Tag: alemão NBA

  • Reaves quer contrato máximo e pode deixar os Lakers

    Reaves quer contrato máximo e pode deixar os Lakers

    Olha, eu não esperava isso mas o Austin Reaves tá jogando pesado nas negociações. O cara vai recusar a opção de jogador de US$ 14,9 milhões pros Lakers e partir pro mercado livre em busca de um contrato máximo. E não tô brincando — ele quer mesmo o máximo.

    A matemática é simples: por ter cinco anos de liga, Reaves pode receber até 25% do salary cap. Se ficar em LA, pode embolsar até US$ 239 milhões por cinco anos. Se sair, outro time pode oferecer US$ 177 milhões por quatro temporadas. Os dois contratos começam com mais de US$ 41 milhões na próxima temporada.

    Bulls e Nets na briga

    Sinceramente acho que poucos times têm espaço no salary cap pra bancar isso. Aparentemente, só Bulls e Nets podem oferecer o contrato máximo direto. Outros times teriam que fazer uma troca com sinal (sign-and-trade) com os Lakers pra conseguir o Reaves.

    E o mais interessante? Não tá claro se ele daria algum desconto pra ficar em casa. O moleque apostou em si mesmo quando não renovou antes — literalmente disse “não, vou provar meu valor primeiro”. E provou mesmo.

    Lakers em saia justa

    Os Lakers tão numa sinuca de bico. Reaves virou peça fundamental no esquema do Darvin Ham, especialmente nos playoffs. O cara joga tanto de armador quanto de ala, defende bem e tem clutch gene — lembram dele destruindo os Warriors?

    Mas US$ 239 milhões é muito dinheiro. Muito mesmo. E com LeBron e AD já consumindo boa parte do orçamento, vai ser complicado. Por outro lado, perder o Reaves de graça seria um tiro no pé gigantesco.

    Na minha visão, alguém vai pagar o que ele tá pedindo. O cara saiu do nada (nem foi draftado!) e virou um dos melhores combos da liga. Vocês acham que os Lakers vão soltar a grana ou deixar ele ir embora?

  • Kawhi Leonard é investigado pela NBA: os Clippers burlaram o teto salarial?

    Kawhi Leonard é investigado pela NBA: os Clippers burlaram o teto salarial?

    Olha só que confusão se formou na NBA. Kawhi Leonard foi oficialmente entrevistado pelos investigadores da liga como parte de uma investigação que pode dar dor de cabeça pros Clippers — e não é pouca coisa não.

    A história é a seguinte: a NBA tá investigando se o Los Angeles Clippers encontrou um jeitinho brasileiro (ops, americano) de burlar o teto salarial pra compensar o Kawhi de outras formas. Basicamente, a liga suspeita que rolou uma maracutaia envolvendo patrocínios.

    Quem mais tá no meio dessa confusão?

    Não é só o Kawhi que tá sendo interrogado. Dennis Robertson, tio e conselheiro do craque, também já passou pelo “banco dos réus”. Steve Ballmer — sim, o bilionário dono dos Clippers — e outros executivos da franquia também foram chamados pra dar explicações.

    E tem mais: executivos da Aspiration, empresa que tem um contrato de patrocínio com Leonard, também foram entrevistados. A coisa tá séria mesmo.

    Adam Silver, numa entrevista antes do Jogo 1 das Finals na quarta, disse que a liga tá “próxima do ponto onde precisamos encerrar isso”. Traduzindo: o comissário quer resolver logo essa novela.

    Os Clippers negam tudo, mas a pressão tá alta

    Publicamente, os Clippers negam todas as acusações. Mas nos bastidores? A coisa tá tensa. Fontes próximas ao time dizem que os executivos tão frustrados tentando provar inocência de algo que eles juram que não fizeram.

    E olha que ironia: o pessoal da franquia não tem certeza se vai sair alguma punição dessa investigação. Imagina a agonia — você sabe que não fez nada errado, mas não sabe se vai ser punido mesmo assim.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) já deixou claro que se os Clippers forem punidos sem evidências claras, a briga vai ser feia. “A NBPA deveria e iria pirar com isso”, disse uma fonte.

    E se não acharem nada?

    Aqui que fica interessante. Duas fontes disseram que se Silver tentar punir os Clippers sem evidências sólidas, outros times e donos de franquia podem ver isso como um precedente perigoso.

