Tag: alemão NBA

  • OG Anunoby deve voltar pro Jogo 1 — e isso muda tudo pros Knicks

    OG Anunoby deve voltar pro Jogo 1 — e isso muda tudo pros Knicks

    Galera, parece que o OG Anunoby vai estar de volta justamente quando o Knicks mais precisa dele. E olha, não podia ter timing melhor — as finais do Leste começam na terça que vem e o cara deve estar no quinteto titular.

    Não vou mentir, quando ele se machucou no Jogo 3 contra o Philadelphia eu fiquei preocupado. Problema no posterior da coxa é sempre complicado, ainda mais em playoffs. Mas pelo que tô vendo das informações que chegaram, tanto o Ian Begley quanto o Shams Charania estão batendo na mesma tecla: o monstro volta.

    A importância do OG que vocês nem imaginam

    Cara, vamos falar sério aqui. Todo mundo fica babando no Jalen Brunson (e com razão) e no Karl-Anthony Towns, mas o Anunoby tem sido FUNDAMENTAL nessa campanha dos Knicks. Os números não mentem: 21.4 pontos por jogo, convertendo um absurdo de 53.8% dos arremessos de 3 pontos. Cinquenta e três vírgula oito! Isso é coisa de videogame.

    E não para por aí — 7.5 assistências por partida também. O cara tá jogando o melhor basquete da vida dele justamente quando importa. Defensivamente então, nem se fala. É o tipo de jogador que marca o melhor adversário e ainda produz muito no ataque.

    Sinceramente? Sem ele, os Knicks ficam bem mais limitados tanto na defesa quanto no ataque. Com ele de volta, a coisa muda de figura completamente.

    O que vem pela frente

    Agora a parada fica interessante. Os Knicks vão enfrentar quem sair vencedor da série entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers. Se for Detroit, o OG provavelmente vai ficar grudado no Cade Cunningham — e convenhamos, é exatamente o tipo de marcação que pode incomodar (e muito) o armador dos Pistons.

    Se vier Cleveland, aí a coisa fica ainda mais complexa. Ele vai ter que alternar entre marcar o Donovan Mitchell e ajudar no James Harden. Dois caras que sabem criar jogada do nada, então ter um defensor de elite como o Anunoby faz toda diferença do mundo.

    O técnico Tom Thibodeau ainda está sendo cauteloso nas declarações — aquela conversa de ‘vamos ver dia a dia’ — mas pelos relatos, o jogador já estava arremessando no treino. Para mim, isso é sinal verde.

    E aí, vocês acham que com o OG de volta os Knicks conseguem chegar às finais da NBA? Porque eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Jason Collins morreu aos 47 — o cara que mudou tudo na NBA

    Jason Collins morreu aos 47 — o cara que mudou tudo na NBA

    Cara, ainda não acredito que o Jason Collins se foi. O primeiro jogador abertamente gay da NBA morreu na semana passada aos 47 anos, depois de oito meses lutando contra um câncer no cérebro. E não vou mentir — isso mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.

    Vocês lembram de 2013? O Jason simplesmente mandou um texto na Sports Illustrated contando pro mundo inteiro que era gay. Assim, do nada. Foi o primeiro atleta ativo dos grandes esportes americanos a fazer isso. Imaginem a coragem que o cara teve.

    O impacto que ninguém imaginava

    O John Amaechi (ex-NBA que tinha se assumido antes, mas já aposentado) contou uma história que me arrepiou. Ele estava dando uma palestra — talvez em Chicago, não lembra direito — quando um cara da plateia veio falar com ele. O jovem disse que se identificou demais com a história do Collins.

    “Não era só identificação. Era como se estivesse alimentando a alma dele”, disse o Amaechi. “Dava pra ver o cara literalmente crescendo enquanto falava sobre o que tinha ouvido.”

    Olha, eu não conseguia imaginar na época, mas o Collins realmente abriu as portas. Depois dele, vieram outros: o Carl Nassib na NFL, o Collin Martin no futebol, o Luke Prokop no hockey. Todos eles admitem que pisaram no terreno que o Jason preparou.

