Tag: alemão NBA

  • Isaiah Thomas volta ao Celtics como olheiro – que reviravolta!

    Isaiah Thomas volta ao Celtics como olheiro – que reviravolta!

    Gente, que notícia boa pra começar o dia! Isaiah Thomas está de volta ao Boston Celtics. Não, não é como jogador — o cara vai trabalhar como olheiro da franquia, analisando tanto veteranos da liga quanto os universitários.

    Cara, eu sempre torci pra que o IT conseguisse uma segunda chance no basquete depois de tudo que rolou. E que lugar melhor pra isso do que Boston, onde ele viveu seus melhores momentos na NBA?

    De volta pra casa (quase literalmente)

    O mais legal é que o Thomas vai trabalhar baseado em Seattle, que é praticamente sua cidade natal — ele nasceu em Tacoma, Washington. Aos 37 anos, o cara finalmente achou um jeito de continuar no basquete que ele tanto ama, mesmo que não seja dentro das quatro linhas.

    E olha só que timing perfeito: ele já tá em Chicago com a diretoria do Celtics pro NBA Combine desta semana. Tá aprendendo todo o processo de avaliação de prospects e até ajudando nas entrevistas. Boston tem a 27ª escolha no draft, então todo conhecimento é bem-vindo.

    A era dourada que quase foi

    Quem lembra da época mágica do Thomas em Boston entre 2015-2017? O cara simplesmente ressuscitou aquele time, virou All-Star duas vezes seguidas e quase levou os Celtics longe demais nos playoffs de 2017.

    Mas aí veio aquela lesão no quadril que mudou tudo. Uma lesão que, sinceramente, destruiu a carreira de um dos caras mais determinados que já passaram pela liga. Depois disso foi só ladeira abaixo — cinco times diferentes em cinco temporadas, sempre tentando voltar ao que era antes.

    O que mais me marcou foi ver ele sendo trocado pros Cavaliers naquele negócio do Kyrie Irving. Na época fez sentido pros Celtics, mas sempre pensei que o Thomas mereceu mais consideração depois de tudo que fez pela franquia.

    Nunca desistiu do sonho

    E o cara nunca parou de tentar, né? Em janeiro do ano passado ainda tava jogando pelo Salt Lake City Stars, time da G League afiliado ao Jazz. Antes disso teve aquele contrato de 10 dias com o Phoenix Suns em 2024 — não chegou nem a entrar em quadra, mas a vontade sempre esteve lá.

    Agora, com 37 anos nas costas, encontrou uma forma inteligente de continuar no jogo que ama. E convenhamos, quem melhor pra identificar talento do que alguém que viveu na pele tanto o sucesso quanto as dificuldades da liga?

    Vocês acham que o Isaiah vai conseguir identificar alguma joia escondida pro Celtics? Eu tenho uma sensação que ele pode ser um baita olheiro — o cara sempre teve um QI de basquete absurdo.

  • NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    Cara, vocês viram aquele lance no final do quarto período entre Pistons e Cavaliers? O Ausar Thompson fez uma defesa absurda no Donovan Mitchell, roubou a bola, e aí na correria pela bola solta o Jarrett Allen trombou com o Thompson a uns 9 metros da cesta. Na hora eu pensei: “Putz, falta clara no Allen”. Mas o árbitro Tony Brothers, que tava praticamente do ladinho, não apitou nada.

    A galera do Detroit ficou P da vida — e eu entendo. O técnico J.B. Bickerstaff não poupou palavras: “Ele fez falta no Ausar. Claro. Derrubou ele quando estava indo para a bola solta. Em qualquer situação de jogo, isso é difícil”.

    NBA bate o martelo: não foi falta mesmo

    Aí que vem o plot twist. A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos e… bancou o Brothers! Segundo eles, foi “não marcação correta”. A justificativa foi que “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente se dirigiram para o mesmo local enquanto perseguiam a bola solta [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Sinceramente? Eu assisti umas cinco vezes e ainda acho que foi falta. Mas né, quem sou eu perto dos experts da liga, não é? (risos) O próprio Brothers explicou depois: “Durante a jogada ao vivo, ambos os jogadores estavam indo atrás da bola e houve contato incidental com as pernas sem nenhum jogador ter posse de bola”.

