Tag: alemão NBA

  • Pistons e o drama dos arremessos de 3: time precisa de mira urgente

    Pistons e o drama dos arremessos de 3: time precisa de mira urgente

    Cara, vou ser direto: o Detroit Pistons tem um problemão com bola de três. E olha que não é só questão de percentual — é questão de filosofia mesmo.

    Eu sempre curti a pegada física dos Pistons, essa cara de Detroit raiz, mas assistindo os caras jogarem, fica claro que eles precisam urgentemente de gente que saiba ameaçar do perímetro. Trajan Langdon e JB Bickerstaff têm trabalho pela frente nessa offseason.

    O que é espaçamento de verdade?

    Espaçamento no basquete é quase um ato de caridade, sabe? É você se posicionar longe da bola pra dar espaço pro seu companheiro fazer a jogada. Funciona assim: ou você puxa o defensor pra longe e abre corredor pra infiltração, ou força ele a fechar no garrafão e você fica livre pra arremesso de três. É matemática pura.

    Vi um lance genial do Spurs ontem que exemplifica isso perfeitamente. Stephon Castle infiltrou, puxou a ajuda do Chet Holmgren, rolou a bola pro Keldon Johnson no canto, que achou De’Aaron Fox livre pra bomba de três. Defesa do Thunder ficou completamente perdida. Isso é espaçamento de verdade.

    E o Jared McCain? Monstro. O cara cruza a linha do meio de quadra já com as mãos prontas pra arremessar. Podia ter cortado pro garrafão, mas não — ele sabe qual é o trabalho dele. Três pontos limpos.

    Detroit tá sufocado no garrafão

    Com dois caras que não arremessam no quinteto titular, o Pistons não consegue ter o mesmo espaçamento que San Antonio ou Oklahoma City têm. Eles até pontuaram bem dentro do garrafão na temporada regular, mas nos playoffs? Virou um inferno.

    O garrafão ficava entupido de gente. Contra Cleveland, vi Cade Cunningham virar várias bolas simplesmente porque não tinha ninguém no canto pra receber o passe. Ausar e Duren colapsando pro rebote ofensivo, mas deixando o armador na mão na hora H.

    Tem um lance que me irritou profundamente: Caris LeVert saiu do canto (onde deveria estar ameaçando) pra fazer um bloqueio completamente desnecessário, colocando um defensor extra no caminho do Cade. Cara, isso é falta de QI de jogo básico.

    Até o Ron Holland, que é novato, já sacou a parada — vi ele gesticulando pro Daniss Jenkins e Tobias Harris se afastarem. O moleque entende mais de espaçamento que veteranos no elenco!

    Cadê os atiradores de ofício?

    Olha, não vou criticar ninguém por jogar com suas forças. Se você é bom infiltrando, vai pra cima mesmo. Mas Langdon precisa urgentemente encontrar caras que querem arremessar de três.

    Os números são assustadores: Detroit foi 29º em tentativas de três na temporada regular (entre 30 times) e 14º em 16 nos playoffs. O percentual até que não foi tão ruim (5º lugar), mas isso meio que prova o ponto — eles só arremessam quando tão MUITO livres.

    Ataque de meio de quadra vira previsível quando o adversário não tem medo do seu arremesso de fora. É simples assim.

    Analisando os 10 principais do elenco, fica claro que a maioria vive de arremessos de dois pontos. E aí, como que você vai espaçar direito? Como que você vai criar para o Cade fazer a magia dele?

    Na minha opinião, Detroit precisa de pelo menos dois caras que cheguem no verão pensando: “Meu trabalho é fazer chover de três”. Senão, temporada que vem vai ser mais do mesmo: garrafão lotado e Cade fazendo milagre.

    Vocês acham que os Pistons conseguem resolver isso na agência livre ou vão ter que apostar em trade mesmo?

  • Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Cara, recebi uma dessas notícias que me deixaram meio pra baixo hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara teve uma carreira que merece todo nosso respeito.

