Tag: alemão NBA

  • Por que o Suns deveria manter Royce O’Neale na próxima temporada

    Por que o Suns deveria manter Royce O’Neale na próxima temporada

    Olha, vou falar uma coisa que talvez não seja popular entre os fãs do Phoenix Suns: manter o Royce O’Neale pode ser a jogada mais inteligente que eles vão fazer nessa offseason.

    Eu sei, eu sei. Todo mundo quer ver os Suns ficando mais jovens, mais atléticos, e o O’Neale não é exatamente o futuro da franquia. Mas cara, às vezes a gente precisa olhar além do óbvio e ver o que realmente funciona.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: O’Neale acertou 40.8% das bolas de 3 na última temporada. Quarenta vírgula oito por cento! Isso colocou ele entre os 25 melhores arremessadores da liga inteira. E não foi sorte não — ele já havia mandado mais de 40% na temporada anterior também.

    E o cara não é só estatística. Aqueles arremessos difíceis que ele converte, aquela soltura rápida depois da finta… isso é ouro puro pra qualquer ataque da NBA. Sinceramente acho que a galera subestima o quanto isso é valioso.

    Na minha visão, ter alguém que você pode contar pra acertar os arremessos importantes saindo do banco é fundamental. Principalmente considerando que os Suns querem manter o núcleo Booker-Green-Brooks junto.

    Veterano que não incomoda

    Aqui que a coisa fica interessante. Todo mundo fala que o Phoenix precisa apostar nos jovens — e eu concordo. Mas vocês acham que jogadores como Rasheer Fleming e Ryan Dunn não vão ter altos e baixos? Claro que vão.

    O O’Neale oferece exatamente o que você precisa nesses momentos: consistência e experiência. O cara jogou 78 partidas na temporada passada (terceiro do time) e nunca jogou menos de 70 jogos numa temporada. Isso é confiabilidade pura.

    E defensivamente? Ok, ele não é mais aquela muralha de antigamente, mas ainda oferece uma presença mais calma que os pivetes. Lembram quantas vezes o Dillon Brooks teve que sair no quarto período por causa de faltas bobas? Pois é.

    O dilema da offseason

    Claro que existem argumentos pra trocar ele. O contrato é barato (sempre bom pra negociar), outros times certamente têm interesse, e o Suns quer mesmo ficar mais jovem. Grayson Allen também está na mesma situação.

    Mas olha só: dos jogadores com valor real de troca no elenco, O’Neale pode ser justamente aquele que faz mais sentido manter. Ele aceitou sair do banco quando necessário, lidou bem com as mudanças de função, e mostrou que consegue contribuir de várias formas.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que vale a pena trocar essa estabilidade por uma promessa incerta? Ou será que manter o O’Neale e deixar os jovens se desenvolverem naturalmente não seria o caminho mais inteligente?

    Pelo menos por mais uma temporada, eu apostaria na experiência e consistência do veterano. Às vezes o melhor movimento é não fazer movimento nenhum.

  • Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Galera, preparem-se para uma notícia que tá mexendo com o basquete universitário americano. Yam Madar, armador israelense de 25 anos que foi escolhido pelos Celtics no draft de 2020, decidiu largar a Europa e partir para a LSU. E olha, não foi por pouco dinheiro não — estamos falando de um contrato de US$ 5 milhões!

    Sinceramente? Eu não esperava essa. O cara tava jogando EuroLeague, foi Rising Star em 2023 pelo Partizan Belgrade, tem currículo pesado na Europa… e resolve ir pra NCAA aos 25 anos. Isso é praticamente inédito, cara.

    A trajetória européia que impressiona

    Madar não é qualquer um. O moleque rodou a Europa inteira: Hapoel Tel Aviv (Israel), Fenerbahçe (Turquia), Bayern de Munique (Alemanha) e Partizan Belgrade (Sérvia). Uma verdadeira excursão pelos principais campeonatos europeus.

