Tag: alemão NBA

  • Josh Hart desabafa sobre banco no Knicks: ‘Será que sou ruim?’

    Josh Hart desabafa sobre banco no Knicks: ‘Será que sou ruim?’

    Cara, o Josh Hart do Knicks foi bem transparente numa entrevista recente. O cara admitiu que quando foi pro banco no começo desta temporada, rolou aquela crise existencial que todo jogador passa.

    “Teve momentos que cheguei em casa pensando: ‘Cara, será que sou ruim? Será que não sei jogar basquete?’” — e olha, essa sinceridade é rara de ver na NBA.

    A realidade crua do banco

    Hart, de 31 anos, não escondeu que quando seus minutos diminuíram, bateu aquela insegurança. E sinceramente? Isso é mais comum do que imaginamos. Quantas vezes não vemos jogadores perdidos quando saem da rotação?

    Mas o que me impressiona no Hart é a maturidade. Em vez de ficar remoendo, ele usou isso como combustível: “Como posso melhorar pra não passar por isso de novo?” Essa mentalidade separa os bons dos grandes.

    O mais interessante é que agora ele até fica de boa quando vai pro banco. No jogo 1 contra o Hawks nos playoffs, ele saiu da rotação e ficou feliz vendo Atlanta jogar bem. Mano, isso é evolução mental!

    Do banco aos playoffs históricos

    E olha só a reviravolta: Hart virou titular em todos os 14 jogos dos Knicks nestes playoffs. O time tá a apenas quatro vitórias do primeiro título desde 1973 — isso é MUITO tempo, galera.

    Na minha visão, esse papo do Hart mostra o que realmente importa: ego ou campeonato? Ele escolheu o time. E vocês acham que essa mentalidade vai ser fundamental na reta final?

    Porque no fim das contas, se o Knicks levantar aquele troféu depois de 50 anos, ninguém vai lembrar se o Hart jogou 35 ou 15 minutos. Vão lembrar que ele ajudou a quebrar uma das maiores secas da NBA.

  • Chris Paul explica por que todo mundo respeita Wembanyama

    Chris Paul explica por que todo mundo respeita Wembanyama

    Cara, o Chris Paul acabou de soltar uma que me fez parar tudo pra pensar. O veterano — que jogou ao lado do Wemby na temporada passada — foi no podcast do Pat McAfee e basicamente explicou por que o francês é diferente de qualquer pivô que a gente já viu.

    “É a mentalidade dele, é por isso que todo mundo o respeita”, disse o CP3. “Ele não fala o que todo mundo acha que deveria falar. Ele expressa seus sentimentos reais, suas emoções reais, e pode fazer isso porque investiu o trabalho e o tempo.”

    O alienígena que não tem filtro

    E olha só, isso faz total sentido quando você para pra analisar. Quantos caras de 22 anos você conhece que falam o que pensam sem medo? A maioria dos jovens na NBA fica naquela de “pagar o pedágio” antes de se impor. O Wemby? Chegou falando grosso desde o primeiro dia.

    O maluco passou umas semanas com monges no Templo Shaolin (só isso já seria notícia aqui no Brasil) e ainda levou os companheiros pra assistir filme de terror depois de uma série desgastante de sete jogos contra o Thunder. Sinceramente, quem faz isso?

    Na minha visão, é exatamente essa autenticidade que separa ele do resto. Não é só o talento absurdo — embora 2,24m jogando como armador seja coisa de outro planeta. É a personalidade mesmo.

    Finals chegando e a pressão aumentando

    Agora o Spurs tá nas Finais contra o Knicks, e o Wemby virou meio que uma figura polarizada nos playoffs. Deu cotovelada no Naz Reid, não quis falar com a imprensa depois de um jogo ruim na série contra OKC, e ainda rolou uns papos de que ele mandou os companheiros darem falta dura no lixo do jogo.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O cara tá cagando pra opinião pública. Ele sabe que legado se constrói com troféu, não com simpatia. E essa frieza mental é assustadora pra um pivô de terceiro ano.

    Chris Paul teve problemas de lesão e não conseguiu jogar muito com o francês, mas viu o suficiente pra entender que estamos diante de algo especial. “Ele vai te fazer questionar tudo que você aprendeu sobre o jogo”, disse o veterano.

