Tag: All-NBA

  • LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    LeBron zoando Luke Kornet no podcast é o melhor da semana

    Mano, o LeBron James não perdoa ninguém mesmo. No último episódio do podcast “Mind the Game” com o Steve Nash e o Austin Reaves, o Rei simplesmente mandou uma dessas que me fez dar uma risada alta aqui em casa.

    “Temos que trazer o Luke Kornet pra falar sobre o Magic City”, falou o LeBron, se referindo àquela polêmica toda que rolou há umas semanas com o Atlanta Hawks querendo fazer uma homenagem a uma casa noturna famosa de lá.

    Pra quem não lembra (ou fingiu que não viu), o Kornet, que joga pelo San Antonio Spurs, meteu o louco e criticou publicamente a promoção do Hawks. O cara basicamente disse que não curtiu a ideia da franquia homenagear o Magic City, que é um strip club icônico de Atlanta. E olha, o tiro saiu pela culatra mesmo — a NBA cancelou a promoção toda.

    A zoeira não tem limites

    O Nash ainda completou a piada: “Vamos bater o laptop”, fazendo referência ao jeito que eles encerram o podcast. Cara, essa dupla no podcast tá imperdível mesmo.

    Sinceramente? Eu adoraria ver essa entrevista acontecendo de verdade. Imagina o Kornet tentando explicar a posição dele enquanto o LeBron fica só na resenha. Seria épico, mas pelo tom da zoeira, acho que o King só tava sacaneando mesmo.

    O Al Horford, ex-companheiro do Kornet no Celtics, também apoiou o pivô na época. Dois caras religiosos se posicionando — eu respeito a opinião deles, mas admito que fiquei curioso pra ver como seria essa promoção.

    No final das contas, todo mundo ganhou

    O Hawks acabou vendendo as camisetas e os chicken wings do Magic City na arena mesmo assim. Ou seja, o marketing funcionou de um jeito ou de outro. E os Spurs? Esses monstros tão destruindo geral nas últimas semanas e devem garantir a segunda colocação no Oeste.

    Vocês acham que o LeBron deveria mesmo trazer o Kornet no podcast? Eu pagaria pra ver essa conversa — desde que fosse tudo na boa, claro. O que vocês acham dessa polêmica toda?

  • Pistons rouba dos Lakers no final — Jenkins é o herói improvável

    Pistons rouba dos Lakers no final — Jenkins é o herói improvável

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou ontem em Detroit. Duas das equipes mais clutch da temporada se enfrentaram, e o resultado foi exatamente o que a gente esperava: um jogaço decidido no último segundo, com direito a herói improvável e tudo.

    Vamos aos fatos: os Lakers chegaram no Little Caesars Arena com um recorde absurdo de 22-6 em jogos clutch — .786 de aproveitamento, galera. É o melhor número em mais de duas décadas! Do outro lado, os Pistons tinham 25 vitórias clutch (agora 26), liderando a liga nesse quesito.

    O roteiro perfeito para uma guerra

    Sinceramente, era impossível esse jogo não ser decidido na raça. Lakers em primeiro no rating ofensivo e net rating em situações clutch, Pistons não ficando muito atrás. Em jogos decididos por três pontos ou menos, LA estava 8-2, Detroit 9-5. Os números não mentem — essas duas equipes simplesmente sabem fechar jogos.

    E olha, no primeiro tempo parecia que os Lakers tinham esquecido quem eram. Perdendo por 16, jogando meio perdidos, sem o Smart e o Hachimura. Mas aí que tá a diferença de times clutch — eles não entram em pânico. JJ Redick disse depois: “Sabemos nos dobrar sem quebrar, e hoje foi mais um exemplo disso.”

    Jenkins vira o herói da noite

    Agora vem a parte mais louca da história. Com Cade Cunningham fora, quem assume? Daniss Jenkins. Cara, eu nem conhecia direito esse menino, mas ontem ele decidiu virar lenda. Trinta pontos! Quatro lances livres nos minutos finais, todos convertidos, sem tremer.

    Os Lakers conseguiram virar e até abrir um ponto de vantagem faltando 30 segundos. Austin Reaves fazendo as dele, como sempre. Mas aí veio o plot twist que ninguém esperava.

    Luka Dončić — o cara que tava numa sequência monstruosa de dez jogos com 30+ pontos, que fez 100 pontos em duas noites — tinha a bola na mão, 12 segundos no relógio, Lakers perdendo de um. Um pull-up de 14 pés pela esquerda. O tipo de arremesso que ele faz de olho fechado.

    Errou.

    Eu juro que não acreditei. O Jenkins pegou o rebote defensivo, converteu dois lances livres e selou a vitória por 113-110. Os caras simplesmente roubaram uma das Lakers, em casa, sem o seu principal jogador.

    E agora, quem leva a temporada?

    Vocês acham que isso muda alguma coisa na corrida pelo título? Porque, olha, ver o Luka errando esse tipo de arremesso no final me deixou pensando. Será que até os melhores têm noites ruins nos momentos que mais importam?

    Uma coisa é certa: os Pistons provaram que não tão ali por acaso. 26 vitórias clutch não é sorte, é competência. E o Jenkins… cara, que noite! Do nada o menino decide que vai ser protagonista numa das partidas mais importantes da temporada regular.

    Agora é torcer pra esses times se encontrarem nos playoffs. Porque se foi assim na temporada regular, imagina numa série de sete jogos. Vai ser absurdo.

  • NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    Olha, a situação do Cade Cunningham virou uma bomba na NBA e agora a associação dos jogadores tá batendo o pé pra mudar essa regra dos 65 jogos. E não é pra menos, né?

    O cara do Detroit tá fazendo uma temporada ABSURDA — provavelmente a melhor da carreira dele — mas pode ficar de fora de todas as premiações individuais por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo: pulmão colapsado. Uma lesão completamente fora do controle dele.

    A regra que tá pegando todo mundo

    Cunningham jogou 61 partidas até agora e precisa chegar nos 65 pra ser elegível pras premiações principais (MVP, All-NBA, essas paradas). Com a lesão que ele teve, vai ser praticamente impossível bater essa marca. E aí que a NBPA entrou com tudo.

    “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham após uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”, disse o sindicato. Cara, quando eles falam assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    E o Cunningham não tá sozinho nessa, viu? O LeBron James — 21 anos consecutivos no All-NBA — vai ter a sequência quebrada. O Giannis perdeu muitos jogos, o Curry também. Até o Jokic e o Wemby, que são candidatos ao MVP, tão na corda bamba.

    Por que essa regra existe?

    Olha, a regra foi criada com boa intenção. Era pra acabar com esse negócio de “load management” — jogadores descansando jogos importantes só por estratégia. Mas tá pegando quem realmente se machucou, e isso não faz sentido nenhum.

    O Donovan Mitchell resumiu bem: “Não é como se os caras tivessem descansando e perdendo esses jogos. São lesões legítimas”.

    Na minha visão, a NBPA tá certíssima. Tem que ter algum tipo de exceção pra lesões significativas. Imagina você fazendo a temporada da sua vida e ficar de fora das premiações por causa de uma lesão que nem você provocou?

    E aí, vocês acham que a NBA vai ceder e mudar a regra? Ou vão manter essa rigidez toda mesmo com casos como o do Cunningham?

  • Paul George admite: problemas mentais levaram ao doping

    Paul George admite: problemas mentais levaram ao doping

    Cara, que situação complicada essa do Paul George. O cara voltou ontem pro Philadelphia 76ers depois de 25 jogos suspenso por usar substância proibida, e pela primeira vez ele abriu o jogo sobre o que realmente aconteceu.

    Na coletiva, PG foi direto ao ponto: pediu desculpas pro time, pros fãs e pra família pela cagada que fez. Mas o mais impressionante foi ele admitir que tudo começou com problemas de saúde mental por causa das lesões no joelho.

    O drama por trás da suspensão

    “A coisa mais difícil é quando seu corpo não está onde você sabe que precisa estar”, disse George. Olha, eu meio que entendo o cara. Imagina você sendo All-Star nove vezes e de repente não conseguir nem correr direito por causa de lesão?

    George teve uma das piores temporadas da carreira ano passado – apenas 16,2 pontos por jogo em só 41 partidas. Pro cara que ganhou $212 milhões em quatro anos, a pressão deve ter sido absurda. Aí veio cirurgia no joelho esquerdo em julho, perdeu os primeiros 12 jogos desta temporada… É muita coisa pra cabeça de qualquer um, né?

    “Ser atleta profissional cobra seu preço”, admitiu PG. “Meu corpo não estava onde eu queria. As expectativas de performance… obviamente eu ia ter expectativas comigo mesmo. Foi isso que levou a uma decisão ruim.”

