Tag: alemão NBA

  • Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Olha, quando eu vi essa notícia do Mike Gansey indo pros Sixers, minha primeira reação foi: “Quem?” Mas depois de dar uma pesquisada no cara, confesso que fiquei animado com essa escolha. Philadelphia finalmente tem seu novo presidente de operações de basquete, e não é qualquer um não.

    Gansey vem direto de Cleveland, onde era o braço direito do Koby Altman e GM dos Cavaliers desde 2022. E cara, o currículo do homem impressiona — 13 anos na organização, começou lá embaixo cuidando do time da G-League (na época ainda chamava D-League) e chegou até ser executivo do ano em 2017.

    O que me deixa otimista com essa contratação

    Sabe o que mais me chama atenção no trabalho do Gansey? O cara não tem medo de fazer trade arriscado. Foi ele quem ajudou a trazer o Donovan Mitchell em 2022 — uma negociação que todo mundo duvidava mas que deu super certo. E este ano ainda conseguiram o James Harden (que tá sendo um monstro em Cleveland, diga-se de passagem).

    Isso é exatamente o que Philadelphia precisa neste momento. Porque, sejamos sinceros, a situação dos Sixers tá complicada pra caramba.

    A missão impossível que o espera em Philly

    Gansey assume o lugar do Daryl Morey, que foi mandado embora depois daquela varrida vergonhosa pros Knicks nos playoffs. E olha, o cenário que ele vai encontrar não é nada fácil.

    Joel Embiid com 32 anos, $188.3 milhões garantidos pelos próximos três anos e um histórico de lesões que dá dó — o cara não consegue jogar seis jogos seguidos desde dezembro de 2023. Imaginem só. Paul George com mais de 50 milhões por temporada e idade chegando. É muita grana presa em jogadores que você não sabe se vão estar em quadra quando mais precisar.

    A única luz no fim do túnel é o Tyrese Maxey, que tá se tornando uma estrela de verdade. O garoto tem tudo pra ser o futuro da franquia, mas será que consegue carregar esse time nas costas?

    Sinceramente? Acho que Gansey vai ter que fazer escolhas bem difíceis nos próximos meses. Vocês acham que ele vai tentar trocar o Embiid ou vai apostar numa última tentativa com esse núcleo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, não dá pra continuar. Philadelphia merece coisa melhor que essas eliminações precoces.

    O cara mostrou que sabe trabalhar com orçamento apertado e fazer milagres acontecerem. Agora é torcer pra ele conseguir repetir a fórmula na Cidade do Amor Fraterno.

  • Isaac no mercado? Suns precisa correr atrás desse monstro defensivo

    Isaac no mercado? Suns precisa correr atrás desse monstro defensivo

    Olha, eu sei que todo mundo fica empolgado quando aparece um nome disponível no mercado — e geralmente eu sou mais cauteloso com essas coisas. Mas se o Jonathan Isaac realmente virar free agent, cara, os Suns precisam pelo menos dar uma ligada pro empresário dele.

    O Orlando Magic tá pensando seriamente em dispensar o pivô de 28 anos, segundo algumas fontes. E sinceramente? Seria uma oportunidade absurda pro Phoenix não deixar passar.

    Por que Isaac faz sentido pros Suns?

    Vamos ser realistas: Isaac não é mais aquele prospecto que foi draftado em 6º lugar em 2017. Mas o cara ainda tem 2,08m de altura e aquela defesa que pode mudar jogos quando tá no ritmo. Lembram quando ele e o Jalen Suggs saíam do banco juntos em Orlando? O Magic ficava praticamente impenetrável na defesa.

    Na temporada passada ele jogou apenas 10 minutos por jogo em 52 partidas — números bem modestos, admito. Mas às vezes é isso mesmo que você precisa: um cara experiente que pode entrar nos momentos certos e fazer a diferença com sua presença no garrafão.

    A grande questão com Isaac sempre foi a consistência. Tanto fisicamente quanto no ataque — o cara arremessa 31,6% de três na carreira, então esqueça o spacing. Mas vocês acham que isso importa quando você precisa de alguém que pode defender jogadores grandes e ainda pegar uns rebotes?

    O preço seria justo

    Aqui tá o pulo do gato: Phoenix não precisaria quebrar o banco. Com a taxpayer mid-level exception, eles poderiam oferecer uns $6 milhões por até dois anos. Claro, isso provavelmente significa que teriam que se desfazer de outro contrato pra ficar abaixo da luxury tax, mas olha… vale a pena explorar.