    Mais que um pioneiro — um irmão mais velho

    O que mais me impressiona é como o Collins virou uma espécie de irmão mais velho pra galera LGBTQ+ no esporte. O R.K. Russell (ex-NFL que se assumiu bissexual em 2019) mandou a real: “Todo jogador que se assume depois dele, profissionalmente ou na vida pessoal, está nos ombros do Jason Collins”.

    O cara jogou 13 temporadas na NBA, passou por seis times diferentes. Não era um superstar — vamos ser honestos — mas era respeitado. E talvez isso tenha sido até melhor. Mostrou que não importa se você é o LeBron ou o décimo segundo do banco: você pode ser quem é.

    O Amaechi falou uma coisa que me marcou: “A presença dele, o tom, a dignidade, o calor humano, o humor — tudo isso mudou a mente dos jogadores também. E não só dos que jogaram com ele.” É isso aí. O Jason não só se assumiu; ele fez isso com uma classe absurda.

    Sinceramente, acho que a gente não dimensiona direito o que esse homem fez. Em 2013, ainda rolava muito preconceito no vestiário da NBA. O cara botou a cara a tapa e disse: “Eu sou assim, e daí?” Mudou o jogo pra sempre.

    Descanse em paz, Jason Collins. Obrigado por ter aberto esse caminho.

  • Terry Rozier: NBA tenta não pagar R$ 140 mi pro cara que vazava info

    Terry Rozier: NBA tenta não pagar R$ 140 mi pro cara que vazava info

    Olha, eu sempre soube que apostas esportivas iam dar uma dor de cabeça gigante na NBA. E agora temos o caso do Terry Rozier — que tá virando uma novela mexicana de tão bizarro.

    O armador, que jogava pelo Miami Heat até ser cortado mês passado, tá enfrentando a liga em arbitragem pela segunda vez por causa do salário de US$ 26,6 milhões (uns R$ 140 milhões na cotação atual). A NBA simplesmente congelou a grana dele depois que foi acusado federalmente de esquema de apostas.

    O que rolou com o Rozier

    A história é surreal: os promotores dizem que ele avisava um amigo quando ia sair de jogo mais cedo, e esse “amigo” vendia a informação pra apostadores que faziam apostas nas estatísticas individuais do próprio Terry. Tipo, imagina a cara de pau — o cara literalmente controlando quando ia parar de jogar pra galera ganhar dinheiro apostando contra ele.

    Aconteceu isso numa partida de março de 2023. O Rozier alegadamente saiu antes do esperado, e quem tinha a informação privilegiada faturou nas apostas de props (aquelas apostas em estatísticas individuais, tipo quantos pontos o jogador vai fazer).

    A NBA colocou ele em licença administrativa em outubro e congelou o salário. Primeira arbitragem? Rozier ganhou — o árbitro disse que ele tinha direito ao dinheiro mesmo com as acusações. Mas a liga não engoliu e apelou, argumentando que as condições da fiança impediam ele de jogar mesmo.

    A situação tá feia

    Sinceramente, esse caso mostra como a NBA ainda tá perdida com essa onda de apostas que ela mesma abraçou. A promotora Kaitlin Farrell foi direto ao ponto numa audiência em abril: “Desenvolvemos evidências de que o Sr. Rozier solicitou e aceitou suborno”.

    Terry se declarou inocente, mas a coisa tá preta. Um dos seis envolvidos no esquema, o ex-jogador Damon Jones, já se declarou culpado. E tem mais bomba vindo: uma nova acusação formal deve sair este mês.

    O mais absurdo? Rozier não jogou nem um minuto nesta temporada depois da prisão em 23 de outubro. O Heat simplesmente cortou ele mês passado — imagino que não queriam mais essa dor de cabeça no vestiário.

    E não é só a NBA que tá pegando fogo com isso. A MLB tá no mesmo barco com os arremessadores Emmanuel Clase e Luis Ortiz, acusados de manipular arremessos pra beneficiar apostadores. Pelo menos lá os dois ficaram em licença sem pagamento até o julgamento em novembro.

    Vocês acham que a NBA vai conseguir não pagar o Rozier? Porque, cara, US$ 26,6 milhões não é brincadeira. Mas também, se ele realmente fez o que tão acusando, é sacanagem demais receber essa grana toda.