    O preço da suspensão

    A suspensão custou caro – literalmente. George perdeu $11,7 milhões do salário, quase $470 mil por jogo perdido. Dinheiro que não volta mais.

    Mas talvez o mais importante seja que ele usou esses 25 jogos pra se recuperar fisicamente e mentalmente. “Essas 25 partidas foram exatamente o que eu precisava pro meu corpo”, disse.

    E olha que timing horrível: enquanto PG estava fora, Joel Embiid também se machucou (lesão no oblíquo) e ficou 13 jogos no departamento médico. Tyrese Maxey também se lesionou. Os Sixers basicamente viraram um hospital ambulante.

    Hora da redenção

    Mesmo com tudo isso, o time foi surpreendentemente bem: 13 vitórias e 12 derrotas sem PG. Estão em 7º no Leste com 39-33, brigando pra escapar do play-in.

    George voltou contra o Chicago ontem à noite dizendo que se sente “explosivo” e “forte” de novo. Será que é papo ou ele realmente voltou no nível All-Star? A última boa que ele fez antes da suspensão foi meter 32 pontos com NOVE bolas de três contra o Milwaukee. Monstro.

    “Eu me sinto de volta naquele nível de conseguir performar e ser o cara focal, o pontuador”, garantiu PG.

    Sinceramente? Torço pra que ele tenha aprendido com essa. Mental health não é brincadeira, e pelo menos o cara teve coragem de assumir o erro. Agora é torcer pros Sixers conseguirem uma vaga direta nos playoffs com ele de volta. Vocês acham que ele consegue resgatar o nível All-Star nessa reta final?

  • Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

    Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

    A regra dos 65 jogos tá causando o maior climão na NBA, galera. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu em defesa do Cade Cunningham, de Detroit, que pode ficar de fora das premiações individuais por causa dessa regra meio maluca. E olha, eles têm razão — a situação tá ficando absurda.

    O garoto do Pistons jogou apenas 61 partidas nesta temporada e agora tá se recuperando de um pulmão colapsado. Imagina só — o cara tem uma lesão séria dessas e ainda pode perder as chances de ser All-NBA por causa de um número arbitrário. Sinceramente, isso não faz o menor sentido.

    A situação tá feia pra galera

    E não é só o Cade que tá nessa furada. LeBron James — pasmem — vai ter sua sequência histórica de 21 anos consecutivos no All-NBA Team quebrada por causa dessa regra. Vinte e um anos, cara! Giannis Antetokounmpo e Stephen Curry também estão fora da briga.

    O mais doido é que até candidatos ao MVP como Nikola Jokic e Victor Wembanyama estão na corda bamba. Imagina se o Wemby, que tá fazendo uma temporada monstruosa, fica de fora das premiações por alguns jogos a menos? Seria um crime contra o basquete.

    Pelo menos Shai Gilgeous-Alexander e Luka Doncic ainda podem dar uma faltinha aqui e ali sem perder a elegibilidade. Mas convenhamos, a situação tá complicada.

    “É pelos motivos certos, mas é difícil”

    O Donovan Mitchell resumiu bem a parada: “É pelos motivos certos, mas é difícil”. E ele tem razão — a regra existe para evitar que os caras simplesmente descansem games importantes, mas não dá pra punir quem se machuca de verdade.

    A questão é que lesões fazem parte do jogo. Pulmão colapsado não é “load management” — é coisa séria. E quando você vê um cara que tá tendo a melhor temporada da carreira podendo ficar de fora das premiações por causa disso, fica claro que algo precisa mudar.

    O sindicato até mencionou que existe uma brecha na regra: jogadores com 62 games que sofreram lesão que encerra a temporada podem ser elegíveis. Mas isso não se aplica ao caso do Cade, porque tecnicamente ele ainda pode voltar.

    E aí, vocês acham que essa regra precisa mesmo de uma reformulada? Na minha opinião, criar exceções para lesões legítimas faria todo sentido. Afinal, ninguém quer ver talentos genuínos sendo penalizados por coisas que estão completamente fora do controle deles.

  • Clarkson saiu do banco de reservas e virou peça chave dos Knicks

    Clarkson saiu do banco de reservas e virou peça chave dos Knicks

    Cara, eu não esperava que a temporada do Jordan Clarkson no Knicks ia ser essa montanha-russa toda. Quando ele chegou em Nova York no meio da temporada, todo mundo — eu incluído — ficou animado. O cara é um monstro saindo do banco, sempre foi. Mas aí veio a realidade: Mike Brown simplesmente não estava usando ele.

