Autor: Leandro Amorim

  • Brunson, Mitchell e DeRozan: as apostas mais quentes da rodada

    Brunson, Mitchell e DeRozan: as apostas mais quentes da rodada

    Ô galera, terça-feira chegou e com ela quatro jogaços na NBA que prometem dar o que falar. E se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando essa liga é que certas noites alguns caras simplesmente decidem que vão mostrar por que ganha milhões de dólares.

    Hoje, meu radar tá focado em três monstros: Jalen Brunson, Donovan Mitchell e DeMar DeRozan. Vamos por partes?

    Brunson tá voando no Madison Square Garden

    O camisa 11 do Knicks tá numa fase absurda — 31.6 pontos de média na temporada, cara. Trinta e um vírgula seis! E quando joga em casa, aí que a coisa fica séria mesmo. Nas últimas cinco partidas como favorito no MSG, passou da marca em três, com média de 29.2 pontos.

    Sinceramente? Brunson virou aquele tipo de jogador que quando pega fogo, não tem quem segure. E contra o Pelicans, que não anda lá essas coisas defensivamente, eu apostaria fácil que ele faz 26+ pontos. O cara tá numa confiança danada.

    DeRozan ainda tem muito no tanque

    Olha, eu confesso que quando o DeRozan foi pros Kings, fiquei meio reticente. Mas o veterano tá provando que ainda tem muito jogo nas pernas. Média de 18.4 pontos por jogo e, com Russell Westbrook, Nique Clifford e Precious Achiuwa fora (lesionados), alguém vai ter que carregar o piano ofensivo.

    E advinha quem vai ser? Exato. DeMar tem histórico bom contra times com campanha positiva — passou da marca em 15 dos últimos 25 jogos, com média de 19.6. Os 18+ pontos dele hoje tão praticamente garantidos, na minha opinião.

    Mitchell é máquina de fazer pontos

    Agora, se tem um cara que é sinônimo de cestinha, esse cara é o Donovan Mitchell. Média de 28 pontos na temporada e, quando joga em casa contra times bons, vira uma metralhadora — 35.9 pontos de média nos últimos 10 jogos nessa situação específica.

    Passou da marca em nove dessas dez partidas. Nove! É estatística que não mente, pessoal. O Mitchell em Cleveland se transformou num verdadeiro problema pra qualquer defesa adversária. Os 27+ pontos dele hoje são quase uma formalidade.

    E aí, vocês também acham que esses três vão voar hoje? Ou tem algum palpite diferente? Deixa aí nos comentários que eu quero saber a opinião da galera do Sexto Homem!

  • Moses Moody sofre lesão gravíssima e pode ficar mais de 1 ano fora

    Moses Moody sofre lesão gravíssima e pode ficar mais de 1 ano fora

    Mano, que notícia pesada chegou agora dos Warriors. Moses Moody rompeu o tendão patelar do joelho esquerdo e, sinceramente, isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete.

    A lesão aconteceu sem contato na vitória contra os Mavs na segunda-feira — você sabe como é, aquelas lesões que te fazem questionar tudo na vida. O cara simplesmente estava jogando e… crack. Tendão patelar é coisa séria, galera.

    Mais de um ano longe das quadras

    Olha, vou ser direto: tendão patelar rompido é uma das piores coisas que pode acontecer com um jogador de basquete. A reabilitação costuma levar mais de um ano completo. Mais de um ANO. É tempo demais pra um atleta jovem que estava finalmente engrenando.

    Vocês lembram do Victor Oladipo? Sofreu a mesma lesão em 2019 e demorou quase dois anos pra voltar ao nível que estava. E olha que nem sempre o cara volta 100%. É de arrepiar.

    Timing não podia ser pior

    O mais absurdo é que Moody tinha acabado de assinar uma extensão de contrato em outubro — três anos por US$ 37,5 milhões. O moleque estava finalmente se estabelecendo como peça importante dos Warriors, fazendo 12.1 pontos por jogo em 25 minutos de quadra.

    Na minha visão, ele estava tendo sua melhor temporada na carreira. Conseguindo equilibrar o jogo ofensivo com a defesa que o Steve Kerr tanto cobra. E agora isso.

    O pior é pensar no timing pra franquia também. Os Warriors estão numa transição complicada, precisando de jogadores jovens pra dar o próximo passo, e perdem uma das principais apostas por mais de uma temporada inteira.

    E aí, o que vocês acham? Será que Moody consegue voltar no mesmo nível depois de uma lesão tão complicada? Sinceramente, eu torço muito pra que sim, mas a história do basquete nos ensina a ser cautelosos com essas situações. Força, Moses!

  • Dean Wade tem que assumir a titularidade dos Cavs nos playoffs

    Dean Wade tem que assumir a titularidade dos Cavs nos playoffs

    Olha, eu sei que pode soar controverso, mas Dean Wade precisa ser titular nos playoffs dos Cavs. Sim, eu disse isso mesmo.

    Com a temporada caminhando pro final, Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente: quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen? E sinceramente, por mais que todo mundo fique doido quando o Wade não acerta os arremessos, ele é a peça que faz mais sentido.

    Por que Wade é a escolha certa

    O cara tem 2,06m, pesa 104kg e é uma versão melhorada do famoso “3&D” – defende, rebota e espaça a quadra. E o mais importante: ele não precisa da bola nas mãos. Vocês já viram quem tá do lado dele em quadra? Harden, Mitchell, Mobley… são caras que vivem com a bola. Wade faz o trabalho sujo.

    “Não deixem as estatísticas ditarem a opinião sobre o Wade”, essa é a realidade. Enquanto ele tiver cumprindo o papel – defendendo, brigando pelo rebote e tomando as decisões certas – ele é o cara certo pro trabalho. E junto com Mobley e Allen, forma um trio defensivo que dá trabalho pra qualquer ataque da liga.

    A concorrência existe, mas…

    Max Strus voltou de lesão e tá mostrando serviço – 8,8 pontos, 7,0 rebotes em 23,5 minutos por jogo. O problema é que ele ainda tá voltando do departamento médico e ninguém sabe se aguenta o ritmo dos playoffs.

    Jaylon Tyson também aparece como opção, mas convenhamos: o cara ainda tá se adaptando às mudanças de papel durante a temporada. Nos playoffs, você não tem tempo pra experimentos.

    Atkinson mesmo já deu a dica: “Provavelmente temos que chegar a nove jogadores na rotação”. E quando você pensa em quem pode fazer o trabalho pesado contra os melhores times da liga, Wade se destaca.

    Eu entendo a frustração da galera quando ele erra os arremessos abertos, mas o cara tá há cinco temporadas jogando com Mobley e Allen. Essa química não se constrói do dia pra noite.

    E vocês, acham que Wade aguenta ser o quinto titular dos Cavs nos playoffs? Ou preferem apostar na volta por cima do Strus?

  • South Florida contrata Kristy Curry — Técnica sai do Alabama pra reconstruir

    South Florida contrata Kristy Curry — Técnica sai do Alabama pra reconstruir

    Olha só que movimento interessante na NCAA feminina: South Florida acabou de anunciar a contratação de Kristy Curry como nova técnica principal. Ela estava no Alabama há 13 temporadas e agora vai tentar reerguer os Bulls.

    Sinceramente? Acho uma aposta inteligente.

    Saída do Alabama depois de 13 anos

    Curry encerrou sua passagem pelo Crimson Tide de forma amarga — perderam por apenas um ponto (69-68) pro Louisville na segunda rodada do March Madness. Treze anos no comando e essa foi a quarta aparição consecutiva no torneio da NCAA. Nada mal, considerando que ela perdeu duas jogadoras pro draft da WNBA: Aaliyah Nye e Sarah Ashlee Barker.

    O Alabama terminou a temporada com 24-11, que não é um recorde ruim não. Mas às vezes uma mudança de ares é necessária mesmo, né?

    O desafio em South Florida

    A situação dos Bulls não tá fácil. Eles ficaram sem técnico quando Jose Fernandez decidiu partir pro WNBA e virar assistente do Dallas Wings — uma saída que pegou todo mundo de surpresa. Fernandez tinha construído algo especial lá: 10 aparições no March Madness em 25 anos. Isso é consistência, monstro.

    Nesta temporada, com Michele Woods-Baxter como técnica interina, South Florida ficou de fora da dança. Terminaram 20-12 no geral e 13-5 na American Athletic Conference — terceiro lugar na conferência, mas perderam pro UTSA no torneio da conferência. Vacilo que custou caro.

    Curry tem currículo pra reconstruir

    A nova técnica não chega de mãos vazias. Começou a carreira como head coach em Purdue em 1999 e fez um trabalho absurdo: 179-51 de recorde geral em sete temporadas. Detalhe: Purdue foi pro March Madness em TODAS as sete temporadas dela. E o mais impressionante? Chegaram na final nacional em 2000-01.

    Depois passou pelo Texas Tech de 2006 até 2013, quando migrou pro Alabama. Agora South Florida tá apostando que ela consegue trazer de volta aquela magia que Fernandez tinha criado.

    Vocês acham que ela consegue colocar os Bulls de volta no mapa? A pressão vai ser grande, mas o currículo dela fala por si só. Treze anos no SEC (a conferência mais competitiva do basquete universitário) não é brincadeira.

  • Judge vai destroçar tudo em 2026? Minhas 3 previsões mais ousadas

    Judge vai destroçar tudo em 2026? Minhas 3 previsões mais ousadas

    Cara, o Aaron Judge simplesmente não para de impressionar. Terceiro MVP na carreira ano passado, batendo o Cal Raleigh que mandou 60 bombas — e olha que isso já é coisa de monstro. Agora todo mundo fica se perguntando: o que esperar do cara em 2026?

    Sinceramente, fazer previsão “ousada” pro Judge hoje em dia é quase impossível. O cara já ganhou três MVPs, já passou dos 60 home runs, já chegou na World Series… Mas sempre tem aquela baleia branca pra caçar, né? E no caso dele, sabemos qual é: um anel de campeão mundial.

    60 home runs de novo? Eu acredito

    Olha, ele já fez isso uma vez em 2022 (62, na verdade — recorde da Liga Americana). E eu acho que vai repetir a dose em 2026. Os números não mentem: desde 2021, o Judge mandou 249 bombas, uma média de 55.9 por temporada completa de 162 jogos.

    A diferença agora é que ele vai ter proteção melhor no lineup. Cody Bellinger e Ben Rice — dois canhotos que podem dar aquela ajuda fundamental. Os Yankees estão apostando pesado no Rice como primeira base titular, e se der certo, vai ser uma mão na roda pro Judge. Afinal, ter ameaças canhotas ao redor faz toda a diferença na hora de receber bolas boas pra rebater.

    E vamos combinar: apenas 10 temporadas de 60+ home runs na história da MLB. Sammy Sosa (3) e Mark McGwire (2) são os únicos com múltiplas campanhas dessas. Judge pode ser o primeiro “limpo” a repetir a façanha — sem aquelas polêmicas de substâncias proibidas.

    Finalmente uma Luva de Ouro no Bronx

    No World Baseball Classic, o Judge mostrou o braço eliminando dois corredores tentando chegar na terceira base desde o campo direito. Os caras simplesmente esqueceram a regra número 1 da AL East: “Não corra quando o Judge está por perto”.

    O mais louco é que ele já deveria ter uma Luva de Ouro, mas em 2024 teve que ir pro campo central pra abrir espaço pro Juan Soto. Foi lá que rolou aquela deixada de bola no Jogo 5 da World Series que manchou um pouco a narrativa defensiva dele. Soma isso com a lesão no cotovelo que o tirou do campo direito por semanas…

    Mas agora a história é outra. O Judge no campo direito do Yankee Stadium é simplesmente diferente — muito mais fácil que aquela loucura do Fenway Park onde o Wilyer Abreu ganhou a Luva de Ouro ano passado. Na minha visão, 2026 é o ano dele finalmente levar esse prêmio pra casa.

    Hora de calar a boca sobre os playoffs

    Essa narrativa de que o Judge “murcha” nos momentos decisivos já encheu o saco, né? OPS de .822 nos playoffs seria excelente pra maioria dos jogadores, mas comparado com o 1.028 dele na temporada regular, parece pouco.

    O WBC foi uma oportunidade de mudar isso, mas ele foi 1-8 com cinco strikeouts nos dois jogos finais. Inclusive bateu out logo depois do home run empatatudo do Bryce Harper na final. Doeu até em mim assistindo.

    Mas olha, os Yankees só ficaram fora dos playoffs uma vez na carreira do Judge — em 2023, quando ele se machucou batendo na parede do Dodger Stadium. Se ele se manter saudável, o time chega longe. E quando chegar lá, eu tenho certeza que vai ser diferente.

    E aí, vocês acham que 2026 é o ano do Judge finalmente conquistar tudo? Porque na minha opinião, todos os elementos estão alinhados pra isso acontecer.

  • Jeremy Peña machucado pode abrir as portas pro jovem Brice Matthews

    Jeremy Peña machucado pode abrir as portas pro jovem Brice Matthews

    Olha, quando você menos espera, uma lesão pode mudar tudo no baseball. O Jeremy Peña, shortstop titular do Houston Astros, fraturou o dedo anelar direito numa partida de exibição do World Baseball Classic — e isso tá mexendo com todo o planejamento da equipe para o Opening Day.

    Sinceramente? Essa situação tá mais interessante do que parecia no começo. A recuperação do Peña tá indo bem, então não é garantido que ele vai perder a estreia da temporada. Mas e se perder?

    A oportunidade de ouro do Matthews

    Aí que entra o Brice Matthews, um dos principais prospectos da organização. Segundo o pessoal do The Athletic, se o Peña não estiver pronto, fica fácil levar três caras no roster: Joey Loperfido, Zach Cole e o próprio Matthews. Mas se o Peña voltar? Sobram apenas duas vagas para três jogadores.

    E cara, o Matthews não tá facilitando a decisão dos técnicos não. Na Grapefruit League (a pré-temporada), ele simplesmente destruiu: .257/.395/.429 em 35 rebatidas, com oito bases roubadas, oito walks e 12 strikeouts. Números melhores que os outros dois concorrentes.

    Versatilidade que vale ouro

    O que mais me chama atenção no Matthews é a versatilidade. O cara é infielder de origem, mas jogou no centerfield na Triple-A temporada passada. E convenhamos — no baseball moderno, ter um utility player que consegue jogar em várias posições é praticamente obrigatório.

    Loperfido e Cole têm a vantagem de serem rebatedores canhotos (coisa que os Astros querem mais no lineup), mas o Matthews pode forçar a situação se continuar jogando assim. Imagina ele indo bem no lugar do Peña no shortstop e depois se mantendo no time jogando no outfield quando o titular voltar?

    A verdade é que o Matthews tá com tudo pra melhorar depois de uma estreia meio decepcionante em 2024. E uma lesão do veterano pode ser exatamente a porta de entrada que ele precisava.

    Vocês acham que o garoto consegue agarrar essa chance? Porque pelo que tô vendo, ele não vai desperdiçar essa oportunidade.

  • Embiid pode voltar hoje! Será que aguenta o tranco contra o Bulls?

    Embiid pode voltar hoje! Será que aguenta o tranco contra o Bulls?

    Galera, chegou a hora que todo torcedor do Sixers estava esperando — Joel Embiid pode finalmente voltar à quadra hoje contra o Bulls! O gigante foi listado como “questionável” para o jogo, e sinceramente, eu tô aqui torcendo pra que ele entre mesmo.

    Olha, depois de ficar fora por causa de uma lesão no oblíquo direito, o cara tem aparecido nos treinos e até fez uns trabalhos extras na quadra. Isso é sempre um bom sinal, né? Quem acompanha basquete sabe que quando o jogador começa a participar dos shootarounds, é porque tá perto de voltar mesmo.

    O timing não podia ser melhor

    E o mais louco é que pode rolar um retorno duplo hoje! Paul George também deve voltar depois de cumprir uma suspensão de 25 jogos por violação da política antidrogas da NBA. Imagina só — Embiid E PG-13 voltando no mesmo jogo? O Bulls não vai saber de onde vem a pancada.

    Preciso confessar uma coisa: o Sixers tem sofrido sem o Embiid. Foram apenas 6 vitórias em 13 jogos sem o monstro, o que prova como ele faz falta nesse time. Quando tá em quadra, o cara é simplesmente absurdo — 26.6 pontos, 7.5 rebotes e 3.9 assistências por jogo nesta temporada. Números de MVP, né não?

    Elenco ainda quebrado dos dois lados

    Mas não vamos nos iludir — ainda tem muita gente no departamento médico. O Sixers vai continuar sem Tyrese Maxey (dedo mindinho da mão direita), Kelly Oubre Jr. (cotovelo esquerdo) e Johni Broome (cirurgia no joelho). Quentin Grimes também tá questionável por doença.

    Do lado do Bulls, que tá numa situação bem complicada com 29 vitórias e 42 derrotas, também tem baixas importantes. Jaden Ivey, Zach Collins e Noa Essengue estão fora, enquanto Isaac Okoro, Anfernee Simons e Guerschon Yabusele foram listados como dúvidas.

    Com essa campanha de 39-33, o Sixers precisa de cada vitória que conseguir pra garantir uma boa posição nos playoffs. E vocês acham que o Embiid vai mesmo jogar hoje? Eu tô na torcida, mas sempre fico com o pé atrás quando é “questionável”. Às vezes é melhor segurar mais uma semana do que forçar e piorar tudo, né?

  • Joe Flacco renova com Bengals: o eterno backup que não quer parar

    Joe Flacco renova com Bengals: o eterno backup que não quer parar

    Cara, tem coisa que você só vê no futebol americano mesmo. Joe Flacco, aos 40 anos nas costas, acabou de renovar com o Cincinnati Bengals por mais uma temporada. E olha, não tô julgando o cara não — se fosse pra ser backup do Joe Burrow, eu também não pensaria duas vezes!

    Todo ano a galera fica especulando se o veterano vai pendurar as chuteiras, mas parece que ele não tá nem aí pra aposentadoria. Segundo o Jeremy Fowler, foi um contrato de apenas um ano mesmo — nada de compromisso longo, só mais uma chance de mostrar serviço.

    A ressurreição em Cincinnati

    Vou ser sincero: quando o Flacco chegou nos Bengals em 2025, depois da lesão do Burrow, eu não esperava muito não. O cara tinha passado uns perrengues danados no Cleveland Browns, parecendo que tava meio perdido na liga. Mas aí que tá a beleza do esporte — você nunca sabe quando alguém vai renascer das cinzas.

    E renascer ele renasceu! Foram 13 touchdowns contra apenas 4 interceptações. Números de respeito, principalmente considerando que ele entrou no meio da temporada, sem ritmo de jogo. É o tipo de performance que faz os dirigentes pensarem: “Opa, esse cara ainda tem lenha pra queimar”.

    O plano B perfeito

    Vamos combinar uma coisa — ter o Joe Flacco como reserva é praticamente um luxo na NFL atual. O cara já ganhou Super Bowl (lembram do show que ele fez em 2013 pelo Baltimore Ravens?), tem experiência de sobra e, pelo visto, ainda consegue jogar bola quando precisa.

    Se o Burrow se machucar de novo — que Deus me livre —, pelo menos Cincinnati sabe que tem alguém confiável pra segurar a onda. E vocês acham que ele ainda tem gás pra mais uma temporada como titular se pintar a oportunidade?

    Olha, na minha opinião, é uma contratação que faz todo o sentido. Flacco ganha mais um ano na liga fazendo o que ama, os Bengals mantêm uma apólice de seguro valiosa, e nós continuamos vendo esse cara desafiando o tempo. Win-win-win!

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.