    Mas pelo visto, as coisas não andavam bem no Hapoel recentemente. Segundo a imprensa europeia, ele tava insatisfeito com os poucos minutos que vinha recebendo — imaginem só, 10 minutos totais contra o Real Madrid nas quartas de final! Para um cara do nível dele, isso é praticamente uma humilhação.

    Como diabos ele pode jogar na NCAA aos 25?

    Essa é a pergunta que todo mundo tá fazendo, né? Normalmente, jogadores profissionais não podem ir pra universidade americana. Mas Madar conseguiu através de uma brecha nas regras — exemptions por serviço militar obrigatório e participação em seleção nacional. Basicamente, o tempo que ele passou servindo Israel e jogando pela seleção “congela” sua elegibilidade universitária.

    É meio maluco quando você pensa que ele vai enfrentar garotos de 18-19 anos tendo já uma carreira profissional inteira nas costas. Vantagem desleal? Talvez. Mas as regras permitem, então…

    LSU apostando pesado no retorno de Will Wade

    Will Wade voltou pra LSU depois de uma passagem conturbada (e controversa) e tá montando um time interessante. Além do Madar, já trouxe Mouhamed Dioubate (Kentucky), Divine Ugochukwu (Michigan State) e Abdi Bashir Jr. (Kansas State).

    Cinco milhões de dólares por um ano de basquete universitário é absolutamente absurdo. Mostra como o NIL (Name, Image, Likeness) mudou completamente o jogo. Antigamente, os caras iam pra NBA ganhar essa grana — agora dá pra fazer isso na faculdade.

    E aí, vocês acham que vai dar certo? Um cara de 25 anos, acostumado com o profissionalismo europeu, se adaptando ao ambiente universitário americano? Vai ser interessante de acompanhar, isso é certeza.

  • Greg St. Jean pode virar técnico do Trail Blazers? Lakers não vão gostar

    Greg St. Jean pode virar técnico do Trail Blazers? Lakers não vão gostar

    Olha só que situação interessante rolando por aí: o Trail Blazers tá de olho em Greg St. Jean, assistente técnico dos Lakers, pra assumir o comando da equipe. E cara, isso pode dar uma confusão danada em Los Angeles.

    O repórter Sean Highkin soltou essa bomba no Twitter, dizendo que St. Jean tá na lista de candidatos que Portland tá considerando. E faz sentido, né? O cara tem experiência, rodou por vários times e tem uma bagagem interessante.

    O currículo do candidato

    St. Jean não é qualquer um não. Ele fez parte da comissão técnica do Frank Vogel quando os Lakers ganharam o título na bolha em 2020. Depois, quando o Jason Kidd saiu pra Dallas, St. Jean foi junto e desenvolveu uma relação próxima com o Luka Dončić. Imagina só a experiência de trabalhar com um monstro desses?

    Depois de uma passagem rápida pelo Phoenix Suns (que durou só um ano antes de todo mundo ser demitido), ele voltou pros Lakers. E não é só isso – o cara também foi assistente da seleção da Eslovênia no verão passado, meio que fazendo uma ponte entre Luka e os Lakers.

    Portland tá desesperado ou sendo esperto?

    Sinceramente, acho que os Blazers tão numa situação complicada. Segundo o que tá rolando, eles não querem pagar salários dignos e por isso não conseguem atrair técnicos principais de peso. Daí sobra essa de garimpear assistentes que topem o desafio.

    Além de St. Jean, outros nomes que apareceram na lista são Micah Nori (assistente do Minnesota), Jared Dudley (que tá no Denver) e mais alguns. Mas convenhamos, se você fosse um técnico experiente, iria querer trabalhar numa organização que claramente tá fazendo economia no lugar errado?

    E aí, vocês acham que St. Jean vai topar largar os Lakers – time sempre competitivo, com estrutura top – pra encarar a reconstrução em Portland? Na minha visão, seria uma aposta alta pra carreira dele, mas às vezes é isso que separa quem quer só ficar na zona de conforto de quem quer mostrar serviço como técnico principal.