    Cleveland aproveita e vira o jogo

    O que me impressiona mesmo é como os Cavs conseguiram virar esse jogo. Estavam perdendo por 9 pontos nos últimos três minutos — uma diferença que normalmente é sentença de morte nos playoffs. Mas não desistiram, empataram, e na prorrogação fecharam 117-113.

    Agora Cleveland lidera a série por 3-2 e pode fechar em casa na sexta-feira. E olha, depois de um susto desses, qualquer vantagem de quadra vira ouro. Vocês acham que Detroit consegue forçar um jogo 7 ou os Cavs vão finalizar logo em casa mesmo?

    O que mais me chama atenção é que esses lances sempre geram polêmica — e sempre vão gerar. Basketball é um esporte de muito contato, especialmente quando a bola tá solta e todo mundo sai correndo que nem maluco atrás dela. A diferença entre “jogada normal” e “falta” às vezes é questão de milímetros.

  • Nets promovem Makar Gevorkian para GM assistente

    Nets promovem Makar Gevorkian para GM assistente

    Olha, movimentação interna no Brooklyn Nets que pode passar despercebida mas é bem significativa. Makar Gevorkian — nome difícil de pronunciar mas que tá fazendo história — acabou de ser promovido para gerente geral assistente da franquia.

    Gevorkian não chegou de paraquedas nessa posição não. O cara tá ralando no front office do Nets desde 2020, quando entrou como assistente de operações de basquete. Imaginem a trajetória: começou lá embaixo, foi subindo degrau por degrau — de associado de salary cap até diretor, depois vice-presidente, e agora GM assistente.

    O especialista em teto salarial

    Sean Marks, o GM dos Nets, elogiou a mente estratégica do Gevorkian e especialmente o conhecimento dele sobre salary cap. E cara, isso é FUNDAMENTAL na NBA hoje. A liga virou um jogo de quebra-cabeça financeiro onde cada centavo conta.

    Vocês já pararam pra pensar como é complicado montar um elenco respeitando o teto salarial? É tipo jogar Tetris em 3D enquanto alguém balança a sua cadeira. E pelo visto o Gevorkian manja muito disso.

    O perfil acadêmico por trás do sucesso

    A formação do cara impressiona: direito pela Universidade de Chicago (que não é qualquer uma), economia pela Loyola Marymount, com especialização em matemática aplicada. Basicamente, ele tem o combo perfeito para trabalhar com contratos e estratégia na NBA.

    Sendo sincero, é o tipo de perfil que os times procuram hoje em dia. A era dos GMs que eram ex-jogadores tá dando lugar pra galera mais analítica, que entende de números e consegue navegar pela complexidade financeira da liga.

    Essa promoção mostra que os Nets tão apostando na consistência interna. Em vez de buscar nomes externos, eles reconheceram o trabalho de quem já tava ali, construindo junto. E aí, acham que essa estratégia de valorizar quem cresce dentro de casa funciona melhor que contratar estrelas do mercado?

  • Bulls reformulam front office com Stephen Mervis e Acie Law

    Bulls reformulam front office com Stephen Mervis e Acie Law

    Os Bulls tão mexendo pesado no front office e, sinceramente, era mais que hora. Stephen Mervis acaba de ser contratado como Vice-Presidente Sênior de Operações de Basquete, virando o braço direito do novo VP executivo Bryson Graham.

    Mervis vem do Magic com experiência

    O cara não é novato no pedaço — estava como gerente geral assistente do Orlando Magic e tem uma bagagem legal desde 2013, quando começou no Indiana Pacers. Nove anos de NBA nas costas, já viu de tudo um pouco.

    O que me chamou atenção foi que os Bulls também tavam de olho no Dave Lewin pra essa posição. Pelo visto o cara impressionou tanto na entrevista pro cargo principal (que foi pro Graham) que quase levou esse role também. Competição boa sempre eleva o nível.

    Acie Law completa o pacote

    E não para por aí — Acie Law vai ser o novo VP de Pessoal de Jogadores. Law e Graham jogaram juntos na universidade no Texas A&M, então já tem aquela química e confiança mútua. Eu curto quando tem essa conexão pessoal, porque facilita muito a comunicação no dia a dia.

