Tag: alemão NBA

  • Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Olha, eu sinceramente não esperava que o Thunder fosse investir tanto assim no Isaiah Hartenstein, mas pelos rumores que tão rolando, o alemão vai mesmo ficar em Oklahoma City na próxima temporada. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O negócio é o seguinte: Hartenstein tem uma opção de equipe de 28.5 milhões de dólares para 2026-27. Seja exercendo essa opção ou reestruturando tudo numa extensão, as fontes da liga tão batendo o martelo — ele fica. O cara assinou um contrato de 3 anos e 87 milhões depois de mostrar serviço no Knicks, e agora virou peça fundamental no Thunder.

    A rivalidade com Wembanyama muda tudo

    Vocês viram aquelas finais de conferência contra o Spurs? Hartenstein foi um dos poucos que conseguiu incomodar o Wembanyama de verdade. Foram várias sequências defensivas onde o alemão mostrou que não tá ali de enfeite. Ok, perderam em 7 jogos, mas aquela série deixou claro que o Thunder vai precisar de todo arsenal possível pra enfrentar o francês nos próximos anos.

    E convenhamos, desmontar o garrafão agora seria um tiro no pé. Com Wemby e os Spurs se consolidando como a principal ameaça no Oeste a longo prazo, você não pode se dar ao luxo de ficar sem opções no posto 5.

    A conta salgada que vai valer a pena

    Não vou mentir — o Thunder vai sangrar financeiramente. A folha salarial tá projetada em 250.5 milhões de dólares só na próxima temporada, bem acima do segundo patamar da luxury tax. SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren sozinhos vão receber 123.8 milhões combinados (subindo dos atuais 58.5 milhões). Em 2027-28? Esses três vão custar 150.8 milhões.

    É dinheiro pra caramba, mas quando você tem uma janela real de título, você gasta mesmo. E pelo que o próprio Hartenstein falou depois da eliminação, ele quer ficar. Quando jogador e time tão alinhados assim, geralmente as coisas se resolvem.

    Ah, e tem mais um detalhe: o Thunder draftou o centro Thomas Sorber em junho, mas o garoto perdeu a temporada toda com lesão no ligamento cruzado. Ou seja, apostar só na recuperação dele seria muito arriscado.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em investir pesado no Hartenstein? Na minha opinião, com a liga cada vez mais física e times como os Spurs crescendo, ter um pivô que aguenta o tranco é investimento obrigatório.

  • Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Curry quebra o silêncio sobre parceria histórica com a Li-Ning

    Cara, o Stephen Curry finalmente falou sobre sua mudança bombástica pra Li-Ning, e sinceramente? Eu não esperava que ele fosse tão animado assim com a coisa.

    Alguns meses depois de terminar com a Under Armour (que já tava na hora mesmo), o armador do Warriors fechou um contrato de 10 anos com a gigante chinesa. E olha, não é qualquer contrato não — é uma parceria que vai muito além de só fazer tênis.

    A visão global do Chef Curry

    “No fim das contas, eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o monstro de 38 anos. E cara, dá pra sentir a empolgação dele quando fala sobre levar a marca pro mercado global.

    Pra quem não sabe, a Li-Ning não é brincadeira — eles lideram o mercado de basquete na China. E com Curry na jogada, a ideia é expandir essa pegada mundial que a marca tem. Ele mesmo falou que agora vai ter “uma pista expandida de recursos” pra trazer inovações absurdas pro mundo todo.

    Na minha visão, foi uma jogada genial. O cara saiu da Under Armour (que tava meio perdida ultimamente) e foi direto pro gigante asiático que tá crescendo absurdamente.

    Não é só tênis, é império

    E aqui que fica interessante: o acordo não é só pra linha de basquete não. Curry vai ter uma linha completa de golfe também — porque né, o cara é viciado no esporte e quer expandir mesmo.

    Mas o mais louco? Ele pode assinar outros atletas pra sua marca. Basicamente virou um mini-Jordan da Li-Ning. Imagina só as possibilidades que isso abre.

