Autor: Leandro Amorim

  • Sindicato briga com Bucks: por que Giannis tá no banco?

    Sindicato briga com Bucks: por que Giannis tá no banco?

    Olha, eu já vi muito drama na NBA, mas essa situação do Giannis nos Bucks tá ficando meio estranha. O Greek Freak está fora desde 15 de março — mais de uma semana já — e o sindicato dos jogadores não tá gostando nada dessa história.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) soltou uma nota bem direta questionando Milwaukee. E não é pra menos: o cara machucou o joelho contra o Indiana, mas desde então vem falando que tá pronto pra voltar. Aí você me pergunta: então por que diabos ele não joga?

    A polêmica do tanking disfarçado

    Na minha opinião, isso tem cara de tanking mascarado. Os Bucks estão numa situação complicada na temporada e — vamos ser sinceros — às vezes é mais vantajoso perder alguns jogos pra melhorar a posição no draft.

    O problema é que a NBA criou essa política de participação de estrelas justamente pra evitar essas sacanagens. A regra é clara: se o jogador tá saudável, tem que estar em quadra, principalmente nos jogos da TV nacional. E adivinha? Milwaukee teve um jogo no NBC contra Cleveland no dia 17 de março, e o Giannis foi cortado da escalação apenas 90 minutos antes do tip-off.

    Que coincidência, né?

    Sindicato não engoliu a história

    A NBPA não passou pano. A nota deles foi cirúrgica: “Políticas anti-tanking só funcionam se forem aplicadas de verdade. Os fãs, as emissoras e a integridade do jogo continuarão sofrendo enquanto os times não forem cobrados”.

    Monstro de declaração, porque eles basicamente acusaram a NBA de não ter pulso firme na hora de punir.

    E o mais bizarro? O próprio Giannis continua falando que quer jogar. Imagina a situação: você é o cara do time, se sente bem, mas os chefes não te deixam entrar em quadra. Deve ser frustrante pra caramba.

    Vocês acham que os Bucks realmente estão protegendo o Giannis ou é uma estratégia velada pra tankar? Porque, sinceramente, essa lesão de joelho que “não sara” há mais de uma semana tá parecendo bem conveniente…

  • UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    Olha só que situação absurda: North Carolina está sem técnico! Hubert Davis levou a porta depois de mais uma temporada decepcionante dos Tar Heels, e agora uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano está aberta. E vocês sabem o que isso significa, né? Guerra de ofertas pelos grandes nomes do esporte.

    A saída do Davis não foi exatamente uma surpresa. O cara perdeu uma vantagem de 19 pontos (DEZENOVE!) contra o VCU na primeira rodada do March Madness. Foi a segunda eliminação precoce seguida. Numa universidade como UNC, isso é inadmissível. Tradição obriga, mano.

    Os nomes que estão na mira

    A especulação já começou, e os candidatos são de dar água na boca. Billy Donovan, atualmente nos Chicago Bulls, é um nome que faz todo sentido. Bicampeão nacional pela Florida e com experiência na NBA – seria perfeito para ajudar UNC a se adaptar ao basquete universitário moderno, que tá cada vez mais parecido com o profissional.

    Nate Oats também tá na lista. Sinceramente, o trabalho dele no Alabama é monstruoso. Quatro Sweet 16 consecutivas numa escola onde o football é rei? Isso é ser absurdamente competente. O time dele joga um basquete ofensivo que dá gosto de ver, com muito arremesso de 3. Mas convenhamos, sempre tem alguma polêmica rondando o programa dele.

    Dusty May é outro nome interessante. O cara fez milagre na Florida Atlantic levando eles até o Final Four, e agora tá construindo algo sólido em Michigan. É um técnico moderno que entende as mudanças do jogo.

    A tradição familiar vai continuar?

    Aqui que fica a pergunta de um milhão de dólares: UNC vai continuar com a tradição de contratar gente da “família”? Desde que Dean Smith saiu em 1997, todos os técnicos tiveram alguma ligação com o programa – Bill Guthridge, Matt Doherty, Roy Williams e Hubert Davis.

    Mas olha, talvez seja a hora de quebrar esse padrão. O basquete universitário mudou MUITO. NIL, portal de transferências, agentes… é um mundo completamente diferente. Precisa de alguém que saiba navegar nessas águas turbulentas.

    A universidade já disse que vai fazer uma “busca nacional” com ajuda de uma empresa especializada. Ou seja: vão atrás dos melhores nomes disponíveis, não importa de onde venham.

