Tag: alemão NBA

  • LA declara ‘Dia do Metta World Peace’ – que história linda!

    LA declara ‘Dia do Metta World Peace’ – que história linda!

    Cara, que notícia linda que chegou até nós! A cidade de Los Angeles oficializou o dia 15 de maio como “Dia do Metta World Peace” em homenagem ao ex-Lakers que virou um dos maiores defensores da saúde mental no esporte. E olha, sinceramente, não tem como não se emocionar com essa história.

    Pra quem não lembra (ou é muito novo), o Metta — que se chamava Ron Artest na época — protagonizou uma das maiores confusões da história da NBA em 2004. A famosa “Malice at the Palace” entre Pacers e Pistons. O cara deu uma falta dura no Ben Wallace, deitou na mesa dos narradores, um torcedor jogou cerveja nele e… rapaz, virou um caos total. Artest subiu na arquibancada pra brigar com os fãs. Foi suspenso por 86 jogos!

    De vilão a herói dos Lakers

    Por anos, aquele momento definiu quem era o Ron Artest. Mas o maluco deu a volta por cima de uma forma espetacular. Em 2009, chegou nos Lakers e virou peça fundamental do título ao lado do Kobe Bryant. E que final foi aquela contra o Celtics, hein?

    Lembro até hoje: Jogo 7, Artest fez 20 pontos e enterrou uma bola de três nos minutos finais que praticamente selou o banner 16 dos Lakers. O cara foi do inferno ao céu em pocos anos.

    O que realmente importa veio depois

    Mas olha só — não é pelo basquete que ele tá sendo homenageado agora. É pelo que fez DEPOIS das quadras. Na entrevista pós-jogo daquele título histórico, o Artest (que mudou legalmente o nome pra Metta World Peace em 2011) agradeceu… o psiquiatra dele! Na frente de todo mundo!

    “Saúde mental afeta todos nós. Mas muitas vezes, as pessoas não falam sobre isso”, disse o Metta. “Quero mandar uma mensagem clara: tá tudo bem ir pra terapia, pedir ajuda e cuidar de si mesmo.”

    Cara, imagina a coragem que isso exigiu em 2010? Jogador da NBA falando abertamente sobre terapia? Era quase impensável. E vocês acham que isso não mudou vidas? Tenho certeza que sim.

    O vereador Hugo Soto-Martinez, que propôs a homenagem, disse uma coisa muito real: “Como alguém que também faz terapia, sei como é fundamental cuidar da saúde mental. Ter um exemplo como o Metta falando abertamente sobre sua jornada ajuda a quebrar esse estigma.”

    Do jeito que eu vejo, essa é uma das maiores lições que o esporte pode nos dar. O Metta World Peace mostrou que todo mundo pode mudar, evoluir e usar sua plataforma pra algo maior. Que história de redenção absurda, não acham?

  • Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Warriors perdem dois assistentes importantes: mudança no banco?

    Olha, eu confesso que não vi essa vindo. Os Warriors conseguiram segurar o Steve Kerr com um novo contrato, mas vão perder dois caras importantes da comissão técnica: Terry Stotts e Jerry Stackhouse.

    Segundo o Anthony Slater da ESPN, os dois assistentes não vão renovar seus contratos e já estão de saída da baía.

    Terry Stotts quer voltar a ser técnico principal

    O Stotts tá procurando uma nova oportunidade como técnico principal, e sinceramente? Faz todo sentido. O cara tem mais de 30 anos de experiência no basquete profissional e o período mais marcante da carreira dele foi em Portland (2012-2021), quando levou os Blazers aos playoffs consecutivamente e ainda fez aquela campanha monstro até a final do Oeste em 2019.

    Essa já era a segunda passagem dele pelos Warriors – a primeira foi lá em 2004-05. “Eu aproveitei meu tempo com o Steve, a comissão e os jogadores”, disse Stotts pra ESPN. “Meus dois anos lá foram gratificantes. Só tenho boas energias pra desejar.”

    Stackhouse também quer comandar um time

    Já o Jerry Stackhouse chegou junto com o Stotts em 2024, vindo direto do basquete universitário onde comandou Vanderbilt por seis temporadas. O cara até ganhou o prêmio de Técnico do Ano da SEC em 2023, mas foi demitido depois de uma temporada meio apagada.

