Tag: alemão NBA

  • Giannis manda a real pra fã que comparou ele com Damian Lillard

    Giannis manda a real pra fã que comparou ele com Damian Lillard

    Olha, eu tô cansado dessas especulações sobre o Giannis sair do Milwaukee, mas a resposta que ele deu pra um fã no X (antigo Twitter) me fez rir e ao mesmo tempo mostrou muito sobre o cara que ele é.

    A situação é a seguinte: um tal de Justin Wills fez um post comparando o comportamento do Giannis com o do Damian Lillard quando o Dame estava forçando a saída de Portland. O cara falou que o Lillard parou de treinar no verão com medo de se machucar e ferrar a troca, enquanto o Giannis tá aí jogando futebol mesmo depois de ter perdido boa parte da temporada por conta de uma lesão na panturrilha.

    A resposta que calou todo mundo

    E aí que vem o melhor. O Greek Freak simplesmente respondeu direto no post dizendo que só porque outros caras na mesma posição que ele podem dar as coisas como garantidas, ele não vê motivo pra fazer isso. “Eu simplesmente gosto de jogar”, disse ele.

    Cara, isso aí é mindset de campeão. O monstro tem dois MVPs, um anel da NBA, e ainda assim tá lá curtindo o que faz. Enquanto todo mundo fica especulando sobre Miami Heat, Boston Celtics e sei lá mais onde, o Giannis tá vivendo a vida dele, jogando bola com os filhos e assistindo a final da EuroLeague com o Alperen Sengun do Houston.

    Temporada complicada, futuro incerto

    Não dá pra negar que foi um ano difícil pra ele. Jogou apenas 36 partidas por causa das lesões, mas mesmo assim mandou números absurdos: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. O problema é que o Bucks ficou de fora dos playoffs pela primeira vez desde 2015-16, quebrando uma sequência de nove anos consecutivos. Resultado? Doc Rivers foi demitido e começaram os rumores de que o Giannis poderia estar com o pé na porta.

    Sinceramente, eu acho que o pessoal tá viajando. O cara claramente ama Milwaukee e não tá dando sinais de que quer vazar. Inclusive, segundo o Zach Lowe e o Brian Windhorst, nem o Boston Celtics – que seria uma das opções “interessantes” pro Giannis – tá correndo atrás dele. Os caras tão felizes com o time que têm.

    E vocês, acham que o Giannis fica mesmo no Milwaukee ou esse papo de “só gosto de jogar” é só diplomacia? Na minha opinião, enquanto ele tiver essa paixão pelo jogo que demonstrou na resposta, Milwaukee continua sendo casa dele.

  • Bill Simmons detona Nuggets: ‘Kroenke tem dinheiro pra caramba!’

    Bill Simmons detona Nuggets: ‘Kroenke tem dinheiro pra caramba!’

    Olha, o Bill Simmons não está nada feliz com a postura dos Nuggets. E sinceramente? Concordo com ele.

    O cara foi direto ao ponto sobre a situação do Peyton Watson, que vai virar agente livre restrito e pode custar uma fortuna para Denver manter. Alguns executivos da liga acham que o ala pode arrancar algo na casa dos $24 milhões por ano — outros falam em $30 milhões anuais. É muito dinheiro mesmo.

    Mas aí que vem a bronca do Simmons (que foi compartilhada pelo Legion Hoops): “Por que eles têm que trocar alguém pra assinar com o Peyton Watson? Vocês têm o Jokić no time, paguem todo mundo! O Kroenke tem dinheiro pra caramba, só mantenham todo mundo E paguem o Peyton Watson. O dono de vocês é super rico, que porra é essa?”

    A realidade que dói

    Watson perdeu toda a pós-temporada passada por lesão, e os Nuggets sentiram muito a falta dele contra os Timberwolves. O moleque de 23 anos é exatamente o tipo de jogador atlético que o time precisa — e todo mundo sabe disso.

    Mas aqui vem o problema: os Kroenkes (donos do time) têm fama de não querer gastar muito. Um scout da Conferência Oeste falou pra ESPN que todo mundo sabe como eles operam, mesmo tendo condição de pagar a luxury tax tranquilamente.

    Jokić merece coisa melhor

    Na minha visão, Simmons tem razão total. Quando você tem um jogador do calibre do Nikola Jokić — cara que já ganhou dois MVPs e levou o time ao título em 2023 — você faz DE TUDO pra manter o elenco competitivo.

