Tag: alemão NBA

  • Sixers procuram substituto para Daryl Morey – e tem nomes fortes

    Sixers procuram substituto para Daryl Morey – e tem nomes fortes

    Olha, os Sixers não estão brincando em serviço na busca pelo substituto do Daryl Morey. Bob Myers, que tá comandando essa caçada, já tem uma lista recheada de candidatos — e alguns nomes me chamaram bastante atenção.

    Matt Lloyd tá no topo da lista. O cara é GM dos Timberwolves e trabalha sob o Tim Connelly. Pra vocês terem uma ideia do nível dele: foi um dos principais candidatos para a vaga dos Bulls que acabou indo pro Bryson Graham. Sinceramente, acho que seria uma contratação inteligente dos Sixers.

    Cleveland manda bem com Gansey

    Outro nome forte é o Mike Gansey, que toca as coisas em Cleveland junto com o Koby Altman. Os Cavs têm feito um trabalho excepcional nos últimos anos, e muito disso passa pela mesa do Gansey. O mercado já considera ele um dos executivos mais prontos pra assumir uma operação própria.

    Agora, o nome que mais me surpreendeu foi o de Nick U’Ren. O cara é executivo do Phoenix Mercury na WNBA, mas tem uma conexão forte com Bob Myers — trabalharam juntos por nove anos no Warriors. E convenhamos, quem passou pela máquina dos Warriors naquela era dourada algo aprendeu sobre como montar um time vencedor.

    Atlanta segura as pontas

    Tinha um nome que seria perfeito mas tá fora do páreo: Onsi Saleh. O problema? Os Hawks não vão liberar ele de jeito nenhum. Faz sentido — quando você tem um bom executivo, você segura com unhas e dentes.

    E aí, qual candidato vocês acham que seria a melhor escolha pros Sixers? Considerando que eles têm Embiid no auge e uma janela competitiva aberta, não dá pra errar nessa contratação. O time precisa de alguém que entenda que a hora é agora.

    Bob Myers comandando essa busca me dá confiança. O cara sabe o que é construir um time campeão, então imagino que ele tá olhando pros detalhes certos em cada candidato.

  • LeBron aos 41: todo mundo quer, mas vai ficar nos Lakers mesmo

    LeBron aos 41: todo mundo quer, mas vai ficar nos Lakers mesmo

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que essa novela do LeBron James nunca acaba, né? Cara tem 41 anos — quarenta e um! — e ainda tem a NBA inteira ligando pro empresário dele pedindo uma força. Segundo o Shams Charania, da ESPN, praticamente todo time candidato ao título já deu um toque no Rich Paul desde que a temporada acabou.

    Mas vamos ser realistas aqui. LeBron está naquela idade que eu nem consigo imaginar jogar basquete recreativo no fim de semana, e o monstro ainda tá decidindo se joga a 24ª temporada na carreira. Vinte e quatro temporadas, gente. Quando ele entrou na liga, eu ainda achava que o Kobe ia jogar pra sempre.

    Todo mundo quer, ninguém pode pagar

    A diferença é que agora não é mais como em 2010 ou 2014, quando metade da liga limpou o salary cap só pra tentar convencer o King. Hoje ninguém tem os mais de 50 milhões que ele ganhou nos Lakers ano passado. Então, na prática, ele vai ter que escolher: fica em LA ganhando um pouco menos ou aceita uma baita redução salarial pra tentar mais um anel em outro lugar.

    Sinceramente? Acho que ele fica mesmo. Los Angeles oferece aquele conforto que, convenhamos, aos 41 anos deve pesar bastante. Família estabelecida, casa na praia, e os Lakers ainda o querem por lá. Não é pouca coisa.

    O que eu acho dessa história toda

    Na minha opinião, LeBron já decidiu que vai jogar mais uma temporada — a questão é onde. E olha, se ele decidisse parar agora, ninguém ia criticar. O cara já provou tudo que tinha pra provar, quebrou recordes que pareciam impossíveis, e ainda por cima teve a experiência única de jogar com o próprio filho.