    Pra quem não conhece direito, Adelman foi o cara que transformou o Sacramento Kings numa verdadeira máquina de basquete no início dos anos 2000. Sabe aquele time que quase — QUASE — derrubou os Lakers do Shaq e do Kobe em 2002? Pois é, era ele no comando.

    De jogador mediano a gênio tático

    A história do Rick é interessante pra caramba. O cara jogou sete temporadas na NBA como armador reserva — nada excepcional, 7.7 pontos por jogo. Mas quando pendurou as chuteiras aos 28 anos, descobriu sua verdadeira vocação. Começou treinando numa faculdade comunitária no Oregon (imagina a humildade!) antes de chegar aos Blazers como assistente.

    Em Portland, ele mostrou do que era feito. Levou o time pra duas finais da NBA — 1990 e 1992 — mas esbarrou primeiro no Bad Boys do Detroit e depois no Bulls do Jordan. Sinceramente, azar do timing. Qualquer um que enfrentou o Jordan naquela época sabia que tava ferrado.

    O Kings mágico que quase mudou tudo

    Mas foi em Sacramento que o Adelman criou sua obra-prima. Cara, que time era aquele! Chris Webber armando jogadas do garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojakovic chuva de três, Doug Christie na defesa e Mike Bibby comandando. Era basquete arte pura.

    O sistema ofensivo que ele criou era revolucionário pra época. Todo mundo se movimentando, passes por todos os lados, espaçamento perfeito. Basicamente, ele antecipou muito do que a NBA se tornaria décadas depois. Em 2002, eles ganharam 61 jogos e levaram os Lakers pro limite nas Finais da Conferência Oeste.

    Aquela série de sete jogos contra LA foi de partir o coração. O Kings perdeu de 112 a 106 na prorrogação do jogo 7. Eu ainda fico pensando como seria se eles tivessem passado pros Lakers… Será que conseguiriam o título? A gente nunca vai saber.

    Legado que vai muito além dos títulos

    Depois de Sacramento, Adelman ainda passou pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves, sempre criando ataques eficientes mas sem conseguir aquele anel que tanto merecia. Terminou a carreira com 1.042 vitórias — décimo colocado na história — mas zero campeonatos.

    E sabe o que é o mais legal? Mesmo sem título, o cara foi pro Hall da Fama em 2021. Porque às vezes o legado vai muito além dos troféus. Os princípios ofensivos que ele desenvolveu ainda influenciam técnicos hoje em dia.

    O filho dele, David, hoje treina o Denver Nuggets — imagino como deve estar se sentindo. O comissário Adam Silver definiu bem: ‘estrategista brilhante e uma pessoa ainda melhor’.

    Rick Adelman provou que dá pra ser lembrado como um dos grandes mesmo sem levantar o troféu Larry O’Brien. Às vezes, revolucionar o jogo já é suficiente pra garantir a imortalidade. Descanse em paz, mestre.

  • Mavs vão abandonar Dallas? Time anuncia nova arena longe do centro

    Mavs vão abandonar Dallas? Time anuncia nova arena longe do centro

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Os Mavericks acabaram de soltar uma bomba: vão construir uma nova arena em North Dallas, no terreno onde ficava o antigo Valley View Mall. E o mais louco? Fica a mais de 17 quilômetros do American Airlines Center atual!

    A franquia confirmou na segunda-feira que chegou a um acordo preliminar para comprar cerca de 42 hectares no local. A ideia é estar tudo pronto para a temporada 2031-32, quando o contrato do AAC vence. Sinceramente, é meio surreal pensar nos Mavs longe do centro de Dallas — eles estão lá desde 2001, cara.

    Um projeto gigantesco pela frente

    Rick Welts, CEO que chegou em janeiro de 2025 (o cara que supervisionou a construção do Chase Center dos Warriors), não está brincando em serviço. Segundo ele, estão planejando “um dos maiores desenvolvimentos esportivos que já aconteceu”. Estamos falando de hotéis, lojas, nova arena, centro de treinamento — o pacote completo.