    Agora ele também tá atrás de uma vaga como técnico principal na NBA. E olha, considerando o currículo tanto como jogador quanto como técnico universitário, não duvido que alguém dê uma chance pra ele.

    A situação fica ainda mais complicada porque os Warriors já perderam Chris DeMarco em janeiro – ele saiu pra ser técnico do New York Liberty. Ou seja, o Kerr vai ter que montar praticamente uma nova comissão técnica.

    Willie Green pode voltar pra casa?

    Uma possibilidade que tá circulando é a volta do Willie Green. Lembram dele? Começou a carreira de técnico justamente nos Warriors em 2016, passou pelo Phoenix Suns e comandou o New Orleans Pelicans de 2021 a 2025.

    Seria interessante ver o Green de volta, principalmente porque ele conhece a casa e já trabalhou com vários caras que ainda estão lá. Tem também aquela especulação sobre o André Iguodala entrar como assistente – imagina que loucura seria ter o Finals MVP de 2015 orientando os mais novos?

    Vocês acham que essas mudanças vão afetar o rendimento dos Warriors na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: mexer na comissão técnica sempre gera um período de adaptação, por mais experiente que seja o técnico principal.

  • Turner detona Giannis: ‘chegava na hora que queria’

    Turner detona Giannis: ‘chegava na hora que queria’

    Cara, que bomba o Myles Turner soltou no podcast! O pivô dos Bucks simplesmente detonou o ambiente da equipe na temporada passada e não poupou nem mesmo o Giannis Antetokounmpo. Segundo Turner, o Greek Freak tinha um sério problema com pontualidade — chegava na hora que queria e ninguém fazia nada.

    “Giannis vai aparecer quando ele quiser, na real”, disse Turner no podcast Game Recognize Game. E não parou por aí. O cara revelou que quando viu que o astro grego podia fazer o que quisesse sem ser multado, ele pensou: “Beleza, manda ver então. Se não vão te multar mesmo, faz o que quiser”.

    Ambiente de terra de ninguém

    Olha, eu já desconfiava que tinha coisa errada naqueles Bucks, mas isso aqui é de doer. Turner pintou um cenário de completa falta de organização: jogadores chegando atrasados o tempo todo, faltando reuniões, aparecendo para assistir vídeos quando bem entendiam. “Foi uma das coisas mais loucas que já vivi na minha carreira”, desabafou.

    E o pior? Isso se estendia até para as viagens. Os caras chegavam uma hora atrasados para os voos! Uma hora! Imagina o piloto esperando esses caras porque são “estrelas”. Turner acabou se adaptando e também começou a chegar mais tarde, porque fazer o quê né?

    Doc Rivers perdeu o controle total

    Sinceramente, isso explica muito sobre o fracasso daquela temporada. 32 vitórias e 50 derrotas para um time com Giannis e Damian Lillard? Absurdo. Turner deixou claro que em todos os outros times que jogou, tinha multa, tinha ordem, tinha respeito. Nos Bucks do Doc Rivers? Terra de ninguém.

    “Em qualquer outro time que joguei, os caras eram multados. Havia uma sensação de ordem e entendimento”, comparou Turner. E agora com o Taylor Jenkins assumindo como novo técnico, a pergunta que fica é: será que ele vai conseguir colocar ordem na casa?

    Vocês acham que o Jenkins vai ter coragem de multar o Giannis se ele chegar atrasado? Porque pelo jeito, o problema não era só do Doc Rivers — era da cultura permissiva que se criou ali. Com os rumores de que o Giannis pode até ser trocado, essa bomba do Turner só confirma que tem muita coisa podre naquele vestiário.

  • LeBron sem opções? Lakers favoritos pra renovar com o Rei

    LeBron sem opções? Lakers favoritos pra renovar com o Rei

    Olha, vou ser sincero com vocês: parece que o LeBron James tá meio “encurralado” nessa agência livre. E não é por falta de qualidade — pelo amor de Deus, o cara ainda joga pra caramba aos 39 anos — mas sim porque o mercado da NBA tá complicado pra ele.