    Aliás, Curry não tá sozinho nessa. Jimmy Butler já tá com a Li-Ning desde 2020, e tem outros monstros como CJ McCollum, Fred VanVleet e D’Angelo Russell no time também. Tá virando uma família mesmo.

    Vocês acham que essa parceria vai conseguir brigar de igual pra igual com Nike e Jordan Brand? Eu tô curioso pra ver os primeiros produtos que vão sair dessa união. Com o alcance global da Li-Ning e a genialidade do Curry, pode rolar coisa boa mesmo.

  • Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    O basquete americano perdeu uma lenda ontem. Rick Adelman, técnico histórico do Portland Trail Blazers e um dos grandes nomes da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. Cara, é dessas notícias que te pegam de surpresa e fazem você parar pra lembrar de tudo que esse cara representou.

    29 anos na liga. VINTE E NOVE. Sendo que 23 deles como técnico principal. O maluco simplesmente viveu e respirou NBA por quase três décadas. E não foi qualquer passagem não — Adelman levou os Blazers pra duas finais consecutivas em 1990 e 1992. Imagina a emoção de Portland naquela época?

    Mais que um técnico, uma instituição

    O que mais me impressiona no Adelman é a longevidade. O cara não foi só técnico dos Blazers — passou por Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. 1.042 jogos dirigidos, que o coloca como 10º na história da NBA. Absurdo, né?

    E antes de ser técnico, ele jogou! Oito temporadas como jogador (1968-1975), sendo três justamente em Portland. Então ele conhecia a organização por dentro e por fora. Talvez seja por isso que conseguiu extrair o melhor daqueles times dos Blazers no início dos anos 90.

    O legado continua vivo

    Aqui vem uma curiosidade que vocês talvez não saibam: o filho dele, David Adelman, é o atual técnico do Denver Nuggets. O basquete realmente corre no sangue da família. Rick foi casado com Mary Kay por 56 anos (que relacionamento sólido!), pai de seis filhos e avô de doze netos.

    A Associação dos Técnicos da NBA fez questão de destacar que Adelman será lembrado “não apenas como técnico e jogador, mas como mentor de muitos na comunidade do basquete”. E olha, entrando no Hall da Fama em 2021, ele teve o reconhecimento que merecia em vida.

    Sinceramente, acho que a gente às vezes não valoriza o suficiente esses caras que dedicaram a vida inteira ao esporte. Rick Adelman foi dessas figuras que ajudaram a construir a NBA que conhecemos hoje. Portland pode estar passando por mudanças com a nova direção, mas a memória desse cara vai ficar pra sempre na franquia.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, nos deixou aos 79 anos. E olha, quando Adam Silver fala que alguém era “brilhante” e “ainda melhor pessoa”, você sabe que estamos falando de um gigante do basquete.

    Adelman não foi só mais um técnico — foi um cara que revolucionou a forma de se jogar basquete. Quase 30 anos dedicados ao jogo, primeiro como jogador (de 1968 a 1975, rodando por times como Rockets, Trail Blazers, Bulls), depois como um dos estrategistas mais geniais que já vi.

    O mago de Portland que quase conquistou tudo

    A era dourada do Adelman? Foi definitivamente em Portland. O cara pegou aquele time em 1989 e transformou numa máquina de jogar basquete. Duas finais da NBA (1990 e 1992) — e sinceramente, se não fosse aquele Bulls do Michael Jordan no auge, talvez a história fosse diferente.

    Eu lembro de assistir aqueles Blazers jogando. Era um basquete inteligente, com movimentação constante, todo mundo tocando na bola. Clyde Drexler voando, mas sempre dentro de um sistema bem estruturado. Esse era o DNA do Adelman.

    Sacramento e aquele time que deveria ter sido campeão

    Mas se tem uma coisa que me dói até hoje é pensar no que aconteceu com aquele Kings de 2002. Adelman pegou uma franquia perdida e criou um dos times mais bonitos de se ver jogar. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Mike Bibby… era poesia em movimento.