    Vocês acham que essa mentalidade do Wemby vai ser suficiente pra levar o primeiro título pros Spurs desde 2014? Quarta-feira a gente descobre se esse alien realmente veio pra dominar a NBA ou se ainda precisa amadurecer um pouco mais.

  • Morreu Rick Adelman, lenda dos Rockets e um dos maiores da NBA

    Morreu Rick Adelman, lenda dos Rockets e um dos maiores da NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu na segunda-feira aos 79 anos. E olha, esse cara foi muito mais que um simples treinador — foi uma lenda que marcou época em cinco franquias diferentes.

    A família ainda não divulgou a causa da morte, mas o que importa agora é celebrar o legado absurdo que ele deixou. Adelman está no top 10 de técnicos com mais vitórias na NBA — 1.042 wins em 23 anos de carreira. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Uma passagem especial pelos Rockets

    Aqui no Houston ele chegou em 2007, contratado por um Daryl Morey ainda novato na função de GM. E cara, que contratação foi essa! Quatro temporadas comandando os Rockets e nunca teve uma campanha negativa, mesmo lidando com as lesões constantes do Yao Ming e Tracy McGrady.

    Mas a temporada 2008-09… meu Deus, que time era aquele! 22 vitórias consecutivas — até hoje é a quarta maior sequência da história da NBA. E não para por aí: levaram os Lakers do Kobe e Pau Gasol (que foram campeões naquele ano) até o sétimo jogo nas semifinais do Oeste. Foram o único time que conseguiu incomodar tanto assim os Lakers naqueles playoffs.

    Números que impressionam

    Sinceramente, quando você olha os números do Adelman, dá pra entender porque ele é considerado um dos grandes. 58,2% de aproveitamento na carreira inteira, 16 classificações pros playoffs em 23 temporadas, 11 campanhas com 50+ vitórias… É currículo pra poucos.

    Nos Rockets especificamente, ele fica como o quarto técnico com mais vitórias na história da franquia (193 wins), empatado com Kevin McHale. Perdendo só pro D’Antoni, McHale e Udoka. Nada mal pra quatro anos de trabalho, né?

    E vocês sabem o que mais me impressiona? O cara conseguiu manter um aproveitamento de 58,8% em Houston mesmo com todo aquele drama de lesões. Imaginem se o Yao tivesse ficado saudável…

    Enfim, perdemos mais uma lenda. Adelman deixa uma marca enorme na NBA e especialmente nos corações da torcida dos Rockets. Descanse em paz, mestre.

  • LeBron nos Warriors? Insider da Bay Area diz que é possível

    LeBron nos Warriors? Insider da Bay Area diz que é possível

    Olha, eu sempre achei que LeBron James no Warriors era só sonho de torcedor — uma daquelas ideias loucas que pipocam na internet mas nunca saem do papel. Mas agora um insider bem respeitado da Bay Area tá dizendo que essa possibilidade é mais real do que nunca.

    Tim Kawakami, do San Francisco Standard, soltou uma bomba recentemente falando sobre o futuro incerto do King nos Lakers. Na visão dele, os Warriors devem ser vistos como uma opção ‘muito viva’ se LeBron chegar na agência livre.

    ‘O processo já começou’, disse Kawakami. Cara, isso me arrepia só de imaginar.

    Os Lakers não tão garantindo nada

    A situação é a seguinte: LeBron acabou de completar sua 23ª temporada na NBA (absurdo, né?) e as coisas em Los Angeles não andam das melhores. Kawakami acha que voltar pros Lakers ainda é o cenário mais provável, mas também falou da possibilidade de ambos os lados repensarem essa parceria.

    E faz sentido, sabe? Os Lakers tão construindo o time em torno do Luka Doncic e uma timeline mais jovem. LeBron aos 41 anos pode não se encaixar nessa visão de longo prazo — por mais monstro que ele continue sendo.

    Warriors e LeBron: conexão que já existe há anos

    Essa história de LeBron nos Warriors não é nova, não. A franquia já tentou trocar por ele antes do deadline de 2024, e o cara desenvolveu uma relação forte com Curry, Draymond e até com o técnico Steve Kerr ao longo dos anos — seja como rivais ou companheiros na Seleção.