    E aí os caras ficam pensando em trocar Christian Braun ou Cameron Johnson só pra economizar? Mano, é o Jokić! O cara que pode decidir qualquer série sozinho.

    A expectativa é que outros times façam ofertas pesadas pelo Watson justamente pra forçar Denver a abrir a carteira. E vocês acham que os Nuggets vão bancar mesmo? Ou vão fazer a cagada de deixar peças importantes saírem?

    Porque uma coisa eu sei: se você tem a chance de manter um elenco vencedor ao redor do melhor pivô da liga atualmente, você não hesita. O tempo do Jokić é agora.

  • Mitchell vai ficar? Altman crrava que sim e aposta tudo no astro

    Mitchell vai ficar? Altman crrava que sim e aposta tudo no astro

    Olha, eu tô aqui vendo o Koby Altman, presidente dos Cavaliers, praticamente implorando pro Donovan Mitchell não sair de Cleveland. E sinceramente? Não é pra menos.

    O cara acabou de fazer uma temporada monstro — 27.9 pontos por jogo, jogou 70 partidas (recorde pessoal dele), e levou esse time dos Cavs até a final da Conferência Leste. Aí chega o Altman e fala: “Donovan é unicamente nosso, e ele é o nosso cara.”

    A extensão milionária que pode definir tudo

    Aqui que fica interessante, galera. O Mitchell pode assinar uma extensão já em julho, mas aí ele só consegue 30% do salary cap do time. Agora, se ele esperar até 2026-27, pode pegar um supermax de 35% porque vai completar 10 anos na liga.

    É uma decisão complicada, né? Menos dinheiro agora pra dar mais flexibilidade pro time montar um elenco melhor, ou esperar pela grana toda?

    O que mais me impressiona é a fala do próprio Mitchell depois daquela surra que tomaram dos Knicks: “Eu amo estar aqui. Não sei como mais dizer isso.” O cara tava visivelmente abalado com a eliminação, mas ainda assim reforçou que quer ficar.

    Cleveland merece um anel?

    A parte que mais me tocou foi quando o Mitchell falou sobre a cidade: “Cleveland merece um anel, e nós temos que continuar tentando.” Cara, isso é de arrepiar. Lembra muito a pressão que o LeBron sentia quando voltou pra casa.

    E o Altman não tá mentindo quando fala que tem jogador no elenco que só tá lá por causa do Mitchell. O cara virou o principal recrutador do time, mano. Isso é influência de superstar mesmo.

    Agora, vamos ser realistas aqui. O time tomou uma lavada dos Knicks depois de estar 22 pontos na frente. Isso dói, e o próprio Mitchell reconheceu que precisa melhorar nos momentos decisivos. Ele mesmo citou aquelas séries complicadas contra Raptors e Pistons.

    E aí, acham que ele fica?

    Na minha opinião, o Mitchell vai renovar sim. O cara tá na melhor fase da carreira aos 29 anos, se sente em casa em Cleveland, e tem uma conexão real com a torcida. Isso não tem preço.

    Claro que sempre tem o risco — principalmente se aparecer uma oferta tentadora de algum time grande. Mas pelo que tô vendo das declarações, tanto do jogador quanto da diretoria, parece que todo mundo quer que isso dê certo.

    O que vocês acham? Mitchell vai apostar todas as fichas em Cleveland ou vai procurar algo maior? Eu honestamente acho que ele fica, mas no basquete nunca se sabe, né?

  • San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa em San Antonio! Os Spurs acabaram de bater o Thunder por 111-103 no jogo 7 e garantiram vaga na Final da NBA contra os Knicks. E olha, eu não sei quem ficou mais emocionado: se foi o Wembanyama em quadra ou os torcedores nas ruas da cidade.

    A galera literalmente TOMOU as ruas de San Antonio pra comemorar. E não é pra menos — é a primeira vez desde 2014 que o time chega numa Final. Dez anos, cara. Uma década inteira esperando por esse momento.

    Festa digna do Texas

    Como toda celebração que se preze no Texas, não podia faltar alguém a cavalo né? Duas pessoas apareceram montadas, tremulando a bandeira dos Spurs. Eu amo esse estado, sinceramente. Só eles pra transformar uma comemoração de basquete em algo épico assim.

    Mas o que mais me chamou atenção foi o show de drones no céu formando uma cara de alienígena — tudo em homenagem ao “The Alien” Wembanyama. Véio, que coisa mais surreal e linda ao mesmo tempo. E os fãs também entraram na onda, muita gente fantasiada de ET celebrando.

