Tag: alemão NBA

  • Gillespie quebrou recorde dos Suns e merece renovação gorda

    Gillespie quebrou recorde dos Suns e merece renovação gorda

    Cara, o Collin Gillespie simplesmente explodiu nesta temporada pelos Suns e agora todo mundo quer saber: Phoenix vai conseguir segurar esse moleque na offseason?

    Olha só a história desse cara. Chegou meio do nada, num contrato two-way que ninguém dava muita bola. Aí quando começaram as lesões no elenco (que novidade nos Suns, né?), jogaram ele na rotação e o maluco simplesmente não saiu mais.

    Os números que impressionam

    A temporada do Gillespie foi absurda mesmo. Dobrou os minutos em quadra (quase 29 por jogo), terminou com médias de 12.7 pontos, 4.1 rebotes, 4.6 assistências e ainda por cima quebrou um recorde histórico da franquia.

    232 cestas de três pontos na temporada. Duzentas e trinta e duas! Quebrou o recorde que era do Quentin Richardson desde sempre. E não foi só quantidade não — o cara manteve 40% de aproveitamento do perímetro. Isso é coisa de monstro.

    Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda. O garoto mostrou que tem visão de jogo pra comandar uma ofensiva e ainda criou uma química bacana com o Oso Ighodaro no garrafão. Quando esses dois estavam juntos em quadra, a coisa fluía diferente.

    Quanto vai custar manter o cara?

    Aqui que a coisa complica. Gillespie ganhou só 2 milhões nesta temporada, então qualquer renovação vai ser uma mega valorização. Os analistas estão falando numa faixa de 11-13 milhões por ano, em um contrato de 3-4 temporadas.

    A boa notícia é que os Suns têm os “early-bird rights” dele, ou seja, podem passar do salary cap pra renová-lo. A má notícia? Qualquer time com espaço salarial pode fazer uma oferta gorda e complicar a vida de Phoenix.

    Na minha visão, 13 milhões por ano é uma pechincha por um sexto homem que pode facilmente virar titular e ainda fecha jogos quando está quente no arremesso. O cara provou que não foi sorte — foi competência mesmo.

    E vocês, acham que os Suns vão conseguir segurar o Gillespie? Ou algum time vai aparecer com uma proposta irrecusável? Porque se eu fosse a diretoria de Phoenix, fazia questão de manter esse talento que eles mesmos lapidaram.

  • NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    Olha, quando eu vi essa jogada no final do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, já sabia que ia dar polêmica. E não é que deu mesmo?

    A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos ontem e confirmou: os árbitros acertaram ao não marcar falta do Jarrett Allen no Ausar Thompson naqueles segundos finais do tempo normal. O placar estava empatado 103 a 103, os dois foram atrás da bola solta e rolou um contato que fez o pessoal de Detroit sair do sério.

    A polêmica toda

    Sinceramente, eu assisti umas cinco vezes e ainda fico em dúvida se foi falta ou não. Os dois estavam correndo atrás da bola, se esbarraram, e o Thompson foi ao chão. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre com o jogo empatado — imagina a pressão.

    Mas não rolou. Cleveland ficou com a posse, levou pro overtime e ganhou de 117 a 113. Resultado? Cavs abriram 3-2 na série e praticamente selaram a vaga.

    O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, não engoliu. “Allen fez falta no Ausar — claramente. Ele derrubou ele quando estava indo atrás da bola solta”, reclamou depois do jogo. Cara, eu entendo a revolta dele. Perder assim, com uma jogada duvidosa nos segundos finais, deve doer pra caramba.

    O que a NBA falou

    No relatório oficial, a liga foi bem técnica: “Allen e Thompson legalmente ocuparam o mesmo espaço perseguindo a bola solta antes de qualquer jogador ter posse, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Marginal. Essa palavra fez toda a diferença. Na NBA, contato marginal entre jogadores que vão atrás da bola sem posse não é falta. É a regra.

    O árbitro principal Tony Brothers explicou que durante o lance ao vivo, os dois estavam indo pra bola e houve “contato incidental nas pernas sem nenhum jogador tendo posse da bola”.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Olha, eu fico dividido nessas situações. Por um lado, entendo que os árbitros não podem marcar tudo — senão vira várzea. Por outro, o Thompson realmente foi derrubado numa jogada crucial.

    Mas pensando bem, se fosse o contrário — se fosse um jogador do Cleveland que tivesse caído — vocês acham que o Detroit reclamaria da não marcação? Difícil né?

