Autor: Leandro Amorim

  • Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Hannah Hidalgo é absurda: Notre Dame voa pro Sweet 16 com show da guard

    Cara, a Hannah Hidalgo é simplesmente monstruosa. 26 pontos, 13 rebotes e 8 roubadas de bola na vitória de 83-73 sobre Ohio State ontem à noite. E o mais louco? A garota fala que nem sabe os próprios números — “eu só tô ali jogando bola”, disse ela. Que humildade absurda pra quem acabou de destroçar um time seeded mais alto no March Madness feminino.

    Com essa performance, Notre Dame garantiu vaga no Sweet 16 pela 15ª vez consecutiva. QUINZE VEZES SEGUIDAS. É tradição já, pessoal. A junior conseguiu seu oitavo double-double da temporada e mostrou mais uma vez por que é considerada uma das melhores guards do país.

    O show de Hidalgo vs o drama de Cambridge

    Olha, eu tenho que dar crédito pra Jaloni Cambridge de Ohio State — a garota fez 41 pontos. QUARENTA E UM. Foi um jogaço individual dela, acertando 13 de 25 arremessos e cinco bolas de três. Mas como ela mesmo disse depois: “41 pontos não importa com uma derrota”.

    E aí que tá o drama todo. Ohio State virou o primeiro time na história do torneio feminino a ser eliminado em casa três anos seguidos. Cara, que maldição é essa? O problema não foram os pontos — foram as 21 bolas perdidas que viraram 25 pontos pra Notre Dame. Cambridge sozinha perdeu sete bolas, igualando seu pior número da temporada.

    “A gente simplesmente não estava cuidando da bola. Precisávamos ser mais inteligentes”, lamentou ela. Sinceramente, dói ver uma performance individual tão absurda sendo desperdiçada por erros coletivos.

    Notre Dame controla quando precisa

    A partida teve seus momentos de tensão. Notre Dame abriu 50-37 no terceiro quarto, mas Ohio State reagiu com uma sequência de 12-4. Cambridge fez seis pontos seguidos e quase empatou o jogo — perdeu um lance livre que deixaria tudo 54 a 54.

    Mas aí que você vê a diferença de um time experiente. Notre Dame não se abalou e respondeu com uma sequência de 12-3 que praticamente definiu o jogo. A maior vantagem foi de 83-65 no finalzinho.

    Vanessa de Jesus fez 15 pontos, enquanto Iyana Moore e Cassandre Prosper contribuíram com 13 cada. Trabalho de equipe que faz a diferença nesses momentos decisivos.

    Agora Notre Dame espera o vencedor de Vanderbilt vs Illinois na próxima fase. E vocês, acham que as Fighting Irish têm time pra brigar pelo título esse ano? Com a Hidalgo jogando nesse nível, eu não duvido de nada.

  • Suns na corda bamba: play-in ou playoff direto no Oeste?

    Suns na corda bamba: play-in ou playoff direto no Oeste?

    Olha, se tem uma coisa que não muda na NBA é a loucura que é o Oeste. E o Phoenix Suns tá bem no meio dessa bagunça toda, pendurado entre o play-in e uma vaga direta nos playoffs.

    Os Suns estão grudados naquela 7ª posição há um tempão — e cara, que agonia isso deve ser pros torcedores de lá. No Leste, essa posição empataria com o 5º colocado (Toronto), mas no Oeste selvagem? É literalmente lutar pela vida nos playoffs.

    A matemática cruel do Oeste

    A situação é bem simples e bem complicada ao mesmo tempo. Denver, Houston e Minnesota estão empatados nas posições 4-6, e todos eles têm QUATRO jogos de vantagem sobre o Phoenix. Quatro jogos! É muita coisa nessa altura do campeonato.

    O mais frustrante? Os Suns perderam alguns jogos que eram pra ganhar fácil. Se tivessem feito o dever de casa direito, estariam respirando no pescoço desse trio aí em cima. Mas como dizem por aí: “se minha vó tivesse rodas, seria bicicleta”.

    E os Lakers? Cara, esses caras simplesmente decolaram. Estão com 46-25 e numa sequência monstro de 9 vitórias seguidas. O Phoenix até conseguiu a vantagem no confronto direto com eles (que na época parecia importante), mas agora os Lakers estão completamente fora de alcance.