    Madrugada épica

    Quando o avião do time pousou em San Antonio, quase 2h da madrugada, a cidade ainda tava acordada esperando. Escolta policial, torcida gritando o caminho todo do aeroporto… que recepção absurda!

    E tem mais: as lojas da Academy Sports abriram de madrugada (!) pra vender produtos comemorativos. Imagina a fila de gente querendo comprar camisa, boné, qualquer coisa pra eternizar esse momento histórico.

    Na moral, se essa já foi a festa só por chegar na Final, imaginem se os Spurs realmente levarem o título contra os Knicks? San Antonio vai virar o caos total — do bom tipo, obviamente.

    Vocês acham que o Wemby consegue levar esse título logo na segunda temporada dele? Porque olhando essas imagens da torcida, a pressão (positiva) tá toda em cima dele agora.

  • Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Gente, vamos falar sério aqui por um segundo? Os Spurs de San Antonio estão ASSUSTANDO todo mundo no Oeste. E não estou falando só de estar jogando bem – estou falando de ter ultrapassado Oklahoma City na classificação e mandado um recado bem claro: “Oi, galera, chegamos antes do previsto”.

    Olha, quando a temporada começou, todo mundo (incluindo eu) achava que os Spurs iam precisar de mais tempo pra engatar. Wembanyama ainda se adaptando à NBA, time jovem, Popovich moldando mais uma geração… Era pra ser uma temporada de crescimento, sabe?

    O monstro francês tá voando

    Mas aí o Victor Wembanyama simplesmente decidiu que não ia esperar. O cara tá fazendo coisas ABSURDAS em quadra – bloqueios que desafiam a física, cestas de três que não fazem sentido pra um pivô, e uma presença defensiva que tá deixando atacantes com pesadelos. Sinceramente, eu não esperava que ele evoluísse TÃO rápido.

    E não é só o Wemby não. O Devin Vassell tá consolidado como um dos melhores alas-armadores da liga, o Jeremy Sochan finalmente achou seu lugar no time, e os caras estão jogando um basquete coletivo que lembra os velhos tempos gloriosos dos Spurs.

    OKC que se cuide

    Passar na frente do Thunder? Cara, isso é STATEMENT. Oklahoma tem Shai Gilgeous-Alexander fazendo uma temporada monstruosa, Chet Holmgren mostrando que é real, e mesmo assim os Spurs conseguiram dar a volta por cima.

    Na minha visão, isso manda um recado claro pro resto do Oeste: os Spurs não vão mais ser aquele time que você marca como vitória fácil no calendário. Eles voltaram pra brigar de verdade, e com Popovich no comando, a gente sabe que experiência em playoffs não falta.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem manter esse ritmo? Porque se conseguirem, o Oeste ficou ainda mais maluco do que já era. Lakers, Warriors, Nuggets, Suns, e agora os Spurs brigando forte? Vai ser um show à parte nos playoffs.

  • Thunder precisa escolher: quem fica e quem vai embora em OKC?

    Thunder precisa escolher: quem fica e quem vai embora em OKC?

    Cara, que situação complicada pro Thunder. Depois de perder o jogo 7 da final de conferência em casa pro Spurs, agora vem a parte mais dolorosa: decidir quem fica e quem vai embora. E olha, não é por falta de talento — é por causa da realidade financeira que bate na porta de todo time que chega no topo.

    O negócio é o seguinte: o Thunder estava numa posição privilegiada pra manter o elenco unido. Ter o Chet Holmgren e o Jalen Williams ainda em contratos de rookie foi um presente dos céus. Mas como diz o ditado, a conta sempre chega. E ela chegou agora.

    A bomba financeira que vem por aí

    Prepara o coração: na próxima temporada, o Thunder vai gastar cerca de 28 milhões a mais que qualquer outro time da NBA. Vinte e oito milhões! E isso sem contar nem os calouros que eles vão draftar. Na temporada do título, eles tinham a 19ª maior folha salarial da liga. Agora? Vão estar no topo absoluto.

    A situação fica ainda mais tensa quando o super-max do Shai Gilgeous-Alexander entrar em vigor na temporada 27-28. Aí sim vai ser difícil manter todo mundo junto. SGA é indispensável — isso nem se discute. Mas e o resto?

    Segundo teto salarial: amigo ou inimigo?

    A questão é: será que o Thunder vai aceitar passar do segundo teto salarial (second apron) ou vai tratar isso como um limite absoluto? Sinceramente, eu acho que eles vão evitar ultrapassar esse limite nesta temporada.

