Leste ainda rolando entre Cavaliers e Knicks (que ontem virou um jogo de 22 pontos atrás!), a coisa só tende a esquentar.

    Uma curiosidade: essa vai ser a primeira vez que uma final de conferência inteira vai passar na TV aberta. A NBC pega toda a série do Oeste, enquanto a ESPN/ABC divide a do Leste.

    Cara, que momento para ser fã de NBA. Os números não mentem – o basquete tá mais popular que nunca. E olha que ainda nem chegamos nas Finais!

  • LeBron curte post sobre voltar pra Cleveland – será que vem aí?

    LeBron curte post sobre voltar pra Cleveland – será que vem aí?

    Gente, mal acabou a temporada dos Cavaliers e o assunto já é LeBron James de volta pra Cleveland. E dessa vez não é especulação — o cara literalmente curtiu um post no Instagram falando sobre “Come Home” com uma foto dele batendo no peito com a camisa preta dos Cavs.

    Olha, eu acompanho o LeBron há anos e sei que às vezes ele é meio enigmático com essas coisas de redes sociais. Mas curtir um post com “Volte pra Casa” em letras garrafais? Isso não tem nada de sutil.

    O timing não podia ser mais suspeito

    Os Cavaliers acabaram de perder nas finais da Conferência Leste de uma forma brutal — entregaram uma vantagem de 22 pontos. E aí você me pergunta: será que com LeBron em quadra isso teria acontecido? O cara é mestre em acalmar os ânimos quando o time tá derretendo.

    Na minha opinião, faltou justamente isso pros Cavs — alguém pra tomar as rédeas quando a coisa apertou. LeBron sempre foi esse cara, aquele que grita com todo mundo e ainda consegue dar as instruções certas pro técnico.

    Lakers já tem o Luka mesmo

    Vamos combinar uma coisa: desde que os Lakers trouxeram o Luka Dončić, ficou bem claro que a prioridade é montar um time ao redor do esloveno, não do LeBron. Faz sentido pelo lado dos Lakers, mas imagino que o James não deve estar muito feliz sendo coadjuvante.

    E sinceramente? Cleveland faz todo sentido. Eles têm uma lacuna gritante na posição 3, precisam de veterania nos playoffs e… cara, é CLEVELAND. A cidade onde ele trouxe o primeiro título da história. O emocional conta muito.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, LeBron deve jogar mais uma temporada e os Lakers ainda são favoritos. Mas esse post curtido no Instagram tá falando mais alto que qualquer declaração oficial.

    E aí, vocês acham que o Rei volta mesmo pra casa? Eu tô começando a acreditar que sim.

  • Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Cara, vou ser sincero: quando a temporada começou, todo mundo já sabia que o Devin Booker ia ter que carregar os Suns nas costas. O time estava numa transição danada, galera jovem chegando, e o Book ali como o veterano que tinha que segurar a bronca.

    E olha, ele fez exatamente isso. Só que não do jeito que a gente esperava.

    Os números contam uma história estranha

    Booker teve 26.1 pontos por jogo, 6.0 assistências e 3.9 rebotes. Números sólidos, mas se você olhar mais de perto, vai ver que a eficiência dele caiu um pouco. O arremesso de 3 foi pra 33%, o aproveitamento de quadra pra 45.6% – nada absurdo, mas não é aquele Booker cirúrgico que a gente conhece.

    Só que aí que tá a pegada: ele sacrificou a própria eficiência pelo bem do time. Sabe quando você joga bola e deixa de fazer a jogada mais fácil pra dar uma chance pro parceiro crescer? Foi isso que o Book fez o ano todo.

    A prova tá nos números do time. Com ele em quadra, os Suns tinham rating ofensivo de 115.9 e fizeram 37-27. Sem ele? 110.0 de rating e só 8-10. Uma diferença monstruosa.

    O líder que Phoenix precisava

    Eu sempre falo que existem dois tipos de estrela: aquela que brilha sozinha e aquela que faz todo mundo brilhar junto. Booker virou do segundo tipo essa temporada. Ele liderou a liga toda em assistências secundárias com 1.2 por jogo – ou seja, ele fazia a jogada que gerava a jogada que virava ponto.

    E tem outro detalhe que poucos repararam: ele jogou só 33.5 minutos por jogo. Nas duas temporadas anteriores, eram mais de 36. Isso não é coincidência não – é gestão inteligente de um cara que entendeu que não precisava mais se matar em quadra toda noite.

    Os garotos como Khaman Maluach, Koby Brea e Rasheer Fleming cresceram na sombra dele. É impressionante como um veterano bem posicionado consegue acelerar o desenvolvimento de um time jovem.