    Mas conhecendo o LeBron, ele não vai sair assim. O cara é competitivo demais pra isso. E sinceramente, ainda dá conta do recado — mesmo aos 41, continua sendo um dos melhores da liga. Absurdo, né?

    E aí, galera, vocês acham que ele fica mesmo nos Lakers ou vai tentar mais uma aventura? Eu aposto que ele nem sai da Califórnia.

  • Magic vai atrás de Billy Donovan para comandar o time

    Magic vai atrás de Billy Donovan para comandar o time

    Olha só que movimentação interessante rolando em Orlando! O Magic começou oficialmente a caça ao novo técnico para substituir o Jahmal Mosley, e cara… os nomes que estão na mesa são bem sérios.

    Billy Donovan tá disparado como o favorito da galera lá de Orlando. Sinceramente? Faz todo sentido. O cara já provou que sabe trabalhar com elencos jovens (lembram do que fez com o Thunder?) e o Magic tem uma base promissora pra caramba. Fontes dizem que ele já bateu um papo com Jeff Weltman e vai ter uma reunião pessoal nos próximos dias.

    Veteranos também na disputa

    Jeff Van Gundy também tá na lista — e que nome, né? O cara passou os últimos dois anos como assistente do Tyronn Lue no Clippers, então tá antenado com o basquete moderno. Van Gundy sempre foi conhecido pela defesa sólida, algo que o Magic precisa desesperadamente.

    Agora, o que mais me chamou atenção foi Sean Sweeney estar cotado. Ele é assistente-técnico principal do Spurs e tá sendo considerado uma das maiores promessas para técnico titular na liga. O maluco não tem experiência como principal ainda, mas quem acompanha sabe que ele é monstro no desenvolvimento de jogadores jovens.

    E aí, quem vocês acham que vai dar certo?

    A real é que Orlando precisa de alguém que entenda o momento do time. Eles têm Paolo Banchero, Franz Wagner, Jalen Suggs… uma galera talentosa que precisa de direcionamento certo. Donovan me parece a escolha mais óbvia — já fez milagre com jogadores em desenvolvimento antes.

    Mas confesso que Sweeney me intriga. Às vezes apostar num nome novo pode dar aquela energia diferente que um vestiário jovem precisa. E ele tá disputando vaga no Bulls também, então deve tá bem cotado mesmo.

    Tom Thibodeau tem interesse em voltar aos bancos, mas aparentemente não tá na disputa pelo Magic. Até que é bom — imagina o Thibs tentando encaixar os pivôs do Orlando no sistema dele? (risos)

    O que vocês acham? Billy Donovan é realmente a melhor opção ou seria hora de apostar num nome novo como o Sweeney?

  • Fim de uma era: Jason Kidd deixa os Mavericks após mudança radical

    Fim de uma era: Jason Kidd deixa os Mavericks após mudança radical

    Gente, que reviravolta nos Mavericks! Jason Kidd e Dallas chegaram num acordo para se separarem — e olha, depois de toda aquela confusão com a troca do Luka Dončić pro Lakers, até que faz sentido mesmo.

    O cara ainda tinha quatro temporadas pela frente no contrato (uns 40 milhões de dólares), mas saiu poucos meses depois que a franquia mandou o GM Nico Harrison embora. Agora é o Masai Ujiri comandando as operações de basquete, com Mike Schmitz como novo gerente geral.

    A era Kidd em Dallas

    Sinceramente, o trabalho do Kidd foi bom pra caramba. Chegou em 2021 e já no primeiro ano levou os Mavs até as Finais da Conferência Oeste — aquele time do Luka era monstro mesmo. Ok, em 2023 ficaram fora dos playoffs (acontece), mas em 2024 voltaram com tudo e chegaram nas Finais da NBA.

    Aí veio fevereiro de 2025 e BAM: Harrison resolve trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis. Mano, eu ainda não acredito nessa troca. O Luka no Lakers? É surreal demais.