    O dilema do play-in

    Sinceramente, acho que o Phoenix vai ficar mesmo na 7ª posição. Os Clippers estão logo atrás, mas não parecem ter gás pra ultrapassar. Isso nos leva a duas perguntas cruciais que todo fã dos Suns tá se fazendo:

    Se conseguirem subir pro top-6, contra quem preferem jogar na primeira rodada? Na minha opinião, sem dúvida contra os Lakers. Sim, eles têm Luka Dončić, LeBron James e Austin Reaves jogando muito, mas aquela defesa deles ainda pode ser explorada. Prefiro mil vezes isso do que pegar um OKC ou San Antonio logo de cara.

    Agora, se ficarem no play-in mesmo, aí a estratégia muda completamente. Pelo amor de Deus, qualquer coisa menos os Clippers. Kawhi Leonard tá numa forma assustadora, e ele é exatamente o tipo de craque que resolve um jogo eliminatório sozinho. Nesse formato de jogo único, ele é perigoso demais.

    As opções no play-in

    Se eu fosse ranquear por preferência, seria assim: primeiro Portland (que não tem ninguém no nível do Kawhi, apesar de estarem jogando bem), depois Golden State e por último os Clippers. Steph Curry ainda é o Steph Curry, mesmo machucado, e num jogo eliminatório ele também pode fazer qualquer loucura.

    A tendência é mesmo um Suns vs Clippers na disputa entre 7º e 8º, ainda mais com o calendário mais tranquilo que os Clippers têm pela frente. Mas Portland tá só meio jogo atrás, então ainda pode rolar uma surpresa.

    Vocês acham que o Phoenix consegue escapar do play-in? Ou preferem que fiquem por aí mesmo pra evitar os gigantes do Oeste logo na primeira rodada? As próximas semanas prometem ser eletrizantes!

  • Mavs vs Warriors: Jogo sem Curry pode ser armadilha pra Dallas

    Mavs vs Warriors: Jogo sem Curry pode ser armadilha pra Dallas

    Olha só, mais um jogo que promete ser interessante (ou frustrante, dependendo do seu humor). Os Dallas Mavericks recebem o Golden State Warriors nesta segunda à noite, e sinceramente? Não sei o que esperar dessa bagaça.

    Dallas tá numa sequência de três derrotas seguidas — perdeu até pro Clippers na prorrogação no sábado. Os Warriors também não tão lá essas coisas, três derrotas consecutivas, incluindo uma pro Atlanta Hawks que deve ter doído.

    O cenário das lesões tá bizarro

    Aqui é onde a coisa fica interessante. Os Mavs tão relativamente bem: só o Brandon Williams fora (concussão) e o Caleb Martin questionável com uma contusão no calcanhar. Nada demais.

    Agora os Warriors… meu amigo, isso aí é um hospital ambulante. O Steph Curry tá fora com “Síndrome da Dor Patelofemoral Direita” (alguém sabe o que diabos é isso?). Al Horford com “distensão no sóleo direito” — esses nomes de lesão cada vez mais complicados, né?

    Jimmy Butler ainda se recuperando da lesão no joelho, Seth Curry também fora, e por aí vai. É uma lista quilométrica de desfalques.

    Por que ainda tenho medo dos Warriors?

    Aqui que tá o problema. No papel, Dallas deveria massacrar. Tem mais talento, tá jogando em casa, o adversário tá todo quebrado. Mas… (sempre tem um “mas”, né?)

    Os Warriors jogam um basquete esquisito que às vezes pega todo mundo de surpresa. E os Mavs têm uma capacidade impressionante de perder jogos que pareciam ganhos. Sério, até eu que não ligo tanto assim pro time ganhar fico chocado às vezes.

    É daqueles jogos que você olha e pensa: “Cara, HAS que ganhar”. E justamente por isso que bate aquele pressentimento ruim, sabe?

    E aí, pessoal? Vocês acham que os Mavs conseguem quebrar essa sequência negativa ou vai ser mais uma noite pra esquecer? O jogo rola às 21h30 no Peacock, pra quem quiser acompanhar essa montanha-russa emocional.