    Olha, depois de anos vendo os Bulls patinando nas decisões de front office, essa reformulação toda me dá uma esperança. Graham chegou pra mudar as coisas e já tá montando a equipe dele. Vocês acham que essa nova configuração vai conseguir tirar os Bulls dessa mediocridade que tá há anos?

    O time precisa urgente de uma direção clara, especialmente pensando no futuro do DeMar DeRozan e nas próximas escolhas de draft. Com Mervis e Law no comando das operações, pelo menos parece que vai ter gente experiente tomando as decisões importantes.

  • Adam Silver quer acabar com tanking: proposta vai dar odds iguais pra todo mundo

    Adam Silver quer acabar com tanking: proposta vai dar odds iguais pra todo mundo

    Olha, o Adam Silver finalmente decidiu meter o pé na porta. O comissário da NBA confirmou que tem uma proposta pronta pra acabar de vez com essa palhaçada de time perdendo de propósito pra pegar pick alto no draft. E cara, a ideia é bem radical.

    A proposta que vai ser apresentada pros donos de franquias no final de maio é o famoso sistema de “odds iguais” – ou como ele mesmo chamou, um sistema onde “você não tem incentivo nenhum pra ser ruim”. Basicamente, ser o pior time da liga não vai mais garantir as melhores chances no draft.

    O sistema 3-2-1 que vai virar tudo de cabeça pra baixo

    A ESPN já tinha vazado os detalhes do que eles chamam de sistema “3-2-1”, e é exatamente isso que o Silver confirmou. Os três piores times da temporada vão ter chances MENORES de pegar a primeira pick do que os times que ficaram entre o 4º e 10º lugar. É tipo uma “zona de rebaixamento” do draft.

    “Se você é um dos três piores times da liga, vai ter odds piores que times que ficaram entre o quarto lugar até quem não classificou pros playoffs”, explicou o Silver no programa do Stephen A. Smith. Mano, imaginem o Jazz descobrindo isso depois de ter vendido metade do time esse ano?

    E não para por aí. A liga também vai ter mais poder pra punir time que tá claramente fazendo tanking. Lembram da multa de 500 mil pro Jazz? Isso vai ser fichinha perto do que pode vir. Silver deixou claro que podem até tirar bolas da loteria ou mudar a ordem do draft diretamente.

    Times vão pensar duas vezes antes de trocar picks

    Uma consequência interessante dessa mudança é que os times vão ficar bem mais cautelosos na hora de trocar picks futuros. Afinal, se qualquer time pode pegar uma pick alta independente de ser ruim, por que diabos você venderia sua pick de 2026?

    A proposta é temporária – vai durar até 2029, quando o novo acordo coletivo entrar em vigor. Silver admitiu que “os times são incrivelmente inovativos em encontrar formas de burlar o sistema”, então eles querem esse tempo pra estudar outras maneiras criativas de distribuir os jogadores.

    Sinceramente? Era hora. Ver time descaradamente perdendo jogo no final da temporada é constrangedor. Washington, Utah, Memphis e Chicago fizeram moves óbvios pra melhorar posição no draft nas últimas semanas, e todo mundo fingiu que não viu.

    Vocês acham que essa mudança vai funcionar ou os times vão dar um jeito de burlar mesmo assim? Na minha opinião, sempre tem um maluco que acha uma brecha no sistema.

  • Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Cara, quase perdemos o Steve Kerr! O técnico dos Warriors estava 95% decidido a pendurar as chuteiras após 12 temporadas no comando da franquia. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: a vitória épica sobre os Clippers no play-in.

    “Eu não vou embora”, disse Kerr para sua comissão técnica no vestiário depois da virada contra o Clippers. A esposa dele, Margot, mandou um texto dizendo exatamente a mesma coisa. Imagina a tensão!

    O drama interno que quase tirou Kerr da NBA

    Desde junho do ano passado, o técnico já vinha batendo papo com a família sobre aposentadoria. Na cabeça dele, a dinastia dos Warriors tinha chegado ao fim e ele não queria ser aquele cara que fica além da conta. Sabe como é, né? Ele viu o que aconteceu com o Gregg Popovich no Spurs — o cara simplesmente não conseguia largar o osso.

    “Percebi que ele não conseguia fazer isso”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia se afastar.”