    Imagina só: Curry, LeBron, Draymond e Jimmy Butler no mesmo time? Sinceramente, seria um dos grupos mais icônicos da história da NBA. Pro Warriors que tá procurando uma última janela de título com Curry, trazer LeBron seria literalmente apostar todas as fichas.

    O problema? Grana. Os Warriors só conseguiriam oferecer a exceção de nível médio, uns 15 milhões de dólares. Pra um dos jogadores mais bem pagos da história, seria uma redução brutal no salário.

    Mas e aí, vocês acham que LeBron toparia abrir mão de uma grana preta pra correr atrás de mais um anel? Eu, particularmente, não duvido de nada quando se trata do King. O cara sempre surpreende.

  • Lakers contratam Yao Williams II: quem é o cara que vai cuidar das parcerias globais?

    Lakers contratam Yao Williams II: quem é o cara que vai cuidar das parcerias globais?

    Os Lakers não param de mexer no front office, pessoal. Agora foi a vez do Yao Williams II ser contratado como vice-presidente e chefe de parcerias globais do time. E olha, pelo currículo do cara, parece que os Lakers estão levando a sério essa história de expandir a marca mundialmente.

    Quem é Yao Williams II?

    O Williams tem mais de 20 anos de experiência em vendas globais e parcerias de marca no esporte e entretenimento. O cara já passou pela própria NBA e pelo Manchester City — sim, aquele time inglês cheio da grana. Mais recentemente, ele estava na Elevate Sports Ventures, onde co-liderava as parcerias globais.

    Na minha visão, contratar alguém com experiência internacional faz todo sentido pros Lakers. Eles querem ser mais que um time de basquete — querem ser uma marca global. E com o Manchester City no currículo, o Williams sabe como trabalhar com mercados internacionais.

    “Não poderia estar mais animado em ter o Yao Williams se juntando aos Lakers”, disse Lon Rosen, presidente de operações comerciais do time. Ele destacou que o Williams é um “líder envolvente com apetite por inovação”.

    Reformulação total no front office

    Essa contratação é só mais uma peça na reformulação completa que os Lakers estão fazendo desde que Mark Walter comprou o time por US$ 10 bilhões no ano passado. Dez bilhões! É dinheiro que não acaba mais.

    No lado de operações de basquete, eles contrataram recentemente o Rohan Ramadas como assistente de gerente geral para estratégia e sistemas de dados. E segundo o Rob Pelinka, ainda vem mais gente por aí — eles querem contratar outro assistente de GM para liderar scouting e desenvolvimento de jogadores antes do Draft de 23 de junho.

    Sinceramente? Acho que os Lakers estão montando uma máquina. Com essa nova propriedade bilionária, eles têm recursos pra contratar os melhores profissionais em cada área. E o Williams parece ser exatamente o tipo de executivo que eles precisavam pra expandir as parcerias globais.

    Vocês acham que toda essa reformulação vai se traduzir em títulos na quadra? Porque no fim das contas, é isso que a gente quer ver, né?

  • Famosos revelam superstições bizarras como fãs dos Knicks

    Famosos revelam superstições bizarras como fãs dos Knicks

    Olha só que coisa mais maluca: tem celebridade que nem quis falar com a imprensa sobre os Knicks por superstição. Mas alguns corajosos abriram o jogo sobre o que fazem pra torcer pelo time de Nova York — e cara, tem cada história…

    Tracy Morgan tá confiante demais

    O cara do “30 Rock” simplesmente acredita que os Knicks vão ser campeões. “Não acredito que nenhum time da Costa Oeste consegue lidar com a gente”, disse Morgan. Sério, eu admiro essa confiança cega.

    O momento favorito dele? O lendário Jogo 1 dos playoffs contra os Cavs. Mas ele mesmo admite que isso pode mudar “porque talvez a gente ganhe um campeonato e esse vai ser o maior momento”. Sentado na Celebrity Row, ele sentiu toda a energia do Madison Square Garden: “Era fogo puro”.

    E mesmo quando perdeu pra Indiana no ano passado — que dor foi aquela —, o cara manteve o otimismo. “Eu me recuperei. Só pensei: ‘sempre tem o ano que vem’. Agora olha onde estamos!”