    Booker, o estabilizador

    Sinceramente? Acho que essa foi uma das temporadas mais importantes da carreira do Booker, mesmo não sendo a mais vistosa. Ele provou que consegue ser algo além de um cestinha – virou um verdadeiro floor general.

    Claro que todo mundo queria ver ele quebrando recordes e fazendo 30+ por noite. Mas olhando o contexto todo, ele fez a escolha certa. Phoenix não precisava de um Booker heroico, precisava de um Booker líder.

    E aí, vocês acham que ele vai manter esse estilo mais facilitador ou volta a ser o protagonista total na próxima temporada? Porque com 29 anos e ainda no auge, as possibilidades são infinitas pra esse monstro.

  • Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Cara, não vou mentir — acordei com uma sensação estranha hoje. Jason Kidd não é mais técnico dos Dallas Mavericks. E sabe o que mais? Tô aliviado.

    Olha, não é que eu odiasse o Kidd. O cara foi um jogador monstro, Hall of Fame, respeito total. Mas como técnico dos Mavs… sinceramente, já tava na hora de uma mudança. Principalmente depois daquela trade bizarra do Luka Doncic.

    O que deu errado com Kidd?

    Vou ser honesto aqui: Kidd tinha qualidades. Ele desenvolveu bem os jovens, sabia lidar com ego de estrela, e os jogadores gostavam dele. Isso não é pouca coisa na NBA atual.

    Mas mano, o cara simplesmente não evoluiu taticamente. Quantas vezes a gente viu as mesmas rotações cansadas? Os mesmos plays saindo do timeout que qualquer técnico adversário já decorou? E aquela dependência absurda do Luka pra resolver tudo sozinho…

    Lembram quando perguntaram pro Kidd sobre não pedir timeout numa sequência ruim e ele respondeu “Eu tô assistindo, como vocês”? Cara, que resposta é essa? (risos) Você é o TÉCNICO!

    A estatística que mais me chocou: antes da trade do Luka, Kidd tinha 56.3% de aproveitamento. Depois da trade? 33.9%. Claro que perdeu o melhor jogador, mas essa queda é de arrepiar.

    Masai Ujiri chegou pra revolucionar

    Agora vem a parte que me deixa empolgado. Masai Ujiri assumiu como presidente dos Mavs e já mostrou que não tá brincando. Primeiro trouxe Mike Schmitz como GM — um cara que conhece há anos e confia no trabalho de scout.

    E olha a rapidez: 11 dias depois de contratar o Schmitz, já demitiu o Kidd. Isso é decisão! Nada de ficar enrolando ou “vamos dar mais uma chance”.

    Ujiri falou uma coisa que me marcou sobre o Schmitz: “Ele é um scout incrível, um líder incrível. Se aprofunda no trabalho, nos dados, e em tudo que você quer saber sobre scout de um jogador, construção de time”.

    E agora, Dallas?

    Vocês acham que essa mudança vai dar resultado? Eu tô otimista, não vou mentir. Os Mavs precisavam dessa chacoalhada depois de toda aquela confusão da trade do Luka e dos problemas com o departamento médico.

    Claro que ainda dói perder o Luka — imagina trocar um cara que fez 73 pontos numa noite! Mas às vezes você precisa dar dois passos pra trás pra conseguir dar três pra frente.

    O importante é que agora tem gente séria no comando. Ujiri construiu um time campeão em Toronto, sabe o que tá fazendo. E se ele e o Schmitz conseguirem encontrar o técnico certo, quem sabe os Mavs não voltam a ser relevantes nos playoffs?

    Uma coisa é certa: a era Kidd acabou. E sinceramente? Era hora mesmo de virar essa página.

  • LeBron vai gravar podcast ao vivo em NYC — e pode falar sobre futuro

    LeBron vai gravar podcast ao vivo em NYC — e pode falar sobre futuro

    Olha, se você tá esperando pistas sobre o futuro do LeBron James, pode ser que role algo interessante em julho. O Rei vai gravar um episódio ao vivo do podcast “Mind the Game” com Tyrese Haliburton no dia 16 de julho, durante o Fanatics Fest NYC no Javits Center.

    E o timing é perfeito — ou proposital. A gravação acontece umas duas semanas e meia depois do início da free agency da NBA. Coincidência? Eu duvido muito.

    O mistério continua

    LeBron ainda não falou nada sobre se vai voltar pra mais uma temporada (seria a 24ª da carreira dele, absurdo). Ele acabou de terminar a oitava temporada com o Lakers e pode tanto ficar por lá quanto assinar com qualquer outro time como agente livre.