    Isaac tem aquele perfil físico e defensivo que combinou perfeitamente com a identidade que os Suns construíram na temporada passada. Cara que joga com intensidade, não tem medo do contato e pode incomodar muito no lado defensivo.

    Eu não vejo ele como titular — seríamos loucos de pensar isso. Mas como uma opção de rotação pro ala-pivô? Alguém que pode entrar em momentos específicos e dar aquela segurada na defesa? Faz todo sentido.

    E aí, vocês concordam que seria uma boa pros Suns? Ou acham que seria mais um jogador inconsistente ocupando espaço no elenco?

  • Kyrie Irving quase 100%: volta épica se aproxima

    Kyrie Irving quase 100%: volta épica se aproxima

    Galera, prepare o coração porque o Kyrie Irving tá voltando! O cara saiu no stream da Twitch dele soltando a bomba que todo fã dos Mavericks queria ouvir: está “quase” nos 100% da recuperação da lesão no ligamento cruzado.

    “Definitivamente estou perto de chegar aos 100% na recuperação do meu ACL”, disse o Irving. E olha, quando o Uncle Drew fala assim, com essa convicção, é porque a coisa tá séria mesmo.

    A jornada de volta tem sido longa

    Irving sofreu essa lesão lá em março, e desde então tem sido uma montanha-russa emocional pra quem torce pelos Mavs. Mas escuta só o que ele falou: “Faz um tempo já… sou muito grato por ter tido esse tempo pra me curar e experimentar mais com meu corpo na quadra e fora dela, na academia, me empurrando até o limite.”

    Cara, isso aí é papo de alguém que usou esse período não só pra se recuperar, mas pra voltar ainda mais forte. E conhecendo o Kyrie, que sempre foi meio cientista maluco quando o assunto é basquete, imagino as coisas que ele deve ter aprendido sobre seu próprio corpo nesse tempo.

    E agora, o que vem por aí?

    Aqui é onde a coisa fica interessante (e um pouco tensa, não vou mentir). Tem uns rumores circulando que os Mavs podem receber propostas de trade pelo Kyrie nessa offseason. Eu sei, eu sei — é de partir o coração pensar nisso depois de tudo que rolou.

    Mas também tem o outro lado da moeda: o novo presidente dos Mavs, Masai Ujiri — que por sinal é um monstro quando o assunto é construir times — quer ver como o Irving vai se encaixar com Cooper Flagg. E gente, só de imaginar esses dois jogando junto já me dá arrepio.

    Vocês acham que o Kyrie consegue voltar ao nível que a gente conhece? Porque, sinceramente, quando esse cara tá 100%, não tem conversa — é pura magia em quadra. Aquele handle absurdo, as cestas impossíveis, os clutch shots que fazem a gente gritar no sofá de casa…

    Uma coisa é certa: se o Uncle Drew tá falando que tá quase pronto, é melhor todo mundo se preparar. Dallas pode estar prestes a ter de volta um dos jogadores mais espetaculares que esse jogo já viu.

  • NBA acaba com o tanking? Novas regras prometem revolucionar a liga

    NBA acaba com o tanking? Novas regras prometem revolucionar a liga

    Galera, a NBA finalmente decidiu meter a mão na massa e acabar com essa palhaçada de tanking que tava virando rotina. Na quinta-feira passada, a liga anunciou novas regras anti-tanking que prometem bagunçar tudo que a gente conhece sobre draft — e sinceramente? Era hora.

    A partir do draft de 2027, o sistema vai mudar completamente. O sorteio vai expandir de 14 para 16 times, as chances vão ficar ainda mais equilibradas, e — aqui vem o susto — os três piores times da temporada vão ser punidos. Isso mesmo, punidos por serem ruins demais.

    Como funciona essa nova maluquice

    Olha só que esquema interessante: todos os times que não chegarem nos playoffs ou play-in vão receber três bolinhas na loteria. Exceto — pasmem — os três lanterninhas, que vão ganhar apenas duas bolinhas. Os quatro times do play-in que não passarem também ficam com duas bolinhas, e os oitavos colocados de cada conferência ganham uma bolinha cada.

    E tem mais: nenhum time pode pegar a primeira escolha geral em drafts consecutivos, ou ficar no top-5 por três anos seguidos. O San Antonio Spurs, por exemplo, não poderia ter escolhido Wembanyama, Stephon Castle e Dylan Harper em sequência como fizeram (números 1, 4 e 2 respectivamente).