    Michael Imperioli e a paixão de família

    O Silvio dos “Sopranos” começou a amar os Knicks assistindo jogos nas arquibancadas mais altas com o pai. Agora ele senta bem mais perto da ação e chama o Jogo 1 das finais da Conferência Leste de “o jogo mais elétrico de qualquer esporte que já assisti”.

    A história mais absurda? Em 2000, ele literalmente voou no avião do time com o ator Chazz Palminteri para Detroit tentar convencer o Grant Hill a jogar em NY. Não deu certo, mas criou uma relação duradoura com o time. “O maior privilégio de celebridade em todo o showbiz é fazer parte dessa família do MSG”, ele disse.

    Emmy Rossum e o boné sagrado do John Starks

    “Cresci na cidade. Honestamente não me lembro de não ser fã dos Knicks”, disse a atriz. E aqui vem a superstição mais bizarra de todas: ela tem um boné autografado do John Starks que NUNCA foi lavado. “Ninguém põe esse boné na máquina!”, ela avisa.

    John Starks era o favorito dela nos anos 90 — e sinceramente, quem não amava aquele cara? “Sua paixão e intensidade. Me identifiquei muito com ele quando criança.” Agora ela é completamente apaixonada pelo Jalen Brunson: “Ele é o pulso do time. Sempre calmo, nunca com pressa, tem uma elegância e sempre entrega”.

    Mas não peça pra ela fazer previsões: “Sou supersticiosa demais pra fazer qualquer previsão. LGK!” (Let’s Go Knicks, óbvio).

    Matthew Modine e a mudança de vida

    O cara de “Nascido Para Matar” se mudou pra Nova York no final dos anos 70 vindo de Utah — onde não tinha time profissional nenhum. “Foi um sonho realizado ir ao Garden e ver os Knicks”.

    Momento favorito? A jogada de 4 pontos do Larry Johnson no Jogo 3 das finais da Conferência Leste de 99. Mas atualmente ele tá apaixonado pelo Josh Hart: “Quando esse cara sorri, ilumina o Garden inteiro”.

    E aí, vocês têm superstições bizarras quando torcem pro time de vocês? Porque essa história do boné do John Starks me deixou pensando… talvez eu devesse parar de lavar a minha camisa da sorte também!

  • Wemby vs Knicks: o monstro que pode acabar com o sonho de 53 anos

    Wemby vs Knicks: o monstro que pode acabar com o sonho de 53 anos

    Cara, chegou a hora da verdade. Os Knicks estão a quatro vitórias do título que não vem desde 1973 — isso mesmo, 53 anos de sofrimento — mas do outro lado tem um problema gigantesco de 2,21m chamado Victor Wembanyama.

    E quando eu digo gigantesco, é literalmente. O cara é um alienígena, mano. Com 22 anos apenas, já ganhou o Prêmio de Melhor Defensor do Ano e ainda por cima meteu médias de 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo na temporada regular. Absurdo.

    Os números que assombram Nova York

    Olha só que pesadelo: contra os Knicks especificamente, Wemby tem médias de 30.4 pontos e 14.6 rebotes em cinco jogos da temporada regular. Trinta pontos de média! O único alívio foi quando limitaram ele a 18 pontos no NBA Cup, mas convenhamos — foi exceção, não regra.

    Karl-Anthony Towns foi direto ao ponto quando falou sobre o francês: “Obviamente, ele é um talento especial e a NBA tem sorte de tê-lo”. Traduzindo: o cara é diferenciado mesmo e vai ser um inferno pra marcar.

    Jalen Brunson foi ainda mais específico sobre o desafio: “As coisas que ele consegue fazer dos dois lados da quadra, pessoas nunca viram antes numa pessoa do tamanho dele”. E cara, o Brunson tem razão — nunca vi um pivô com o alcance defensivo do Wemby conseguir também criar jogadas e arremessar de três como ele faz.

    San Antonio não é só o Wemby Show

    Agora, se você acha que é só parar o Wembanyama e resolver o problema, esquece. Os Spurs têm outros cinco caras fazendo dois dígitos nos playoffs: Stephon Castle, De’Aaron Fox (sim, Fox foi pros Spurs!), Dylan Harper, Devin Vassell e Julian Champagnie.