    “Temos a oportunidade de criar um destino vibrante de uso misto ancorado por uma arena de última geração”, disse a organização em comunicado. Eles precisavam de pelo menos 20 hectares para o projeto, e conseguiram mais que o dobro disso. É ambição que não acaba mais!

    Dallas ficando vazio no centro?

    Aqui que fica interessante (e meio triste, na minha opinião). Se os Mavs se mudarem mesmo, e os Stars também saírem para Plano como estão cogitando, Dallas vai ficar sem nenhum time no centro da cidade. Os Rangers e Cowboys já estão em Arlington há tempos.

    O AAC foi onde os Mavs conquistaram o único título da história em 2010-11 — aquela campanha épica do Dirk que eu ainda me arrepio lembrando. Meio melancólico pensar que eles vão deixar esse lugar cheio de história pra trás, não acham?

    Mas olha, 104 acres é muito espaço mesmo. Se eles conseguirem fazer um complexo decente por lá, pode ser que valha a pena. O que vocês acham — mudança necessária ou sentimentalismo à parte, era melhor ficar no centro mesmo?

  • Mavs vão deixar downtown! Nova arena muda tudo em Dallas

    Mavs vão deixar downtown! Nova arena muda tudo em Dallas

    Gente, que notícia! Os Dallas Mavericks acabaram de anunciar que vão sair do centro de Dallas pela primeira vez na história. Isso mesmo — depois de décadas no coração da cidade, o time vai construir uma nova arena a 16 quilômetros do downtown.

    O acordo preliminar é para um terreno de 104 acres onde antes ficava o Valley View Mall, na região norte de Dallas. O shopping foi demolido há três anos e agora vai virar o novo lar dos Mavs. A mudança deve acontecer em 2031, um ano depois do 50º aniversário da franquia.

    Por que sair do centro?

    Olha, a situação no American Airlines Center tá meio complicada. Os Mavs dividem a arena com o Dallas Stars (NHL) e rola uma disputa legal sobre relocação das duas franquias. O CEO Rick Welts e o governador Patrick Dumont deixaram claro que querem uma arena só de basquete — nada de dividir com hockey.

    E convenhamos, faz sentido. Quantas vezes a gente não viu problemas de calendário, de configuração da quadra, essas coisas? Uma arena dedicada só ao basquete pode fazer toda a diferença na experiência dos jogadores e dos torcedores.

    Rick Welts, aliás, não é qualquer um. O cara saiu da aposentadoria especificamente pra tocar esse projeto. Antes disso, ele comandou a mudança do Golden State Warriors pro Chase Center em San Francisco. Se deu certo lá…

    Mais que uma arena

    A ideia não é só construir uma arena e pronto. O projeto prevê um complexo de uso misto com restaurantes, opções de entretenimento, espaços verdes e experiências para a família toda. Basicamente, querem criar um destino, não só um lugar pra ver jogo.

    “Temos a oportunidade de criar um destino vibrante ancorado por uma arena de última geração”, disse o time em comunicado. E sinceramente? Eu tô curioso pra ver como isso vai ficar.

    Os Mavs passaram os primeiros 21 anos na Reunion Arena, no sudoeste do centro, antes de se mudar para o AAC. Agora, mais uma mudança histórica. Vocês acham que foi a decisão certa? Eu ainda tô digerindo a notícia, mas reconheço que ter uma arena própria pode ser um diferencial gigante.

    O prazo é apertado — Welts disse que precisava definir o local até julho pra conseguir terminar a construção até 2031, quando o contrato no AAC expira. Pelo jeito, conseguiram cumprir o cronograma.

  • Mavs vão deixar o centro de Dallas em 2031 — que loucura!

    Mavs vão deixar o centro de Dallas em 2031 — que loucura!

    Gente, acabei de ler uma notícia que me deixou meio chocado. O Dallas Mavericks vai deixar o American Airlines Center em 2031 e se mudar pra zona norte da cidade. Depois de 30 anos no mesmo lugar, o time do Luka Dončić vai dar tchau pro centro de Dallas.