    “Eu respeito o Adam, e não acho que ele é burro”, disse uma fonte que trabalha próximo ao comissário há anos. “Se o relatório final disser ‘bem, não temos evidências’, não acho que o Adam vai levar isso adiante.”

    Sinceramente? Acho que essa investigação toda pode acabar em pizza. A NBA precisa de evidências claras pra punir uma franquia do calibre dos Clippers, ainda mais envolvendo um jogador como o Kawhi.

    E vocês, acham que os Clippers realmente fizeram alguma coisa errada ou é só paranoia da liga? Pelo que tô vendo, parece mais uma tempestade num copo d’água.

  • Splitter entre os finalistas! Blazers decidem técnico em breve

    Splitter entre os finalistas! Blazers decidem técnico em breve

    Gente, que reviravolta! O Tiago Splitter tá entre os três finalistas pra comandar o Portland Trail Blazers na próxima temporada. E olha que nem todo mundo apostava nisso depois de toda essa confusão que rolou no final da temporada.

    Segundo o pessoal do The Stein Line, sobraram apenas três nomes na disputa: o próprio Splitter (que tá comandando interinamente), Micah Nori (assistente do Minnesota) e Tyler Lashbrook (do Boston). Os outros dois que estavam na lista — Jeff Van Gundy (Clippers) e Mike Williams (Utah) — foram cortados.

    O processo tá devagar por causa do hockey?

    Aqui que fica interessante: a busca por técnico tá meio travada porque o dono do Blazers, Tom Dundon, também é dono do Carolina Hurricanes (NHL) que tá na final da Stanley Cup. Cara, imagina ter que escolher técnico de basquete enquanto seu time de hockey tá disputando o título? Prioridades, né?

    Mas vamos ao que interessa mesmo. O Splitter fez um trabalho monstro essa temporada. Pegou um time que tava meio perdido, comandou eles pra um 42-40 (nada mal!) e levou pros playoffs como 7º colocado do Oeste. Ok, tomaram 4×1 do San Antonio na primeira rodada, mas convenhamos: ninguém esperava que esse Portland chegasse tão longe.

    A treta com a diretoria

    Só que nem tudo são flores. Rola que o Splitter meio que se desentendeu com a diretoria na hora de negociar um novo contrato. Pelo que tô vendo, a proposta veio bem abaixo do que ele esperava. E aí fica aquela: será que o Dundon tá sendo mão de vaca ou realmente não acredita 100% no trabalho do brasileiro?

    O mais louco é que os próprios jogadores do Portland curtiram muito trabalhar com o Splitter. Vestiário unido, cara técnico respeitado… parecia coisa certa pra renovar. Mas aí entra essa história de corte de custos que deixa tudo em aberto.

    E pra complicar ainda mais: o Chicago Bulls também tá de olho no nosso conterrâneo! Imagina só, depois de tanto tempo sem brasileiro comandando time da NBA, o Tiago pode ter até que escolher entre propostas.

    E agora, José?

    Na minha opinião, seria uma loucura o Portland não efetivar o Splitter. O cara provou que consegue trabalhar com grupo jovem, levou o time além das expectativas e tem o respeito dos jogadores. Mas né, política interna de franquia é coisa complicada.

    Vocês acham que ele consegue a vaga? Ou será que vão apostar em uma das outras opções? Sinceramente, torço muito pro nosso compatriota dar certo. Faz tempo que não temos representação brasileira no comando técnico da liga, e o Tiago mostrou que tem potencial pra ficar muito tempo por lá.

    O que é certo é que a decisão deve sair logo. Com apenas três finalistas e a temporada se aproximando, não dá pra ficar empurrando isso com a barriga muito tempo.

  • Curry quer convencer LeBron a ir pros Warriors — e a coisa tá séria

    Curry quer convencer LeBron a ir pros Warriors — e a coisa tá séria

    Olha, eu não esperava isso mas parece que o Stephen Curry tá mesmo disposto a fazer de tudo pra convencer o LeBron James a vestir a camisa dos Warriors. E não é papo furado não — segundo informações que tão rolando, Golden State vai meter o pé no acelerador nessa perseguição durante a offseason.

    A parada é a seguinte: desde 2020, o Joe Lacob (dono dos Warriors) tá com o LeBron na sua wishlist. O cara quer ver o Rei jogando ao lado do Curry antes dos dois pendurarem as chuteiras. Faz sentido, né? Imagina esses dois monstros juntos numa última dança épica.