    Na minha visão, isso é genial. Quantas vezes a gente não viu times claramente jogando pra perder nos últimos meses da temporada? Lembram do Philadelphia 76ers fazendo aquele teatro todo há uns anos? Pois é, era revoltante.

    Quem se dá bem e quem se estrepa

    Os fãs são os grandes vencedores aqui, óbvio. Imaginem times como Sacramento Kings (que provavelmente vai estar nessa briga) lutando pra sair da “zona de rebaixamento” — que é como a NBA tá chamando os três piores lugares. Vai ser um jogaço assistir essas equipes brigando pra não ficar por último.

    Agora, uma coisa meio bizarra pode rolar: será que algum time vai tankar pra sair do play-in e conseguir três bolinhas ao invés de duas? Parece loucura, mas não duvido de nada. Embora convencer jogadores a abrir mão de bônus de playoff seja complicado…

    Os drafts picks ficaram muito mais valiosos também. Times com três bolinhas têm 8.1% de chance na primeira escolha — antes, só seis times tinham mais de 8% de chance. E mesmo os times com uma bolinha só (os oitavos colocados) têm 35% de chance de ficar no top-10.

    E vocês, acham que isso vai funcionar mesmo? Ou os times vão dar um jeitinho brasileiro de driblar essas regras? Uma coisa é certa: a partir de 2027, assistir o fim da temporada regular vai ser bem mais emocionante do que era antes.

  • Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Olha, vou ser sincero: Kelly Oubre Jr. foi uma das poucas consistências dos Sixers numa temporada que foi uma verdadeira montanha-russa. Enquanto o time oscilava entre jogar como campeão e parecer um time de colégio, o cara se manteve firme entregando o que dele se esperava.

    Os números não mentem: 14.1 pontos por jogo com um true shooting de 58% — o melhor da carreira dele. Cara, 58%! E ainda pegou 5.0 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubadas de bola em pouco mais de 31 minutos por noite. O monstro simplesmente evoluiu.

    O salto no arremesso de 3

    A evolução mais impressionante do Oubre foi de longe. O cara saiu de 32.7% das tentativas de campo vindos do perímetro na temporada passada para 43.9% este ano. E não foi só volume — a eficiência também subiu. Acertou 36% das bolas de três (4.8 tentativas por jogo), que é o melhor percentual da carreira dele.

    Mesmo focando mais no arremesso de longa distância, ele manteve a letalidade perto da cesta: 68.9% de aproveitamento em tentativas dentro dos três pés. Atleticismo + tamanho + finalização = pesadelo para qualquer defesa.

    A versatilidade defensiva dele continua sendo absurda. Consegue marcar alas e armadores com a mesma eficiência, usando o físico e a velocidade lateral pra incomodar qualquer um. É o tipo de jogador que todo técnico quer ter — aquele que aceita qualquer missão.

    Os playoffs foram cruéis

    Aí que mora o problema. Justamente na hora que mais importa, o arremesso simplesmente sumiu. Nos playoffs, Oubre acertou apenas 25.6% das bolas de três (10 em 39 tentativas). Foi doloroso de assistir, principalmente porque ele estava encontrando espaços bons pra arremessar.

    Essa inconsistência nos momentos decisivos é exatamente o que separa ele de ser um titular indiscutível para ser aquele sexto homem de luxo que entra 25-30 minutos. E olha que diferença isso faz no valor de mercado do cara.

    Free agency chegando

    E agora vem a questão do milhão: Oubre vai ficar na Filadélfia? O contrato de dois anos por US$ 16.3 milhões acabou — que negócio absurdo foi esse, por sinal — e ele está livre no mercado.

    Nas entrevistas pós-temporada, deu pra sentir que ele curtiu mesmo jogar pelos Sixers. “Eu amo meus caras”, disse ele. “O basquete se reinventou pra mim através de lentes diferentes durante minha passagem aqui.” Mas também deixou claro que não sabe o que esperar da free agency.

    Na minha visão, seria burrice dos Sixers não tentar manter o Oubre. Por esse preço? É um dos melhores custo-benefício da liga. O cara traz energia, defesa, versatilidade e ainda está melhorando o arremesso. Aos 28 anos, está no auge da carreira.

    Vocês acham que ele fica na Filadélfia ou algum time vai fazer uma oferta irrecusável? Eu apostaria que os Sixers vão fazer de tudo pra renovar. Perder um jogador desse calibre seria um tiro no pé.

  • Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Olha, eu não esperava que esse Draft de 2026 fosse ficar tão interessante assim. Com menos de um mês pro grande dia (23 de junho), as desistências de última hora podem ter aberto uma porta dourada pra dois caras que todo mundo meio que esqueceu: Jaden Henley (Grand Canyon) e MJ Collins (Utah State).

    Os dois são ex-jogadores da Mountain West Conference que já esgotaram toda elegibilidade universitária — ou seja, é agora ou nunca pra eles. E sinceramente? Acho que as chances melhoraram bastante nas últimas semanas.

    Por que as desistências mudaram o jogo

    Cara, esse Draft começou com apenas 71 early entrants — 106 a menos que no ano passado! E o mais louco: mais da metade voltou pra faculdade. Colby Garland (San Jose State) desistiu e foi pro Georgia Tech. Rueben Chinyelu (Florida), Milan Momcilovic (Iowa State), Tyler Tanner (Vanderbilt)… todos voltaram.

    Eu sei que esses caras não são da Mountain West, mas cada nome que sai da lista é uma oportunidade que se abre. É matemática pura. Menos competição = mais chances pros nossos dois guerreiros.

    Henley tem tudo pra surpreender

    Jaden Henley tá ranqueado como 75º no consensus big board da Rookie Scale, mas eu tenho um pressentimento sobre esse moleque. O cara é um monstro atlético defensivo que averaged 17.7 pontos, 5.7 rebounds e 2.9 assistências. E olha só esse dado: 46.6% de arremessos e 56.2% de true shooting. Absurdo.

    Já fez workouts pra 13 times! Atlanta Hawks, Dallas Mavericks, Toronto Raptors, Orlando Magic, Sacramento Kings… A lista não para. Quando um jogador tem tanto interesse assim, alguma coisa boa vai acontecer.

    Collins, o pontuador esquecido

    MJ Collins pode ser a surpresa da noite. Athletic multi-level scorer que cravou 17.5 pontos por jogo com splits de 48.7/36.1/81.0. Esses números de três pontos (36.1%) são exatamente o que times da NBA procuram hoje em dia.

    Ok, só fez workout pra três times (Charlotte Hornets, Indiana Pacers, Memphis Grizzlies), mas às vezes é qualidade, não quantidade. Esses três times sabem identificar talento.

    Mesmo que não sejam chamados no top-60, as chances de conseguirem um two-way contract aumentaram muito. São três vagas por time, mais de $600K por temporada, e podem jogar até 50 jogos. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que pelo menos um dos dois vai ouvir o nome sendo chamado? Eu tô apostando no Henley, mas o Collins pode ser aquela surpresa que ninguém vê vindo. Draft night é sempre uma caixinha de surpresas mesmo.

  • Terry Rozier perdeu a cabeça? Caso de suborno no basquete é surreal

    Terry Rozier perdeu a cabeça? Caso de suborno no basquete é surreal

    Cara, eu li essa história umas três vezes e ainda não consigo acreditar. Terry Rozier — sim, o mesmo que ganhou mais de R$ 800 milhões na carreira — supostamente topou receber 100 mil dólares pra sair mais cedo de um jogo e ferrar com as apostas dos caras. É de doer a cabeça mesmo.

    Pra vocês terem noção do absurdo: é como se alguém que ganha 100 mil reais por ano aceitasse 384 reais pra fazer uma parada dessas. Quatro centenas de reais! Eu sinceramente não consigo entender o que passou na cabeça do cara.

    O esquema era mais tosco que defesa do Lakers

    O negócio funcionava assim: em março de 2023, quando ainda estava no Charlotte Hornets, Rozier avisou pros comparsas que ia sair mais cedo do jogo contra o New Orleans Pelicans fingindo lesão na perna. Os apostadores fizeram a festa, colocando mais de 250 mil dólares apostando que ele NÃO ia bater suas médias de pontos, rebotes e assistências.

    Só que aí o tiro saiu pela culatra. O monstro saiu no primeiro quarto mesmo (9 minutos só), mas fez 4 rebotes — mais que sua média de 3.3 por jogo. Resultado? Algumas apostas deram errado e Rozier teve que “devolver” parte da grana, ficando com “só” 70 mil dólares.

    Gente, o cara tem contrato de 26 milhões por temporada e se arriscou por migalhas. É de perder o juízo.