    Aquelas finais de conferência contra os Lakers ainda me tiram o sono. Todo mundo sabe que teve coisa errada ali (não vou nem entrar nesse assunto que dá gatilho), mas o trabalho do Adelman foi impecável. Transformou Sacramento numa potência do basquete moderno.

    O mais impressionante? O cara terminou a carreira com 1.042 vitórias. Décimo colocado na lista dos técnicos com mais vitórias da história. Não é pouca coisa, galera.

    Um legado que continua vivo

    E tem uma coisa linda nessa história toda — o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets atualmente. Imaginem a pressão de seguir os passos do pai, mas ao mesmo tempo, que orgulho deve ser carregar esse sobrenome no basquete.

    Rick foi pro Hall da Fama em 2021, merecidíssimo. Mas o reconhecimento vai além de troféus e estatísticas. O cara influenciou uma geração inteira de técnicos e jogadores. Aquela filosofia de basquete coletivo, de valorizar cada peça do quebra-cabeça, é algo que vemos até hoje na NBA.

    Vocês conseguem imaginar quantos jogadores desenvolveram suas carreiras nas mãos desse cara? Quantos técnicos aprenderam com ele? É um legado que vai muito além dos números.

    Descanse em paz, Rick. Obrigado por nos ensinar que basquete pode ser arte quando feito da forma certa. A NBA perdeu um gigante.

  • NBA perde lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. A NBA perdeu mais uma lenda ontem — Rick Adelman morreu aos 79 anos, deixando um legado absurdo no basquete americano.

    O que torna isso ainda mais tocante? Seu filho David é o atual técnico do Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo treinador na liga onde seu pai brilhou por décadas…

    Um técnico que marcou época

    Rick não foi um técnico qualquer, não. Estamos falando de alguém com 1.042 vitórias na carreira regular — décimo lugar na história da NBA. Vinte e cinco anos comandando times, inovando, ensinando. O cara era um monstro no banco de reservas.

    Antes de virar técnico, ele também jogou na NBA de 1968 a 1975. Passou por vários times — San Diego Rockets, Portland Trail Blazers, Chicago Bulls, New Orleans Jazz e Sacramento Kings. Ou seja, conhecia a liga como jogador e como comandante.

    Mas foi como técnico que ele realmente deixou sua marca. Principalmente em Portland, onde ficou de 1989 a 1994 e levou os Trail Blazers para duas finais da NBA (1990 e 1992). Sinceramente, aqueles times de Portland eram duros de roer.

    O legado continua na família

    David Adelman assumiu o comando do Nuggets em 2025, depois de oito anos como assistente técnico da franquia (2017-2025). Antes disso, passou por Orlando Magic e Minnesota Timberwolves como auxiliar.

    O Denver foi uma das primeiras organizações a se manifestar, o que faz todo sentido. A nota oficial foi bem emotiva: “Por quase um quarto de século, o técnico Adelman foi um dos mais bem-sucedidos e inovadores treinadores que a NBA já viu, e suas contribuições para o jogo ainda podem ser vistas hoje.”

    Rick deixa a esposa Mary Kay Adelman. Infelizmente, a família já tinha passado por uma tragédia em 2018, quando perdeu o outro filho, Richard “R.J.” Adelman, aos 44 anos, num acidente de trânsito.

    Olha, eu sempre admirei técnicos que conseguem se adaptar e evoluir com o jogo — e Rick era exatamente isso. Vocês acham que o David vai conseguir honrar o legado do pai em Denver? A pressão deve ser enorme, mas o cara tem experiência pra isso.

    Descanse em paz, Rick. A NBA não vai esquecer o que você fez pelo nosso esporte.

  • Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Cara, eu ainda tô processando essa estatística que saiu após a eliminação do Oklahoma City Thunder pelo San Antonio Spurs na final do Oeste. Prepara o coração porque o número é de doer: o Thunder fez 71-14 contra o resto da NBA na temporada, mas contra os Spurs? 4-8. Quatro vitórias em doze jogos.