    O sonho que pode virar realidade

    Segundo o Brett Siegel do ClutchPoints, os Warriors são uma opção real pro LeBron via free agency. Muita gente acha que ele vai ficar mais uma temporada nos Lakers, mas sinceramente? Eu tô começando a ver essa possibilidade com outros olhos.

    O Tim Kawakami, do San Francisco Standard, botou lenha na fogueira dizendo que o processo “já começou” e que os Warriors são uma “opção viva”. Cara, se o LeBron e os Lakers passarem por uma reavaliação de relacionamento igual o Kerr e Golden State passaram recentemente, pode rolar uma separação.

    E aí, vocês conseguem imaginar? LeBron com 39 anos, Curry com 36, os dois tentando mais um anel juntos?

    A última dança que todo mundo quer ver

    Na minha visão, essa seria a dupla mais absurda da história recente da NBA. O cara que muitos consideram o GOAT jogando com o melhor arremessador de todos os tempos. Seria tipo ver Pelé e Garrincha no mesmo time — uma loucura total.

    Claro que tem a questão financeira, o encaixe no elenco, todas essas paradas burocráticas. Mas imagina só: LeBron facilitando pro Curry de três, Curry abrindo espaço pro LeBron atacar o garrafão. Seria um jogaço atrás do outro.

    Os Warriors já mostraram que sabem como montar super times — fizeram isso com o Durant, podem fazer de novo com o Rei. E o LeBron? Sempre disse que quer ganhar mais anéis. Em Golden State, com aquela organização toda, seria uma bela chance.

    Vai ser interessante ver como isso vai desenrolar no verão. Vocês acham que o LeBron tem coragem de sair de Los Angeles pra essa aventura?

  • Gilbert Arenas defende Chet: ‘Não precisamos destruir o garoto’

    Gilbert Arenas defende Chet: ‘Não precisamos destruir o garoto’

    Olha, eu sei que todo mundo tá pegando no pé do Chet Holmgren depois daquelas finais da Conferência Oeste. O cara realmente não jogou nada contra o San Antonio, e aí já começaram os papos de que o Thunder deveria trocar o pivô de 2,16m. Mas sabe quem saiu em defesa do garoto? Gilbert Arenas.

    No último episódio do “The Gilbert Arenas Show”, o ex-armador mandou a real: esqueçam essa história de trade. Na visão dele — e eu concordo —, o que o Chet precisa é de tempo pra digerir o que rolou e voltar mais forte.

    A filosofia do Agent Zero

    “Eu digo: Ei, Chet, você sabe como é essa sensação. Se você decepcionou seu time ou não, isso é com você”, disse Arenas. “E isso é algo que você vai ter que trabalhar neste verão e ser melhor na próxima temporada.”

    Cara, isso faz todo sentido. O Arenas tá falando como alguém que passou por situações difíceis na NBA. Não adianta nada ficar martelando na cabeça do jogador — ele já sabe que pisou na bola.

    “Eu não preciso chicotear ele ou destruir ele mentalmente. Ele sabe o que aconteceu, como se sentiu nesta série, e sabe que decepcionou os companheiros. Então, você deixa ele crescer com isso e, esperamos, ele volta como um Chet mais forte.”

    Não é só o Gilbert pensando assim

    E não é só o Agent Zero nessa. O Draymond Green também saiu em defesa do Holmgren, chamando os pedidos de trade de “absurdos”. Sinceramente? Os caras têm razão.

    Vamos dar uma realidade check aqui: 2024-25 foi a MELHOR temporada da carreira do Chet. O garoto ficou em segundo no Defensive Player of the Year, entrou no All-Defensive First-Team, foi All-NBA Third Team e virou All-Star pela primeira vez. Isso aos 22 anos!

    Uma série ruim não apaga tudo isso, né não? Imagina se a gente fosse trocar todo jogador que tem uma série fraca nos playoffs… metade da liga mudaria de time todo ano.

    E aí, vocês acham que o Thunder deveria mesmo considerar trocar o Chet? Ou é melhor apostar no desenvolvimento dele? Eu tô no time do “deixa o garoto crescer” — mas quero saber a opinião de vocês nos comentários.