    Durante a primeira metade da temporada, Clarkson jogou menos de 20 minutos por jogo. Vinte minutos, gente! Para um cara que já foi Sexto Homem do Ano. Fez 20 pontos ou mais apenas três vezes até dezembro. Dava para ver que o ritmo não estava lá, sabe? Não tinha encaixado no sistema ainda.

    Do banco para o esquecimento

    A coisa ficou ainda mais bizarra em janeiro. Clarkson praticamente virou peça de museu — ou ficava no banco sem entrar, ou só jogava quando o jogo já estava decidido. Com a chegada do Jose Alvarado, a situação piorou. Entre fevereiro e março, o cara jogou apenas metade dos jogos, totalizando pouco mais de 130 minutos.

    Imagina a situação: um veterano experiente ficando atrás de garotos como Tyler Kolek e Ariel Hukporti na rotação. Deve ter sido frustrante demais. Quando entrava, era por uns 5 a 12 minutos no máximo, sem conseguir criar ritmo.

    O jogo que mudou tudo

    Aí veio aquela derrota pros Clippers por 126 a 118. Segunda derrota seguida depois de perder pros Lakers. Clarkson jogou míseros três minutos nessa partida, e dava para ver que Mike Brown estava desesperado por uma faísca vinda do banco.

    A resposta veio no jogo seguinte contra o Utah. 26 minutos de quadra — o máximo desde o Natal — e o homem simplesmente destruiu: 27 pontos em 10 de 15 arremessos. Foi o tipo de performance que a torcida dos Knicks estava esperando desde que ele chegou. Mostrou por que ainda é um dos melhores pontuadores reservas da liga.

    Desde então, Clarkson voltou para uma rotação mais estável. Não está fazendo aqueles jogos de 30 pontos toda noite, mas está contribuindo de forma consistente com seus 8 a 14 pontos por jogo em cerca de 20 minutos. E olha, talvez seja exatamente isso que o time precisa agora.

    Depois daquelas duas derrotas em Los Angeles, os Knicks embalaram seis vitórias consecutivas. O ataque está mais equilibrado, as rotações mais definidas e — mais importante — eles estão ganhando. Às vezes é assim mesmo no basquete: o timing é tudo. Clarkson encontrou o dele na hora certa, e Nova York está colhendo os frutos.

    Vocês acham que ele consegue manter essa consistência nos playoffs? Porque uma coisa eu sei: quando a pós-temporada chegar, ter um cara experiente como Clarkson saindo do banco pode fazer toda a diferença.

  • Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Spurs ganhou em Miami e tá assustando até os próprios fãs

    Olha, eu vou confessar uma coisa: às vezes tenho medo de ficar muito animado com esse San Antonio Spurs. É sério. Quando um time tá funcionando tão perfeitamente assim, a mente já vai direto pro “peraí, que pegadinha é essa?”

    Mas aí você olha os números e… 16-2 desde o All-Star break. Dezesseis vitórias e duas derrotas. É de maluco.

    Miami era pra ser o teste real

    A partida contra o Heat era aquele jogo clássico de “vamos ver se é real mesmo”. Miami em casa, lutando por playoff, com aquela famosa Heat Culture™ que todo mundo conhece. Era o cenário perfeito pros Spurs pisarem na casca de banana e tomarem uma surra de trabalho.

    E sabe o que aconteceu? Spurs liderou do começo ao fim. Trinta pontos de vantagem no pico da partida. A maior vantagem que qualquer time visitante conseguiu em Miami na temporada toda.

    Eu fiquei esperando o momento que o Heat ia acordar e mostrar por que são perigosos em casa. Não veio. Os caras simplesmente foram atropelados por um time que parece ter descoberto a fórmula secreta do basquete.

    Wembanyama continua sendo um alienígena

    Minha teoria era que uma hora a maré ia virar pro Victor. Que Bam Adebayo, que é monstro defensivo, ia encontrar uma forma de parar ele. Que teoria nada — 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos. E olha só que absurdo: ele se tornou apenas o terceiro jogador na história da NBA a chegar em 4 mil pontos e 300 cestas de três nos primeiros 175 jogos da carreira.

    Terceiro. Na. História.

    Mas tá bom, quando o Wemby sai de quadra é que a coisa desanda, né? Errado de novo. Keldon Johnson e Dylan Harper combinaram 42 pontos saindo do banco. O segundo time não só segurou o rojão — enterrou Miami de vez.