    Reconstrução total

    Agora o Ujiri tá reconstruindo tudo em volta do Cooper Flagg — que, diga-se de passagem, é um talento absurdo que eu tô doido pra ver na NBA. E claro, ele vai querer escolher o próprio técnico. Faz todo sentido.

    “Jason teve um impacto significativo nos Dallas Mavericks, tanto como jogador do Hall da Fama quanto como técnico que ajudou a levar a franquia de volta às Finais da NBA”, disse o Ujiri. Cara, pelo menos o cara foi elegante no comunicado. Reconheceu o trampo do Kidd.

    E vocês, acham que foi a decisão certa? Porque olha, com toda essa mudança radical nos Mavs, talvez seja mesmo melhor começar do zero. Agora Dallas se junta aos Bulls, Magic e Trail Blazers na lista de times procurando técnico. Mercado tá movimentado!

    Vai ser interessante ver quem o Ujiri vai escolher pra comandar essa nova fase dos Mavericks. Uma coisa é certa: depois de trocar o Luka, qualquer coisa pode acontecer em Dallas.

  • Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Olha, eu confesso que estava esperando muito por essa final do Leste entre Knicks e Cavaliers. E quando a Chiney Ogwumike falou na ESPN que o Mitchell Robinson tem “só um trabalho” contra os Cavs, eu ri alto aqui em casa. Porque ela mandou a real: o cara tem que “ser um monstro nos rebotes”.

    E mano, faz todo sentido. Se você lembra da série de 2023 entre esses times, o Robinson simplesmente destroçou Cleveland no garrafão. No jogo 5 que fechou a série (vitória por 106-95), o cara pegou 18 rebotes. Dezoito! Além de 2 roubos e 3 tocos em 36 minutos. Foi um massacre completo.

    A matemática é simples demais

    A estratégia dos Knicks é bem óbvia quando você para pra pensar. Do lado de Cleveland, você tem Jarrett Allen e Evan Mobley formando uma dupla de torres que, no papel, deveria dominar o garrafão. Mas aí que tá o problema — o Mitchell Robinson é justamente o tipo de jogador que vive pra incomodar essa galera.

    Só nesta temporada, em dois jogos contra os Cavs, Robinson pegou 29 rebotes em apenas 36 minutos totais. Dezesseis desses rebotes foram ofensivos. Cara, isso é coisa de maluco. É como se ele tivesse um ímã na mão pra bola quicada.

    E o mais interessante é que, três anos depois, a narrativa continua a mesma. O Allen até evoluiu bastante — nasceu até esse apelido de “Game 7 Jarrett Allen” por causa das atuações recentes dele. Mas eu lembro que em 2023 ele mesmo admitiu que “as luzes ficaram muito brilhantes” pra ele. Será que os Knicks ainda têm essa vantagem psicológica?

    O confronto que vai decidir tudo

    Na minha opinião, essa batalha no garrafão vai ser o fator decisivo da série inteira. Porque olha só: os Knicks mudaram muito desde 2023. Trouxeram OG Anunoby, Mikal Bridges, Karl-Anthony Towns… Já os Cavs trocaram Darius Garland pelo James Harden pra completar o trio com Mitchell e Mobley.

    Mas sabe o que não mudou? Mitchell Robinson continua sendo aquele cara irritante que pega rebote em bola que nem deveria existir. E contra um time que depende tanto do Allen e Mobley pra controlar o garrafão, isso pode ser o diferencial que ninguém tá calculando direito.

    Sinceramente, eu acho que a Chiney acertou em cheio. Robinson tem mesmo só um trabalho: ser um monstro nos rebotes. Se ele conseguir repetir o que fez em 2023, os Knicks largam com uma baita vantagem nessa final. E vocês, acham que ele consegue incomodar a dupla de Cleveland de novo?

  • Joe Ingles se aposentou da NBA e tomou uma decisão que me emocionou

    Joe Ingles se aposentou da NBA e tomou uma decisão que me emocionou

    Cara, quando vi que o Joe Ingles tinha decidido voltar pra Austrália depois da eliminação dos Timberwolves, confesso que bateu uma nostalgia aqui. O veterano de 38 anos assinou um contrato de duas temporadas com o Melbourne United da NBL australiana, e sinceramente? Não podia ter escolhido melhor forma de encerrar a carreira.