    E aí, galera do Sexto Homem, quem vocês acham que seria a contratação ideal? Apostam que vão manter a tradição ou é hora de uma revolução em Chapel Hill? Uma coisa é certa: com o prestígio e os recursos de UNC, não vai faltar candidato de peso interessado na vaga.

  • Aerin Frankel tá imparável: 6º shutout na temporada pelo Boston Fleet

    Aerin Frankel tá imparável: 6º shutout na temporada pelo Boston Fleet

    Gente, a Aerin Frankel tá simplesmente em outro nível. Ontem à noite, a goleira do Boston Fleet mandou mais um shutout – o sexto da temporada – na vitória por 2 a 0 sobre o Vancouver Goldeneyes. E olha, não foi moleza não: foram 35 defesas. TRINTA E CINCO!

    O mais impressionante? A mina fez 29 defesas só no segundo e terceiro períodos. É muita pancada pra segurar, mas ela segurou tudo. Sinceramente, acho que ela tá na corrida pro prêmio de MVP da temporada.

    Fleet na liderança isolada

    Com essa vitória, o Boston Fleet (11-5-2-4) assumiu a liderança isolada da liga e estabeleceu um novo recorde de pontos da franquia com 45. E tem mais: o time continua invicto jogando em casa no Tsongas Center nesta temporada. Quatro vitórias e um empate em tempo extra – casa é casa, né?

    A Laura Kluge abriu o placar no meio do segundo período com seu primeiro gol na PWHL. Imagina a sensação! No 33º jogo da carreira, ela desviou um chute da Megan Keller e mandou pra rede. O Vancouver até tentou reagir, mas esbarrou na muralha chamada Frankel.

    Recordes e mais recordes

    A Susanna Tapani fechou a conta com um gol de gol vazio faltando 21,8 segundos – quarto gol dela em cinco jogos desde a pausa olímpica. Tá pegando fogo a finlandesa!

    Mas o dado mais absurdo é esse: com esse shutout, o Fleet empatou com o New York no recorde de shutouts da temporada regular na história da liga – nove no total. E a Frankel já tem seis só nesta temporada. É recorde sobre recorde.

    Do outro lado, o Vancouver (6-1-4-11) continua sofrendo longe de casa. Apenas 13 gols marcados em jogos fora – o pior ataque visitante da PWHL. Complicado assim, né?

    Vocês acham que o Fleet consegue manter esse ritmo até os playoffs? Porque com a Frankel jogando assim, fica difícil alguém passar por eles.

  • Werenski segue voando e Blue Jackets cola na liderança

    Werenski segue voando e Blue Jackets cola na liderança

    Cara, o Zach Werenski simplesmente não para de impressionar. O cara tá numa fase tão absurda que já parece até injusto com os outros times. Ontem à noite, contra os Flyers, foi mais do mesmo: um gol e uma assistência na vitória por 3 a 2 dos Blue Jackets.

    E olha que o jogo começou meio morno, viu? Philadelphia até saiu na frente, mas aí veio o show no segundo período. Os Blue Jackets simplesmente resolveram acordar e meteram duas bolas na rede em menos de dois minutos. Foi uma sequência de tirar o fôlego.

    O segundo período que mudou tudo

    O negócio começou aos 44 segundos do segundo tempo. Mathieu Olivier recebeu passe do Werenski numa jogada de 3 contra 2 e mandou por cima da luva do Dan Vladar. Empate no placar, 1 a 1.

    Mas o Werenski não tinha terminado não. No turno seguinte dele em quadra, saiu do canto, trabalhou até chegar na ranhura e — pow! — snapshot certeiro, 2 a 1 para Columbus. O cara é simplesmente imparável.

    Vocês sabem quantos pontos ele tem na temporada? Setenta e sete! É o segundo defensor que mais pontua na NHL inteira. Monstro demais.

    Blue Jackets colando na liderança

    Com essa vitória, Columbus subiu para o segundo lugar da Divisão Metropolitan. E não é à toa — o time tem pontos em 13 dos últimos 14 jogos (9 vitórias, 1 derrota e 4 derrotas nos pênaltis ou prorrogação). Tá voando mesmo.

    Mason Marchment também balançou as redes para selar o placar, mas quem salvou mesmo a pátria foi o goleiro Jet Greaves. O cara fez 23 defesas e segurou a bronca no primeiro período com nove salvamentos. Teve até defesa em breakaway e em penalty shot — imagina o desespero dos torcedores dos Flyers!