    OG Anunoby resumiu bem a situação: “Eles são muito versáteis, muito profundos. Têm talento em todas as posições da quadra”. Sinceramente, esse time de San Antonio montou um elenco que vai dar trabalho pra qualquer um.

    A pressão está onde?

    Olha, na minha visão, a pressão tá toda em cima dos Knicks. 53 anos sem título, cara. CINQUENTA E TRÊS ANOS. Uma geração inteira de torcedores que nunca viu o time levantar uma taça.

    Do lado dos Spurs? Wemby já provou que é o futuro da liga, tem apenas 22 anos e uma carreira inteira pela frente. Se não ganhar agora, vai ter outras chances. Mas para os Knicks, com esse elenco veterano e experiente que o próprio Wemby elogiou, pode ser agora ou nunca.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem encontrar uma fórmula pra parar esse monstro francês? Game 1 é amanhã à noite em San Antonio, e eu tô ansioso pra ver se alguém descobriu como defender o indefensável.

  • 40 jogadores que vestiram Knicks e Spurs – e o absurdo do Sochan

    40 jogadores que vestiram Knicks e Spurs – e o absurdo do Sochan

    Gente, vocês pararam pra pensar que o Jeremy Sochan vai ganhar um anel de campeão da NBA independente de quem vencer essas Finals? O cara foi dispensado pelos Spurs no meio da temporada, assinado pelos Knicks, mal jogou em Nova York… e agora vai sair com um anel não importa o que aconteça. Que loucura é essa?

    Mas essa conexão bizarra entre Knicks e Spurs vai muito além do Sochan. Olha só: 40 jogadores já vestiram as duas camisas ao longo da história. Quarenta! E o mais doido é que essas são duas franquias que viveram em universos completamente diferentes nas últimas três décadas.

    Os Caras que Marcaram Época

    David Lee é disparado o maior sucesso dessa lista quando falamos de Knicks. Antes de virar All-Star, o cara era literalmente uma das poucas razões pra assistir aqueles times horríveis de Nova York no final dos anos 2000. Em 368 jogos pelos Knicks, fazia média de 13 pontos e quase 10 rebotes – um monstro nos double-doubles. Quando chegou em San Antonio já no final da carreira, não era mais o mesmo, mas ainda deu uns 59% de aproveitamento nos arremessos na temporada 2016-17.

    Kurt Thomas é outro que os fãs dos Knicks nunca esquecem. Jogou 569 jogos em Nova York (cara, que números!), fazia 10.6 pontos e 7.5 rebotes de média, e sempre parecia pronto pra brigar com o garrafão inteiro do time adversário se fosse preciso. Depois virou um dos veteranos favoritos do Popovich e ficou quatro temporadas em San Antonio.

    Rod Strickland também merece destaque. Muita gente lembra mais dele em Washington, mas o cara começou a carreira nos Knicks e depois fez duas temporadas muito produtivas nos Spurs, com média acima de 14 pontos. Poucos armadores daquela época conseguiam penetrar como o Rod.

    O Cara que Virou Regra

    Trent Tucker tem uma história absurda. O NBA criou uma regra com o nome do cara! Ficou oito temporadas nos Knicks e depois fez parte do primeiro título dos Spurs em 1999. Que currículo diferenciado, né?

    Sinceramente, também tem uns nomes que fazem você fazer cara de “ué, quando foi isso?”. Tracy McGrady, provavelmente o maior nome dessa lista toda, passou pelas duas franquias e não fez nada demais em nenhuma delas. Doc Rivers e Antonio McDyess também estão aí – sendo que o McDyess pelo menos teve aquela passagem memorável nos playoffs de 2001 pelos Knicks, com 12.3 pontos e 12 rebotes de média.

    A Lista dos “Espera, Ele Jogou Lá Também?”

    Aí tem Charlie Ward, Steve Novak, Nazr Mohammed, Beno Udrih, Doug McDermott, Luke Kornet… é uma mistura doida de estrelas, coadjuvantes e caras que você nem lembrava que existiam.

    O mais engraçado é pensar que os Knicks passaram boa parte dessas três décadas tentando descobrir como parar de pisar no rake (vocês conhecem a referência do Sideshow Bob?), enquanto os Spurs colecionavam títulos, astros e temporadas de 50+ vitórias como se fossem troféus de participação.