    A realidade é crua: quase ninguém tem grana nem espaço no salary cap pra bancar os 52 milhões que o Rei ganhou nessa temporada. E olha que ele merece cada centavo, tendo levado os Lakers pros playoffs e eliminado o Houston na primeira rodada.

    O mercado tá fechado pro Rei

    Um scout do Oeste foi direto ao ponto: “É difícil encaixar ele em qualquer lugar”. Cara, imagina a dor de cabeça que deve ser pra um GM tentar montar um time competitivo pagando meio salário do cap pra um jogador, mesmo sendo o LeBron.

    Times como Bulls e Nets até têm espaço no cap, mas convenhamos — eles não vão atrás do LeBron. Já os Warriors, que seria uma opção interessante (imaginem o LeBron com Curry!), simplesmente não têm flexibilidade financeira.

    E aí sobram os Knicks e Cavaliers, que tão fazendo campanhas incríveis nos playoffs mas teriam que fazer uma troca maluca pra conseguir pagar o que o LeBron vale. Meio complicado, né?

    Lakers em posição de força

    Na minha opinião, os Lakers tão numa situação privilegiada. Eles sabem que o LeBron não tem muitas opções, mas também sabem que não podem zoar com a lenda. Um executivo do Leste foi cirúrgico: “Eu pagaria pro LeBron o que ele quisesse, desde que fosse contrato de um ano, sem opção de jogador”.

    E faz sentido, cara. O LeBron ainda vende ingressos, mantém a TV local feliz e — vamos combinar — ainda joga como um top-25 da liga. Um estrategista disse que pelos números dele, se não fosse a idade, seria quase um jogador de contrato máximo.

    A pergunta que não quer calar: vocês acham que o LeBron toparia ganhar “só” 15 milhões (a exceção de nível médio) pra jogar em outro lugar? Eu duvido muito. O cara já provou tudo que tinha que provar, não precisa se rebaixar financeiramente agora.

    Sinceramente, acho que ele fica em Los Angeles mesmo. Vai completar 42 anos em dezembro, numa provável 24ª temporada — números absolutamente absurdos — e merece terminar a carreira onde se sente respeitado e bem pago. Os Lakers sabem disso e vão fazer o que for preciso pra manter o Rei em casa.

  • Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Caleb Wilson não tá brincando em serviço, pessoal. Enquanto todo mundo fala dos três grandes nomes do Draft 2026 (A.J. Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer), esse cara de 19 anos tá ali quietinho construindo o próprio caminho rumo à NBA. E olha, depois de ver os números dele na UNC, eu tô começando a acreditar que ele pode surpreender muita gente.

    Em uma entrevista no SiriusXM NBA Radio, Wilson abriu o jogo sobre quais jogadores ele estuda religiosamente. E cara, a lista dele é interessante pra caramba.

    Kobe e os Bad Boys: as referências do garoto

    “Provavelmente muito Kobe. Um monte de Kobe. Ele era o jogador favorito do meu pai, e meu também. Rasheed Wallace, Ben Wallace também, os Bad Boy Pistons. E então, eu assisto muito [Michael Jordan] também”, disse Wilson.

    Mas a parte que mais me chamou atenção foi quando ele falou sobre sua referência mais atual: “Ultimamente eu tenho assistido muito [Giannis Antetokounmpo], porque sinto que quanto mais perto eu chego da NBA, meu atletismo e meu tamanho meio que se traduzem no conjunto de habilidades dele.”

    Olha, não vou mentir — essa comparação com o Giannis me fez levantar a sobrancelha. Mas quando você para pra analisar, faz um certo sentido. Wilson tem 2,03m, é explosivo pra caramba e tem uma velocidade absurda pro tamanho dele.

    Os números não mentem

    Na temporada de calouro em North Carolina, antes da lesão no polegar que acabou com sua temporada em março, Wilson cravou médias de 19,8 pontos, 9,4 rebotes e 2,7 assistências. Monstro, né?

    O único ponto fraco mesmo é o arremesso de três — 25,9% não é lá essas coisas. Mas sinceramente? Eu prefiro um cara que pelo menos tenta do que alguém que não tem coragem de chutar de lá. E convenhamos, Giannis também não era nenhum sniper quando chegou na liga.