    Pensa comigo — San Antonio foi responsável por 36,4% de TODAS as derrotas do Thunder na temporada regular. Oito das 22 derrotas vieram contra os Spurs. É ou não é absurdo?

    O pesadelo começou cedo

    A coisa começou mal logo no início da temporada. Os Spurs quebraram uma sequência de 16 vitórias consecutivas do Thunder (recorde da franquia) ainda na semifinal da Copa da NBA. Sinceramente, eu já sabia que ia dar ruim quando vi aquilo acontecer.

    E não parou por aí. San Antonio ganhou mais duas antes de Oklahoma City conseguir UMA vitória em janeiro. Aí em fevereiro? Spurs de novo por cima. Era impressionante como esse time jovem de San Antonio simplesmente tinha a fórmula pra parar o Thunder.

    Game 7 sem peças importantes

    No jogo 7 da final do Oeste, o Thunder jogou sem Jalen Williams (lesão no posterior da coxa) e Ajay Mitchell (panturrilha). Os dois só jogaram três partidas cada na série toda — é muito handicap pra uma decisão dessa magnitude.

    Mas olha, não dá pra usar isso como desculpa total não. O próprio Shai Gilgeous-Alexander admitiu que os Spurs foram superiores no jogo 7 e que o Thunder precisa evoluir. Maturidade do cara, reconhecer isso.

    Vocês acham que essa pode ser o início de uma rivalidade clássica? Porque 12 jogos entre os times em uma temporada é muita coisa. E com os Spurs voltando pras finais pela primeira vez desde 2014, quando levaram o título…

    O que mais me impressiona é como um time tão jovem quanto o de San Antonio conseguiu ter a compostura pra eliminar um candidato real ao título. A experiência de playoffs não era grande, mas na hora H souberam jogar a pressão toda pro Thunder.

    É aquela velha história da NBA — manter-se no topo é mais difícil que chegar lá. Apenas sete times na história conseguiram bicampeonatos consecutivos. E pelos números mostram, o Thunder vai ter que descobrir como jogar contra os Spurs se quiser sonhar com o título no futuro.

  • Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, que foi simplesmente O TÉCNICO do Sacramento Kings nos anos 2000, morreu aos 79 anos. E olha, não tô exagerando quando digo que ele foi o cara que mais entendeu de basquete naquela franquia.

    395 vitórias pelo Kings. Trezentos e noventa e cinco. É o recorde da franquia até hoje, e olha que já faz tempo que ele saiu de lá. O maluco levou Sacramento pros playoffs em TODAS as oito temporadas que comandou o time (1998-2006). Isso é coisa de monstro, gente.

    O Sacramento que a gente lembra com carinho

    Quem acompanha NBA há mais tempo sabe: aqueles Kings do início dos anos 2000 eram um espetáculo à parte. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Jason Williams (o White Chocolate!)… Era um basquete que dava gosto de assistir. E quem comandava aquela orquestra? Rick Adelman.

    O cara tinha 1.042 vitórias na temporada regular na carreira toda – décimo maior número da história da NBA. Não é pouca coisa, não. E a parte mais doída? Os Kings nunca mais foram os mesmos depois que ele saiu. Ficaram 16 anos sem ir pros playoffs! Dezesseis! E a última série de playoffs que ganharam foi em 2004, ainda com ele no comando.

    Muito mais que os Kings

    Antes de chegar em Sacramento, Adelman já tinha mostrado serviço. Levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais da NBA – perderam pro Detroit Pistons em 1990 e pro Chicago Bulls em 1992. Imagina se tivesse ganhado uma dessas? (Mas convenhamos, aquele Bulls do Jordan era difícil mesmo.)

    O que mais me impressiona é a consistência do cara. Começou como jogador – foi draftado pelo San Diego Rockets em 1968, saído da Loyola Marymount. Jogou sete temporadas na NBA antes de virar técnico. E quando virou, virou pra valer.