    O motivo? Estratégia de longo prazo. Vocês lembram que o acordo coletivo atual tem uma cláusula de saída depois da temporada 2028-29? A NBA tá claramente se preparando pra mudanças grandes. Então faz sentido o Thunder segurar os gastos agora e torcer pra que o próximo acordo seja mais favorável.

    Olha só os exemplos recentes: o Denver perdeu Bruce Brown, Jeff Green e depois o Kentavious Caldwell-Pope. O Boston conseguiu manter o time por mais um ano, mas teve que abrir mão do Jrue Holiday e do Porzingis pra não explodir o orçamento.

    Quem são os intocáveis?

    Bom, o SGA é óbvio — esse cara não sai de Oklahoma nem que a vaca tussa. Mas e os outros? O Holmgren ainda tá no contrato de rookie, então ele fica. O Jalen Williams também.

    A real é que essa era pra ser a temporada do Thunder. Eles tinham tudo pra ganhar o título com um elenco relativamente barato. Perder pro Spurs no jogo 7 em casa foi devastador não só pelo resultado, mas porque era a última chance de conquistar tudo antes da realidade financeira apertar.

    E aí, acham que o Thunder vai conseguir manter o núcleo principal? Ou vamos ver mais uma dinastia em potencial se desfazer por causa do teto salarial? Eu tenho a impressão de que eles vão ter que fazer algumas escolhas dolorosas nos próximos meses.

    Uma coisa é certa: em Oklahoma City, só o SGA tem vaga garantizada no futuro. O resto? Vai depender de quanto a diretoria está disposta a gastar pra manter esse time competitivo.

  • Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Olha, depois de levar aquela varredura do Knicks nas finais do Leste, eu imaginei que ia rolar uma limpa geral no Cleveland. Mas não, pessoal. O presidente dos Cavs, Koby Altman, veio público e falou uma parada que me surpreendeu: Kenny Atkinson tá mais seguro que nunca no cargo.

    “Quando ganhamos como organização, ganhamos como organização. Quando perdemos, todos nós assumimos a responsabilidade, e nem sempre tem que ter um bode expiatório”, disse Altman. Cara, isso é maturidade organizacional ou o que?

    Os números não mentem

    E sinceramente, olhando friamente os números, é difícil questionar o trabalho do Atkinson. Campanha regular de 116-48 em duas temporadas — isso é mais de 70% de aproveitamento, galera. Tá, nos playoffs a coisa fica 13-14, mas convenhamos: o cara tirou esse time de uma situação complicada e botou nas finais de conferência.

    “Do ponto de vista do coaching, normalmente você diria: ‘Em termos de jogadores, do elenco, eu gostaria de ter isso aqui.’ Não posso dizer isso”, comentou Atkinson. “A diretoria nos deu um elenco maravilhoso, talentoso.”

    Monstro de humildade, né? Assumir que o problema não foi falta de peças é coisa de técnico experiente.

    A temporada da ressurreição

    Agora vem a parte que eu acho mais impressionante: essa temporada foi uma loucura para o Cleveland. Começaram 17-16, um monte de lesionado, 41 formações iniciais diferentes — quarenta e uma, gente! — e ainda assim terminaram com 52 vitórias.

    “Para ele estabilizar isso tudo foi incrível”, disse Altman. E aí chegaram as trocas: James Harden, Dennis Schröder, Keon Ellis… O cara teve que reinventar o sistema do zero em dois meses e meio. E funcionou.

    Vocês acham que qualquer técnico conseguiria fazer isso? Eu tenho minhas dúvidas. Atkinson mostrou uma capacidade de adaptação que poucos têm na liga.

    Pipeline de desenvolvimento

    Uma coisa que me chama atenção é como Altman destacou o desenvolvimento de jogadores jovens. Jaylon Tyson, Tyrese Proctor, Craig Porter Jr. — caras que talvez nem existissem no radar de outros times, mas que em Cleveland viraram peças importantes.

    “É fácil apontar para a derrota barulhenta e dizer: ‘Cara, todos nós queremos algumas dessas posses de volta’”, admitiu Altman. “Eu quero aquela série de volta. Mas temos que assumir isso como organização.”

    Olha, eu gosto dessa transparência. Nada de jogar a culpa só no técnico. É o time inteiro que tem que evoluir para quebrar essa barreira das finais de conferência. O Knicks mostrou que é possível — eles chegaram lá ano passado também.

    Na minha visão, Cleveland tá no caminho certo. Dois anos, duas campanhas sólidas, evolução clara do grupo. Agora é ver se conseguem dar o próximo passo em 2025.