  • Giddey faz cirurgia no tornozelo mas deve estar 100% para a pré-temporada

    Giddey faz cirurgia no tornozelo mas deve estar 100% para a pré-temporada

    Josh Giddey passou pela faca ontem e, olha, eu já estava esperando por isso há um tempinho. O cara vinha arrastando essa lesão no tornozelo desde as Olimpíadas de Paris e claramente não estava 100%.

    A cirurgia foi no tornozelo direito e os Bulls estimam que ele volte em cerca de três meses — o que bate certinho com o início da pré-temporada. Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Melhor resolver isso de uma vez do que ficar empurrando com a barriga a temporada toda.

    A temporada complicada do australiano

    Cara, o Giddey teve uma temporada meio turbulenta. Primeiro se machucou nas Olimpíadas (que azar, né?), depois ficou duas semanas fora em dezembro por causa de uma lesão no posterior da coxa esquerda. O moleque não teve paz.

    Mas mesmo assim, olha os números que ele fez: 17 pontos, 9.1 assistências e 8.3 rebotes por jogo. Com 44.8% de aproveitamento nos arremessos. Pra um cara que estava claramente incomodado, esses números são bem sólidos. Imagina quando ele estiver 100%?

    E aí, vocês acham que ele consegue melhorar ainda mais esses números na próxima temporada?

    Bulls em reconstrução total

    O timing dessa cirurgia até que faz sentido, porque os Bulls estão numa bagunça organizacional total. Demitiram o GM Arturas Karnisovas e o Marc Eversley em abril, e logo depois o técnico Billy Donovan também vazou.

    Ou seja, o Giddey vai voltar pra um time completamente diferente. Nova direção, novo técnico, nova filosofia. Pode ser uma oportunidade incrível pra ele se estabelecer como uma das principais peças do projeto.

    O cara está no segundo ano de um contrato de 4 anos e 100 milhões de dólares que assinou no verão passado. Com essa grana toda, a expectativa é que ele seja uma peça central mesmo. E pelos números que vem apresentando, parece que vai valer cada centavo.

    Agora é torcer pra recuperação ser tranquila e ele voltar ainda mais forte. Três meses passa voando, e logo logo vamos ver o australiano mandando assistências absurdas pelos Bulls novamente.

  • Nova loteria da NBA vai bagunçar o mercado de trades

    Nova loteria da NBA vai bagunçar o mercado de trades

    Cara, a NBA tá prestes a virar o jogo de cabeça para baixo. E não, não estou falando de mais uma polêmica de arbitragem — estou falando da nova reforma da loteria que promete mexer com TUDO no mercado de trocas.

    O novo formato “3-2-1” deve ser aprovado no dia 28 de maio, e olha… vai ser interessante ver o caos que isso vai gerar. A partir da próxima temporada, times que ficarem entre a 4ª e 10ª posições vão ter exatamente as mesmas chances (8,1%) de pegar a primeira escolha geral. Isso mesmo — não importa se você foi o pior dos ruins ou só decepcionou no final.

    Por que isso muda tudo?

    Simples: agora 16 times vão participar da loteria. Mais da metade da liga! Sabe o que isso significa? Que qualquer franquia que não chegue nos playoffs pode sair com um rookie sensacional. E quando mais gente pode ganhar na loteria, menos gente quer apostar suas fichas.

    Eu sempre achei meio absurdo como alguns times mandavam picks de primeira rodada embora como se fosse troco de pão. Agora a conversa vai ser outra. Os GMs estão segurando esses picks com unhas e dentes, e sinceramente? Faz todo sentido.

    O caso Giannis que vai definir tudo

    E olha só que timing perfeito: o futuro do Giannis Antetokounmpo em Milwaukee tá chegando numa encruzilhada bem na época dessa mudança. Imagina só — times querendo montar ofertas pelo Greek Freak vão ter que pensar duas vezes antes de mandar three picks de primeira rodada pro Bucks.

    O Indiana Pacers que o diga. Eles perderam um pick protegido top-4 pros Clippers no domingo passado (por causa da trade do Zubac lá em fevereiro), depois de caírem na quinta posição. Mano, que azar. Mas é exatamente esse tipo de situação que tá fazendo todo mundo repensar a estratégia.