    A história é a seguinte: o contrato de 30 anos do Mavs com a cidade termina na temporada 2030-31, e eles decidiram não renovar. Já compraram um terreno gigante de 104 acres onde ficava um shopping antigo (Valley View Mall) pra construir uma nova arena. Sinceramente? Faz sentido.

    O fim de uma era no centro da cidade

    Olha, desde 2001 os Mavs dividiam o American Airlines Center com o Dallas Stars (hockey). Mas agora os Stars também tão de saída — querem ir pra Plano. Resultado? O centro de Dallas vai ficar só com o Dallas Wings (WNBA), que ainda por cima joga em Arlington mas deve se mudar pro centro em 2027.

    É meio irônico quando você para pra pensar. O Mavericks sempre jogou no centro desde 1980, quando o time foi criado. Primeiro no Reunion Arena, depois no AA Center. Agora, depois de 51 temporadas, vão pro subúrbio. Mark Cuban deve ter seus motivos, né?

    Muito mais que uma arena

    A parada mais interessante é que não vão construir só uma arena. O plano inclui sede corporativa nova, centro de treinamento, hotel de luxo e até um teatro de 5.000 lugares pra shows e eventos menores. Basicamente vão criar um distrito de entretenimento inteiro.

    Eu fico imaginando como vai ser essa mudança. Por um lado, faz sentido ter tudo integrado — arena, hotel, restaurantes, tudo num lugar só. Por outro, vai fazer falta aquele clima de jogar no centro da cidade, pertinho de onde tudo acontece em Dallas.

    E vocês, acham que essa mudança vai ser boa pro time? Às vezes me pergunto se esses projetos gigantes realmente melhoram a experiência do torcedor ou se é só questão de grana mesmo. Vamos ver como fica quando 2031 chegar!

  • Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Curry fecha com gigante chinesa Li-Ning e deixa Under Armour no passado

    Gente, o que acabou de rolar com o Stephen Curry é absurdo. O cara que praticamente mudou a NBA com seus arremessos de 3 pontos acabou de assinar um contrato de longo prazo com a Li-Ning, uma gigante chinesa do mundo esportivo. E olha, depois de ver ele testando tênis de todo mundo na temporada passada, era questão de tempo até ele achar um novo lar.

    O próprio Curry chamou de “parceria de uma vida”. Não é pra menos — a Li-Ning não é brincadeira. É uma das maiores do mundo quando o assunto é equipamento esportivo, e agora ter o Chef Curry no time deles? Isso vai mudar o jogo completamente.

    O fim de uma era com a Under Armour

    Vocês lembram do drama todo que rolou quando ele deixou a Under Armour em novembro passado, né? Mais de dez anos de parceria foram por água abaixo. E o que o maluco fez? Começou a usar um tênis diferente praticamente toda noite! Tinha uma caixa gigante do lado do vestiário dele no Chase Center, cheio de opções. Sinceramente, achei genial da parte dele.

    Durante essa “agência livre dos tênis”, ele até usou os modelos do Dwyane Wade e do Jimmy Butler na Li-Ning. Era tipo um test drive mesmo. Imagina a pressão das marcas tentando conquistar um dos caras mais influentes da liga?

    Li-Ning quer dominar o mundo

    A parceria não vai ser só sobre tênis, não. Eles querem expandir a marca do Curry no basquete, golfe e lifestyle. Na minha visão, isso faz todo sentido. O cara tem 38 anos, ainda joga em alto nível, mas já tá pensando no que vem depois da aposentadoria.

    E olha que interessante: eles falaram sobre “inspirar a próxima geração de atletas ao redor do mundo”. Com o alcance que a Li-Ning tem na Ásia e a influência global do Curry, essa parceria pode ser monstro mesmo. Imaginem quantos moleques na China vão querer jogar basquete agora?