  • Vučević nos Celtics: lesão estragou tudo, mas eu ainda acredito nele

    Vučević nos Celtics: lesão estragou tudo, mas eu ainda acredito nele

    Cara, eu preciso desabafar sobre o Nikola Vučević nos Celtics. Como fã que acompanha o montenegrino desde 2012, quando ele saiu da Filadélfia pro Orlando, ver ele finalmente vestindo o verde e branco foi um sonho virando realidade. Só que aí a NBA resolveu ser cruel…

    Doze jogos. DOZE. Foi só isso que conseguimos ver do Vuč antes de uma fratura no dedo mindinho da mão direita contra os Mavericks mandar tudo pro espaço. Ficou 14 jogos fora, numa temporada onde cada partida era crucial pra ele se adaptar ao sistema do Joe Mazzulla.

    Os números não contam a história toda

    Olha, 9.7 pontos e 6.6 rebotes em 16 jogos da temporada regular não impressionam ninguém, né? Mas sinceramente, como é que o cara ia render se mal teve tempo pra conhecer os companheiros? O sistema defensivo dos Celtics exige muito diálogo e conhecimento das rotações. Sem tempo de quadra, fica impossível.

    O Brad Stevens mesmo admitiu que a lesão ferrou com a temporada do Vuč. “Ele chegou aqui numa troca, teve alguns momentos bons, mas quebrou o dedo e isso definitivamente o atrapalhou”, disse o presidente de operações do time.

    E olha que quando tava saudável, a gente viu flashes do que ele pode oferecer. Aqueles 28 pontos e 11 rebotes contra o Brooklyn? Double-double na estreia contra o Miami? O potencial tava ali, gritante.

    Playoffs foram uma tortura

    Aí chegaram os playoffs e… putz. Enfrentar o Joel Embiid e companhia na primeira rodada nunca ia ser moleza pra um cara que não é conhecido pela defesa. Vuč lutou, mas acabou virando DNP-CD no jogo 7. Doeu ver.

    “Foi um confronto difícil pra todo mundo”, admitiu Stevens. “Mas o Vuč deu tudo que tinha e fez o que pedimos. Tenho muito respeito por ele como pessoa e profissional.”

    E aí, vocês acham que os Celtics deveriam tentar manter ele? Eu sou totalmente a favor, desde que seja num contrato que faça sentido financeiro. O cara ainda tem basquete pra dar, e com uma pré-temporada completa pra se adaptar, pode ser uma peça valiosa no garrafão.

    Aos 33 anos, Vučević vai ter que escolher entre grana e chances de título. Se topasse voltar por um salário mínimo veterano, seria um luxo ter ele de volta fazendo dupla com Neemias Queta e Luka Garza no banco. Mas será que o orgulho deixa?

  • Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Olha, os Celtics tão numa sinuca de bico. Duas eliminações seguidas nos playoffs que doeram na alma dos fãs, e agora o Brad Stevens tem que mexer o pau na panela se quiser voltar a brigar pelo título de verdade.

    E o problema maior? O garrafão, mano. A rotação de pivôs dos caras foi uma das piores da liga na temporada passada.

    O drama do Neemias Queta

    Neemias Queta até mostrou que não é tão ruim quanto todo mundo pensava — aliás, o cara jogou pra caramba na temporada regular. Mas aí chegaram os playoffs contra o Philadelphia 76ers e… cara, foi de dar dó. Não só o Queta, mas toda a linha de frente dos Celtics derreteu.

    Justo né? Era o primeiro playoff do rapaz. Uma série ruim não apaga uma temporada boa, mas pra competir lá em cima, os Celtics PRECISAM melhorar esse setor.

    Por que todo mundo tem pivô bom menos eles?

    Sinceramente, dá uma olhada nos times que mandam bem hoje em dia. Victor Wembanyama e Nikola Jokic são praticamente aliens — esses dois sozinhos carregam seus times nas costas. O Thunder tem Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein fazendo uma muralha na defesa. Os Knicks com Karl Anthony Towns e Mitchell Robinson são uma dupla física que assusta qualquer um.

    Lembra quando os próprios Celtics ganharam o título em 2024? Al Horford e Kristaps Porzingis foram FUNDAMENTAIS. A única exceção recente foi o Indiana Pacers em 2025 com Myles Turner — mas o cara tem 2,11m e mete bola de três, então não conta.

    A bomba: trocar o Jaylen Brown pelo Giannis?