    O fato é que essa decisão pode ter mudado completamente o rumo da série. Agora Cleveland tem match point e pode fechar em casa no Jogo 6. Detroit vai ter que fazer o impossível pra empatar de novo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os árbitros acertaram em não marcar?

  • Isaiah Thomas volta pro Celtics como olheiro – que nostalgia!

    Isaiah Thomas volta pro Celtics como olheiro – que nostalgia!

    Cara, quando eu li essa notícia quase derramei uma lágrima aqui. Isaiah Thomas tá de volta ao Boston Celtics! Não como jogador — infelizmente esses dias já passaram — mas como scout, olheiro da franquia. Aos 37 anos, o cara vai trabalhar baseado em Seattle, sua cidade natal, cobrindo a Costa Oeste pros Celtics.

    Sinceramente? Não tem como não ficar emocionado com isso. O IT4 foi um dos caras que mais me fez vibrar assistindo NBA nos últimos anos. Aquele baixinho de 1,75m que jogava como se tivesse 2 metros de altura, sabe?

    O retorno do herói improvável

    Brad Stevens, que agora é o presidente de operações de basquete dos Celtics, não economizou elogios. Ele creditou o Thomas como peça fundamental na reconstrução da cultura que transformou Boston numa das franquias mais vitoriosas da última década. E olha, eu concordo totalmente.

    Lembra quando os Celtics pegaram ele do Phoenix Suns em fevereiro de 2015? Ninguém esperava muito, mas o moleque simplesmente explodiu. Duas seleções pro All-Star Game (2016 e 2017), quinto lugar na votação de MVP em 2017, segundo time do All-NBA… O cara era um monstro absoluto.

    Aquele estilo agressivo, incansável, desafiando todos os conceitos sobre altura no basquete — era impossível não torcer por ele. Quantos brasileiros não se identificaram com essa história de superar limitações físicas com pura garra?

    A despedida dolorosa e o que veio depois

    Mas aí vem a parte triste da história, né? A lesão no quadril que mudou tudo. Thomas jogou machucado nos playoffs de 2017, deu literalmente o sangue pelo time, mas foi cortado nos três últimos jogos da final de conferência contra o Cavaliers. Alguns meses depois, foi trocado justamente pro Cleveland na negociação que trouxe Kyrie Irving pra Boston.

    Cara, até hoje eu fico revoltado com essa situação. O cara se sacrificou pelo time e depois foi descartado. Claro que é business, mas dói mesmo assim.

    Os problemas no quadril praticamente acabaram com a carreira dele. Passou por nove times diferentes até sua última aparição na NBA, ironicamente pelo Phoenix, na temporada 2023-24. Uma trajetória que podia ter sido muito diferente.

    Uma segunda chance na organização

    Agora ele tá de volta, mas de um jeito completamente diferente. Vai trabalhar como olheiro, tanto do profissional quanto do universitário. Inclusive, já estava no NBA Combine em Chicago essa semana, ajudando nas entrevistas com os prospects e aprendendo todo o processo de avaliação do front office.

    Vocês acham que ele vai ser bom nisso? Na minha opinião, quem passou por tanta coisa na liga, quem conhece basquete de verdade e sabe o que é lutar contra as adversidades, tem tudo pra ser um scout excepcional. Ele sabe identificar talento, coração e determinação — coisas que você não vê só nos números.

    É bonito ver o Celtics reconhecendo o que ele fez pela franquia e dando essa oportunidade. Às vezes o basquete te dá uma segunda chance, e espero que essa seja especial pra ele.

  • Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Cara, o Golden State Warriors está perdendo dois dos principais assistentes técnicos do Steve Kerr de uma vez só. Terry Stotts e Jerry Stackhouse disseram tchau pra Bay Area, e sinceramente? Isso me preocupa um pouco.

    Os dois caras simplesmente não renovaram os contratos e estão atrás de oportunidades como técnicos principais. Olha, eu entendo — ficar de assistente eternamente não é pra qualquer um, ainda mais quando você tem experiência e conhecimento pra assumir um time.

    Stotts e Stackhouse: dupla que funcionava

    Esses dois chegaram ao Warriors antes da temporada 2024-25, depois que o Kenny Atkinson aceitou ser técnico principal do Cleveland Cavaliers. E cara, eles encaixaram bem no esquema do Kerr.