    Wilson tem um jogo acima do aro sensacional e é esperto pra caramba nos cortes sem bola. O post-game dele ainda precisa de uns ajustes, mas o potencial tá todo ali. E a velocidade no contra-ataque? Cara, é coisa de maluco mesmo.

    Futuro promissor

    O que mais me impressiona no garoto é a maturidade para escolher suas referências. Kobe pela mentalidade, os Wallace pela intensidade defensiva, MJ pela excelência, e Giannis pelo estilo de jogo moderno. Essa mistura pode dar muito certo.

    Vocês acham que ele consegue mesmo chegar no nível do Giannis? Ou tô viajando demais na maionese? Uma coisa é certa: Wilson tem tudo pra ser uma das surpresas positivas do Draft 2026. E olha que ainda nem chegamos lá!

  • Josh Harris responde aos fãs que querem ele fora dos 76ers

    Josh Harris responde aos fãs que querem ele fora dos 76ers

    Olha, quando até os próprios torcedores estão pedindo pro dono vender o time, é porque a coisa não tá boa mesmo. Josh Harris, o cara que manda no Philadelphia 76ers, finalmente resolveu abrir a boca sobre toda essa pressão que tá rolando por parte da torcida que quer ele bem longe da Filadélfia.

    E sinceramente? Eu até entendo a revolta dos fãs. O cara tem fama de ser pão-duro, sempre fugindo da luxury tax como se fosse uma praga. Lembram quando ele praticamente forçou a saída do Daryl Morey? E aí o que aconteceu? Mandaram o Jared McCain pro Oklahoma City Thunder só pra economizar uns trocados. Resultado: McCain tá voando no Thunder saindo do banco, enquanto os Sixers levaram uma surra histórica dos Knicks nos playoffs de 2026 — foram varridos, mano!

    Harris finalmente se pronuncia

    Em coletiva na quinta-feira, Harris tentou se explicar: “Estou muito focado em estruturar o time e o clube para passar do segundo round e ir ganhar o campeonato da NBA e alcançar nossos objetivos. Ninguém está mais frustrado do que eu. Eu entendo a frustração das pessoas.”

    Cara, falar é fácil né? Mas na prática, quando chega a hora de abrir a carteira pra montar um elenco competitivo, o homem some. E olha que frustração é pouco — os torcedores dos Sixers estão é revoltados mesmo.

    Bob Myers pode ser a salvação?

    A única coisa interessante que Harris fez foi contratar Bob Myers, o cara que construiu a dinastia do Golden State Warriors, pra encontrar o substituto do Morey. Essa foi uma jogada inteligente, não vou mentir. Myers entende de basquete e sabe como montar um time campeão.

    Mas aí que tá a questão: será que Harris vai dar carta branca pro Myers gastar o que for preciso? Porque uma coisa eu garanto — time campeão custa caro. E se o cara continuar com essa mentalidade de economizar em tudo, nem o Myers vai conseguir fazer milagre.

    Vocês acham que Harris realmente vai mudar e abrir o cofre, ou vai continuar sendo o mesmo pão-duro de sempre? Porque do jeito que tá, a torcida dos Sixers tem razão em querer uma mudança no comando.

  • Beverley rendido: ‘Wemby é alien mesmo, melhor da NBA’

    Beverley rendido: ‘Wemby é alien mesmo, melhor da NBA’

    Cara, quando o Patrick Beverley — que vive implicando com todo mundo na NBA — solta o verbo e chama alguém de melhor jogador da liga, você para pra ouvir. E foi exatamente isso que rolou no podcast dele sobre o Victor Wembanyama.

    “Wemby é o melhor jogador da NBA sem dúvida nenhuma”, mandou o veterano. “Nunca vi uma pessoa na minha vida dar um toco, correr pro outro lado da quadra, fazer uma enterrada, pegar rebote… Mandar uma bola de três do meio da quadra… Ele é um alienígena de verdade.”

    Olha, vindo do Beverley isso tem um peso diferente. O cara é conhecido por ser o rei da provocação, sempre tentando tirar os caras do sério. Mas mesmo ele não consegue ignorar o que esse francês gigante tá fazendo em San Antonio.