    Pra quem não lembra, os Wolves foram eliminados pelos Spurs na segunda rodada dos playoffs — levaram uma sapatada de 30 pontos no jogo 6, perdendo por 139 a 109. Terceira vez seguida que não conseguem chegar nas finais de conferência, mesmo com um time que tinha tudo pra brigar lá em cima.

    De volta às origens

    O que mais me impressiona na história do Ingles é como ele fez esse caminho todo. Saiu da Austrália em 2009, não foi draftado (imagina a frustração), rodou pela Europa até que o Jazz apostou nele em 2014. E olha no que deu: 12 temporadas na NBA, média de 40,9% nas bolas de três — um arremessador que qualquer técnico adoraria ter no banco.

    Nos últimos dois anos em Minnesota, o australiano não jogava muito, mas quem acompanha sabe que o valor dele ia muito além dos números. Ajudou demais no desenvolvimento do Anthony Edwards e dos outros jovens do time. É aquele cara que você quer no vestiário, sabe?

    O legado de um guerreiro

    7.7 pontos, 3.0 rebotes e 3.3 assistências por jogo na carreira. Números modestos? Talvez. Mas o Ingles sempre foi muito mais que estatísticas. Jogou no Jazz, Bucks, Magic e Wolves — e em todo lugar que passou, era querido pela galera. Aquele humor australiano meio ácido, mas com o coração gigante.

    Agora ele volta pro Melbourne United, time que terminou em quinto na temporada passada com 20-13. E vocês sabem o que mais me emociona nisso? Ele começou a carreira profissional no Melbourne South Dragons antes de ir pra NBA. É como se estivesse fechando um ciclo perfeito.

    Enfim, boa sorte pro velho Joe lá embaixo. Merece demais essa volta por cima em casa. E quem sabe a gente não vê ele dando umas clínicas de arremesso na NBL? Tenho certeza que ainda tem muito basquete pra mostrar.

  • Harden vai ficar? Windhorst revela a diferença dessa vez

    Harden vai ficar? Windhorst revela a diferença dessa vez

    Olha, desde que o James Harden chegou em Cleveland eu fico pensando: será que dessa vez vai dar certo? O cara já passou por Houston, Brooklyn, Filadélfia, Los Angeles… e agora tá nos Cavs tentando mais uma vez provar que ainda é aquele monstro que conhecemos.

    O Brian Windhorst, que conhece os bastidores da NBA como poucos, deu uma entrevista no rádio de Cleveland que me chamou atenção. Segundo ele, o Harden não só vai ficar — como já tem praticamente tudo acertado para renovar.

    A diferença crucial que mudou tudo

    “Eles fizeram esse negócio pensando na próxima temporada e meia, até duas temporadas. Mas os playoffs de 2026 foram uma grande parte do motivo pelo qual fizeram esse acordo”, explicou Windhorst. E aqui vem o ponto mais interessante: “Eu sei que o Harden tem seus altos e baixos, mas eles não dependem dele para ser o melhor jogador deles, e essa é a diferença entre agora e outras épocas da carreira dele.”

    Cara, isso faz TOTAL sentido. Em Houston, ele era literalmente o cara. Em Brooklyn, todo mundo esperava que ele fosse o salvador ao lado do KD e Kyrie. Agora? Ele pode ser o Harden sem a pressão absurda de carregar o time nas costas. O Donovan Mitchell que assuma essa responsabilidade.

    Renovação praticamente garantida

    Segundo Windhorst, não tem nem muito suspense. O analista afirma que “não tem como o Harden ter aprovado a trade sem ter garantias contratuais”. Faz sentido né? O cara não ia aceitar sair dos Clippers pra ficar no limbo em Cleveland.

    A situação financeira também é interessante: Harden tem uma player option de mais de 42 milhões para a próxima temporada. Sinceramente? Acho que ele aceita tranquilo, principalmente depois de chegar às finais do Leste pela primeira vez desde 2018 com os Cavs.