    O Terry Stotts trouxe mais de uma década de experiência como técnico principal e ajudou a estruturar melhor o ataque centrado no Steph Curry. Até teve uma situação hilária onde ele assumiu a coletiva depois que o Kerr foi expulso de jogo em janeiro, falando que estava “poupando uma grana pro Steve”.

    Já o Jerry Stackhouse era o cara da defesa. Ex-jogador da NBA e ex-técnico de Vanderbilt, ele tinha a responsabilidade de cobrar os jogadores — especialmente o Draymond Green. E olha, sabemos que cobrar o Draymond não é tarefa fácil (risos).

    Warriors em reconstrução… de novo

    Agora o time está procurando substitutos, mas cara — não é simples assim encontrar assistentes de qualidade. O Warriors já tinha perdido outro assistente durante a temporada, o Chris DeMarco, que virou técnico principal do New York Liberty na WNBA.

    E convenhamos, a temporada não foi das melhores: 37 vitórias e 45 derrotas, décimo colocado no Oeste e eliminação no play-in tournament. Será que essa saída dos assistentes tem a ver com o desempenho? Ou é só coincidência mesmo?

    Na minha visão, perder dois assistentes experientes de uma vez é complicado. O Kerr vai ter que reconstruir parte da comissão técnica justamente quando o time precisa se reencontrar. Vocês acham que isso pode afetar o desempenho na próxima temporada?

    Uma coisa é certa: tanto Stotts quanto Stackhouse saíram em bons termos. O próprio Terry falou que “foram dois anos gratificantes” e que só tem “bons desejos” pro Warriors. Isso é positivo — pelo menos não teve treta interna.

    Agora é torcer pra que o Kerr encontre assistentes à altura. Porque com Curry chegando nos 40 anos e a necessidade de aproveitar o que resta da janela de títulos, cada detalhe na comissão técnica faz diferença.

  • Doc Rivers deixou a coisa solta demais no Bucks, diz Myles Turner

    Doc Rivers deixou a coisa solta demais no Bucks, diz Myles Turner

    Cara, que bomba o Myles Turner soltou no podcast! O pivô revelou uma parada que explica MUITA coisa sobre a temporada catastrófica do Milwaukee Bucks: o Doc Rivers simplesmente não multava ninguém, mesmo com os caras chegando atrasado pra tudo.

    “Os caras chegavam atrasados o tempo todo”, disse Turner no “Game Recognize Game”. “Apareciam pra assistir filme quando queriam, faltavam em reuniões. Foi uma das coisas mais loucas que já vivi.”

    E olha, isso vindo de um cara que jogou 10 anos no Indiana Pacers não é pouca coisa. Turner disse que em qualquer outro time da carreira dele, atraso = multa na certa. Perdeu o voo? Paga. Chegou atrasado no tratamento? Paga. Faltou no filme? Paga também.

    Giannis era o campeão dos atrasos

    Agora vem a parte mais interessante: segundo Turner, o Giannis Antetokounmpo era quem mais chegava atrasado no time. Sim, o MVP, o cara que carrega o Bucks nas costas, aparentemente tinha uns problemas de pontualidade.

    Sinceramente, isso meio que explica o caos que foi a temporada do Bucks. 32 vitórias, fora dos playoffs pela primeira vez em 10 anos, briga entre Giannis e a organização sobre suas lesões… Foi um desastre completo.

    E vocês acham que isso é falta de liderança do Doc Rivers ou simplesmente ele tentou ser “amigão” demais com os jogadores? Na minha visão, tem hora que precisa apertar mesmo.

    Taylor Jenkins vai ter que meter ordem na casa

    Agora quem assume é o Taylor Jenkins, que foi demitido do Memphis Grizzlies no final da temporada passada. O cara vai ter que chegar metendo a rédea, porque pelo jeito o vestiário do Bucks virou terra de ninguém.

    Turner deixou bem claro que espera uma mudança: “Vamos ver o que o Taylor Jenkins faz como nosso novo técnico”. Traduzindo: esperamos que ele bote ordem nessa bagunça.

    O mais louco é que Doc Rivers vai ser introduzido no Hall of Fame em agosto. Cara com uma carreira brilhante – campeão em 2008 com os Celtics, técnico da era “Lob City” dos Clippers – mas parece que perdeu totalmente o controle em Milwaukee.