    A organização dos Kings soltou uma nota linda, falando que ele “representou o que há de melhor no basquete de Sacramento” e que inspirava todo mundo “com humildade, integridade e uma crença inabalável no poder do trabalho em equipe”.

    Sinceramente? Acho que é isso mesmo. Rick Adelman era daqueles técnicos old school, que entendia que basquete é jogo coletivo. Não à toa conseguiu tirar o melhor daquele elenco dos Kings que, no papel, talvez não fosse o mais talentoso da liga, mas jogava um basquete que era pura poesia.

    Descanse em paz, coach. E obrigado por ter nos dado aqueles Kings inesquecíveis dos anos 2000.

  • Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, o lendário técnico que transformou o Sacramento Kings no “Greatest Show on Court”, morreu ontem aos 79 anos.

    Eu não vou mentir — quando penso nos Kings dos anos 2000, a primeira coisa que vem na cabeça é aquele time absurdamente divertido do Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojakovic e companhia. E por trás de tudo isso estava o Adelman, fazendo mágica na beira da quadra.

    O homem que criou o melhor Kings da história

    Olha só os números: cinco temporadas consecutivas com mais de 50 vitórias (2000-2005), uma final de conferência em 2002 que quase — QUASE — tirou os Lakers do Shaq e Kobe. Aquele time jogava um basquete que era pura arte, mano. Movimentação de bola, passes sem olhar, enterradas do Webber… Era outro nível.

    A Sports Illustrated não chamou eles de “Greatest Show on Court” à toa. Sinceramente, acho que foi o auge do basquete coletivo na NBA moderna. E o Adelman era o maestro de tudo isso.

    O que mais me impressiona? O cara conseguiu 1.042 vitórias como técnico — décimo maior número da história da NBA. Passou pelos Warriors (1995-97), fez história em Sacramento, ainda deu uma passada pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. Quase 30 anos na beira da quadra, monstro.

    Legado que vai além das quadras

    O que me deixa ainda mais emocionado é ver como todo mundo fala dele como pessoa. O comunicado dos Kings foi lindo: “humildade, integridade, bondade”. Adam Silver, o comissário da NBA, falou que ele era “um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor”.

    E tem um detalhe que muita gente não sabe: o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets hoje. O basquete literalmente corre na veia da família.

    Vocês conseguem imaginar como deve estar sendo difícil pro David processar essa perda? Perder o pai que te inspirou a seguir o mesmo caminho…

    Rick Adelman entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo. Mas pra mim, o maior reconhecimento dele vai ser sempre aquela geração de fãs dos Kings que cresceu vendo aquele basquete mágico dos anos 2000.

    Descanse em paz, técnico. Obrigado por nos dar uma das épocas mais divertidas da NBA moderna. Sacramento nunca mais foi a mesma coisa depois que você saiu.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu uma das suas maiores lendas: Rick Adelman morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara foi muito mais que um simples técnico — foi um dos maiores estrategistas que a NBA já viu.

    Vinte e três temporadas como técnico principal. Deixa isso afundar um pouco. O homem dedicou mais de duas décadas comandando times na liga, somando ainda seis anos como assistente. No final das contas, acumulou incríveis 1.042 vitórias contra 749 derrotas. Décimo lugar na lista dos técnicos com mais vitórias de todos os tempos. Monstro.

    Passagem pelos Warriors não foi brilhante, mas fez diferença

    Nos Warriors, Adelman não teve suas melhores temporadas, não vou mentir. Duas temporadas no comando (1995-96 e 1996-97) com campanhas de 36-46 e 30-52, respectivamente. Acabou demitido, mas pera aí — antes dele chegar, o Golden State tinha feito apenas 26-56. Ou seja, o cara melhorou o time, mesmo que os números não impressionem.