    E vocês, lembram de algum outro jogador que passou pelas duas franquias e que eu esqueci? Essa conexão Knicks-Spurs é mais profunda do que a gente imagina!

  • Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Olha só que movimento inteligente dos Charlotte Hornets: acabaram de garantir totalmente o contrato do Moussa Diabaté para a temporada 2026-27. Antes estava só parcialmente garantido, mas agora o pivô francês de 2,08m pode dormir tranquilo.

    E faz todo sentido, cara. O moleque de 23 anos foi um dos principais motivos dos Hornets terem melhorado tanto defensivamente. Foram 73 jogos na temporada passada, sendo titular em 47 deles — números de quem virou peça fundamental no esquema.

    Os números não mentem

    Diabaté fechou a última temporada com médias de 7.9 pontos, 8.7 rebotes, 1.9 assistências e 1 toco por jogo. Ok, não são números de estrela, mas quem assiste sabe que o impacto vai muito além das estatísticas básicas.

    Tanto é que a própria NBA reconheceu isso e deu pra ele o Hustle Award de 2025-26 — um prêmio que homenageia jogadores que contribuem pra vitória de formas que não aparecem na súmula tradicional. Sabe aqueles caras que fazem o trabalho sujo? É exatamente isso.

    Aposta que pode dar muito certo

    Na minha visão, os Hornets estão fazendo a coisa certa. Diabaté ainda é novinho e tem margem gigante pra crescer. Além disso, pivô defensivo que trabalha duro está sempre em falta na liga.

    O contrato que antes só seria garantido por $250 mil na noite de abertura da temporada, e depois totalmente garantido apenas em 10 de janeiro de 2027, agora já tá carimbado. Charlotte não quis arriscar.

    Vocês acham que foi uma boa aposta dos Hornets? Sinceramente, eu acho que esse tipo de jogador — que faz as pequenas coisas certas — sempre tem espaço na NBA. E pelo jeito, a franquia de Charlotte pensa igual.

  • SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    Olha, parece que o Shai Gilgeous-Alexander não tá de brincadeira quando o assunto é manter o elenco do Thunder unido. Segundo fontes da ESPN, o astro canadense planeja fazer uma pressãozinha nos bastidores pra que a diretoria mantenha Luguentz Dort na próxima temporada. E cara, isso pode custar uma fortuna.

    Dort tem uma opção de equipe de 18,2 milhões de dólares pro ano que vem — valor que já não é brincadeira. Mas aqui entre nós: depois de ver o que esse cara faz defensivamente, até que não é tão absurdo assim. O problema é que agora tem o Cason Wallace despontando como uma possível substituição mais barata na mesma posição.

    A química canadense que ninguém quer perder

    O mais interessante é que publicamente o SGA sempre disse que não ia dar pitaco nas decisões de elenco pro Sam Presti. Mas quando se trata do Dort? Aí é outra história. Os dois são os veteranos da casa — chegaram praticamente juntos e construíram uma parceria que vai além da quadra.

    E vamos combinar: Dort não é qualquer um defensivamente. O cara gruda nos melhores pontuadores da liga como chiclete. Lembro dele marcando o Luka Dončić e deixando o esloveno maluco em alguns jogos. Essa química defensiva entre ele e o resto do elenco jovem do Thunder é uma das bases do sucesso da equipe.

    A conta que vai fazer o Thunder chorar

    Agora vem a parte que dói no bolso. A folha salarial só do trio SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren vai saltar de 58,5 milhões esta temporada pra 123,8 milhões na próxima. Em 2027-28? Prepara o coração: 150,8 milhões só nesses três caras.

    Com a folha total projetada em 250,5 milhões pro ano que vem, o Thunder vai passar longe do segundo patamar do luxury tax. A multa pode passar dos 200 milhões de dólares. É muito dinheiro, gente. Muito mesmo.

    O detalhe é que Dort trocou de agente e agora tá com o Mike George da Klutch Sports — o que geralmente significa que o jogador não vai aceitar qualquer migalha. Ele quer ser valorizado, e com razão.

    Depois da eliminação dolorosa pro San Antonio no Game 7, Dort deixou claro que quer ficar no Thunder. E pelo visto, o SGA tá disposto a bater o pé pra que isso aconteça. Vocês acham que vale a pena essa aposta financeira toda?