    A nova realidade do mercado

    A verdade é que essa reforma vai beneficiar times que tradicionalmente nunca tankariam de verdade. Sabe aqueles times que sempre ficam no limbo entre playoffs e loteria? Pois é, agora eles têm chances reais de pescar um franchise player.

    E aí, vocês acham que isso vai ser bom ou ruim pro espetáculo? Eu, pessoalmente, acho que vai diminuir aquelas mega-trades malucas que a gente ama ver. Por outro lado, pode forçar os times a serem mais criativos nas negociações.

    Uma coisa é certa: os próximos anos vão ser bem diferentes. E quem sabe até mais equilibrados?

  • Reid surpreende: ‘Tô feliz que Wemby não foi suspenso’

    Reid surpreende: ‘Tô feliz que Wemby não foi suspenso’

    Cara, essa é pra ninguém botar defeito. O Naz Reid do Minnesota acabou de dar uma das respostas mais madura que eu já vi em playoff da NBA — e olha que não esperava isso depois da cotovelada que ele tomou do Wembanyama no Jogo 4.

    Pra quem não viu o lance, o franzosão deu uma cotovelada no pescoço do Reid que rendeu falta flagrante 2 e expulsão na hora. A galera já tava imaginando suspensão certa pro Jogo 5, mas a liga decidiu que não ia ter punição extra. E aí que vem o plot twist.

    “Só quero jogar bola”

    Em vez de reclamar ou ficar choramingando, o Reid mandou essa pérola: “Tô feliz. Só quero poder jogar contra um time completo e saudável. Quero competir contra eles com força máxima e fazer as coisas funcionarem a nosso favor. Não me importo muito não, só quero jogar bola. Tenho certeza que ele também só quer jogar bola.”

    Sinceramente? Chapéu pra esse cara. É muito fácil ficar chorando quando você leva uma cotovelada do cara de 2,21m, mas o Reid mostrou que entende o que significa competição de verdade. Quer ganhar do melhor time possível dos Spurs, não de uma versão meia-boca sem a estrela deles.

    Wemby é diferenciado mesmo machucando

    E convenhamos, o menino francês é um monstro mesmo. Acabou de ser eleito Defensive Player of the Year por unanimidade — coisa que nem o Duncan conseguiu. Na temporada regular foram 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo. Absurdo.

    No Jogo 3 ele simplesmente destruiu Minneapolis: 39 pontos, 15 rebotes e 5 blocks numa vitória crucial fora de casa. Mesmo com aquele Jogo 1 meio travado e a expulsão precoce no 4, o cara tá sendo decisivo nessa série.

    Agora vem aí o Jogo 5 em San Antonio com tudo empatado 2-2. Wemby descansado, Reid com sede de revanche, e uma atmosfera que promete ser de guerra. O que vocês acham — o Timberwolves consegue segurar a pressão lá no Alamo? Porque depois daquelas declarações do Reid, tenho certeza que essa série vai até o fim.

  • NBA perde dois ídolos no mesmo dia: Brandon Clarke e Jason Collins

    NBA perde dois ídolos no mesmo dia: Brandon Clarke e Jason Collins

    Cara, que dia triste pra família NBA. Perdemos dois caras importantes de uma vez só — Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, e Jason Collins, veterano que passou por um monte de times. A liga fez questão de homenagear os dois antes do Jogo 5 entre Spurs e Timberwolves com um minuto de silêncio.

    Brandon Clarke: muito novo pra ir embora

    Clarke tinha só 29 anos, mano. Muito novo. O cara era a 21ª escolha do Draft de 2019, saiu de Gonzaga direto pro Memphis e nunca saiu de lá. Sete temporadas defendendo a mesma camisa — isso é raro hoje em dia na NBA.

    O mais triste? Ele vinha batalhando contra lesões nos últimos anos. Esta temporada conseguiu jogar apenas dois jogos. Dois. E agora não vai poder mostrar mais aquele seu estilo único de jogo.

    Os números dele podem não impressionar quem só olha por cima — 10.2 pontos e 5.5 rebotes de média na carreira. Mas quem acompanhava os Grizzlies sabia da importância dele. 60.5% de aproveitamento nos arremessos de quadra é coisa de monstro. Era daqueles caras que você podia contar sempre.

    Jason Collins: pioneiro e guerreiro

    Collins é uma história completamente diferente. O cara jogou 13 temporadas na NBA — passou por Nets, Grizzlies, Timberwolves, Hawks, Celtics e Wizards. Imagina quantas histórias esse homem não tem pra contar.

    Ele tava lutando contra um câncer no cérebro. Sinceramente, é de partir o coração. Collins foi mais que um jogador — foi um pioneiro em várias questões importantes da liga.

    Nas estatísticas, ele tinha 3.6 pontos e 3.7 rebotes de média. Mas vocês sabem como é: nem sempre os números contam a história toda. Collins era daqueles que faziam o trabalho sujo, que seguravam os caras grandes no garrafão quando precisava.

    Ver a NBA parar pra homenagear esses dois no meio dos playoffs mostra o respeito que a liga tem pelos seus. Não importa se você é estrela ou coadjuvante — uma vez família NBA, sempre família NBA.

    Descansem em paz, guerreiros. O basquete fica mais pobre sem vocês.

  • Jason Collins nos deixou — um gigante dentro e fora de quadra

    Jason Collins nos deixou — um gigante dentro e fora de quadra

    Cara, que notícia triste pra começar o dia. Jason Collins nos deixou, e eu tô aqui tentando processar isso. O Brooklyn Nets soltou uma nota emocionante sobre a morte do ex-jogador, e sinceramente, bateu forte.

    Collins passou oito temporadas vestindo a camisa dos Nets — tanto em New Jersey quanto em Brooklyn — e cara, que legado ele deixou. Não é todo mundo que pode dizer que ajudou um time a chegar em duas finais consecutivas da Conferência Leste, né? Foi isso que ele fez em 2002 e 2003, sendo peça fundamental daqueles times históricos.

    Mais que um jogador de basquete

    O comunicado dos Nets fala tudo sobre quem era o Jason: “constante no vestiário, altruísta, durão e profundamente respeitado”. Quem conviveu com ele todo dia sabia que não era só um competidor — era uma pessoa genuinamente boa, que unia todo mundo ao redor.

    E olha, tem uma coisa que não dá pra ignorar: a coragem desse cara mudou o jogo pra sempre. Em 2013, ele se assumiu publicamente como gay, e no ano seguinte voltou pros Nets (já em Brooklyn) com um contrato de 10 dias. Quando entrou em quadra contra os Lakers, jogou 11 minutinhos que valeram uma vida inteira — se tornou o primeiro atleta abertamente gay a jogar nas quatro grandes ligas esportivas da América do Norte.

    Uma carreira que marcou época

    Jason foi draftado pelos Nets em 2001 como 18ª escolha geral, e rapidamente virou peça-chave da franquia. Treze temporadas na NBA, a maior parte delas defendendo New Jersey. Saiu em 2008 quando foi trocado pro Memphis, mas o destino fez ele voltar em 2014 pra escrever mais um capítulo histórico.

    Eu lembro daqueles times dos Nets no começo dos anos 2000 — com Jason Kidd armando, Kenyon Martin voando no garrafão, e o Collins segurando a área. Duas finais seguidas não é brincadeira, e ele foi fundamental nessa conquista.

    Vocês acham que a gente dá o devido valor pra jogadores como o Collins? Caras que não eram superestrelas, mas que faziam o trabalho sujo e eram a cola do time? O comunicado dos Nets deixa claro: “Jason sempre será parte da família Nets, e sentiremos muito sua falta.”

    Uma perda gigantesca pro basquete e pra vida. Descanse em paz, guerreiro.

  • Edwards comemora folga e gera revolta: ‘Vai ter verão inteiro’

    Edwards comemora folga e gera revolta: ‘Vai ter verão inteiro’

    Olha, eu não sei se fico mais impressionado com a sinceridade do Anthony Edwards ou com a cara de pau mesmo. Depois de levar uma surra histórica dos Spurs por 126-97 no jogo 5, o cara comemorou os dois dias de descanso como se tivesse ganhado na loteria.

    “Tô muito feliz. Tô pronto para esses dois dias. Quer dizer, não vai ser exatamente um descanso, mas vão ser dois dias. Tô animado com isso”, disse Ant na entrevista pós-jogo.