    Sinceramente acho que Adelman chegou numa época complicada da franquia. Os Warriors dos anos 90 estavam longe de ser aquele time que conhecemos hoje, né?

    O legado vai muito além dos números

    Mas foi no Portland Trail Blazers que Adelman realmente brilhou. Levou o time duas vezes à final da Conferência Oeste — imagina a pressão que era enfrentar os Bulls do Jordan naquela época? No total, classificou para os playoffs em 16 temporadas diferentes. Absurdo de consistência.

    O mais legal? O cara também jogou na NBA antes de virar técnico. Sete temporadas como armador, passou por cinco franquias diferentes. Começou sendo draftado pelos San Diego Rockets na sétima rodada de 1968, depois de arrasar na Loyola Marymount, onde foi eleito Jogador do Ano da WCC.

    Em 2021, merecidamente entrou pro Hall da Fama. Em 2023, recebeu o Chuck Daly Lifetime Achievement Award. E o legado continua: seu filho David está aí comandando o Denver Nuggets. O basquete é mesmo uma família, né?

    Descanse em paz, Rick. O basquete brasileiro reconhece sua grandeza e tudo que você fez pelo esporte que a gente tanto ama.

  • Bronny James finalmente mostrou que merece estar na NBA

    Bronny James finalmente mostrou que merece estar na NBA

    Olha, vou ser sincero: eu estava começando a ficar preocupado com o Bronny James. Dois anos de desenvolvimento, muito tempo na G League, e a galera toda falando que ele só estava nos Lakers por causa do pai. Mas cara, o final da temporada 2025-26 mudou completamente minha visão sobre o garoto.

    O mlk finalmente mostrou que tem jogo pra NBA de verdade.

    Da G League para o show

    Vamos aos fatos: Bronny passou a maior parte da temporada jogando pela South Bay, o time da G League dos Lakers. E sabe o que? Foi a melhor coisa que podia ter acontecido. Em 14 jogos por lá, o cara meteu média de 15.6 pontos com 56.4% de aproveitamento nos arremessos de quadra e – pasmem – 45.6% nas bolas de três.

    Sinceramente, esses números me surpreenderam. O garoto que parecia perdido em quadra no ano passado estava destruindo na liga de desenvolvimento. E quando as lesões abriram espaço no elenco principal dos Lakers, ele subiu preparado.

    A diferença foi gritante. Não eram só os números (que continuaram modestos na NBA), mas a postura em quadra. O Bronny que entrava nervoso e parecia sobrecarregado deu lugar a um jogador confiante, que sabia onde estava e o que tinha que fazer.

    O momento que mudou tudo

    Quando Luka Dončić e Austin Reaves se machucaram no final da temporada regular, os Lakers precisaram de todo mundo – incluindo o Bronny. E ele respondeu à altura, jogando nos primeiros quatro jogos dos playoffs contra o Houston Rockets.

    Teve até aquele momento emocionante com o LeBron no Jogo 3 que deixou todo mundo arrepiado. Claro, conforme os jogos ficaram mais tensos ele saiu da rotação, mas o simples fato de estar em quadra nos playoffs já foi um baita progresso.

    Na minha opinião, o desenvolvimento do Bronny está no caminho certo. Ele sempre foi um projeto de longo prazo, e agora finalmente estamos vendo os frutos desse investimento.

    Vale a pena manter?

    A situação contratual é interessante: depois de dois anos com salário totalmente garantido, o contrato do Bronny para a próxima temporada é só parcialmente garantido até 29 de junho. Depois disso, vira garantia total. E por apenas US$ 2.3 milhões, é barbada.

    Eu acho que os Lakers devem manter ele, sim. Não é mais questão de ser filho do LeBron – o garoto mostrou que tem condições de contribuir. Depois de investir tanto tempo no desenvolvimento dele, seria burrice dispensar agora que começou a render.

    E aí, vocês acham que o Bronny consegue se firmar de vez na próxima temporada? Eu tô apostando que sim. O pior já passou, agora é só evolução daqui pra frente.