    E vocês, acham que o Harden finalmente encontrou seu lugar ideal? Ou será que é mais uma parada temporária na carreira dele? Game 1 contra os Knicks vai ser um bom teste para ver se essa parceria com Mitchell realmente funciona nos momentos decisivos.

  • Ninguém quer ser trocado pros Wizards — e isso diz muito

    Ninguém quer ser trocado pros Wizards — e isso diz muito

    Cara, que situação mais constrangedora. Saiu uma pesquisa com 120 jogadores da NBA sobre qual time eles MENOS gostariam de ser trocados — e o Washington Wizards ficou em segundo lugar. Segundo! Perdeu só pro Memphis Grizzlies, que disparou na frente com 35.8% dos votos. Os Wizards levaram 11.7%.

    E olha que eles acabaram de pegar o Trae Young e o Anthony Davis, além de terem a primeira escolha do Draft 2026. Têm o Alex Sarr, o Bilal Coulibaly… No papel, parece um time que tá montando algo interessante. Mas os jogadores da liga claramente não tão comprando essa.

    Por que ninguém quer jogar em Washington?

    Sinceramente, não é tão difícil de entender. O Wizards não ganha 50 jogos numa temporada desde 1978-79. Quarenta e oito anos! É uma vida inteira de mediocridade. Acabaram de fazer 17-65 na temporada passada numa tankeada épica.

    Mas o pior não é nem o histórico ruim — é a sensação de que, se você for trocado pra lá, é só questão de tempo até ser trocado de novo. O Michael Winger e o Will Dawkins têm seguido uma filosofia bem clara: pegar veteranos, usar por algumas semanas ou meses, e trocar por picks. O Jonas Valančiūnas passou por lá. O CJ McCollum também. Cara vira moeda de troca.

    Imagina você sendo um jogador estabelecido na liga e descobrir que foi trocado pros Wizards. Primeira coisa que vem na cabeça: “quanto tempo até me trocarem de novo?”. Ninguém quer se sentir como peça descartável.

    A mudança de cultura vai dar certo?

    O Anthony Davis, que foi trocado pra lá em fevereiro, já saiu defendendo a organização. Disse que a percepção lá fora tá errada, que por dentro é muito diferente do que as pessoas pensam. Investiram pesado na estrutura, reformaram o ginásio, contrataram um monte de gente pro basketball operations.

    Eu quero acreditar que vai dar certo. Com Young, Davis e uma primeira escolha do draft, eles têm talento suficiente pra pelo menos brigar pelos playoffs. Mas vamos ser realistas — cultura se constrói ganhando jogos, e isso leva tempo.

    E aí, vocês acham que os Wizards conseguem reverter essa imagem? Porque uma coisa é certa: enquanto os jogadores da liga continuarem vendo Washington como um purgatório, vai ser bem mais difícil montar um time competitivo. Ninguém quer ser o cara que “foi mandado pro banco” da NBA.

    Por enquanto, a estratégia é apostar na juventude e torcer pra que as vitórias venham naturalmente. Porque se não vier… bem, vamos ter mais alguns anos dessa pesquisa constrangedora aí.

  • Amen Thompson não vai ganhar contrato máximo nos Rockets?

    Amen Thompson não vai ganhar contrato máximo nos Rockets?

    Olha, essa conversa sobre a renovação do Amen Thompson tá esquentando e eu sinceramente não sei o que pensar. O garoto de 23 anos pode assinar uma extensão de cinco anos por até US$ 251 milhões com os Rockets — isso é dinheiro pra comprar meio estado do Texas, gente.

    Mas parece que Houston não tá disposto a soltar essa grana toda de uma vez. Segundo o pessoal do Houston Chronicle, os Rockets devem oferecer algo entre 20-23% do salary cap, não o máximo que seria uns 25%. E olha, eu entendo o lado da franquia…

    Por que os Rockets estão hesitando?