    A real é que quando você tem um astro do nível do Giannis chegando atrasado e não rola consequência nenhuma, o resto do time obviamente vai relaxar também. É psicologia básica de vestiário, pessoal.

  • Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Cara, imagina a cena: Steve Kerr, técnico dos Warriors há uma década, chega em casa um dia antes do play-in contra os Clippers e fala pro espelho: “Acho que acabou”. O homem estava 95% certo de que ia pendurar as chuteiras. Noventa e cinco por cento! Só faltava assinar a carta de demissão.

    Mas aí, né? O basquete tem dessas coisas. No dia seguinte, os Warriors fizeram um jogaço contra os Clippers — vitória por 126 a 121 numa partida de matar o coração. E Kerr, que tava praticamente com um pé na aposentadoria, mudou de ideia na hora.

    A virada de chave que mudou tudo

    A história é linda, cara. O jornalista da ESPN Wright Thompson estava lá quando aconteceu. No vestiário, depois da vitória, um assistente chegou com as estatísticas e falou que os Warriors só tinham liderado o jogo por quatro minutos e seis segundos. Todo mundo riu, tentando aproveitar o momento. Foi aí que Kerr se virou pro Thompson e sussurrou: “Eu não vou sair”.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Imagina você estar pronto pra largar tudo e de repente seu time faz uma dessas apresentações emocionantes. É viciante mesmo, como ele falou depois. O problema é que os Warriors acabaram perdendo pro Phoenix Suns na sequência e ficaram fora dos playoffs — pelo segundo ano em três temporadas.

    A sombra do Popovich

    O que mais me marcou nessa história toda foi o que Kerr falou sobre Gregg Popovich, seu mentor. Pop sofreu um derrame no ano passado e teve que se aposentar dos Spurs. Kerr viu de perto como é difícil largar esse vício do basquete — o próprio Popovich já tinha “decidido” se aposentar antes, ligou pro Kerr se despedindo, e uma semana depois… assinou extensão de contrato!

    “Eu percebi que ele não conseguia sair”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia simplesmente largar.”

    E agora? Kerr assinou por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA. Mas ele mesmo admite a paranoia: como saber a hora certa de parar? “Você não quer sair cedo demais, mas também não quer sair tarde demais”, falou.

    Olha, na minha opinião, Kerr ainda tem combustível. O cara ganhou quatro títulos com os Warriors, conhece o Curry como ninguém, e agora que o time está meio que se reestruturando (com rumores de que o Draymond pode sair), pode ser que ele tenha mais uns anos de fogo no olho. E vocês, acham que ele vai conseguir se aposentar quando quiser, ou vai ser igual ao Pop e precisar que empurrem ele porta afora?

  • Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Olha só que situação curiosa rolou depois do jogo 5 entre Cavaliers e Pistons. O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, ficou putaço com uma jogada no final do jogo — achava que o Jarrett Allen tinha cometido falta no Ausar Thompson numa disputa de bola perdida. Se fosse marcada, seriam dois lances livres pro Pistons empatar o jogo. Tenso demais.

    “[Allen] fez falta no Ausar [Thompson]”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Está claro. Ele tropeça nele quando está indo pegar a bola perdida. Situação de final de jogo, isso é difícil.”

    Mas aí que vem o plot twist.

    Liga bate o martelo: não foi falta

    O Tony Brothers, que estava apitando a partida, já tinha defendido a decisão logo depois do jogo. Disse que foi apenas “contato incidental” entre os dois jogadores disputando a bola, sem ninguém ter posse dela.

    E agora veio o relatório oficial dos últimos dois minutos da NBA — aquele documento que a liga solta pra confirmar se os árbitros acertaram ou erraram nas jogadas polêmicas do finalzinho.

    Resultado? Os caras acertaram em cheio.

    Segundo o relatório: “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente disputam o mesmo espaço enquanto perseguem a bola perdida [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perdem o equilíbrio devido ao contato mínimo.”

    Outras jogadas também estavam certas

    Teve uma outra jogada polêmica na prorrogação — falta marcada no Paul Reed contra o James Harden com 24 segundos restantes. O pessoal do Pistons reclamou que o Harden tinha saído de quadra antes da falta, mas o relatório confirmou que não. Harden ainda estava “dentro de quadra com posse da bola antes do contato ilegal do Reed.”

    No fim das contas, a NBA confirmou que TUDO foi apitado corretamente no final do jogo 5. Zero erros de arbitragem nos momentos cruciais. Isso é raro, gente!