    Mano, o Timberwolves tá com a corda no pescoço. Um jogo para não ser eliminado pelos Spurs, que estão voando rumo às finais de conferência pela primeira vez desde 2017. E o cara ali, todo sorridente falando de folga?

    A reação dos fãs foi devastadora

    A torcida não perdoou. “Você vai ter muitos dias livres depois de sexta, amigão”, escreveu um torcedor no Twitter. Outro foi mais direto: “Ele vai ter o verão inteiro depois de sexta”.

    Sinceramente? Eu entendo a necessidade do descanso. Edwards voltou de uma lesão no joelho e tem jogado 40 minutos nos últimos três jogos — isso é pancada demais. Mas comemorando desse jeito após uma derrota humilhante? Complicado.

    “Ant realmente soava como um cara implorando por sono. Esses últimos 3 jogos deixaram ele carregando um cardio nível playoff”, comentou outro fã, tentando ser mais compreensivo.

    Performance abaixo do esperado quando mais precisa

    E vamos combinar uma coisa: 20 pontos, 2 rebotes, 2 assistências e 4 turnovers não é exatamente o que você espera do seu astro em um jogo decisivo. Edwards tem tido performances medianas nesta série, e isso não vai dar conta contra esse time dos Spurs que tá jogando um basquete lindo.

    O cara que deveria estar carregando Minnesota nas costas parece mais aliviado com a folga do que determinado a salvar a temporada. Vocês acham que essa mentalidade vai dar certo no jogo 6?

    Look, talvez seja psicologia reversa. Talvez Edwards esteja guardando energia para explodir em casa na sexta. Mas entre nós, essa declaração não passou a melhor imagem possível para alguém que deveria estar sedento de vingança.

    O Target Center vai estar pegando fogo na sexta. Agora é torcer para que o Anthony Edwards apareça com a mesma energia que demonstrou para comemorar dois dias de descanso.

  • Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Olha, eu não aguento mais ver o Lakers tomando decisões questionáveis por falta de estrutura no front office. Mas parece que a coisa vai mudar — e pode ser que seja pra melhor dessa vez.

    Rob Pelinka anunciou que o time vai contratar dois gerentes gerais assistentes. Dois! E olha só que inteligente a divisão: um vai cuidar da parte de scouts, draft e desenvolvimento de jogadores. O outro vai focar em salary cap, analytics e dados.

    Finalmente entenderam que precisam de ajuda

    Sinceramente? Era sobre hora. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que o Lakers tava meio perdido nas últimas temporadas. Claro que o Pelinka não vai admitir que tinha buraco na estrutura — ele disse que “não é que tivemos falhas, só queremos adicionar mais gente”. Tá bom, Rob.

    Mas a real é que essa mudança faz todo sentido. Com Mark Walter agora como dono majoritário (o mesmo cara que transformou os Dodgers), era questão de tempo até ele investir pesado no front office. E pelo jeito, não tão economizando — já contrataram o Lon Rosen como presidente de operações comerciais também.

    O que isso muda na prática?

    Cara, muda TUDO. Imagina ter dois especialistas cuidando de áreas super específicas? Um maluco só pra entender de salary cap e analytics, outro só pra avaliar jogador e draft. O Pelinka não vai mais precisar dar conta de absolutamente tudo sozinho.

    E vocês sabem como o Lakers sofre no draft, né? Talvez agora eles parem de pegar uns projetos estranhos e comecem a acertar mais nas escolhas. Pelo menos é o que a gente torce.

    O mais interessante é que eles já começaram as entrevistas mas ainda não contrataram ninguém. Pelinka também revelou que já fizeram várias outras contratações que o público nem fica sabendo — pessoal de analytics, scouts médicos, essas paradas mais técnicas.

    Mudança real ou só discurso?

    Olha, eu tô otimista mas com o pé no chão. O Lakers sempre foi bom em fazer barulho e prometer mudanças. Agora é ver se realmente vão contratar gente competente ou se vai ser mais do mesmo.

    O que vocês acham? Será que dessa vez eles acertam a mão? Ou vão contratar uns caras aleatórios só pra falar que mudaram alguma coisa?

    Uma coisa é certa: com LeBron provavelmente se aposentando em breve e AD entrando na reta final da carreira, não dá mais pra brincar de front office amador. É agora ou nunca.