    O que vocês acham? Será que essa mudança para uma marca chinesa vai dar certo, ou vocês sentirão falta dos tempos de Under Armour? Eu, particularmente, tô curioso pra ver os primeiros produtos dessa parceria. Aposto que vão ser diferentes de tudo que já vimos.

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos maiores técnicos da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, quando eu falo ‘um dos maiores’, não é força de expressão não — o cara ganhou 1.042 jogos como treinador. Mil e quarenta e dois! É o 10º na história da liga.

    Pai do atual técnico do Denver Nuggets

    O que torna tudo ainda mais tocante é que Rick era pai do David Adelman, que hoje comanda o Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo técnico na NBA… Os Nuggets divulgaram uma nota super respeitosa, e dá pra sentir a dor ali.

    Rick começou como jogador — armador de 1969 a 1975 — mas foi como técnico que ele realmente brilhou. E que brilho, meu amigo. Levou o Portland Trail Blazers pras Finais DUAS vezes. Uma em 1990 (perdeu pro Detroit dos Bad Boys) e outra em 1992 (caiu pro Bulls do Jordan). Sinceramente, esses times do Blazers com Clyde Drexler eram monstros.

    O mago de Sacramento

    Mas se tem uma passagem que eu acho que define o Rick Adelman, foi em Sacramento. Oito anos lá, oito temporadas com campanha positiva. O cara pegou um elenco com Vlade Divac, Peja Stojaković, Chris Webber, Mike Bibby… e criou uma das ofensivas mais bonitas que a NBA já viu.

    Eu lembro de assistir aqueles Kings jogarem e pensar: ‘isso aqui é arte, mano’. Era um basquete diferente, inovador. O Rick meio que antecipou muita coisa que a gente vê hoje na liga. Um visionário mesmo.

    Números que impressionam

    Só quatro técnicos na história — Pat Riley, Gregg Popovich, Jerry Sloan e George Karl — dirigiram mais jogos E tiveram aproveitamento melhor que o Adelman. Isso aí é clube de elite, viu?

    O cara também passou por Houston, Minnesota e Golden State. Em cada lugar, deixava sua marca. Kyle Lowry, que jogou com ele, disse uma coisa linda ontem: que o Rick realmente investia nos jogadores, confiava neles. E olha que o Kyle não é de elogiar qualquer um.

    Do Oregon pro Hall da Fama

    A história do Rick é inspiradora demais. O cara começou num college comunitário no Oregon, sem experiência nenhuma. Jack Ramsey (lenda do Portland) viu o trabalho dele e trouxe pro Blazers como assistente.

    Quando assumiu como técnico interino em 1988-89, com 35 jogos restantes, deve ter pensado: ‘e agora?’. Bom, ‘e agora’ virou uma das carreiras mais respeitadas da NBA. Em 2021 foi pro Hall da Fama, merecidíssimo.

    Adam Silver disse que ele era ‘um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor’. Acho que resume bem o legado do Rick Adelman.

    E vocês, lembram de algum momento especial desses times comandados por ele? Aqueles Kings do início dos anos 2000 eram algo especial mesmo…

  • Mavs confirmam mudança: nova arena em Dallas até 2031

    Mavs confirmam mudança: nova arena em Dallas até 2031

    Olha, quando eu vi essa notícia rolando hoje cedo, pensei: “Não é possível que os Mavs vão sair do American Airlines Center”. Mas é isso mesmo, pessoal. O Dallas Mavericks confirmou ontem que vai construir uma nova arena e distrito de entretenimento no norte de Dallas, cerca de 20 km da casa atual deles.

    A mudança não vai rolar agora — eles ficam no AAC até julho de 2031, ou seja, ainda temos cinco temporadas completas pra curtir os jogos lá. A meta é estrear a nova casa na temporada 2031-32.