    A coisa tá feia pro armador

    As novas acusações que saíram essa semana são pesadas: suborno em competições esportivas e conspiração de fraude. Isso se soma às duas acusações de fraude eletrônica que ele já enfrentava desde outubro. O advogado dele, Jim Trusty, tá dizendo que os outros réus estão inventando história pra se salvar.

    “São homens desesperados com fichas criminais terríveis que sabem o que dizer pra agradar os promotores”, falou Trusty. Olha, até pode ser, mas os detalhes do caso são bem específicos, né?

    E não é só o Rozier não — Chauncey Billups (que hoje treina o Portland) e Damon Jones (ex-assistente do Lakers) também estão no meio dessa confusão. Ao todo são 34 réus nessa investigação gigantesca.

    O mais bizarro? Um dos caras envolvidos, Marves Fairley, se apresentava no Instagram como “guru das apostas” e confessou tudo na quinta-feira. Disse que pagava jogadores pra alterar performance e que fazia apostas fraudulentas.

    Vocês acham que o Rozier realmente fez essa loucura toda? Porque pra mim não faz o menor sentido um cara com essa grana toda se arriscar assim. Mas também, já vimos cada coisa no mundo do esporte…

  • Orlando Magic contrata Sean Sweeney dos Spurs como novo técnico

    Orlando Magic contrata Sean Sweeney dos Spurs como novo técnico

    Galera, chegou a hora. Sean Sweeney, o coordenador defensivo que ajudou a transformar o San Antonio Spurs numa muralha esta temporada, tá saindo de lá pra assumir seu primeiro cargo como técnico principal na NBA. E o destino? Orlando Magic.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Sweeney e o Magic tão finalizando um acordo pra ele substituir Jamahl Mosley, que foi demitido depois de uma temporada bem decepcionante em Orlando. Aliás, Mosley já achou um novo lar no New Orleans Pelicans.

    O cara que revolucionou a defesa dos Spurs

    Olha, eu não tô surpreso com essa contratação. Sweeney fez um trabalho absurdo em San Antonio. Quando o Mitch Johnson assumiu como técnico principal após a aposentadoria do lendário Popovich, ele trouxe Sweeney dos Dallas Mavericks especificamente pra ser o “coordenador defensivo”.

    E mano, que diferença ele fez! Os Spurs saíram de uma defesa medíocre (que ficava terrível sem o Wembanyama em quadra) pra uma das melhores defesas da liga toda. A melhora foi de 28 vitórias comparado à temporada passada — isso não é coincidência.

    O cara é considerado um dos melhores cérebros táticos da NBA atual. A capacidade dele de adaptar esquemas defensivos dependendo do adversário ou da situação do jogo é coisa de outro mundo. Sinceramente, acho que ele foi uma das peças-chave pro sucesso dos Spurs nesta temporada.

    Um desafio interessante em Orlando

    O Magic não é uma escolha ruim pra estreia dele como head coach, não. Eles têm um elenco jovem e talentoso, com estrelas promissoras como Paolo Banchero, Franz Wagner e Jalen Suggs. Além disso, já têm uma das melhores defesas da liga.

    O problema é que eles falharam miseravelmente nas expectativas esta temporada. Terminaram apenas em 8º no Leste e — prepara o coração — perderam uma vantagem de 3-1 pro Detroit Pistons na primeira rodada dos playoffs. Cara, isso dói só de lembrar.

    As principais dificuldades do Magic foram lesões e, principalmente, o ataque. E olha, se tem alguém que entende de sistemas ofensivos e defensivos, é o Sweeney. Ele passou quatro anos como assistente principal do Jason Kidd em Dallas, incluindo a campanha até as Finais em 2024 com o Luka Doncic.

    Sweeney vai terminar os playoffs com os Spurs primeiro — incluindo o Jogo 7 das Finais da Conferência Oeste que tá chegando aí. Se os Spurs passarem, ele ainda vai participar das Finais que começam no dia 3 de junho. Depois disso, é Orlando pra valer.

    Vocês acham que ele vai conseguir transformar o ataque do Magic como fez com a defesa dos Spurs? Eu tô curioso pra ver como ele vai lidar com a pressão de ser head coach pela primeira vez na carreira.

  • Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando vi que os Suns estão pensando em se desfazer do Jalen Green, quase cuspi o café. Cara, eu entendo as frustrações com a temporada dele, mas trocar esse monstro agora seria um erro gigantesco.

    Vamos aos fatos: Green chegou no Arizona em junho passado naquela troca histórica que mandou o Kevin Durant para Houston. A expectativa era alta — um cara com esse atletismo ao lado do Devin Booker? Era pra dar liga.