  • 5 alas que os Lakers podem ir atrás nesta offseason

    5 alas que os Lakers podem ir atrás nesta offseason

    Galera, o JJ Redick falou uma coisa bem simples mas que faz todo sentido na entrevista de fim de temporada dos Lakers. “O Luke [Kennard] é um ótimo exemplo. É um cara que consegue driblar, passar e arremessar”, disse o técnico. “Acho que por causa das lesões, às vezes não tivemos o suficiente disso. Precisamos melhorar nessa capacidade de driblar, passar e arremessar.”

    E olha, ele não tá errado não. Os Lakers precisam urgentemente de alas que consigam fazer essas três coisas no mais alto nível – só que todo mundo na NBA quer a mesma coisa, né? Por isso que é tão difícil achar essas peças.

    As opções mais realistas

    Vou começar pelo Herb Jones, que já vem sendo especulado com os Lakers há um tempão. O problema é que os Pelicans não querem nem conversa – querem uma caralhada de picks de draft em troca. Mas agora os Lakers têm três picks de primeira rodada pra oferecer… quem sabe o cenário mudou?

    Jones é monstro na defesa e, mesmo tendo uma queda nos pontos essa temporada (8.9 por jogo), ele já mostrou que consegue marcar mais de 10 por partida nas últimas duas temporadas. Com 27 anos, ainda tem margem pra crescer.

    Outro cara dos Pelicans que me chama atenção é o Trey Murphy III. Esse moleque fez uma temporada absurda – 21.5 pontos por jogo e tem 38.2% de aproveitamento de três na carreira. Os Lakers já tinham de olho nele desde o draft de 2021, quando ele disse que queria ser All-Star. Não chegou lá ainda, mas tá no caminho certo.

    Apostas interessantes

    Peyton Watson é agente livre restrito, mas o Denver pode estar em apuros financeiros depois de cair nos playoffs. O cara fez 14.1 pontos por jogo e acertou 41.1% das bolas de três – números que não mentem.

    Agora, prepara o coração: Luguentz Dort. Eu sei, eu sei – tem muito torcedor que odeia esse cara pelo estilo “pegajoso” dele na defesa. Mas sinceramente? É exatamente o tipo de jogador que você odeia enfrentar mas ama ter no seu time. E quando ele tá acertando de três (como na temporada do título do Thunder em 2024-25, com 40%), vira um problema sério pros adversários.

    A opção veterana

    Por último, tem o Khris Middleton. Não é a opção mais empolgante, admito, mas o cara conhece o jogo e ainda pode contribuir. Veterano experiente que já passou por playoffs intensos…

    E aí, qual desses vocês acham que faria mais diferença nos Lakers? Na minha opinião, qualquer um deles seria uma melhora significativa no que o time tem hoje. O problema é sempre o mesmo: convencer essas organizações a fazer negócio e ter os recursos necessários pra fechar os deals.

    O que vocês acham? Algum desses nomes empolgam ou os Lakers precisam mirar mais alto?

  • Festa na rua! Knicks fazem a festa em NY após Game 1 das Finais

    Festa na rua! Knicks fazem a festa em NY após Game 1 das Finais

    Gente, eu não sei se vocês viram as imagens, mas Nova York virou uma festa de rua ontem à noite. E olha que os Knicks nem jogaram em casa!

    Os caras venceram o Game 1 das Finais da NBA contra o Spurs por 105-95, jogando em San Antonio mesmo, e a torcida simplesmente tomou conta das ruas ao redor do Madison Square Garden. Foi surreal.

    Brunson comandou a virada histórica

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstro no segundo tempo. Marcou 19 dos seus 30 pontos na segunda etapa e ajudou os Knicks a fazerem um 11 a 0 nos últimos 2 minutos e 15 segundos. Cara, que fechamento foi esse?

    E olha só o dado que me arrepia: os Knicks agora têm 12 vitórias consecutivas nos playoffs. Recorde da franquia! Eu sinceramente não esperava que esse time chegasse tão longe, mas aqui estamos — a três vitórias do primeiro título em 53 anos.

    A festa tomou conta de Manhattan

    As imagens que rolaram nas redes foram absurdas. A 7ª Avenida virou uma festa gigante, com milhares de torcedores gritando, cantando e celebrando como se fosse carnaval. E isso que o jogo foi fora de casa!