    Os Lakers, obviamente, não vão querer perder um cara que se tornou uma voz influente na comissão técnica. Mas é aquela coisa: quando surge oportunidade de ser técnico principal na NBA, é difícil recusar.

  • Pelicans contrata Jamahl Mosley – aposta certa ou arriscada?

    Pelicans contrata Jamahl Mosley – aposta certa ou arriscada?

    Galera, os Pelicans finalmente definiram quem vai comandar o time na próxima temporada: Jamahl Mosley. E olha, essa contratação me deixou bem curioso sobre os rumos da franquia.

    O cara vem direto do Orlando Magic, onde passou cinco temporadas. Não vou mentir – o retrospecto dele não impressiona tanto no papel: 189 vitórias contra 221 derrotas. Mas aí que tá o X da questão.

    Por que essa contratação faz sentido

    Nos últimos três anos em Orlando, Mosley conseguiu algo que poucos técnicos fazem: transformou um time perdedor em competitivo. Foram 133 vitórias nas últimas três temporadas regulares e três classificações consecutivas para os playoffs. Isso não é brincadeira, especialmente considerando onde o Magic estava quando ele assumiu.

    Joe Dumars e Troy Weaver, que mandam na parte executiva dos Pelicans, são fãs declarados do trabalho do Mosley. E sinceramente? Eu entendo o porquê. O cara conseguiu melhorar drasticamente a defesa do Magic e fazer aquele time subir na tabela de forma consistente.

    A aposta de Nova Orleans

    O contrato é de cinco anos – mostra que eles realmente acreditam no projeto. Os Pelicans veem o time atual numa situação parecida com a que o Magic estava quando Mosley chegou lá. Time jovem, com potencial, mas precisando de direcionamento.

    A expectativa é que ele faça com os Pelicans o mesmo que fez em Orlando: melhorar a defesa (que foi um ponto fraco na última temporada) e dar uma organizada geral no time. Com Zion Williamson e Brandon Ingram no elenco, o potencial ofensivo já existe – agora é questão de equilibrar as duas pontas da quadra.

    Vocês acham que Mosley é o cara certo para finalmente fazer os Pelicans brigarem por algo mais sério no Oeste? Porque olhando o histórico dele, parece que o monstro sabe mesmo como construir uma cultura vencedora do zero.

  • SGA ganha segundo MVP seguido e manda recado emocionante pra torcida

    SGA ganha segundo MVP seguido e manda recado emocionante pra torcida

    Cara, que momento incrível! Shai Gilgeous-Alexander acabou de faturar seu segundo troféu de MVP consecutivo pelo Thunder, e a forma como ele agradeceu a torcida de Oklahoma City me deixou genuinamente emocionado.

    No domingo, aproveitando o dia de folga antes das finais da Conferência Oeste, SGA recebeu o prêmio e fez questão de exaltar os fãs que estiveram com ele desde o começo. “Este lugar realmente se tornou uma segunda casa pra mim”, disse o cara. “Os fãs têm sido incríveis. Eu amo muito vocês.”

    A lealdade que marca um relacionamento especial

    O que mais me impressionou foi quando ele falou sobre a lealdade da torcida durante os anos difíceis. “Eu realmente soube que eles eram de verdade quando fomos horríveis por três anos e eles não foram embora. Foi aí que percebi que eles realmente nos amam.”

    Mano, isso é coisa de torcida raiz mesmo. Quantas vezes a gente vê fãs abandonarem o time quando as coisas ficam feias? Em Oklahoma City foi o contrário — eles abraçaram o processo de reconstrução e agora estão colhendo os frutos.

    Números absurdos de um jogador especial

    E olha só os números que justificaram esse MVP: 31.1 pontos, 6.6 assistências e 4.3 rebotes por jogo. Aproveitamento de 55.3% nos arremessos de quadra e 38.6% nas bolas de três. Simplesmente monstruoso.