    Sinceramente, acho que essa confirmação da liga tira um peso das costas dos Cavs. Nada pior que ganhar um jogo decisivo e todo mundo ficar questionando se foi “roubo” ou não. Agora eles podem focar 100% no jogo 6.

    E vocês, acham que os Cavaliers conseguem fechar a série na sexta-feira e garantir vaga na final da Conferência Leste? Seria um baita feito eliminar esse Pistons que tá dando muito trabalho!

  • 76ers demitem Daryl Morey e procuram GM que trabalhe em equipe

    76ers demitem Daryl Morey e procuram GM que trabalhe em equipe

    Cara, a bomba explodiu na Filadélfia! Os 76ers mandaram embora Daryl Morey depois de seis temporadas, e agora Bob Myers — sim, o cara que comandou os Warriors nos títulos — está caçando um novo GM que saiba trabalhar em equipe. E olha, eu entendo perfeitamente a decisão.

    Morey até que tinha um cartel positivo (270-212 na temporada regular), mas ficou emperrado no segundo round dos playoffs. CINCO vezes nos playoffs em seis anos, e nunca passou da segunda fase. Isso frustra qualquer um, né? E pra piorar, tomaram uma varredura dos Knicks nessa temporada. Aí é osso.

    A troca polêmica do Jared McCain

    A gota d’água mesmo foi aquela troca maluca do Jared McCain pro Oklahoma City em fevereiro. O moleque tá voando por lá, e o pessoal da Filadélfia não perdoa. Sinceramente, eu também achei meio sem noção na época — você não troca um talento jovem assim sem ter certeza absoluta do que tá fazendo.

    Josh Harris, o dono, tentou defender dizendo que “fazia parte de um plano maior”, mas convenhamos… quando o cara que você trocou tá arrebentando no outro time e você foi varrido nos playoffs, fica difícil vender essa história, né não?

    Myers quer harmonia no front office

    Agora o Bob Myers falou uma coisa que faz muito sentido: “Você precisa de pessoas boas que estão em harmonia”. E cara, isso é fundamental mesmo. Quantas vezes a gente não vê times com talento sendo destruídos por ego e falta de comunicação?

    Myers deixou claro que quer alguém colaborativo, que saiba ouvir e tomar decisões em conjunto. Nada desse negócio de ditador do front office. “Ninguém joga pra chegar nos playoffs”, disse ele. E tá certo — com Embiid e Paul George no elenco, o objetivo tem que ser o anel mesmo.

    O problema é que o Embiid vive machucado (quando não é?) e o Paul George pegou 25 jogos de suspensão por drogas nessa temporada. Aí complica tudo. Como você constrói consistência com essas instabilidades?

    Janela de oportunidade se fechando

    A real é que o tempo tá passando. Embiid já tem 32 anos e uma história de lesões que preocupa. Paul George não rejuvenesce. Maxey e VJ Edgecombe são promessas, mas ainda não estão no nível de carregar um time sozinhos.

    Myers falou uma verdade dura: “É preciso um grande nível de desconforto para ganhar um campeonato”. Traduzindo: tem que meter a cara, gastar pesado, arriscar. E pelo menos o Harris garantiu que pode estourar o luxury tax — o que é fundamental nos dias de hoje.

    Vocês acham que os Sixers conseguem encontrar o GM ideal antes do Draft de junho? Eu torço pra que sim, porque desperdiçar o prime do Embiid seria uma tragédia. E aquela cena dos torcedores dos Knicks tomando conta do Wells Fargo Center… cara, isso não pode se repetir nunca mais.

  • NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    Cara, que confusão essa nos playoffs! A NBA divulgou ontem o relatório oficial dos últimos dois minutos do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, e confirmou que a arbitragem estava certa em não marcar falta no lance mais polêmico da partida. Detroit estava pistola achando que Ausar Thompson levou uma rasteira, mas a liga disse que foi lance limpo.

    Vamos aos fatos: faltando segundos para o fim do tempo regulamentar, Thompson conseguiu um toco monstuoso no Donovan Mitchell para manter o jogo empatado. Só que na sequência, quando foi buscar a bola, o cara foi ao chão depois de se enroscar com Jarrett Allen. Os Pistons gritaram falta, torcida ficou louca, mas os árbitros mandaram seguir.