    Do lado de Philadelphia, Sean Couturier e Jamie Drysdale marcaram, mas não foi suficiente. O time vinha de três vitórias seguidas e tinha uma sequência de seis jogos pontuando, mas a boa fase acabou ontem.

    Agora é esperar os próximos jogos. Columbus fecha a sequência de três jogos fora contra o Montreal na quinta, enquanto os Flyers recebem o Chicago. E aí, acham que o Werenski consegue chegar nos 80 pontos ainda nesta temporada?

  • Frondell estreia na NHL com assistência e Hawks vencem os Islanders

    Frondell estreia na NHL com assistência e Hawks vencem os Islanders

    Cara, que estreia foi essa do Anton Frondell! O garoto de 19 anos entrou em quadra pela primeira vez na NHL e já saiu com uma assistência na vitória dos Blackhawks sobre os Islanders por 4 a 3. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse ter tanto impacto logo de cara.

    Os Hawks estavam precisando mesmo dessa vitória. Duas derrotas seguidas pesam, né? E olha que começaram mal — Anders Lee abriu o placar logo no primeiro minuto pra New York. Mas aí que a coisa ficou interessante.

    A reação dos Blackhawks foi monstro

    Frank Nazar e Nick Lardis comandaram a virada com um gol e uma assistência cada. O legal foi ver como eles se entenderam em quadra. Nazar perdeu uma cara a cara absurda junto com Bertuzzi, mas não desanimou — pegou a sobra e achou o Lardis livre pra empatar o jogo. Isso é mentalidade de campeão.

    E o Frondell? O moleque foi a terceira escolha geral do draft de 2025, então a expectativa era alta. Aos 18:06 do primeiro período, ele serviu o Mikheyev numa bandeja e deu a virada pros Hawks. Que assistência! Dá pra ver que o futuro de Chicago tá em boas mãos.

    Tyler Bertuzzi ainda fechou o primeiro período depositando uma sobra no gol, deixando 3 a 1 no placar. Três gols em um período — os caras estavam voando!

    Islanders tentaram, mas não deu

    New York não ia desistir fácil. Simon Holmstrom e Calum Ritchie marcaram no terceiro período, deixando o jogo 4 a 3 e dando aquele frio na barriga. Os Islanders mandaram 23 chutes só no último período — uma pressão absurda!

    Mas Arvid Soderblom segurou a onda com 44 defesas. Que atuação! Do outro lado, David Rittich tomou três gols em 12 chutes e teve que sair de quadra. Ilya Sorokin entrou e fez 11 defesas, mas não foi suficiente.

    O que vocês acham desse início do Frondell na NHL? Eu tô achando que os Hawks acertaram em cheio nessa draft. Com Nazar e Lardis também brilhando, Chicago pode ter uma geração especial nas mãos.

    Agora é esperar o próximo jogo — Hawks visitam os Flyers na quinta, enquanto os Islanders recebem o Dallas. Vai ser interessante ver se os garotos de Chicago conseguem manter esse ritmo!

  • Tiger Woods volta e perde final do TGL — mas o importante é outro

    Tiger Woods volta e perde final do TGL — mas o importante é outro

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Tiger Woods empunhando um taco de golfe novamente me arrepia até hoje. Mesmo que seja num simulador do TGL e não nas ruas sagradas de Augusta, o cara continua sendo uma lenda viva. Só que a volta dele na final da SoFi Cup não foi exatamente o que a gente esperava.

    O retorno que todo mundo queria ver

    Depois de uma cirurgia nas costas, Tiger voltou pra tentar dar aquele gás no seu time Jupiter Links. E cara, o primeiro swing dele foi absurdo: velocidade de bola de 170 MPH e 270 jardas de carry com o taco 3. Monstro demais. Dá pra ver que fisicamente ele ainda tem tudo — é impressionante como aos 50 anos o cara ainda consegue números assim.

    Mas a real? O time LAGC (Los Angeles Golf Club) não deu moleza. Sahith Theegala, Justin Rose, Collin Morikawa e Tommy Fleetwood simplesmente destruíram no placar: 9-2. Foi uma surra técnica do começo ao fim.

    Performance abaixo, mas era esperado

    Sinceramente, eu não esperava que Tiger chegasse voando depois de tanto tempo parado. A última vez que ele jogou “de verdade” foi em 2024, e olha… não foi nada bonito de se ver. Desistiu do Genesis Invitational, perdeu três cortes nos majors e terminou em 60º no Masters.