    Um projeto gigante no lugar do Valley View Mall

    O local escolhido foi onde ficava o antigo Valley View Mall, numa área de 104 acres. Cara, isso é MUITO espaço — mais que o dobro dos 50 acres mínimos que eles tinham estabelecido como necessário pro projeto. Rick Welts, que é o CEO contratado especificamente pra tocar essa busca por uma nova arena (e que já fez o mesmo trampo com a construção do Chase Center dos Warriors), deve estar comemorando.

    “O local do Valley View atende a maioria dos critérios que estabelecemos no início do processo de avaliação”, disse o time em comunicado. “Nosso objetivo é permanecer na cidade de Dallas, e acreditamos que este local oferece a melhor oportunidade para alcançar esse objetivo.”

    Mais que uma arena: um complexo completo

    E não é só uma arena, não. O projeto inclui hotéis, lojas, restaurantes, centro de treinamento, espaços verdes e atrações familiares. Basicamente, querem criar um destino completo — tipo aqueles complexos americanos gigantes que a gente vê por aí.

    Uma coisa interessante: essa escolha pelo norte da cidade tirou de cogitação a demolição do Dallas City Hall, um prédio histórico de 48 anos que tinha virado ponto de polêmica no processo. Sinceramente, acho que foi uma decisão esperta — preservar a arquitetura da cidade e ainda assim conseguir o que precisavam.

    O movimento também acelera uma tendência que já tava rolando em Dallas: os times profissionais se afastando do centro da cidade. Os Cowboys e Texas Rangers já jogam em Arlington, e até os Stars (hockey) estão considerando uma mudança pra Plano.

    O American Airlines Center tem sido a casa dos Mavs desde 2001 — incluindo durante aquela temporada mágica de 2011 quando eles levantaram o único título da franquia. Vocês acham que a mudança pode trazer sorte pra mais um campeonato?

    Uma curiosidade engraçada que vi na matéria original: quando a nova arena abrir, Cooper Flagg (o prodígio do Duke que todo mundo tá de olho pro Draft) vai ter 25 anos. O tempo voa mesmo, né?

  • Memphis precisa trancar Jaylen Wells AGORA por 50 milhões

    Memphis precisa trancar Jaylen Wells AGORA por 50 milhões

    Cara, tem um tipo de arrependimento que assombra qualquer diretoria da NBA, e não é de ter pago demais por uma estrela. É muito pior: é ver um jogador barato e fundamental virar uma guerra de lances que poderia ter sido evitada. E o Memphis Grizzlies tá sentado em cima de exatamente esse tipo de tesouro.

    Jaylen Wells não é só mais um cara que foi pescado no segundo turno. Esse moleque de 22 anos joga como se tivesse sido escolhido na loteria, e sinceramente? Zach Kleiman deveria oferecer mais de 50 milhões pra ele ANTES que o resto da liga acorde pra vida.

    O cara é 3&D de verdade, não fake

    Olha, a etiqueta “3&D” virou meio clichê na NBA — qualquer ala que não consegue criar jogada ganha esse rótulo, mesmo que nem acerte três nem defenda direito. Wells é diferente. O maluco REALMENTE faz as duas coisas, e ainda consegue armar pros companheiros.

    Os números dele nessa temporada foram absurdos: 12.5 pontos, 3.2 rebotes e 1.6 assistência por jogo, com 43.1% nos arremessos de quadra e 35.3% nas bolas de três (em mais de cinco tentativas por noite, hein). E sabe o que é mais louco? São praticamente os mesmos números do ano passado, quando ele ganhou o All-Rookie First Team.

    Dois anos seguidos no mesmo nível de eficiência não é sorte — é padrão. E um cara escolhido na 39ª posição que já provou que pode ser titular na NBA? Mano, esse é um dos melhores custos-benefício do basquete.

    Na defesa ele é um monstro

    E a defesa? Nem precisa de ressalva. Com 1,98m e físico pra marcar várias posições, Wells é exatamente o tipo de defensor que qualquer técnico pode colocar no melhor jogador de perímetro adversário sem piscar o olho. É esperto, sempre ligado e físico na marcação.