    Sinceramente, espero que o Dallas aproveite essa oportunidade. Com tantos desfalques no Warriors, é a hora de mostrar que consegue jogar contra times enfraquecidos. Mas no basquete, a gente nunca sabe, né?

  • Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Edwards e Okot destroem USC e levam South Carolina ao Sweet 16

    Mano, que atropelo foi esse? South Carolina simplesmente destruiu USC por 101-61 e avançou pro Sweet 16 do March Madness feminino. Joyce Edwards com 23 pontos e 10 rebotes, Madina Okot fazendo mais um double-double (15 pontos e 15 rebotes) — o 22º da temporada, pasmem.

    Os Gamecocks começaram o jogo como se fosse treino: 13-0 logo de cara. USC nem teve tempo de respirar. No intervalo já estava 51-21, e aí vocês sabem como é — jogo acabou.

    O drama de JuJu Watkins

    Olha, não tem como não sentir pela JuJu Watkins. A garota que carregou USC nas costas nos últimos anos teve que assistir tudo do banco por causa da lesão no joelho. Imagina a frustração de ver seu time sendo atropelado assim e não poder fazer nada.

    Sem ela em quadra, os Trojans ficaram completamente perdidos contra a defesa sufocante de South Carolina. Jazzy Davidson, que tinha feito 31 pontos na estreia contra Clemson, conseguiu apenas 16 — e olhe lá, acertou só 5 de 15 arremessos.

    Okot é um monstro no garrafão

    Sinceramente, essa Madina Okot é surreal. 6’6″ de altura, veio do Mississippi State e tá fazendo South Carolina ainda mais dominante (se é que isso era possível). Dez pontos e 11 rebotes só no primeiro tempo. A mulher não dá sossego pra ninguém no garrafão.

    E tem mais: Raven Johnson, veterana de cinco anos, chegou aos 1.000 pontos na carreira no primeiro tempo. Jogando em casa pela última vez, a menina deve ter ficado emocionada. Colonial Life Arena explodindo de alegria.

    South Carolina agora pega Oklahoma no Sweet 16 — justamente um dos dois times que conseguiram bater os Gamecocks essa temporada (o outro foi Texas, que ganhou duas vezes). Vai ser interessante ver essa revanche em Sacramento. Vocês acham que South Carolina consegue se vingar?

    USC fechou a temporada de forma melancólica: cinco derrotas nos últimos seis jogos. Essa de ontem foi a maior goleada que eles já sofreram na história do torneio NCAA. Pesado.

  • Senators dão mais um passo rumo aos playoffs ao vencer Rangers

    Senators dão mais um passo rumo aos playoffs ao vencer Rangers

    Olha, vou ser sincero: não esperava que os Senators conseguissem manter esse ritmo. Mas os caras estão simplesmente voando! Ontem à noite, em Nova York, eles venceram os Rangers por 2 a 1 e continuaram essa arrancada absurda rumo aos playoffs da NHL.

    Shane Pinto abriu o placar no power play, Warren Foegele marcou seu quinto gol em apenas nove jogos desde que chegou via trade (o cara tá pegando fogo!), e Ottawa fez mais um jogo sólido para se manter na briga por uma vaga.

    Rangers em crise total

    Cara, os Rangers estão numa situação complicada. Só nove arremessos ao gol a noite toda — um número que iguala o pior da franquia desde 1955. Isso mesmo, 1955! É de dar dó ver um time com tanto talento desperdiçando a temporada dessa forma.

    Igor Shesterkin, coitado, fez 31 defesas e foi praticamente o único motivo pelo qual o placar não foi muito pior. O goleiro russo tá carregando esse time nas costas, mas sozinho não dá.

    Senators na cola dos playoffs

    Agora vem o dado que me deixa empolgado: Ottawa ganhou o terceiro jogo seguido e tem um aproveitamento monstro de 14-3-2 desde 25 de janeiro. Estão a apenas dois pontos da segunda vaga de wild card na Conferência Leste, com 12 jogos restantes.

    Na minha visão, se continuarem nesse ritmo, vão conseguir a vaga sim. Mas a situação da defesa me preocupa — Thomas Chabot e Lassi Thomson se machucaram durante o jogo, e eles já estavam sem Jake Sanderson e Nick Jensen por lesão. Terminaram a partida com apenas quatro defensores!

    Momentazo especial da noite: Mika Zibanejad chegou ao seu milésimo jogo na temporada regular. Curioso que ele jogou suas primeiras 281 partidas justamente pelos Senators antes de ir para Nova York. A vida dá voltas, né?

    E aí, vocês acham que os Senators conseguem manter esse embalo e garantir a vaga nos playoffs? Com essa defesa desfalcada, vai ser punk…

  • Lakers tomam invertida dos Pistons e veem sequência de 9 vitórias ir pro espaço

    Lakers tomam invertida dos Pistons e veem sequência de 9 vitórias ir pro espaço

    Nove jogos. Nove vitórias seguidas. E aí do nada — PAAAAH — acabou tudo de uma vez. Os Lakers perderam pros Detroit Pistons por 113 a 110 numa partida que doeu na alma, especialmente porque o Luka Dončić teve a chance de empatar no último segundo e mandou a bola pra arquibancada.

    Olha, sinceramente eu não esperava que essa sequência fosse acabar assim. Contra os Pistons, sem o Cade Cunningham (que tá fora com um pulmão colapsado — situação bizarra), parecia jogo ganho. Mas o basquete é isso aí, né? Uma hora a casa cai.

    Dončić fez a parte dele, mas…

    O esloveno meteu 32 pontos, pegou 7 rebotes e distribuiu 6 assistências. Números de All-Star, sem dúvida. Só que quando você erra 10 arremessos de 3 em 13 tentativas, fica difícil. E no momento mais importante — aqueles 12 segundos finais quando podia virar o jogo — ele simplesmente não acertou.

    Austin Reaves também batalhou pra caramba. 24 pontos e ainda colocou os Lakers na frente com 29 segundos pro fim, atropelando o Daniss Jenkins na bandeja. Mas aí o tal do Jenkins — que ninguém conhecia direito até ontem — resolveu ser protagonista e cravou uma meia distância que calou o Crypto.com Arena.

    LeBron sumiu no primeiro tempo

    Cara, ver o LeBron James passar um primeiro tempo INTEIRO sem marcar um ponto é de partir o coração. Aconteceu apenas três vezes na carreira dele — a última tinha sido em 2010, quando eu ainda estava no ensino médio! O Rei só conseguiu acertar o primeiro arremesso aos 5:54 do terceiro quarto, uma bomba de 3 que começou a reação dos Lakers.

    E que reação! Partiu pra cima com tudo: bloqueio, assistência pro Reaves de 3, bandeja em contra-ataque… Em poucos minutos, o cara lembrou todo mundo por que ainda é o LeBron James aos 41 anos.

    O time fez uma corrida de 20 a 6 que empatou o jogo no finzinho do terceiro período. Por uns momentos ali, eu pensei: “Pronto, agora vai.” Mas os Pistons não se intimidaram.

    Quando a casa cai

    Toda vez que os Lakers ameaçavam virar, Detroit respondia na lata. Foi um quarto período de infarto, com as duas equipes se alternando na liderança. O Luke Kennard — que tinha sido o herói na vitória contra o Orlando — teve uma chance de ouro de colocar os Lakers na frente faltando 1:20, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Aí você vê o cara jogando os braços pro alto, frustrado. Basquete é cruel às vezes.

    No final das contas, quem brilhou mesmo foram os caras de Detroit. Jenkins com 30 pontos (sem o Cade!), Jalen Duren fazendo double-double com 20 e 11 rebotes. Os Lakers tavam sem o Rui Hachimura e o Marcus Smart — duas peças importantes no encaixe do time.

    E aí, vocês acham que essa derrota pode abalar o psicológico dos Lakers pra reta final da temporada? Com 46 vitórias em 72 jogos, eles tão bem encaminhados pros playoffs, mas sequências assim criam confiança. Perder do jeito que perderam pode deixar uma marca.

  • Cavs x Magic pode ser prévia dos playoffs — e Orlando tá desesperado

    Cavs x Magic pode ser prévia dos playoffs — e Orlando tá desesperado

    Olha só que situação interessante se formou no Leste da NBA. Os Cavaliers praticamente garantiram o quarto lugar na conferência (44-27), mas ninguém sabe ainda quem eles vão pegar na primeira rodada dos playoffs. E um dos possíveis oponentes? Justamente o Orlando Magic.