    A questão principal é o arremesso do Thompson. Por mais que o cara seja um monstro na defesa e tenha feito uma temporada absurda (18.3 pontos por jogo de média), ainda existem dúvidas sobre como ele vai evoluir no ataque. É aquela velha história: você paga o máximo pra um cara que ainda não provou 100% que consegue ser a estrela principal de um time candidato ao título.

    E convenhamos — os Rockets têm outras prioridades financeiras também. Eles precisam pensar no futuro da franquia como um todo, não só no Thompson.

    Mas cara, ele merece ou não?

    Agora vem a parte que me deixa dividido. Nos playoffs contra os Lakers, o Thompson mostrou que tem personalidade: 15 pontos em todos os seis jogos da série, incluindo uns 26 pontos no Jogo 3. Isso aí é clutch, é mentalidade de craque.

    Além disso, defensivamente o cara é simplesmente um problema pra qualquer ataque da liga. Com apenas 23 anos, tem potencial pra ser um dos melhores two-way players da NBA pelos próximos 10 anos.

    Na minha opinião? Eu pagaria próximo do máximo sim. Às vezes você tem que apostar no potencial, principalmente quando o jogador já mostrou que aguenta a pressão dos playoffs. E vocês, acham que Thompson merece os 251 milhões ou os Rockets estão certos em segurar a carteira?

    Uma coisa é certa: essa negociação vai ser interessante de acompanhar. Se eu fosse o Thompson, estaria empolgado — mesmo não sendo o máximo, qualquer coisa na casa dos 200 milhões é uma baita conquista pra um garoto que ainda tem muito a provar.

  • Dolan vai dividir Knicks e Rangers — e isso muda tudo

    Dolan vai dividir Knicks e Rangers — e isso muda tudo

    Cara, o James Dolan finalmente fez o que todo mundo estava esperando há anos: vai separar os Knicks e Rangers em duas empresas diferentes. E olha, isso pode ser o começo de uma revolução no mercado de franquias da NBA.

    A MSG Sports protocolou os papéis na SEC na segunda-feira pra dividir o império esportivo do Dolan. De um lado ficam os Knicks (com o time da G-League), do outro os Rangers (com o time da AHL). Sinceramente? Era hora.

    A matemática que não fechava

    Vou explicar o pepino: a Forbes avaliou os Knicks em quase 10 bilhões de dólares — dez bilhões! Os Rangers valem uns 4 bilhões. Mas a MSG Sports inteira tá cotada em apenas 8,5 bilhões na bolsa. Não faz sentido, né?

    “Sempre existiu uma diferença entre o valor das ações da MSG Sports e o valor real de mercado”, disse Derek Reisfield, ex-executivo da CBS. E ele tá certo — os investidores não conseguiam enxergar o verdadeiro valor dos times por causa da estrutura complicada do Dolan.

    Na minha visão, isso acontece porque o Dolan criou um emaranhado de empresas que ninguém entendia direito. MSG Sports, MSG Entertainment, Sphere Entertainment… era muita sigla pra pouca clareza.

    E agora, Dolan vai vender?

    Essa é a pergunta de um milhão de dólares (ou bilhões, no caso). O cara sempre disse que os times não estavam à venda, mas separar as empresas facilita muito uma eventual venda. Será que ele tá se preparando pra se desfazer de uma das franquias?

    Olha, com o mercado de franquias explodindo — bilionários e fundos de investimento brigando por times —, não seria surpresa nenhuma. E convenhamos: se eu fosse o Dolan e pudesse sacar alguns bilhões vendendo só um dos times, mantendo o outro… pensaria duas vezes.

    Tem um porém: o contrato do Madison Square Garden expira em 2028. E arena é fundamental pro valor de qualquer franquia — é onde rola a mágica (e o dinheiro). Quem comprar vai ter que lidar com essa bomba-relógio também.

    As ações da MSG Sports subiram quase 1% com a notícia. Pouco? Talvez. Mas é só o começo. Quando essa separação sair do papel — se sair —, a coisa pode esquentar de verdade no mercado.

    E aí, vocês acham que o Dolan vai resistir à tentação de vender? Com esses valores astronômicos, eu não apostaria muito na fidelidade dele não…