    O que a NBA falou sobre o lance

    No famoso Last Two Minute Report — aquele documento que a liga solta para revisar os lances finais dos jogos apertados — os oficiais foram claros: “Allen (CLE) e Thompson (DET) disputaram a mesma posição legalmente enquanto corriam atrás da bola solta, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal.”

    Olha, eu assisti o replay umas cinco vezes e sinceramente? É lance difícil mesmo. Parece que os dois foram na bola ao mesmo tempo e acabou dando esse emaranhado de pernas. Mas vocês sabem como é — no calor do momento, especialmente com playoffs em jogo, qualquer contato vira polêmica.

    A revolta de JB Bickerstaff

    O técnico dos Pistons, JB Bickerstaff, não engoliu nem um pouco. “É claro. Ele derruba ele quando está indo buscar a bola solta”, disse o cara, visivelmente irritado. “Situação de final de jogo, isso é pesado.”

    E tem um detalhe importante: Detroit estava no bônus na hora. Se a falta fosse marcada, Thompson teria dois lances livres para decidir o jogo ali mesmo. Em vez disso, foi pra prorrogação, onde Mitchell — que já tinha feito um jogaço — meteu mais 7 pontos dos 21 totais dele.

    Não é a primeira vez que Bickerstaff reclama da arbitragem nesta série. No Jogo 4, ele ficou possesso com a disparidade de lances livres: Mitchell sozinho bateu mais tiros livres (13 de 16) do que o time inteiro de Detroit tentou (9 de 12). “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, mandou o técnico.

    Agora é Cleveland com 3-2 na série e jogando em casa no Jogo 6 na sexta. Se não fecharem, aí sim vai ser emocionante — Jogo 7 em Detroit no domingo. E aí, vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou vamos ter aquele drama todo de decisão fora?

  • Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr simplesmente assumiu o que todo mundo já sabia mas ninguém queria falar: a dinastia dos Warriors morreu. E olha, admiro a honestidade do cara.

    Em entrevista pra ESPN, o técnico foi cirúrgico: “O que tínhamos se foi, mas estamos tentando se agarrar nisso. Não sei se alguém realmente sabe se ainda existe.” Caramba, que declaração.

    A realidade bateu na porta

    Curry e Draymond Green ainda estão lá, mas vamos ser sinceros — são versões mais velhas, mais lentas e que se machucam mais fácil. Curry continua sendo um monstro, óbvio, mas até mesmo o maior jogador da história da franquia não consegue parar o tempo.

    Kerr renovou por mais duas temporadas, e sinceramente? Eu acho que ele sabe que vai ser pra acompanhar o fim dessa era. É meio que aquela situação onde você não consegue abandonar o barco, sabe? Ele mesmo admitiu que “não consegue ir embora”.

    A temporada acabou com derrota no play-in — que tristeza pra um time que já foi o terror da liga. Kerr chamou de “dinastia em declínio”, mas insiste que há “beleza na luta” de “tentar lutar até o último suspiro”.

    Marketing não gostou nada

    Uma coisa que me fez rir foi saber que o departamento de marketing pediu pro Kerr parar de falar sobre “morte” da dinastia enquanto eles tentavam vender temporadas. Imagina você tentando convencer o torcedor a renovar e o técnico falando que tudo acabou? (risos)

    Mas olha, eu prefiro essa honestidade brutal do que ficar vendendo ilusão. Kerr tá sendo real — eles não conseguem mais competir com os melhores do Oeste por uma série inteira de playoffs.

    O último suspiro de uma era

    Não é bem “The Last Dance” como foi com o Bulls de 98, mas tem um quê nostálgico nisso tudo. Kerr estava naquele time também, ironicamente. A diferença é que os Bulls tinham um objetivo claro de ganhar mais um título. Os Warriors de hoje? Estão só tentando permanecer competitivos.

    Joe Lacob e Mike Dunleavy ainda acreditam que com Curry podem bater qualquer um — talvez não por quatro séries seguidas, mas numa noite especial, quem sabe? Lembram da vitória contra o Clippers no play-in? Foram momentos assim que mantêm a esperança viva.

    Vocês acham que Curry ainda tem uma última campanha épica no tanque? Ou é melhor aceitar que essa fase dourada realmente acabou? Eu fico dividido entre a nostalgia e o realismo.

    Uma coisa é certa: Kerr decidiu ficar até o fim, mesmo sabendo que vai ser “bagunçado”. Respeito isso. Às vezes é melhor ir junto com o navio do que pular fora na primeira dificuldade.