    A temporada regular entre esses dois times tá 2-1 para Cleveland, mas o último confronto foi aquela pancada que Orlando deu nos Cavs há dez dias: 128-122. O Desmond Bane simplesmente decidiu que ia ser monstro naquele jogo.

    Magic despencando no momento mais crítico

    Mas desde aquela vitória bonita, cara… o Magic tá numa sequência horrorosa. Cinco derrotas seguidas! A mais dolorosa foi ontem, em casa, perdendo pros Pacers — que convenhamos, não tão lá essas coisas essa temporada.

    É aquela situação clássica: time brigando por vaga nos playoffs e tropeçando justamente quando não pode tropeçar. Paolo Banchero carregando o piano sozinho não tá dando conta.

    Desfalques pesando dos dois lados

    E não tá fácil pra nenhum dos dois times, viu. Cleveland vai ter que se virar sem Jarrett Allen (joelho) e Jaylon Tyson (dedão do pé). Já Orlando… meu amigo, a enfermaria tá lotada: Jalen Suggs (gripe), Franz Wagner (tornozelo), Jonathan Isaac (joelho) e Anthony Black (abdominal).

    Sinceramente, não sei como Orlando consegue competir com tantos desfalques importantes. Wagner especialmente faz uma falta absurda no ataque deles.

    O jogo é hoje às 21h, no Rocket Arena, em Cleveland. As apostas ainda não saíram, mas imagino que os Cavs sejam favoritos — principalmente jogando em casa e com Orlando nessa sequência ruim.

    A pergunta que não quer calar: vocês acham que o Magic consegue se reerguer a tempo dos playoffs, ou essa sequência negativa vai acabar custando a vaga? Porque do jeito que tá, qualquer tropeço pode ser fatal nessa briga louca pelas últimas posições no Leste.

  • Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar monstro e detonou os Lakers com 30 pontos — recorde pessoal do garoto — numa vitória épica por 113-110 que acabou com a sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles.

    Olha, eu não esperava isso. Os Lakers estavam numa fase absurda, embalados, e aí chega esse pivete do Jenkins e resolve fazer a partida da vida dele. Seis pontos nos últimos 34 segundos! É isso que separa os grandes dos medianos — na pressão, ele não tremeu.

    A virada que ninguém viu vindo

    O negócio estava feio pros Pistons no terceiro quarto. Lakers chegaram a abrir 16 pontos de vantagem e eu já tava pensando “acabou”. Mas Detroit mostrou porque vem fazendo uma temporada surpreendente — quarta vitória consecutiva e sétima em oito jogos.

    Jalen Duren foi fundamental também, com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes. O garoto tá crescendo muito nessa temporada, e jogos como esse mostram porque ele pode ser uma peça importante pro futuro dos Pistons.

    Luka brilha mas não é suficiente

    Do lado dos Lakers, Luka Dončić fez o que sempre faz: mandou 32 pontos. Austin Reaves ajudou com 24, mas não foi suficiente. O mais bizarro? LeBron James ficou ZERADO no primeiro tempo. Zero pontos! Claro que ele se recuperou no segundo e terminou com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes (quase um triple-double), mas esse primeiro tempo foi estranho demais.

    A parte mais doida do jogo foram os últimos segundos. Lakers conseguiram virar pra 108-107 com lances livres do Deandre Ayton, mas Jenkins respondeu na lata. Reaves ainda empatou de novo, 110-109, mas aí o pivete dos Pistons mostrou sangue frio e fechou a conta.

    Luka ainda teve a chance do empate no último segundo, mas errou um arremesso de três contestado. Sinceramente? Foi justo. Detroit jogou melhor quando precisava e Jenkins foi simplesmente sensacional.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo? Porque a temporada deles tá sendo uma surpresa muito positiva!

  • Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Mano, que surra foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram fazer chuva de bola ontem à noite e meteram 146 pontos nos coitados do Grizzlies. E o mais absurdo: OITO jogadores diferentes fizeram double-digit de pontos. Oito! Quando foi a última vez que você viu isso?