    Tá, ele oscilou um pouco nos playoffs — acontece com qualquer estrela. Mas isso não impediu o Thunder de varrer tanto o Phoenix Suns quanto o Lakers nas duas primeiras rodadas. Dois times que, teoricamente, deveriam dar muito mais trabalho.

    Vocês acham que o SGA consegue manter essa consistência e levar Oklahoma City ao título? Porque sinceramente, vendo a maturidade desse cara tanto dentro quanto fora de quadra, eu tô começando a acreditar que este pode ser o ano do Thunder mesmo.

    Uma coisa é certa: a conexão entre SGA e Oklahoma City é algo especial de se ver na NBA atual. Poucos jogadores demonstram essa gratidão genuína pela torcida e pela cidade que os adotou.

  • Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Cara, os Pelicans tão enrolando pra caramba com essa história de técnico novo. E sabe por que? Porque querem analisar direitinho o Jamahl Mosley antes de bater o martelo.

    Olha, eu entendo a cautela deles. O cara acabou de ser demitido do Orlando Magic depois daquela temporada bizarra — imagina perder uma série de 3×1 pro Detroit Pistons nos playoffs? Monstro de vexame. Mas ao mesmo tempo, o Mosley tem experiência e já mostrou que sabe trabalhar com jovens talentos.

    Por que a demora toda?

    Os Pelicans já entrevistaram vários assistentes técnicos e até o próprio James Borrego, que tava como interino. Mas pelo jeito o nome do Mosley tá martelando na cabeça da diretoria há um tempão — desde quando ele ainda tava comandando o Magic.

    E faz sentido, né? New Orleans tem uma base jovem promissora com Zion, Brandon Ingram e companhia. Precisa de alguém que saiba desenvolver esse pessoal e não queime o filme logo de cara. A pressão por resultados é gigante.

    Decisão deve sair esta semana

    Segundo o Will Guillory, do The Athletic — cara que acompanha os Pelicans de perto —, a decisão deve rolar ainda esta semana. Era pra ter saído antes, mas essa consideração extra do Mosley acabou atrasando tudo.

    Sinceramente? Acho que eles deveriam apostar no cara. Sim, o final no Orlando foi feio, mas trabalhar com aquele elenco dos Magic não é pra qualquer um. E ele já provou que consegue extrair o melhor de jogadores jovens.

    Vocês acham que o Mosley é a escolha certa pros Pelicans? Ou preferem que apostem em alguém mais experiente? Essa demora toda pode ser um sinal de que tão mesmo levando a sério, ou só indecisão mesmo…

  • Rui Hachimura revela quem transformou ele num sniper de 3 pontos

    Rui Hachimura revela quem transformou ele num sniper de 3 pontos

    Cara, vou falar uma coisa que me impressiona: o Rui Hachimura virou um MONSTRO do arremesso de 3. E olha que ele mesmo admite — não gosta de chutar de longe. Mas às vezes a vida te força a sair da zona de conforto, né?

    Quando o japonês chegou nos Lakers, todo mundo conhecia ele como aquele cara eficiente no meio da quadra. Problema é que a NBA hoje não perdoa quem fica no meio termo — ou você vai pro garrafão ou você vai pra linha de 3. Quem fica no meio some do mapa.

    A transformação absurda dos números

    Os números não mentem, galera. No Wizards, o Rui acertava apenas 35,6% das bolas de 3 em três temporadas e meia. Chega nos Lakers? 41,5%. Uma diferença brutal que mudou completamente o jogo dele.

    Mas o mais insano mesmo foi nos playoffs recentes. O cara simplesmente meteu 33 cestas em 58 tentativas de 3 pontos em 10 jogos. Isso dá 56,9% de aproveitamento. Cinquenta e seis vírgula nove por cento! Eu ainda tô processando esse número.

    Depois da eliminação dos Lakers, o Rui finalmente abriu o jogo sobre quem foi o responsável por essa metamorfose. E olha, o nome me surpreendeu um pouco.