    Mas olha só a ironia: Kerr quase caiu na mesma! Quando chegou o play-in, ele estava praticamente decidido. Até contou para a comissão técnica que a decisão estava quase batida. Só que daí rolou aquela virada absurda contra os Clippers, com Al Horford metendo quatro bolas de três seguidas e o Curry fazendo a jogada decisiva.

    A pressão da família e o papo com Curry

    Depois da vitória, Kerr foi direto na casa do Curry em Atherton para bater um papo franco com o craque. Conversou também com o dono Joe Lacob e o GM Mike Dunleavy. A filha dele, Maddy, deu uma bronca nele por ficar focando no que não gostava no trabalho ao invés das mil coisas boas. E a Margot queria que ele ficasse — até porque isso mantinha o filho Nick e a família por perto.

    “Treinar desbloqueou a melhor versão de mim mesmo”, confessou Kerr. “Acho que tenho medo de perder esse envolvimento diário e propósito que não só alimenta minha alma, mas me ajuda a lidar com minha dor crônica literal.”

    Sinceramente, dá para entender o dilema do cara. Lacob deixou claro que queria ele de volta, e os dois — mesmo depois de algumas divergências durante a temporada — concordaram que o que os Warriors construíram vale a pena ser protegido.

    O futuro ainda reserva surpresas?

    Kerr ligou para o Curry para contar a decisão, e os dois conversaram sobre os planos para frente. Até o Draymond Green entrou na jogada, indo no “Inside the NBA” repetir os temas de uma carta pessoal que Kerr tinha escrito para ele durante uma fase complicada da temporada.

    “Sou igualzinho ao Riley”, riu Kerr, fazendo referência à famosa incapacidade do Pat Riley de se afastar do basquete. E olha que não faltaram ofertas — tinha proposta para virar presidente de time e até voltar para a TV.

    “Eu não sou um cara de terno e gravata”, disse sobre comandar um front office. “Eu quero o apito.”

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Eu, particularmente, acho que os Warriors ainda têm lenha para queimar com essa dupla Curry-Kerr. Mas vai saber o que o futuro reserva para essa franquia…

  • LeBron livre no mercado: aposentadoria ou mais uma temporada?

    LeBron livre no mercado: aposentadoria ou mais uma temporada?

    Cara, chegou a hora da decisão que todo mundo tava esperando. LeBron James é oficialmente agente livre e, olha só, pela primeira vez na carreira ele tá realmente em dúvida se volta ou não. Isso é surreal.

    “Eu não sei o que o futuro reserva pra mim, honestamente”, disse o Rei depois da eliminação pros Thunder. E pelo tom dele, não parece papo pra inglês ver não.

    Oito anos de Lakers – quem diria?

    Aqui vai um dado que me deixou de queixo caído: LeBron já é Laker há mais tempo consecutivo do que foi de qualquer outro time. Oito temporadas seguidas em Los Angeles! Pra quem ainda pensa nele como aquele moleque de Cleveland, isso é meio doido de imaginar.

    O cara passou pelos Cavs, dominó em Miami, voltou pra casa em Cleveland pra quebrar a maldição, e agora tem mais história com os Lakers. Inclusive pendurou uma faixa lá também – não é pouca coisa.

    A grana vai definir tudo

    Aqui entra a parte interessante: quanto o LeBron tá disposto a ganhar? Porque uma coisa é certa – ele vai ter que aceitar bem menos que os 50 milhões da última temporada.

    E olha que o bicho ainda joga! Média de 21 pontos, 7 assistências e 6 rebotes aos 40 anos. Nos playoffs contra o Houston, quando o Austin Reaves e outros se machucaram, ele simplesmente assumiu o controle e mostrou que ainda é monstro quando precisa.

    “Nunca fui terceira opção na minha vida”, disse LeBron sobre aceitar esse papel quando todos estavam saudáveis. Imagina a humildade que isso exige de um cara que sempre foi O cara do time?

    Segundo alguns repórteres, ele toparia até o salário mínimo veterano (uns 6 milhões) se fosse pro time certo. Isso abriria um mundo de possibilidades absurdas.

    E agora, qual o próximo passo?

    Na minha visão, temos três cenários principais:

    Aposentadoria: Galera não tá levando isso a sério, mas é real. O cara já provou tudo que tinha que provar. Será que ele ainda tem “amor pelo processo” de preparar um corpo de 41 anos pra NBA? Pergunta legítima.