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker com 26 pontos, mas sinceramente, essa foi uma vitória coletiva mesmo. Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga contribuíram com 16 cada, CJ McCollum adicionou 15, e a festa continuou com Dyson Daniels (12), Corey Kispert, Zaccharie Risacher e Jock Landale com 11 cada. Cara, quando oito caras fazem double-digit, você sabe que o negócio tá funcionando perfeitamente.

    Chuva de três pontos em Atlanta

    Os números são de dar inveja: 53% nos arremessos de quadra (49 de 92) e 46% nas bolas de três (25 de 54). Vinte e cinco bolas de três convertidas! Os Hawks estavam jogando NBA 2K na vida real.

    E olha só que diferença: enquanto Atlanta metia quase metade dos arremessos do perímetro, Memphis acertou apenas 33% das tentativas de três pontos. Quando a diferença é tão gritante assim, não tem jeito — vira atropelo mesmo.

    Grizzlies vivendo um pesadelo

    Do outro lado, os Grizzlies estão passando por um momento terrível. Esta foi a 11ª derrota em 12 jogos — imagina a moral do elenco. A única vitória nesse período foi contra o Denver Nuggets, no dia 18 de março.

    GG Jackson até tentou com 26 pontos, Tyler Burton adicionou 20, mas não tinha o que fazer contra essa máquina ofensiva dos Hawks. E pra piorar, Memphis tá literalmente desmontado: Ja Morant, Brandon Clarke, Zach Edey, Santi Aldama, KCP e Scotty Pippen Jr. todos fora por lesão. É muita baixa importante.

    Com essa vitória — a 11ª consecutiva em casa —, os Hawks chegaram aos 40-32 na temporada e seguem firmes na briga por uma vaga nos playoffs. Estão na sexta colocação do Leste, meio jogo atrás do Toronto.

    Vocês acham que esse time dos Hawks tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com esse ataque funcionando assim, qualquer um pode sofrer numa série de sete jogos.

  • Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Stephen Curry fora das quadras por quase dois meses é de partir o coração. E agora, com os Warriors brigando desesperadamente por uma vaga no play-in, Steve Kerr finalmente abriu o jogo sobre o retorno do Chefe.

    A situação é a seguinte: Curry está parado desde 30 de janeiro por causa de uma síndrome patelar-femoral e contusão óssea no joelho direito. Cara, dois meses longe das quadras pros padrões do Curry é uma eternidade.

    Warriors em queda livre sem o Chefe

    Os números não mentem – e doem de ver. Com Curry em quadra, Golden State estava com 23 vitórias e 17 derrotas. Sem ele? 10-22. Isso mesmo, dez e vinte e duas. Uma sequência de 1-8 que deixou qualquer torcedor dos Dubs com depressão.

    “Não estamos correndo atrás de uma vaga no play-in. Nós estamos no play-in não importa o que façamos”, disse Kerr antes do jogo contra Dallas na segunda. E sinceramente, essa frase resume bem o desespero da situação.

    Na minha visão, é impressionante como um jogador pode fazer tanta diferença assim. Estamos falando de Stephen Curry aos 38 anos ainda liderando o time em pontuação com 27.2 por partida. Monstro.

    O dilema do retorno

    Kerr foi bem claro: se o Curry estiver saudável, ele joga. “Se há algum risco de dano a longo prazo no joelho, ele não joga”, completou o técnico. Cara, que posição difícil, né?

    O que mais me chama atenção é que os Warriors estão na 10ª posição da Conferência Oeste. Se terminarem aí, vão ter que vencer DOIS jogos fora de casa só pra chegar nos playoffs. Com Curry machucado e o time em crise… complicado demais.

    O treino que estava marcado foi adiado pela equipe médica, e agora é aguardar. “É tudo parte da reabilitação e dos diferentes testes que ele faz”, explicou Kerr, tentando não criar expectativas.

    E aí, vocês acham que o Curry consegue voltar a tempo de salvar a temporada dos Warriors? Porque pela situação atual, sem ele é praticamente impossível sonhar com playoffs. Uma lenda de 38 anos ainda carregando um time nas costas – isso é NBA raiz!