    Numa era onde versatilidade defensiva no perímetro é o recurso mais escasso da NBA, Memphis achou ouro no segundo turno. E vocês acham que dá pra deixar um jogador desses testar o mercado aberto?

    O futuro do Oeste passa pelo perímetro

    Pensa comigo: se Memphis quer brigar por título na próxima janela competitiva, vai ter que ganhar jogos contra os melhores armadores dessa geração. Shai Gilgeous-Alexander tá dominando no Thunder, Dylan Harper vai chegar pra formar dupla assombrada com Wembanyama no Spurs.

    Não existe esquema tático que “resolve” o SGA — o máximo que você pode fazer é colocar um defensor longo e disciplinado pra tornar cada posse uma batalha. E se Memphis chegar nas Finais (tomara!), ainda pode ter que enfrentar Jalen Brunson ou Tyrese Haliburton no Leste.

    O técnico Tuomas Iisalo não consegue esquematizar contra todos esses caras. Quase ninguém consegue. Você PRECISA de uma resposta humana.

    Wells é a coisa mais próxima do Jimmy Butler que Memphis vai ter, e o cara tem só 22 anos. Na minha visão, a capacidade do franchise de competir com os grandes do Oeste depende, em boa parte, de ter esse stopper de perímetro garantido por contrato.

    Deixar ele chegar na agência livre restrita, onde o preço sobe e qualquer rival pode ditar os termos com uma oferta? Seria um tiro no próprio pé. Memphis tem que trancar esse negócio AGORA, antes que todo mundo perceba o valor real do garoto.

  • Que nostalgia! NBA traz de volta símbolos clássicos nas Finals 2026

    Que nostalgia! NBA traz de volta símbolos clássicos nas Finals 2026

    Gente, finalmente! A NBA decidiu parar com essa palhaçada e trouxe de volta os símbolos das Finals nas quadras. E olha, não poderia ter escolhido melhor momento — Spurs vs Knicks em 2026. Essa final promete ser histórica mesmo.

    Sério, vocês lembram como era massa ver aquele troféu Larry O’Brien pintado no meio da quadra? Ou pelo menos os logos estilizados das Finals dos dois lados? Pois é, a NBA meio que abandonou essa tradição nos últimos anos e as Finals perderam completamente a personalidade visual.

    Brett Siegel vazou as quadras (e que quadras!)

    O insider Brett Siegel postou no Twitter como vão ficar as quadras dessa final, e cara… que nostalgia. Finalmente a liga escutou os fãs que pediam isso há anos. Eu mesmo sempre achei um absurdo as Finals parecerem qualquer jogo da temporada regular.

    Na minha opinião, esses detalhes fazem toda diferença. Imagina você assistindo pela primeira vez uma final da NBA e a quadra é igual qualquer uma? Não rola. Tem que ter aquela pompa, aquele clima especial que só as Finals merecem.

    Spurs e Knicks: um duelo que não rola desde 99

    E que coincidência absurda essa final acontecer justamente entre Spurs e Knicks — a primeira vez que esses times se enfrentam na decisão desde 1999! Vocês lembram daquela série? Tim Duncan novato, Allan Houston metendo bola pelos Knicks…

    Os números dessa temporada 2026 são de impressionar mesmo. Spurs com 62-20 (segundo seed no Oeste) e Knicks com 53-29 (terceiro no Leste). Mas olha esse dado: Nova York chegou na final com 11 vitórias consecutivas. Onze! Varreu Sixers e Cavaliers, passou pelos Hawks em 6 jogos.

    Já San Antonio teve uma jornada mais turbulenta — levaram os Thunder pra 7 jogos nas semis de conferência. Que sufoco, hein? Mas chegaram lá.

    O primeiro jogo é dia 3 de junho em San Antonio, 20h30. Game 2 no dia 5, mesma cidade. Aí a coisa muda pra Nova York nos jogos 3 e 4 (8 e 10 de junho). E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô torcendo pra ir pra pelo menos 6 jogos — com essas quadras lindas, merece ser uma série longa mesmo.