    Os números contam a história: 17 rebotes ofensivos contra 6 do Heat. Venceram no garrafão por 60-40. Foi uma demonstração de força física que transformou cada arremesso errado numa nova chance de pontuar.

    O problema de ser bom demais

    Sabe qual é a parada mais estranha? Não consigo achar defeito nenhum gritante nesse time. E isso me deixa nervoso pra caramba (eu sei, sou ansioso mesmo). Quando você consegue apontar “ah, eles não arremessam bem de três” ou “falta físico”, pelo menos você sabe onde os adversários vão tentar furar. Você tem algo concreto pra se preocupar.

    Mas não tem. Os Spurs têm detalhezinhos aqui e ali, pontos cegos teóricos, mas nada gritante. Nada que você olhe e fale “é aqui que vão pegar eles nos playoffs”.

    E aí fico eu aqui, torcedor que acompanha NBA há anos, tentando encontrar pelo em ovo e não achando nada. É uma experiência meio surreal assistir seu time jogar tão bem que você mesmo fica desconfiado.

    Vocês tão sentindo isso também? Essa mistura estranha de euforia com paranoia? Porque sinceramente, faz tempo que um time não me deixava tão animado E tão nervoso ao mesmo tempo.

  • Nuggets x Suns: Jokic deve dominar o garrafão hoje à noite

    Nuggets x Suns: Jokic deve dominar o garrafão hoje à noite

    Olha só, pessoal. Tem jogo importante rolando hoje à noite e eu tô aqui analisando o que pode pintar nesse Nuggets x Suns. E sinceramente? Tudo indica que o Nikola Jokic vai fazer uma festa no garrafão dos Suns.

    A situação é a seguinte: Denver precisa de cada vitória que conseguir nessa reta final, enquanto Phoenix já tá meio que garantido nos playoffs e pode relaxar um pouco. Mas isso não quer dizer que vai ser moleza, viu?

    Jokic deve dominar os rebotes

    A jogada mais óbvia da noite é apostar nos rebotes do Jokic. O monstro já passou de 13.5 rebotes em quatro dos últimos seis jogos, e olha que Phoenix tá com o time meio manco por lesões. Oso Ighodaro e Jordan Goodwin vão fazer o que conseguirem, mas convenhamos — parar o Jokic no garrafão é missão quase impossível.

    Na minha visão, os Suns vão tentar controlar o ritmo do jogo pra esconder suas limitações. E isso é justamente o que pode favorecer ainda mais o sérvio nos rebotes. Menos possessões, mais disputa no garrafão.

    O que esperar da partida

    Aqui entre nós, acho que Phoenix vai adotar uma estratégia interessante: deixar o Jokic fazer o dele, mas cortar as opções dos outros caras de Denver. É uma aposta arriscada, mas pode dar certo.

    Se os Suns realmente conseguirem diminuir o ritmo e forçar o Jokic a jogar mais individual, podemos ver menos assistências dele também. O cara é um monstro passando a bola, mas se Phoenix conseguir neutralizar Jamal Murray e os outros, ele vai ter que resolver mais sozinho.

    Vocês acham que essa estratégia pode funcionar contra um time que precisa desesperadamente de vitórias? Eu tenho minhas dúvidas, mas no basquete qualquer coisa pode acontecer.

    O spread tá em 5.5 pontos pra Denver, o que mostra que a galera das apostas não tá subestimando Phoenix. E olha, faz sentido — os Suns têm jogado bem defensivamente em março, mesmo com as lesões.

    Enfim, se você tá pensando em fazer uma fezinha hoje, fica de olho nos rebotes do Jokic e no ritmo do jogo. Pode ser uma partida mais travada do que parece à primeira vista.

  • NBPA pede fim da regra dos 65 jogos após lesão absurda do Cade

    NBPA pede fim da regra dos 65 jogos após lesão absurda do Cade

    Olha, eu sempre achei essa regra dos 65 jogos uma bobagem — mas depois do que aconteceu com o Cade Cunningham, ficou impossível defender essa parada. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu ontem pedindo pra abolir ou reformar essa regra depois que o astro do Detroit Pistons teve um pulmão colapsado numa partida contra o Washington Wizards.

    Sinceramente? Era óbvio que isso ia dar merda uma hora dessas.