    Phil Handy, o guru dos arremessos

    “Valeu, coach Phil Handy”, disse o Rui. “Ele foi quem me explicou um monte de coisa sobre o que eu podia fazer pra me manter nesta liga. Não só neste time, mas na liga mesmo. A primeira coisa que ele falou foi sobre os arremessos de 3.”

    Phil Handy, pra quem não conhece, é aquele assistente técnico que passou por Cleveland, Toronto e Lakers. O cara tem um currículo respeitado e, pelo visto, sabe mesmo como transformar jogadores.

    “Sinceramente, eu não gosto de chutar de 3. Não é minha praia”, confessou o Rui. “Mas com a situação do time e o jeito que o JJ Redick quer que eu jogue, ele quer que eu chute muito de longe. Foi um jogo diferente pra mim, mas eu tinha que fazer.”

    E fez mesmo. Os números mostram a evolução: em Washington, apenas 23% dos arremessos do Rui vinham da linha de 3. Em LA? Chegou a 47,5% nos playoffs desta temporada. Uma revolução completa no estilo de jogo.

    Mudança que salvou a carreira

    Olha, eu não vou mentir — essa adaptação não só estendeu a carreira do Rui como deve garantir um contrato gordinho neste verão. Um ala que acerta mais de 40% das tentativas de 3 pontos? Todo time quer um desses no plantel.

    E vocês acham que outros jogadores brasileiros na NBA deveriam seguir esse exemplo? Porque, convenhamos, se adaptar ou morrer virou lei na liga. O próprio Rui largou um pouco do meio da quadra — que era 32,2% dos arremessos em Washington — para apenas 20,1% com os Lakers.

    Phil Handy pode ter saído dos Lakers, mas deixou um legado gigante. Transformou um jogador que detestava chutar de 3 num dos melhores especialistas da posição. Isso sim é trabalho de coach de verdade.

  • SGA faz história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    SGA faz história: bicampeão de MVP aos 28 anos!

    Gente, eu ainda tô processando isso. Shai Gilgeous-Alexander acabou de se tornar o 14º jogador na história da NBA a ganhar MVPs consecutivos. Quatorze. Só quatorze caras conseguiram isso em mais de 70 anos de liga!

    Olha, quando o Thunder pegou o SGA naquela troca maluca com os Clippers em 2019, eu confesso que não imaginava que ia dar nisso. Claro, o cara sempre foi talentoso, mas MVP? Bicampeão? Era muita pretensão imaginar isso na época.

    O clube dos bicampeões é seleto demais

    Pra vocês terem noção do que isso significa: estamos falando de um clube que tem LeBron, Jordan, Magic, Bird, Kareem… e agora o SGA. Aos 28 anos, ele tá no mesmo patamar desses monstros todos.

    E o mais impressionante? O cara fez isso jogando em Oklahoma City. Não é Los Angeles, não é Miami, não é Nova York. É OKC mesmo, aquela cidade que todo mundo disse que nunca ia conseguir manter um superstar depois que o Durant vazou.

    Thunder construiu algo especial

    Sinceramente, eu tô impressionado com o que Sam Presti construiu lá. Depois daquele rebuild que parecia eterno, eles conseguiram montar um time competitivo em volta do SGA e agora colhem os frutos.

    E aí, galera, vocês acham que o Thunder consegue brigar pelo título esse ano? Porque MVP é uma coisa, mas banner de campeão é outra história completamente diferente. O cara já provou que é o melhor jogador individual da liga por duas temporadas seguidas — agora falta só aquele último degrau.

    Uma coisa é certa: SGA não é mais promessa, não é mais ‘jogador em ascensão’. O cara É o cara. E tá escrevendo seu nome na história da NBA com letras garrafais.

  • SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    Gente, eu sabia que o Shai Gilgeous-Alexander era monstro, mas duas MVPs seguidas? Isso é coisa de outro planeta. O canadense acabou de entrar num clube super seleto — apenas 14 caras na história conseguiram esse feito.