    A reviravolta do Pat Bev

    E o mais doido é que isso é uma baita guinada do próprio Beverley. Não faz muito tempo ele estava jogando umas indiretas no Wemby nas redes sociais, falando que os fãs ficam “mudando as regras” pra defender o cara dos Spurs. Chegou até questionar por que quando o francesão fica nervoso no pós-jogo é “paixão”, mas quando outros jogadores fazem isso são criticados.

    Lembra também daquela polêmica da cotovelada que gerou um debate danado na liga? Pois é, o Beverley meteu o pau na época. Mas agora? Completamente rendido.

    Os números não mentem

    E sinceramente, como não ficar impressionado? O cara tá reescrevendo os livros de recordes dessa temporada histórica. Liderou a liga em tocos com uma margem absurda, sempre postando estatísticas monstruosas — tipo aqueles 28 pontos, 14 rebotes e 7 tocos que ele fez recentemente.

    Esse apelido de “alienígena” tá começando a parecer menos um apelido e mais uma descrição biológica mesmo (risos). A admissão do Beverley mostra como a hierarquia da liga tá mudando. Enquanto antes ele questionava o hype em volta do temperamento do garoto, agora a dominância física forçou uma mudança de opinião.

    Wembanyama não é mais um projeto — ele virou um problemão que o resto da NBA, incluindo o próprio Beverley, tá lutando pra resolver. E vocês, acham que ele realmente já é o melhor da liga ou ainda é cedo demais pra essa conversa?

  • Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Olha, eu não esperava que o novo álbum do Drake ia virar papo de NBA, mas aqui estamos. O cara lançou “Iceman” na quinta-feira e, cara, ele não perdoou ninguém — bom, quase ninguém.

    Enquanto o LeBron tomou uma alfinetada do rapper canadense (coisa que já tava no ar faz tempo), o Stephen Curry ganhou foi elogio. E olha que curioso: Drake mencionou até a faculdade do Curry numa das faixas vazadas.

    “Todo mundo com a camisa 30 azul nas costas”

    A linha que chamou atenção foi essa: “Back when they was asking bout where Davison was at, now everybody got a blue 30 on they back” (algo como “quando perguntavam onde Davidson estava, agora todo mundo tem o 30 azul nas costas”). Mano, isso é genial. Davidson College — aquela faculdadezinha que ninguém conhecia até o Curry aparecer e destruir todo mundo no March Madness de 2008.

    Sinceramente, faz todo sentido. O Curry transformou Davidson numa marca global. Quantas pessoas não conheciam essa universidade antes dele fazer aquelas enterradas absurdas na NCAA? Hoje em dia todo fã de basquete sabe onde fica Davidson.

    Histórico de parcerias entre Drake e Curry

    Não é a primeira vez que o Drake manda um salve pro Chef Curry. Lembram daquele “Steph Curry with the shot boy” lá em 2014? Clássico. E quem esquece o “Golden State running practice at my house” no Summer Sixteen? Irônico que essa música saiu justamente antes dos Warriors perderem pros Cavs do LeBron em 2016.

    O que me chama atenção é como o Drake sempre soube escolher os lados. Ele é torcedor dos Raptors, mas reconhece talento quando vê. E convenhamos — o Curry mudou o jogo pra sempre. Quatro títulos da NBA não mentem.

    Vocês acham que essa proximidade com o Curry tem a ver com aquela treta antiga do Drake com o LeBron? Porque olha, não é coincidência ele exaltar um e alfinetar o outro no mesmo álbum.

    “Iceman” faz parte de uma trilogia que o Drake tá preparando, e os Raptors até ajudaram na promoção com aquelas cadeiras “iced out” num jogo em abril. O cara sabe fazer marketing, não vou mentir.

    E aí, pessoal — acham que vamos ter mais NBA nos próximos álbuns do Drake? Porque depois daquela treta épica com o Kendrick Lamar, parece que o homem tá voltando com tudo pra reconquistar o topo.

  • Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Gente, vocês viram o que o Steve Kerr tá fazendo? O técnico do Warriors simplesmente resolveu que 2024 é o ano de ser Swiftie nas coletivas de imprensa. E olha, eu não sei se isso é genial ou se o cara tá entediado demais com essa temporada dos Warriors.