    Fica nos Lakers: Faz sentido. Já criou história lá, conhece o sistema, e convenhamos – Los Angeles não é exatamente um sacrifício, né?

    Vai pra outro contendor: Aqui que fica interessante. Se ele topou ganhar pouco, imagina as possibilidades que se abrem.

    O que vocês acham? Ele volta mesmo ou decide que já deu? Porque sinceramente, depois de tudo que conquistou, ninguém ia questionar se ele resolvesse parar por aqui. Mas conhecendo o LeBron, aposto que ele ainda tem fogo no rabo pra mais uma temporada.

    A decisão vem depois do draft e de algumas movimentações – especialmente onde o Giannis vai parar. Esse é o dominó que pode mudar tudo.

  • Dave Portnoy detona LeBron nos Lakers: ‘fracasso completo’

    Dave Portnoy detona LeBron nos Lakers: ‘fracasso completo’

    Olha, eu já vi muito hate direcionado ao LeBron ao longo da carreira dele, mas o que o Dave Portnoy falou sobre a passagem do King pelos Lakers foi de lascar. O cara do Barstool Sports simplesmente destruiu o legado do LeBron em Los Angeles em uma thread no Twitter que tá dando o que falar.

    Tudo começou quando o Nick Wright, da Fox Sports, defendeu que a passagem do LeBron pelos Lakers foi um sucesso. Aí o Portnoy resolveu soltar o verbo e não poupou ninguém.

    O ataque direto ao título de 2020

    A parte mais pesada? Portnoy chamou o título de 2020 de “torneio mickey mouse da bolha”. Cara, eu entendo que aquele campeonato foi diferente por causa da pandemia, mas deslegitimar um título da NBA é pesado demais. O LeBron jogou absurdamente naquela final contra o Miami Heat – foram quase 30 pontos, 12 rebotes e 8 assistências de média.

    Mas o Portnoy não parou por aí. Ele disse que considerar a passagem do LeBron pelos Lakers como qualquer coisa além de “fracasso completo e total” seria um desserviço ao próprio jogador. Na visão dele, em 8 anos de Lakers, o cara só conseguiu fazer os playoffs por “uma xícara de café” e nunca foi uma ameaça real.

    Comparação com os lendários

    A comparação que mais doeu foi quando o Portnoy disse que o Michael Jordan e o Bill Russell estavam ganhando títulos na idade atual do LeBron, não sendo “bucha de canhão” pros adversários. Aí ele foi mais longe ainda e comparou o King com Clyde Drexler e Karl Malone – jogadores incríveis que nunca ganharam anel.

    Sinceramente? Acho que o Portnoy exagerou na dose. Sim, dá pra questionar se 8 anos nos Lakers com apenas um título é o ideal pra um cara que se considera o GOAT. Mas “fracasso completo”? O time fez playoffs em 7 das 8 temporadas, chegou em duas finais de conferência e ganhou um anel. Não é Michael Jordan, mas fracasso também não é.

    E tem outro ponto: o cara chegou nos Lakers com 33 anos, não com 23. Comparar com MJ que ganhou títulos dos 28 aos 35 não faz muito sentido, né?

    O contexto que ninguém quer falar

    O que me incomoda nessa discussão toda é que o pessoal esquece o contexto. O LeBron pegou um Lakers que vinha de anos horríveis, com jovens que não estavam prontos e uma franquia completamente perdida. Em Cleveland, ele teve o Kyrie e depois voltou pra casa. No Miami, juntou com Wade e Bosh no auge.

    Nos Lakers? Ele basicamente carregou o Anthony Davis (que vive machucado) e um monte de veterano aposentado nas costas por anos. E mesmo assim conseguiu um anel e algumas campanhas decentes nos playoffs.

    Vocês acham que o LeBron realmente “falhou” nos Lakers? Ou é só mais uma dessa guerra infinita entre fãs do MJ e do King que nunca vai ter fim?

  • O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    Cara, que situação complicada pros Sixers, né? Com o Daryl Morey saindo da presidência de operações de basquete, quem quer que o Bob Myers trouxer pro cargo vai ter que lidar com uma batata quente chamada Paul George.

