Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

Cara, que ironia do basquete. Jordan Clarkson, que passou cinco temporadas e meia em Utah sendo um dos queridinhos da torcida, finalmente chegou nas Finais da NBA. Só que agora ele tá vestindo a camisa do New York Knicks, entrando poucos minutos por jogo e marcando 3 pontos numa noite que deve estar sendo uma das mais especiais da vida dele.

Na segunda-feira, os Knicks varreram os Cavaliers e garantiram vaga nas Finais pela primeira vez desde 1999. E o Clarkson? Lá estava ele no banco, comemorando com o time que finalmente o levou aonde o Jazz nunca conseguiu.

A transformação de estrela para coadjuvante

Olha só como o basquete é louco. Aos 33 anos, o Clarkson virou praticamente um mascote nos Knicks – média de 8,6 pontos na temporada regular e 5,4 nos playoffs. Longe daquele cara que ganhava prêmio de Sexto Homem do Ano em Utah e carregava o time nas costas quando precisava.

Mas sabe o que é mais impressionante? Ele já tinha chegado numa Final antes, em 2018 com os Cavaliers. Só que naquela época foi diferente – foi trocado no meio da temporada pelos Lakers e basicamente virou banco de banco contra os Warriors. Agora ele tá vivendo isso de uma forma completamente diferente.

O que Utah não conseguiu entregar

Sinceramente, dói um pouco ver isso acontecer. O Clarkson foi um monstro em Utah, virou ídolo da torcida, ganhou prêmio individual, mas nunca nem chegou numa final de conferência com o Jazz. As últimas três temporadas por lá foram praticamente um desperdício – times em reconstrução que não tinham chance nenhuma de chegar longe.

E agora? O cara sai de Utah, aceita um papel menor em Nova York, e boom – Finais da NBA. Às vezes o timing no basquete é tudo, né?

Claro que ele provavelmente não vai jogar muito contra San Antonio ou Oklahoma City (quem passar na outra chave), mas cara… estar ali, naquele palco, depois de tudo que passou? Isso já é uma vitória gigante pra ele.

Vocês acham que ele vai ter pelo menos uns minutinhos decisivos nas Finais? Porque seria épico ver o veterano entrando numa hora crucial e fazendo a diferença. O basquete às vezes escreve essas histórias mágicas mesmo.

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *