Autor: Leandro Amorim

  • Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Cara, se você assistiu esse jogo na segunda à tarde, provavelmente foi porque não tinha nada melhor pra fazer — tipo eu mesmo, navegando no League Pass procurando qualquer coisa pra passar o tempo entre os jogos do March Madness.

    E olha, que espetáculo deprimente foi esse Jazz 143 x 125 Raptors. Uma surra que deixou Utah de volta aos dinossauros, como diz o título original que eu li. Sinceramente? Era o que a gente esperava mesmo.

    O Jazz não consegue nem com 8 jogadores

    A situação do Utah tá tão dramática que eles foram pro jogo com apenas 8 caras disponíveis. Cody Williams foi “descansar” na praia — ops, digo, fazer fisioterapia no ombro (claro, né). E os veteranos Svi Mykhailiuk e Kevin Love continuam encostados no banco, aparentemente pra não “infectar” os outros com velhice. Monstro isso aí.

    Do outro lado, Toronto também poupou peças importantes como Ingram, Quickley e Poeltl, que tinham acabado de tomar 22 pontos de diferença do Phoenix na noite anterior. Mesmo assim, foi suficiente pra passar o rodo no Jazz em casa.

    Começou bem, terminou mal (como sempre)

    O primeiro quarto até enganou. John Konchar — que virou artilheiro por uns 12 minutos — começou perfeito, 2/2 nos arremessos e 8 pontos. Jazz chegou a abrir 5 pontos de vantagem e eu pensei: “será que hoje vai?”. Claro que não ia.

    Toronto virou com uma sequência de 8-0, acertando 57% dos chutes e distribuindo 11 assistências em 12 cestas convertidas. Kennedy Chandler ainda contribuiu com 3 pontos e 2 roubadas em 5 minutos. Fechou o primeiro quarto 31-25 pros canadenses.

    Aí no segundo quarto a coisa desandou de vez. Utah fez um bonito 0-4 nas bolas de três e mal conseguiu respirar em quadra. Ace Bailey até tentou com seus 13 pontos no jogo, mas não dava conta sozinho. O cara ainda meteu uma enterrada absurda que viralizou no Twitter, mas que não mudou o rumo da partida.

    Sandro virou o Giannis grego

    Vocês viram o que o Sandro Mamukelashvili fez? 15 pontos só no primeiro tempo, 4 roubadas (recorde da carreira) e 1 toco em 15 minutos. O cara virou literalmente o “verdadeiro Greek Freak” da noite. Jamal Shead também distribuiu 8 assistências e comandou o show.

    No terceiro quarto foi o enterro definitivo. Toronto fez 18-3 nos primeiros quatro minutos e abriu 24 pontos de diferença. Game over. Os Raptors terminaram o terceiro quarto com 117 pontos (!!) — recorde da franquia até ali — e incríveis 38 assistências coletivas.

    E aí, vocês ainda acreditam nesse Jazz ou já desistiram também? Porque eu tô achando que eles vão precisar de muito mais que força de vontade pra sair dessa situação. Pelo menos Ace Bailey tá dando uns sinais de vida…

  • Alexander-Walker explica mentalidade que tá salvando os Hawks

    Alexander-Walker explica mentalidade que tá salvando os Hawks

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker falou uma coisa depois da goleada de 146 a 107 nos Grizzlies que me fez pensar muito. “Como grupo, nós temos sido profissionais”, disse o cara. E olha, essa frase resume perfeitamente o que os Hawks têm feito no último mês.

    Porque vamos combinar — enfrentar um time quebrado como os Grizzlies (24-46, cheio de lesionados) pode ser uma cilada danada. É aquele jogo que você TEM que ganhar, mas se perder vira um vexame nacional. Alexander-Walker sacou isso direitinho.

    A mentalidade que mudou tudo

    “Se você perde pra um time assim, é ruim. Se você ganha, é ‘você tinha que ganhar mesmo’”, explicou o armador. “Você meio que não ganha nessa situação. Tem que ignorar o barulho e ser profissional.”

    Sinceramente, essa é uma das falas mais maduras que eu ouvi de um jogador da NBA ultimamente. E não foi só papo — o cara meteu 26 pontos e ajudou Atlanta a dominar do primeiro ao último minuto. O Zaccharie Risacher pegou 8 rebotes (liderança do time), e a bola rolou gostoso com 9 assistências só do CJ McCollum.

    Maturidade que impressiona

    O Quin Snyder, técnico dos Hawks, também notou essa evolução. “É algo coletivo onde os caras estão colocando o time em primeiro lugar”, falou ele. E realmente, dá pra ver: rebote ofensivo, bola circulando, defesa ligada. Tudo funcionando como engrenagem.

    O Onyeka Okongwu teve uma fala interessante também: “No fim das contas, esses são os 450 melhores jogadores do mundo”. É verdade né? Por mais que os Grizzlies estejam zuados pelas lesões, ainda são caras que chegaram na NBA. Não dá pra vacilar.

    E agora vem o teste de fogo mesmo: Pistons e Celtics pela frente. Os dois primeiros colocados do Leste. Se os Hawks mantiverem essa mentalidade profissional que o Alexander-Walker falou, quem sabe a gente não vê eles brigando por uma vaga nos playoffs mesmo?

    Vocês acham que essa mudança de atitude chegou na hora certa, ou será que é tarde demais para Atlanta se classificar?

  • Banchero faz 39 pontos mas Magic perde no final dramático

    Banchero faz 39 pontos mas Magic perde no final dramático

    Olha, eu não vou mentir — ver o Paolo Banchero fazendo 39 pontos e ainda assim perdendo no último segundo me deixou com o coração partido. O Magic perdeu para o Pacers por 128-126 em casa, numa jogada final que vai ficar na cabeça de todo mundo por um tempo.

    A situação foi a seguinte: 6,4 segundos no relógio, Magic com a posse de bola no jumpball. Banchero partiu pra cima com tudo, tentando a enterrada da vitória, mas esbarrou numa muralha formada pelo Pascal Siakam e Jay Huff. Bloqueio, fim de jogo, e lá se foram mais três pontos importantes na tabela.

    “Foi difícil de engolir”

    Depois da partida, o italiano não escondeu a frustração. “Eu acho que os dois saltaram em cima de mim com o corpo, mas estavam com os braços pra cima. Poderia ter sido falta, mas não foi marcada. Foi difícil de engolir”, disse Banchero numa sinceridade que eu admiro muito.

    Cara, assistindo o replay, realmente dá pra discutir se rolou contato ou não. Mas aqueles lances no final de jogo são sempre polêmicos mesmo — os árbitros costumam “engolir o apito”, como dizem por aí.

    O mais impressionante é que mesmo com essa derrota dolorosa, Banchero mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. Foram 39 pontos (máximo da partida), com aproveitamento de 48% nos arremessos, além de 4 rebotes e 6 assistências. Um performance monstruosa que infelizmente não resultou em vitória.

    Magic precisava muito dessa vitória

    O timing dessa derrota não poderia ser pior. O Orlando vinha de quatro derrotas consecutivas e precisava desesperadamente quebrar essa sequência negativa. Enquanto isso, os Pacers encerraram uma sequência histórica de 16 derrotas seguidas — recorde da franquia.

    E olha que o Magic jogou desfalcado dos principais: Jalen Suggs, Franz Wagner e Anthony Black todos no departamento médico. Imagina se tivessem o time completo? Mas essa é a NBA — não tem desculpa que valha.

    Com o resultado, Orlando segue na 8ª posição do Leste com 38 vitórias e 33 derrotas. Matematicamente ainda dá pra sonhar com algo melhor, mas essas derrotas seguidas complicam muito a situação.

    “Não temos tempo pra ficar cabisbaixos. Temos que voltar amanhã em Cleveland e tentar buscar a vitória lá”, comentou Banchero, já pensando no próximo desafio contra os Cavaliers.

    E vocês, acham que foi falta mesmo no lance final? Eu sinceramente fiquei na dúvida vendo as imagens…

  • Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Mano, que história absurda! Imagina só: um moleque de 5 anos em Hermosillo, no México, desenhando ele mesmo jogando na NBA. Parece clichê de filme, né? Mas é exatamente isso que aconteceu com Karim Lopez, que ontem declarou oficialmente pro Draft de 2026.

    E olha, não é só mais um sonho americano não. O cara pode fazer história como o PRIMEIRO mexicano nascido no país a ser escolhido na primeira rodada do Draft da NBA. Isso é gigante, pessoal!

    O gigante de 2,06m que ninguém esperava

    Lopez tem 2,06m de altura e uma envergadura que parece ter sido feita sob medida pra NBA moderna. Tá ranqueado em 11º no big board da ESPN — ou seja, não é promessa não, é realidade batendo na porta.

    O mais louco dessa história toda? O cara saiu do México aos 14 anos, foi pra Espanha jogar no Joventut Badalona (que time, hein!), e depois partiu pro pau na NBL australiana defendendo o New Zealand Breakers. Duas temporadas lá, enfrentando marmanjo todo dia.

    Os números da última temporada foram interessantes: 11,9 pontos e 6,1 rebotes com 49% de aproveitamento. Não são números de MVP, mas pra quem tá se preparando pra NBA, mostra consistência. E ainda estabeleceu recorde de pontos numa temporada pelo programa NBL Next Stars com 358 pontos.

    Ainda tem trabalho pela frente, mas o teto é alto

    Sinceramente? O garoto ainda precisa melhorar o arremesso e o trabalho de pés — típico de jogador alto em desenvolvimento. Mas cara, ele tem aquela dureza mental que só quem passou perrengue consegue ter. Voltou de uma lesão nas costas no verão passado e meteu 32 pontos em janeiro como se fosse recado: “Tô aqui, ó”.

    “Quero mostrar pros times da NBA quem eu sou. Tem coisas que as pessoas ainda não viram”, disse Lopez. E olha, eu acredito nele. Qualquer um que sobrevive dois anos na NBL australiana — que é pancada pura — tem estrutura pra aguentar os 82 jogos da temporada regular da NBA.

    Vocês acham que ele consegue mesmo quebrar essa barreira histórica? Porque se conseguir, vai ser muito mais que individual. Imagine quantos moleques no México vão se inspirar nisso!

    O Draft de 2026 vai ser em junho, e eu já tô ansioso pra ver se essa história de desenho de criança vira realidade na TV. Seria monstro demais ver Lopez vestindo a camisa de algum time da NBA como pioneiro mexicano na primeira rodada.

  • Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Fultz tenta ressurreição nos Raptors após anos de pesadelo na NBA

    Cara, a história do Markelle Fultz é de dar dó mesmo. O cara foi primeira escolha do draft de 2017 — PRIMEIRA ESCOLHA! — e agora tá aí mendigando um contrato de 10 dias com os Raptors. É de quebrar o coração de qualquer fã de basquete.

    Os Raptors acabaram de anunciar a contratação do armador, que não jogava na NBA desde a temporada passada quando fez uns jogos apagados pelo Kings. E quando digo apagados, é apagado mesmo: 2.9 pontos por jogo em 21 partidas. Praticamente um fantasma em quadra.

    De promessa a decepção

    Vocês lembram da expectativa em cima do Fultz? O Philadelphia trocou a terceira escolha E MAIS uma primeira rodada só pra subir duas posições no draft e pegar ele. Imaginem o desespero dos caras hoje em dia vendo onde ele chegou.

    As lesões perseguiram o moleque desde o começo. Nos dois primeiros anos na NBA, jogou menos de 20 partidas por temporada. Menos de vinte! É como se ele fosse um jogador fantasma no roster dos Sixers.

    Sinceramente, eu sempre torci pra esse cara dar a volta por cima. Ele até teve uns momentos em Orlando — na temporada 2022-23 chegou a fazer uma média de 14 pontos com 51.4% de aproveitamento nos arremessos. Nada mal pra quem tava praticamente morto e enterrado.

    Última chance nos playoffs?

    O timing da contratação não é coincidência. O Immanuel Quickley tá com fasceíte plantar no pé direito (que lesão chata, meu Deus), e os Raptors precisam de profundidade na posição. Eles tão em quinto no Leste e querem brigar nos playoffs.

    O mais interessante é que o Fultz pode jogar na pós-temporada porque não tava em roster da NBA depois de 1º de março. Regra meio estranha, mas enfim.

    Antes de voltar pra NBA, ele tava jogando no Raptors 905 (o time da G League). Os números não eram absurdos — 9.4 pontos e 6.2 assistências em cinco jogos — mas pelo menos mostrou que ainda sabe jogar basquete.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar dessa vez? Ou vai ser mais uma tentativa frustrada de ressurreição? Eu, na moral, torço pra que ele consiga. Todo mundo merece uma segunda (terceira, quarta…) chance.

  • Curry não libera pro treino e Warriors seguem na fissura

    Curry não libera pro treino e Warriors seguem na fissura

    Olha, eu vou ser bem direto: a situação do Steph Curry tá me deixando preocupado. E não é só comigo não — todo mundo que torce pro Warriors deve estar roendo as unhas nessa altura do campeonato.

    A parada é a seguinte: no dia 21 de março, o técnico Steve Kerr tinha falado que o Curry ia participar de um treino coletivo em Atlanta. Era pra ser o grande teste, sabe? O checkpoint que a galera toda tava esperando pra ver se o monstro finalmente ia voltar dessa lesão no joelho.

    Planos mudaram na última hora

    Só que aí chegou domingo e… nada. O Rick Celebrini, que é o cara responsável pela parte médica dos Warriors, simplesmente não liberou o Curry pro scrimmage. Em vez disso, eles ficaram fazendo mais trabalho de reabilitação na quadra.

    Sinceramente? Isso me deixou com um pé atrás. Não é que rolou alguma recaída (segundo o próprio time), mas é que o cara ainda não tava pronto pra avançar pro próximo estágio da recuperação. E convenhamos, isso não é exatamente a notícia que a gente queria ouvir.

    22 jogos fora é muita coisa

    Vamos fazer as contas: com o Curry sendo desfalque também contra o Dallas Mavericks ontem à noite, já são 22 jogos consecutivos que o cara tá fora. Vinte e dois jogos! Isso é praticamente um quarto da temporada regular.

    E olha que eu entendo a cautela do staff médico dos Warriors — ninguém quer que o Curry force a barra e acabe piorando tudo. Mas ao mesmo tempo, os caras precisam dele desesperadamente se quiserem fazer algum barulho nos playoffs (se chegarem lá, né).

    A real é que essa lesão no joelho do Curry virou uma novela que ninguém sabe como vai terminar. E vocês, acham que os Warriors conseguem se manter vivos na briga por uma vaga nos playoffs sem o seu principal astro? Porque eu tô começando a ficar na dúvida…

  • JJ Redick atualiza situação de Rui e Smart – quando voltam?

    JJ Redick atualiza situação de Rui e Smart – quando voltam?

    Olha, depois de um período tranquilo sem problemas de lesão, os Lakers voltaram a ter dor de cabeça. Na derrota para os Pistons na segunda-feira, o time foi a quadra sem Marcus Smart (titular) e Rui Hachimura (sexto homem importante).

    JJ Redick deu as atualizações sobre os dois jogadores, e sinceramente, as notícias não são tão ruins quanto poderiam ser.

    Rui e a panturrilha teimosa

    O japonês está fora com dores na panturrilha direita. Segundo Redick, ele levou uma pancada no jogo contra o Miami e a região endureceu durante a partida em Orlando. A ressonância magnética veio limpa — ou seja, nada estrutural grave.

    O mais curioso? Rui já tinha perdido o último jogo contra os próprios Pistons em dezembro com o mesmo problema na panturrilha direita. Na época ficou fora só uma semana, mas mostra que essa região tá meio sensível no japonês.

    Cara, o Rui vinha numa sequência absurda antes dessa lesão. O cara é fundamental vindo do banco, especialmente com sua versatilidade pra jogar tanto no 3 quanto no 4.

    Smart machucado por causa de falta técnica ridícula

    Já o veterano Marcus Smart tá lidando com dois problemas: tornozelo direito e quadril direito. E a história do tornozelo é revoltante.

    Smart se machucou numa colisão com Goga Bitadze contra o Orlando — uma jogada completamente normal onde ele ainda tomou falta técnica dos árbitros. Monstro, a arbitragem da NBA às vezes me deixa sem palavras. O cara se machuca numa jogada comum e ainda é penalizado.

    O quadril também foi no mesmo jogo em Orlando. Smart vem apanhando bastante nas últimas semanas, então talvez uns dois jogos de descanso até façam bem pro veterano de 32 anos.

    Vocês acham que os Lakers devem forçar a volta deles ou dar mais tempo pra se recuperarem completamente?

    Calendário favorável para descanso

    A boa notícia é que o calendário ajuda. Os Lakers enfrentam Pacers, Wizards e Nets nos próximos jogos — adversários que, teoricamente, permitem dar descanso para alguns jogadores sem grandes riscos.

    Na minha visão, seria inteligente não forçar a barra. Tanto Smart quanto Rui são peças importantes demais pra correr o risco de uma lesão mais séria por pressa.

    A expectativa é que pelo menos um dos dois volte já na quarta-feira contra o Indiana, fechando essa road trip. Mas se precisar esperar mais uns dias, que seja — a temporada é longa e os Lakers precisam desses caras 100% nos playoffs.

  • Wemby tá jogando num nível absurdo! Spurs massacram Heat e emplacam 6ª seguida

    Wemby tá jogando num nível absurdo! Spurs massacram Heat e emplacam 6ª seguida

    Galera, eu tô impressionado. Sério mesmo. O Victor Wembanyama tá jogando num nível que eu nunca vi antes na NBA. Ontem em Miami, o cara simplesmente dominou a partida de uma forma que os números nem conseguem explicar. Os Spurs golearam o Heat por 136 a 111 e emplacaram a sexta vitória consecutiva — e olha que eu não esperava essa sequência toda não.

    O monstro francês mostrando por que é diferenciado

    Cara, o Wemby fez 4 assistências, mas isso não conta nem metade da história. O garoto entendeu uma coisa que poucos pivôs entendem: você não precisa da bola na mão pra destruir o adversário. A simples presença dele no garrafão já abriu espaço pros companheiros — e os caras do Heat não sabiam mais o que fazer.

    No primeiro quarto foi divertido de assistir. Miami tentando acelerar o jogo pra fugir do ataque posicional, os Spurs usando a gravidade do Wemby pra abrir arremessos de 3. Mas aí que tá — depois dos primeiros 12 minutos, San Antonio simplesmente tomou conta do jogo.

    E quando o francesão começou a aparecer no ataque? Meu amigo, foi um show. Umas duas enterradas, uma assistência linda pro Carter Bryant… Miami até tentou reagir, mas quando a diferença chegou nos 20 pontos ainda no segundo quarto, já era.

    Defesa que dói de ver (se você torce pro Heat)

    Vocês viram como o Heat começou o terceiro quarto? NOVE arremessos errados consecutivos. Nove! Isso porque o Wemby tava contestando tudo no garrafão e os outros caras dos Spurs voando pra fechar os arremessos de fora. Uma defesa linda de se ver — se você não torce pro Heat, né?

    A diferença chegou nos 30 pontos no meio do terceiro quarto e honestamente, deu até dó. Miami tá numa fase complicada mesmo, e pegar os Spurs nesse momento é osso. O time de San Antonio mostrou uma profundidade absurda — até o Devin Vassell e o Julian Champagnie tiveram jogos tranquilos no ataque, mas nem precisaram forçar.

    No quarto período foi só administração. E olha que o Wembanyama parecia que tava testando jogadas novas só pra zoar com o Miami mesmo (risos). Mas os Spurs controlaram bem, garantiram a vitória antes de colocar o banco em quadra.

    Esse garoto vai longe demais

    Sinceramente? Eu acho que o Wemby tá entrando naquele nível de superestrela mesmo. Desde que ele entendeu que não precisa forçar barra no ataque, virou um monstro completo. Os arremessos de 3 não caíram ontem, ele fez umas penetrações meio loucas, mas mesmo assim foi disparado o melhor jogador em quadra.

    E aí, vocês acham que essa sequência dos Spurs vai durar? Porque do jeito que eles tão jogando, com o Wemby nesse nível e o time todo entrosado, eu não duvido de mais nada. Seis vitórias seguidas não é brincadeira não, ainda mais na NBA.

  • Moody faz 23 pontos mas se machuca feio na vitória dos Warriors

    Moody faz 23 pontos mas se machuca feio na vitória dos Warriors

    Cara, que jogo doido foi esse Warriors x Mavericks. E que final de filme de terror, bicho. Moses Moody estava fazendo um jogaço — 23 pontos numa noite que deveria ser de celebração — quando aconteceu o pior pesadelo de qualquer jogador de basquete.

    O mlk tinha acabado de roubar a bola do Cooper Flagg (sim, aquele rookie sensação que todo mundo tá falando) no meio da quadra e estava sozinho pro enterrão. Era só converter e garantir a vitória dos Warriors na prorrogação. Só que o joelho esquerdo do Moody simplesmente cedeu na hora de subir pra bandeja.

    O silêncio que arrepiou

    Gente, vocês já viram aqueles momentos no esporte que o estádio inteiro fica em silêncio? Foi exatamente isso. O Moody caiu segurando o joelho e não conseguia levantar. O Steve Kerr levou as mãos ao rosto — aquela reação que todo técnico tem quando sabe que a coisa é séria.

    Os jogadores dos dois times pararam tudo pra ver como o cara estava. Ficou vários minutos no chão antes de sair numa maca. Sinceramente, essas cenas me deixam com o coração apertado. O moleque tinha voltado depois de ficar 10 jogos fora por causa do pulso direito, e agora isso.

    Warriors vencem mas fica gosto amargo

    No fim das contas, Golden State ganhou por 137 a 131 na prorrogação. Oito caras em duplo dígito — o Kristaps Porzingis também fez 23, o Podziemski cravou 20. Mas ninguém estava celebrando muito não, né? Como comemorar depois de ver um companheiro se machucar daquele jeito?

    Do lado dos Mavs, o Cooper Flagg mostrou por que é o futuro da NBA: 30 pontos e 9 assistências. Mas também teve 7 erros de ataque, incluindo três numa sequência de 11 a 0 dos Warriors que definiu o jogo. Daniel Gafford ajudou com 20 pontos, mas não foi suficiente.

    Olha, Dallas está numa situação complicada mesmo. Já são 12 derrotas seguidas em casa — a pior sequência em 32 anos! E desde aquela sequência de 4 vitórias (que parecia que ia dar uma animada), são apenas 4 vitórias em 27 jogos. Tá dureza pros torcedores de lá.

    E aí, o que vocês acham que vai rolar com o Moody? Pela reação de todo mundo, a coisa não parece boa não. Esses machucados no joelho sempre dão aquele friozinho na barriga, ainda mais quando o cara está numa fase boa da carreira.

  • Nets despenca mais uma vez – agora foi goleada histórica

    Nets despenca mais uma vez – agora foi goleada histórica

    Cara, eu não sei mais o que falar sobre esse Brooklyn Nets. Ontem à noite levaram uma surra de 134-99 pro Portland Trail Blazers – a maior goleada que os caras de Portland aplicaram na temporada toda. E o pior? É só mais uma na lista interminável de derrotas.

    Oito jogos seguidos perdendo. OITO! E se vocês olharem o panorama geral, são 18 derrotas em 20 jogos. Monstro, isso não é time de NBA não – parece pelada de domingo que o pessoal já desistiu no segundo tempo.

    Toumani Camara virou o Stephen Curry

    Quem comandou a lambança foi o Toumani Camara, que simplesmente resolveu ter a noite da vida dele. Nove bolas de três! NOVE! Cara fez 35 pontos com 10 acertos em 12 tentativas de quadra. E o mais absurdo? Acertou as primeiras oito tentativas do perímetro.

    Sinceramente, quando um cara que não é nem estrela do time faz 35 pontos em você, é sinal de que a coisa tá muito, muito feia. O Camara ainda teve a sorte de bancar a primeira bola de três no vidro – quando até a sorte tá do lado do adversário, já era mesmo.

    Deni Avdija contribuiu com 18 pontos, Scoot Henderson distribuiu o jogo com 13 pontos e 5 assistências, e o pivô Donovan Clingan dominou o garrafão com 15 rebotes e 7 tocos. Portland simplesmente atropelou.

    Nets na corrida pelo primeiro pick

    Olha, na moral? Talvez seja melhor mesmo. Com 17 vitórias e 55 derrotas, o Nets tá ali disputando taco a taco com Indiana (16-56) e Washington (16-55) pra ver quem consegue as melhores chances na loteria do draft.

    Pelo lado do Brooklyn, Tyson Etienne foi o cestinha com 18 pontos, Ziaire Williams fez 16 e Josh Minott contribuiu com 15. Mas cara, quando você perde por 35 pontos, não importa muito quem marcou o quê, né?

    A parada ficou feia cedo. Portland abriu 28-18 no primeiro quarto e nunca mais olhou pra trás. No segundo período, os Trail Blazers fizeram 11 dos primeiros 12 pontos e aí já era – Nets passou o resto do jogo só correndo atrás do prejuízo.

    E aí, vocês acham que esse Nets ainda consegue gangar alguma coisa até o fim da temporada? Porque pelo jeito que as coisas estão indo, parece que o negócio é mesmo mirar no Victor Wembanyama… ops, digo, no melhor prospecto disponível no draft mesmo.