    Teve gente assistindo do lado de fora do Garden mesmo, numa telona. A energia estava tão alta que dava pra sentir através da tela. Imagina estar lá no meio daquela loucura?

    Na minha opinião, isso mostra o quanto essa torcida estava sedenta por um momento assim. 53 anos esperando, cara. Cinquenta e três! Minha avó nem era nascida quando os Knicks foram campeões pela última vez.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo e quebrar a maldição? Porque se for assim, Nova York vai virar de cabeça pra baixo quando eles voltarem pra casa com o Larry O’Brien. Eu já tô ansioso só de pensar.

  • Haliburton desiste de desafio viral após resultado bizarro

    Haliburton desiste de desafio viral após resultado bizarro

    Cara, tem um joguinho novo que tá deixando todo mundo da NBA e os fãs completamente viciados: o 82-0.com. A ideia é simples mas viciante — você monta um quinteto dos sonhos e o site simula se esse time conseguiria fazer uma temporada perfeita, 82 vitórias em 82 jogos.

    O Tyrese Haliburton, armador dos Pacers, também caiu nessa. E olha, o cara tinha TUDO pra dar certo.

    O quinteto dos sonhos que não deu certo

    Imagina só a sorte do Haliburton: ele conseguiu montar um time com LeBron James, Kobe Bryant, Michael Jordan, Larry Bird e Moses Malone. Cinco lendas absolutas. Cinco caras que sozinhos já ganharam sei lá quantos títulos.

    Você pensaria: “Pronto, 82-0 garantido, né?”

    Errado. O site deu que esse time não conseguiria uma temporada perfeita. E aí o Haliburton simplesmente desistiu do desafio, postando no Twitter: “Parando com o 82-0 porque pelo amor…” (tradução livre, mas vocês entenderam o drama dele).

    A pegadinha do sistema

    A questão é que o site não pega só os jogadores no auge. Ele sorteia qual versão de cada cara você vai ter — e aí que mora o perigo. Sinceramente, acho que foi isso que ferrou o Haliburton.

    Provavelmente ele pegou o Kobe pós-lesão no tendão de Aquiles em 2013. Todo mundo sabe que o Black Mamba nunca mais foi o mesmo depois daquela contusão horrível. E o LeBron? Deve ter pego a versão rookie de 2003 — que obviamente era longe de ser o monstro que conhecemos hoje.

    É frustrante mesmo. Você vê Michael Jordan no seu time e pensa que tá feito, mas aí descobre que pegou ele voltando do baseball ou sei lá o quê. O jogo é uma loteria completa.

    E vocês, já tentaram esse desafio? Conseguiram chegar perto do 82-0 ou também se estressaram que nem o Haliburton? Eu tô aqui tentando há dias e não consigo passar das 75 vitórias, tá difícil viu.

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Olha, o Adam Silver não tá nem um pouco afim de mexer na polêmica regra dos 65 jogos. Falando antes do Jogo 1 das Finals entre Spurs e Knicks na quarta-feira, o comissário da NBA bateu o pé: “A regra tá funcionando”.

    Pra quem não lembra, desde a temporada 2023-24 a liga criou essa regra que exige que os caras joguem pelo menos 65 partidas na temporada regular pra serem elegíveis pros prêmios individuais — MVP, All-NBA, essas paradas todas. São quase 80% dos jogos da temporada.

    O problema do load management

    A ideia por trás disso é meio óbvia: fazer os astros jogarem mais na temporada regular ao invés de ficarem descansando ou “gerenciando lesões”. E sinceramente, era necessário mesmo.

    Os números são absurdos quando você para pra pensar. Nos anos 80 e 90, os principais jogadores perdiam menos de 11 jogos por temporada. Nos anos 2010, isso subiu pra 17,5 jogos. No início desta década? Quase 24 jogos por ano. Ou seja, os caras tavam basicamente perdendo um terço da temporada.

    Imagina se o Luka ou o Giannis simplesmente decidissem não jogar 30 jogos por ano? O torcedor que paga ingresso caro fica no prejuízo total.

    As exceções que confirmam a regra

    Mas nem tudo são flores. Nesta temporada a regra gerou uma baita polêmica. O Luka Dončić jogou 64 partidas (uma a menos que o mínimo) por causa de uma lesão no posterior da coxa. O Cade Cunningham do Pistons jogou 63 por um pulmão colapsado — imagina só.

    Os dois apelaram pra liga e conseguiram a elegibilidade, até ganharam vaga no primeiro time All-NBA. Mas sabe quem se deu mal? O Anthony Edwards do Minnesota. O cara jogou apenas 60 partidas, perdeu 11 dos últimos 14 jogos com lesão no joelho, teve médias absurdas (28,8 pontos, 5 rebotes, 3,7 assistências) e mesmo assim foi negado no recurso.

    Cara, eu acho meio injusto com o Ant-Man. O garoto tá jogando um basquete monstro, mas se machucou na reta final. É diferente de alguém que escolhe não jogar, né não?

    Silver não muda de opinião

    Mesmo com as críticas, o Silver tá firme na decisão: “Não tô pronto pra apoiar uma mudança ainda”. Ele disse que quando rolar a negociação do novo acordo coletivo com o sindicato dos jogadores, aí eles podem conversar sobre isso.

    E olha, o cara tem um ponto quando fala: “Não importa onde a gente coloque a linha, sempre vai ter jogadores do outro lado dela”. É verdade. Se fosse 60 jogos, alguém ia jogar 59. Se fosse 70, alguém ia jogar 69.

    O acordo atual vai até a temporada 2029-30, então pelo menos pelos próximos quatro anos essa regra vai continuar aí. E vocês, acham que tá certo ou deveria ter mais flexibilidade pra casos de lesão? Eu tô dividido, porque entendo os dois lados da história.

  • Terry Rozier quer volta à NBA mesmo com acusação de manipulação

    Terry Rozier quer volta à NBA mesmo com acusação de manipulação

    Mano, que situação maluca é essa do Terry Rozier? O cara tá pedindo pro juiz flexibilizar as condições da fiança dele porque quer voltar pra NBA — mesmo sendo acusado de participar de um esquema de apostas que envolveu subornar jogadores.

    Pra quem não lembra, Rozier foi preso pelo FBI em outubro passado. A acusação? Conspiração para fraude, lavagem de dinheiro e corrupção no esporte. Dizem que em março de 2023, quando ainda jogava pelo Charlotte Hornets, ele teria recebido 100 mil dólares pra sair mais cedo de um jogo e fazer os apostadores ganharem dinheiro nas apostas de desempenho individual dele.

    O problema da fiança

    Como parte das condições da fiança, Rozier não pode ter contato nenhum com os Hornets — time onde jogou de 2019 até ser trocado pro Miami Heat em janeiro de 2024. E aí que tá o pepino: o advogado dele argumenta que essa proibição tá “injustamente punitiva” e pode acabar com qualquer chance do Terry voltar pra liga.

    Olha só a lógica: se ele não pode jogar contra os Hornets, tecnicamente ele tá falhando em “prestar serviços” pro time que eventualmente o contratasse. E isso praticamente elimina qualquer chance de alguma franquia querer assinar com ele. Sinceramente? Faz sentido, mesmo considerando toda a confusão que ele tá metido.

    NBA não tá facilitando

    A liga colocou Rozier em licença quando ele foi preso, e a coisa só foi piorando. Primeiro, um árbitro disse que a NBA não podia reter os 26,6 milhões de dólares do salário dele. Mas depois, quando a liga argumentou que as condições da fiança faziam ele quebrar o contrato, o árbitro mudou de ideia e decidiu a favor da NBA.

    Resultado? Rozier vai perder a maior parte do salário da temporada passada. Aos 32 anos, ele jogou pelo Heat e fez médias de 10.6 pontos, 3.7 rebotes e 2.6 assistências — números bem abaixo do que já produziu na carreira.

    E agora?

    Com a agência livre começando no dia 30 de junho, Rozier tá numa corrida contra o tempo. Ele tem audiência marcada pra 10 de junho em Brooklyn, e provavelmente vai ser lá que vamos saber se ele tem alguma chance de voltar à NBA.

    Cara, é uma situação absurda. Por um lado, o cara ainda não foi condenado e tem direito à presunção de inocência. Por outro, a acusação é pesadíssima — manipular jogos é praticamente o pior pesadelo de qualquer liga esportiva.

    Vocês acham que algum time seria louco o suficiente pra contratar o Rozier nessa situação? Porque olhando de fora, parece que a carreira dele na NBA já era, independente do que acontecer no tribunal.