    Apareceu um vídeo dele citando letra da Taylor Swift de forma super discreta numa entrevista. Ele soltou um “I walked through the door” que é literalmente o começo de “All Too Well” — e quem conhece Swift sabe que essa música é praticamente o hino nacional dos fãs dela. O maluco fez isso com a cara mais séria do mundo, como se fosse só uma frase normal.

    O mestre dos quatro anéis virou comediante

    Cara, pensa na situação: Steve Kerr tem quatro títulos da NBA no currículo, é um dos técnicos mais respeitados da liga, e agora tá se divertindo enfiando letra de pop nas entrevistas só porque pode. Sinceramente? Eu apoio totalmente.

    Ele até admitiu numa matéria da ESPN que faz isso de propósito — fica tentando encaixar o máximo de lyrics da Taylor que conseguir. Imaginem as conversas no grupo da família Kerr depois disso. A filha dele deve estar morrendo de rir (ou de vergonha, né?).

    Warriors em baixa, técnico em alta criatividade

    E olha, faz sentido ele estar assim mais descontraído. Os Warriors não estão exatamente brigando pelo título esse ano — entre lesões e o time envelhecendo, é mais realismo do que sonho mesmo. O Kerr renovou por mais dois anos, provavelmente pra acompanhar o fim da carreira do Curry e do Draymond.

    Então por que não se divertir um pouco? Depois de tantas coletivas sérias falando sobre pick and roll e defesa, o cara descobriu uma forma genial de tornar tudo isso mais interessante. E funcionou — até a própria Taylor Swift achou engraçado quando soube.

    Vocês acham que ele vai conseguir enfiar uma letra de “Shake It Off” na próxima entrevista? Eu apostaria que sim. Steve Kerr pode não estar ganhando anéis nessa temporada, mas tá definitivamente ganhando o coração da internet — e isso também vale alguma coisa, né?

  • Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Gente, vocês não vão acreditar no que eu acabei de descobrir. Steve Kerr, o técnico do Warriors — sim, aquele cara sério das entrevistas — passou uma temporada INTEIRA da NBA citando Taylor Swift nas coletivas de imprensa. E ninguém percebeu.

    Sinceramente? Eu tô rindo até agora. O homem pegou a música “All Too Well” da Taylor e foi encaixando os versos nas respostas dele durante toda a temporada 2022-23. Tipo um jogo secreto só dele.

    O plano mais criativo da história da NBA

    Olha só que absurdo: depois de vencer o Houston Rockets em março de 2023, Kerr chegou no microfone e falou “I walked through the door of the locker room at halftime” (algo como “atravessei a porta do vestiário no intervalo”). Parece normal, né? Mas essa é literalmente a primeira linha de “All Too Well”.

    O cara foi fazendo isso o campeonato todo, cruzando os versos de uma lista conforme conseguia encaixar eles naturalmente nas entrevistas. Monstro demais! O filho dele, Matthew, depois editou tudo num vídeo para o grupo da família no WhatsApp — imaginem a risada que deve ter sido.

    E o mais louco? A própria Taylor Swift viu o vídeo através de um amigo em comum e achou “criativo e engraçado”. Ela até perguntou se podia postar nas redes sociais dela, mas o Kerr pediu pra manter privado.

    Agora os fãs vão revirar tudo

    Cara, imaginem só os Swifties e os fãs do Warriors correndo atrás de todas as coletivas da temporada pra montar o vídeo por conta própria. Vai ser uma caçada épica nas redes.

    Eu tô aqui tentando imaginar como diabos ele conseguiu encaixar “But you keep my old scarf, from that very first week” (“Mas você ficou com meu cachecol velho, daquela primeira semana”) numa entrevista pós-jogo. Tipo, como você fala de cachecol numa coletiva de basquete?

    Olha, eu sempre respeitei o Kerr como técnico — quatro títulos da NBA não mentem. Mas agora? O cara subiu ainda mais no meu conceito. Qualquer pessoa que consegue ser Swiftie nas horas vagas E ganhar campeonato merece todo o reconhecimento.

    Vocês acham que outros técnicos fazem essas pegadinhas secretas também? Imaginem o Pop citando Beyoncé ou o Spoelstra metendo uns versos do Drake. A NBA ficaria ainda mais divertida, não acham?