    O Cade estava fazendo uma temporada monstro — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de All-NBA fácil, igual ele conseguiu na temporada passada. Só que agora, por causa de uma lesão bizarra (quem espera um pulmão colapsado numa partida de basquete?), o cara provavelmente não vai conseguir completar os 65 jogos necessários pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A revolta do sindicato faz todo sentido

    O comunicado da NBPA foi direto no ponto: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para os prêmios pós-temporada depois de uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”. E não é pra menos — o moleque jogou 61 partidas antes da lesão.

    Quatro jogos. Quatro míseros jogos separando um cara que merecia estar no All-NBA do esquecimento total nos prêmios individuais. Isso é de uma injustiça gritante que até dói de ver.

    E não para por aí — Stephen Curry, LeBron James, Joel Embiid e Jimmy Butler também já estão fora da corrida pelos prêmios este ano. Imagina quantos talentos vão ser ignorados por causa dessa regra maluca?

    Hora de repensar essa parada

    Mano, eu entendo a intenção original da NBA com essa regra — eles queriam forçar os astros a jogar mais, dar mais valor pro torcedor que paga ingresso. Mas na prática? Só tá penalizando jogador por se machucar.

    Uma coisa é um cara decidir descansar 20 jogos porque não tá nem aí. Outra completamente diferente é ter o pulmão colapsando no meio de uma partida (que situação mais bizarra, por sinal).

    Na minha visão, tem que ter exceção pra lesão grave comprovada. Não dá pra tratar tudo igual — load management e lesão séria são coisas totalmente diferentes. Vocês acham que a liga vai ceder e mudar essa regra? Ou vão manter essa teimosia mesmo vendo a injustiça que tá rolando?

    O caso do Cade é só mais um exemplo de como essa regra precisa ser repensada urgentemente. Espero que a pressão do sindicato faça a NBA acordar pra vida.

  • Nuggets x Suns hoje: onde assistir o confronto decisivo no Oeste

    Nuggets x Suns hoje: onde assistir o confronto decisivo no Oeste

    Olha, essa terça-feira vai ser daquelas. Nuggets e Suns se enfrentam hoje às 23h (horário de Brasília) em Phoenix, e sinceramente? Esse jogo pode definir muita coisa na briga por posição no Oeste.

    Os números falam por si só: Denver venceu os dois primeiros confrontos da temporada e, se ganhar hoje, fica com a vantagem no head-to-head. Isso pode ser decisivo lá na frente, especialmente considerando como a Conferência Oeste tá pegando fogo esse ano.

    Jokic fazendo história (de novo)

    Cara, o Nikola Jokic não para de impressionar. O sérvio tá liderando a NBA tanto em rebotes (12.6 por jogo) quanto em assistências (10.6 por partida). E pasmem: ele é o ÚNICO cara da liga fazendo triple-double de média. Monstro é pouco pra definir esse jogador.

    Denver vem numa sequência boa, ganhando cinco dos últimos sete jogos, incluindo vitórias consecutivas contra Raptors e Trail Blazers. Os Nuggets ocupam a quarta posição no Oeste, e com Jokic jogando desse jeito, quem consegue parar?

    Suns tentando reagir

    Do outro lado, Phoenix finalmente quebrou uma sequência terrível. Eram cinco derrotas seguidas até domingo, quando massacraram os Raptors por 120-98. Esse alívio veio em boa hora – os Suns estão na sétima colocação, mas olha só: 3.5 jogos atrás de Houston na briga pela sexta posição (a última que garante playoff direto).

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem embalar ou esse foi só um alívio momentâneo? Na minha visão, eles ainda dependem demais do Kevin Durant e Devin Booker terem noites inspiradas.

    Onde assistir

    O jogo rola no Mortgage Matchup Center, em Phoenix, a partir das 23h pelo horário de Brasília. A transmissão vai ser pela NBC nos Estados Unidos e pelo Peacock no streaming.

    Ah, e se você quiser aproveitar a noite, antes tem Orlando Magic x Cleveland Cavaliers às 20h. Não é um jogaço como o segundo, mas qualquer NBA é NBA, né?

    Pra quem acompanha pelo Peacock, vale lembrar que a plataforma vai exibir 100 jogos da temporada regular. Nada mal pra quem quer ver mais basquete de qualidade.

    Esse confronto entre Nuggets e Suns promete ser daqueles que definem temporadas. Denver precisa manter o ritmo pra garantir uma posição confortável nos playoffs, enquanto Phoenix luta pra não cair na zona de play-in. Que vença o melhor!