    Aqui que a coisa fica interessante (e polêmica). A troca que tá circulando nos bastidores seria: Jaylen Brown pro Portland, Giannis pros Celtics, e o Milwaukee recebe de volta suas picks do draft mais Jerami Grant, Toumani Camara e Kris Murray.

    Na minha visão, essa história de que o Giannis tá sempre machucado é papo furado. Em 2025 — ou seja, temporada passada — o cara jogou 67 partidas e ficou em TERCEIRO no MVP. Depois meteu 33 pontos, 15 rebotes e 7 assistências nos playoffs mesmo com o Damian Lillard fora por lesão no Aquiles. O maluco carregou aquele time do Milwaukee o máximo que um ser humano consegue.

    “Ah, mas Giannis não é pivô tradicional”, você deve estar pensando. Cara, os números não mentem. Quando ele joga de cinco, o negócio funciona. Entre 2020 e 2025, com Brook Lopez no banco e Giannis jogando de centro, o Milwaukee teve um net rating de 7.5 — isso daria o quinto lugar na liga essa temporada.

    Agora imagina o Giannis dividindo quadra com Jayson Tatum ao invés de Bobby Portis…

    Vocês acham que vale a pena trocar o Brown por essa possibilidade? Eu sei que é difícil, mas às vezes pra ganhar título você tem que ser corajoso. E sinceramente, vendo o que o Wembanyama tá fazendo lá no Oeste, talvez só outro monstro pra parar ele.

    O que tá claro é que os Celtics não podem ficar parados. Seja uma bomba dessas ou movimentos menores, eles precisam resolver logo essa situação no garrafão se quiserem voltar a sonhar alto.

  • Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Draymond detona críticas a SGA: ‘vocês perderam o rumo!’

    Cara, o Draymond Green tá pistola. E quando ele fica assim, sai coisa boa.

    No último episódio do podcast dele, o veterano do Warriors foi com tudo em cima dos comentaristas que andam pegando no pé do Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não mediu palavras não.

    O motivo? Galera tá reclamando que o SGA “cai demais” e “pesca falta demais” nesta final de conferência contra os Spurs. Sendo que o cara acabou de ganhar o segundo MVP consecutivo há duas semanas. Segundo! Só 14 jogadores na história conseguiram isso.

    A revolta do Draymond

    “Shai, parabéns mano, você chegou num novo patamar de grandeza”, disparou o Draymond. “Você sabe que chegou lá quando a mídia esportiva começa a reclamar da sua grandeza. Imagina isso — gente reclamando da sua grandeza!”

    E ele não parou por aí. Soltou que a mídia esportiva “é um lixo” e que ninguém mais entende de basquete porque “tudo tá indo rápido demais” pro pessoal acompanhar.

    Sinceramente? Eu meio que concordo com ele. O SGA tá fazendo uma temporada monstruosa — quatro anos seguidos com mais de 30 pontos por jogo — e a galera fica focada em mimimi sobre árbitro?

    Os números não mentem

    Aqui que fica engraçado: Draymond jogou os dados na mesa. Antes do jogo 6, o Shai tinha tentado apenas CINCO lances livres a mais que o Wembanyama na série inteira. Cinco! E todo mundo reclamando como se ele tivesse tentado 50 a mais.

    “Vamos agir como se o Shai tivesse descendo a quadra com o apito na boca, apitando falta pra ele mesmo”, ironizou o Green. “Ou vamos fingir que a integridade toda da NBA foi pro espaço só pra beneficiar um jogador.”

    O cara tem razão, né? Se fosse esquema, não faria sentido nenhum privilegiar justamente o Thunder contra o garoto-prodígio francês que todo mundo ama.

    Olha, eu entendo que às vezes o estilo do SGA pode incomodar — ele é esperto pra caramba em criar contato e conseguir faltas. Mas mano, isso não é ilegal! É basquete inteligente. O LeBron fez isso a vida toda, o Harden transformou isso em arte…

    E outra: vocês viram os números do cara? Mais de 30 pontos por jogo há quatro temporadas. Dois MVPs seguidos. Liderando um Thunder que ninguém esperava que chegasse tão longe.

    Draymond ainda reclamou que ninguém tá falando do Dylan Harper (calouro jogando pra caramba), da defesa elite do Stephon Castle, ou do show que o Wemby tá dando. Só querem focar no que incomoda.

    E aí, vocês concordam com o Draymond ou acham que o SGA exagera mesmo nas faltas? Porque pra mim, se tá funcionando e é legal, o problema não é dele…