    O veterano de 36 anos vai embolsar 54.1 milhões na próxima temporada e ainda tem uma opção de jogador de 56.5 milhões em 2027-28 — que obviamente ele vai exercer. Olha, é muito dinheiro pra um cara que já passou dos 35, não vou mentir.

    PG voltou a jogar bola depois da suspensão

    Mas aqui que a coisa fica interessante. Depois de cumprir aquela suspensão de 25 jogos (que história bizarra aquela, né?), o Paul George voltou a jogar num nível bem decente. Contra o Boston nos playoffs, o cara fez 16.4 pontos por jogo, 49.3% de três e ainda defendeu bem o Tatum e o Jaylen Brown.

    Ele mesmo admitiu que finalmente conseguiu se recuperar daquela lesão no joelho que tava atrapalhando: “Este verão, a fase de reabilitação ficou pra trás, então posso ter um verão de verdade melhorando meu jogo”.

    Sinceramente? Achei que ele não ia mais conseguir voltar a esse nível. Mas o monstro provou que ainda tem lenha pra queimar.

    Trocar ou não trocar? Eis a questão

    Agora vem o dilema do novo executivo. PG não é mais visto como um dos piores contratos da liga — o que abre possibilidades. Será que rola uma troca pra trazer múltiplos jogadores e melhorar a profundidade do elenco?

    A dupla Tyrese Maxey e VJ Edgecombe representa o futuro da franquia. Faz sentido manter um veterano carão que combina bem com eles, ou é melhor apostar em peças mais jovens que se alinhem melhor com o timeline desses caras?

    Paul George deixou claro que curtiu Philadelphia: “Foi incrível. Torcedores incríveis, me apoiaram em todos os altos e baixos”. Mas né, no final das contas quem decide não é ele.

    Na minha visão, o mais provável é ele ficar mesmo. Dois anos não é uma eternidade, e se conseguir manter esse nível dos playoffs, pode ser uma peça valiosa enquanto Maxey e Edgecombe se desenvolvem. Mas e vocês, acham que os Sixers devem tentar uma troca ou apostar na recuperação total do PG?

  • Giddey vai pro bisturi: Bulls de olho na pré-temporada

    Giddey vai pro bisturi: Bulls de olho na pré-temporada

    Olha, não é exatamente a notícia que a galera dos Bulls queria ouvir, mas também não é o fim do mundo. Josh Giddey passou por uma artroscopia no tornozelo direito e vai ficar três meses fora das quadras — mas calma, que ele deve estar pronto pro training camp.

    Sinceramente? Era de se esperar. O cara vinha mancando há um tempão com essa lesão no tornozelo, sem contar aquele problema no posterior da coxa que virou uma dor de cabeça durante a temporada. Result? Apenas 54 jogos, o menor número desde a temporada de calouro dele lá em Oklahoma City.

    Números que impressionam (quando joga)

    Mas vamos falar da parte boa: quando o Giddey estava em quadra, ele foi simplesmente monstro. Máximas na carreira em tudo — 17 pontos, 9.1 assistências e 8.3 rebotes por jogo. Pra um cara de 1,98m que joga de armador, pegar mais de 8 rebotes por noite é coisa de outro planeta.

    O problema é que não adianta nada ter números absurdos se você só consegue jogar dois terços da temporada, né? E com os Bulls fazendo aquela campanha vergonhosa de 31-51, toda ajuda era bem-vinda.

    Bulls em reconstrução total

    Falando em Bulls, o time tá numa reformulação completa. Mandaram o Karnisovas embora e trouxeram o Bryson Graham como vice-presidente executivo de operações de basquete (que cargo é esse, gente?). O Billy Donovan também caiu fora — preferiu pedir pra sair a enfrentar a situação estranha com a nova diretoria.

    Agora vem a parte interessante: Chicago tem quase 60 milhões de dólares em salary cap e duas escolhas de primeira rodada no draft, incluindo a 4ª pick geral. Com essa grana toda e o Giddey recuperado, será que conseguem montar algo decente pra próxima temporada?

    Vocês acham que três meses é tempo suficiente pro Giddey voltar 100%? Eu tô otimista — cirurgia por artroscopia não é nada demais hoje em dia, e o cara é novo. Se conseguir ficar saudável a temporada toda, pode ser peça chave nessa reconstrução dos Bulls.