    “Ninguém aqui sabe o que o futuro reserva”, disse o cara depois da eliminação pros Thunder nos playoffs. “Ninguém tem ideia. Eu também não. Vou dar um tempo pra recalibrar e analisar a temporada, ver o que é melhor pro meu futuro. Quando eu chegar nessa decisão, todo mundo vai saber.”

    Sinceramente? Eu acho que ele já sabe o que vai fazer, mas tá segurando a informação pra criar esse climão todo. É o LeBron, né — mestre em fazer suspense.

    Haliburton no meio da conversa

    Agora, escolher o Tyrese Haliburton pra essa gravação é interessante. O armador do Pacers tá se consolidando como uma das grandes estrelas jovens da liga, então pode rolar uma troca de ideias bem legal entre gerações.

    E vocês acham que o LeBron vai soltar alguma bomba durante a gravação? Ou vai continuar nessa de “vamos ver o que acontece”?

    O episódio vai ser lançado no YouTube e Prime Video no dia 21 de julho. O Fanatics Fest vai rolar até 19 de julho — bem no dia da final da Copa do Mundo FIFA que vai ser em New Jersey. Vai ser uma semana movimentada pra caramba em Nova York.

    Uma coisa é certa: se tem LeBron James gravando podcast ao vivo sobre basquete, eu vou tá assistindo. E vocês?

  • 6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    A bomba já caiu: Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks com 4 anos e 40 milhões de dólares ainda no contrato. Absurdo, né? Mas é assim que a NBA funciona — você tem Cooper Flagg carregando o time nas costas e mesmo assim rola demissão.

    Agora temos 6 vagas de técnico nesta offseason, e cara, algumas são uma beleza… outras são praticamente um tiro no pé. Vamos ranking essas oportunidades da pior pra melhor, porque eu tô curioso pra saber onde vocês acham que iriam se fossem técnicos.

    6º lugar: Milwaukee Bucks – A bagunça do Giannis

    Olha, ter o Giannis deveria ser sinônimo de sucesso, mas a situação em Milwaukee tá um caos total. 32 vitórias em 82 jogos? Isso é quase inadmissível com um dos 5 melhores jogadores do mundo no seu elenco.

    O problema é que eles estão “abertos a negócios” envolvendo o Greek Freak. Se ele sair — e tudo indica que vai — sobra o quê? Myles Turner ganhando 83 milhões pelos próximos anos e Damian Lillard recebendo 90 milhões pra NÃO jogar até 2030. É surreal.

    Taylor Jenkins foi contratado pra navegar nessa tempestade, mas sinceramente? Boa sorte pra ele, porque sem picks próprios até 2031, vai ser uma reconstrução longa e dolorosa.

    5º lugar: New Orleans Pelicans – Pequeno mercado, grandes problemas

    Os Pelicans contrataram Jamahl Mosley, que saiu meio queimado de Orlando. Cara, eu até entendo a lógica — eles têm peças interessantes como Zion (se ficar saudável), Trey Murphy III e Herb Jones. Mas é Nova Orleans, né?

    Mercado pequeno, dono sem visão clara, e Joe Dumars trocando picks que viraram top 8 no draft. 26 vitórias na temporada passada fala por si só. Mosley vai ter que fazer milagre, e olha que em Orlando ele já mostrou limitações no ataque.

    A pergunta que não quer calar: será que Zion aguenta uma temporada inteira? Porque se não aguentar, prepare-se pra mais um ano de sofrimento na Big Easy.

    4º lugar: Portland Trail Blazers – Veteranos e jovens numa mistura estranha

    Portland fez 42 vitórias e chegou aos playoffs como 8º colocado, o que já é um avanço. O problema é que eles têm uma salada de frutas no elenco: Jrue Holiday ganhando quase 35 milhões, Scoot Henderson ainda tentando provar seu valor, e Shaedon Sharpe com potencial mas inconsistente.

    A boa notícia? Eles têm picks de primeira rodada até 2032, o que dá flexibilidade. A má? Damian Lillard ainda tá na folha ganhando 13 milhões, mesmo não jogando mais lá. É uma situação estranha, mas pelo menos tem futuro.

    Na minha visão, quem pegar esse job vai ter que decidir: apostar nos veteranos pra brigar por playoffs ou focar no desenvolvimento dos jovens. Não dá pra fazer os dois ao mesmo tempo.

    E aí, pessoal — qual dessas vagas vocês pegariam? E mais importante: quem vocês acham que vai parar no topo dessa lista?