    E olha só a consistência absurda: 83 votos em primeiro lugar de 100 possíveis. O Jokic, que já levou duas MVPs seguidas também, ficou em segundo com apenas 10 votos. Disparado mesmo.

    Os números não mentem

    31.1 pontos por jogo (segundo da liga), 6.6 assistências e 4.3 rebotes. Ah, e detalhe: o cara NUNCA fez menos de 20 pontos numa partida a temporada inteira. Nunca. Como é que faz isso, meu irmão?

    O mais impressionante pra mim foi o +/- de +788. Pra vocês terem ideia, o Wemby ficou em segundo com +682. Uma diferença gigantesca que mostra o impacto real do SGA em quadra.

    “Trabalho duro, nunca estar satisfeito, e ter os caras do vestiário me apoiando”, disse ele na entrevista. Humilde demais, considerando que acabou de fazer história.

    Thunder na briga pelo bi

    Agora vem a parte mais louca: o SGA quer entrar pro clube do Jordan, Bill Russell e LeBron — os únicos que ganharam MVP e título em anos consecutivos. Standing na frente dele? Nada mais, nada menos que o Victor Wembanyama e os Spurs.

    Sinceramente, que Final de Conferência Oeste vai ser essa. Dois dos três finalistas do MVP se pegando, com o Thunder jogando em casa. Começa segunda às 21h30 na NBC.

    O Thunder teve a melhor campanha da NBA de novo — mais de 60 vitórias pela segunda temporada seguida. E pensar que esse cara tem só 27 anos… Quanto tempo mais ele vai dominar a liga assim?

    Wemby em terceiro, Luka em quarto pelo Lakers e Cade Cunningham completando o top 5 pelo Pistons. Lista bem interessante, mas ninguém chegou perto do canadense mesmo.

  • Nuggets vão cortar gastos: Jokic ficando sozinho?

    Nuggets vão cortar gastos: Jokic ficando sozinho?

    Olha, não vou mentir — quando li essa notícia sobre o Denver cortando custos, meu coração de fã de basquete ficou apertado. Os Nuggets não vão explodir o time todo, mas a realidade financeira tá batendo na porta e algumas cabeças vão rolar.

    O Jonas Valanciunas já era. O lituano tem um contrato de 10 milhões, mas só 2 milhões são garantidos até 8 de julho. A diretoria já tá correndo atrás de uma troca pra mandar ele embora com esses 2 milhões, ou simplesmente vai dispensar o cara e economizar 8 milhões. Meio cruel, mas é assim que funciona.

    A matemática não fecha

    Zeke Nnaji também tá na berlinda com seus 7,5 milhões totalmente garantidos. E pasmem — até o Cameron Johnson pode cair fora! O cara que custou 23,1 milhões pode virar moeda de troca numa operação pra diminuir a folha salarial. Sinceramente? Acho que seria um erro gigantesco se livrar do Johnson.

    Peyton Watson e Spencer Jones são agentes livres restritos, e aí a coisa complica. Denver tem o direito de igualar qualquer oferta que aparecer pra eles, mas se chegar uma proposta gorda de outro time… vai ser difícil segurar com essa situação financeira apertada.

    Jokic merece coisa melhor

    O que me incomoda mesmo é pensar no Nikola Jokic vendo esse desmanche todo. O cara é um monstro absoluto, dois MVPs no currículo, levou Denver ao título em 2023… e agora tem que assistir a diretoria cortando gastos ao invés de investir pesado pra buscar outro anel?

    Essa história de luxury tax e aprons financeiros é complicada, eu entendo. Mas quando você tem um jogador do calibre do Jokic no auge da carreira, você investe tudo. O Miami fez isso com o LeBron, o Golden State fez com o Curry. Por que Denver não faz com o sérvio?

    Vocês acham que os Nuggets estão certos em priorizar a saúde financeira, ou deveriam apostar todas as fichas enquanto têm o melhor pivô do mundo? Porque na minha cabeça, quando você tem um cara como o Jokic, a janela de oportunidade não fica aberta pra sempre.