    A temporada complicada que todo mundo viu

    Não vou passar pano: a primeira temporada dele no Valley foi uma montanha-russa. Lesão no posterior da coxa que tirou ele de dezembro inteiro e quase todo janeiro. Arremesso de 3 despencou pra 31,3%. Aproveitamento geral de 42,2%. Números que fazem qualquer GM perder o sono.

    Em 32 jogos na temporada regular, ele fez média de 17.8 pontos, 3.6 rebotes e 2.8 assistências. Mas aqui que a coisa fica interessante: nas vitórias dos Suns, ele acertava 45% dos arremessos e 33,6% das bolas de 3. Nas derrotas? Despencava pra 39% e 28,3%. Quando o Green não tá com a mão quente, ele meio que sequestra o ataque e atrapalha a movimentação de bola.

    Mas aí que tá — e vocês lembram daquele jogo decisivo contra o Warriors no play-in? O cara simplesmente resolveu salvar a temporada dos Suns. Foi um show à parte.

    Por que trocar seria loucura agora

    Sinceramente, acho que descartar o Green agora seria pânico. O cara tem 22 anos e um potencial físico absurdo. Aquela primeira passada dele é coisa de outro mundo, e quando ele resolve descer pro garrafão, é problema na certa pro adversário.

    Mesmo numa temporada ruim de arremesso, os times ainda respeitavam ele na linha de 3. Por quê? Porque todo mundo sabe que se der um espacinho, ele explode. E quando o Booker tá comandando o ataque, ter o Green na ala muda completamente a geometria da quadra.

    Olha, eu vi muito brasileiro promissor ser trocado cedo demais na NBA. O Green ainda tá se adaptando ao sistema, se recuperando de lesão, encontrando o ritmo. Trocar ele agora seria que nem o Vasco vendendo o Coutinho jovem — você sabe que vai se arrepender depois.

    E aí, o que vocês acham? Os Suns deviam dar mais uma chance pro Green ou partir pra uma troca grande? Na minha opinião, paciência é a palavra-chave aqui. Esse cara ainda vai dar muito trabalho na liga.

  • Altman meio inseguro sobre futuro do Mobley nos Cavs

    Altman meio inseguro sobre futuro do Mobley nos Cavs

    Cara, teve uma entrevista do Koby Altman que deixou todo mundo meio assim… né? O GM dos Cavaliers foi perguntado se o Evan Mobley vai “definitivamente” continuar no time, e a resposta dele foi bem estranha.

    “Ahm, é, quer dizer, ele faz parte do nosso futuro”, disse o Altman com uma hesitação que deu pra sentir daqui do Brasil. Olha, eu não sei vocês, mas quando um GM fala assim sobre um jogador que deveria ser peça central do projeto, alguma coisa não cheira bem.

    A hesitação que incomodou todo mundo

    Sinceramente, essa pausa do Altman foi estranha demais. Por que diabos ele hesitaria pra falar sobre um cara que ganhou o prêmio de Melhor Defensor da liga em 2025? O Twitter dos Cavs ficou em pânico total, e olha que eu entendo o desespero deles.

    Na minha visão, ou o cara tava completamente despreparado pra pergunta (o que é bizarro), ou realmente existe alguma conversa interna sobre mexer no elenco. E quando você pensa em Giannis Antetokounmpo no mercado… bom, dois mais dois, né?

    Mobley tá no limbo mesmo

    O problema é que o Evan ainda não deu aquele salto de superestrela que todo mundo esperava. Cara foi DPOY, All-Star, All-NBA… mas na temporada passada meio que estagnou. E isso com Cleveland pressionando pra brigar por título.

    “Ele sabe que precisa melhorar”, admitiu Altman, falando sobre os “intangíveis” que o Mobley precisa desenvolver. Traduzindo: o moleque tem o talento, mas falta aquela mentalidade assassina pra carregar o time nas horas difíceis.

    Olha, eu sempre achei que o Mobley tinha tudo pra ser um monstro absoluto nessa liga. Defensivamente ele já é, mas ofensivamente ainda tá devendo. E quando você tem uma janela de oportunidade se fechando, como parece ser o caso dos Cavs, cada decisão vira questão de vida ou morte.

    O que vocês acham? Altman tava só nervoso ou realmente pode rolar alguma movimentação envolvendo o Mobley? Porque se os Cavs trocarem ele e depois se arrependerem… vai ser uma daquelas decisões que assombram uma franquia por décadas.