    Por mais que o TGL não tenha a pressão de um torneio PGA, ainda assim é competição. E competição pra Tiger é que nem andar de bicicleta — nunca se esquece completamente, mas precisa de um tempinho pra pegar o ritmo.

    O que realmente importa agora

    A grande questão não é se ele ganhou ou perdeu ontem. É se o corpo aguenta. As próximas 48 horas vão ser cruciais pra carreira dele, porque dependendo de como ele se sente fisicamente após esse primeiro teste, pode ser que a gente veja ele com mais frequência nos torneios esse ano.

    E aí, vocês acham que ele consegue chegar inteiro pro Masters em abril? Eu confesso que tô torcendo pra que sim. Porque por mais que os resultados não sejam mais os mesmos, ver Tiger Woods competindo ainda é um dos maiores espetáculos do esporte mundial.

    Na minha visão, essa derrota pode até ser boa — menos pressão, mais foco na preparação física. Às vezes perder a batalha é importante pra ganhar a guerra.

  • Hubert Davis é demitido pela North Carolina e já quer voltar

    Hubert Davis é demitido pela North Carolina e já quer voltar

    Cara, que situação mais doída. O Hubert Davis acabou de ser demitido pela North Carolina depois de cinco anos no comando dos Tar Heels, e o cara já soltou um comunicado que me pegou aqui — disse que quer voltar a treinar “muito em breve”.

    Olha, eu até entendo o lado da universidade. Ser eliminado na primeira rodada do March Madness é de doer, principalmente pra um programa histórico como Carolina do Norte. Mas sinceramente, demitir o cara que levou o time até a final nacional em 2021? É osso.

    A montanha-russa de Davis em Chapel Hill

    Vamos lembrar: o Hubert assumiu depois do lendário Roy Williams e começou com tudo. Em sua primeira temporada, pegou um time que era cabeça de chave 8 e levou até a decisão nacional. E o mais louco? No caminho, detonou o Duke no último jogo do Mike Krzyzewski como técnico. Imagina a pressão e o cara entrega isso.

    Depois veio aquela temporada 2022-23 que foi um desastre completo. O time começou como número 1 no ranking pré-temporada e nem classificou pro torneio. Aí foram quatro anos consecutivos sem chegar no Elite 8 — algo impensável pros padrões de Carolina.

    “Meu desejo era continuar treinando aqui”, disse Davis no comunicado. “Essa oportunidade foi verdadeiramente uma bênção. Agradeço a Jesus literalmente todos os dias pela oportunidade, relacionamentos e experiências com os garotos e minha equipe.”

    E agora, pra onde o cara vai?

    Aqui que fica interessante. Davis jogou em Carolina do Norte com o Dean Smith — ou seja, tem pedigree de sobra. A questão é: onde ele vai parar agora?

    Na minha visão, ele tem duas opções principais. Ou alguma universidade de divisão menor aposta nele como técnico principal (e seria uma baita contratação), ou ele aceita ser assistente técnico em algum programa forte pra se reconstruir.

    O que vocês acham? Davis merecia mais tempo em Chapel Hill ou a demissão estava certa mesmo? Eu acho que o cara tinha potencial pra reverter a situação, mas entendo que a pressão em programas como Carolina é absurda.

    Uma coisa é certa: os Tar Heels agora têm uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano pra preencher. E Davis? Bem, pelo que disse, já tá de olho na próxima oportunidade.

  • North Carolina demite Hubert Davis após 5 temporadas inconsistentes

    North Carolina demite Hubert Davis após 5 temporadas inconsistentes

    Cara, não acredito que chegamos nesse ponto. North Carolina acabou de anunciar a demissão de Hubert Davis depois de cinco temporadas no comando dos Tar Heels. Cinco anos, gente. E olha que o cara chegou com tudo, levando o time até a final do March Madness logo na primeira temporada dele.

    Mas a realidade é que a inconsistência falou mais alto. Desde aquela campanha mágica de 2022, foram apenas três vitórias no March Madness em quatro temporadas. Três! Para um programa com seis títulos nacionais e 21 Final Fours — recorde absoluto — isso é simplesmente inaceitável.

    A gota d’água foi aquela virada histórica

    O que selou o destino do Davis foi aquela derrota absurda para VCU na quinta-feira. Os caras estavam perdendo por 19 pontos e conseguiram virar o jogo na prorrogação. Foi a maior virada da história da primeira rodada do torneio. Imagina a cara dos torcedores de Carolina assistindo aquilo…

    Sinceramente, eu já sentia que algo não estava certo quando eles nem conseguiram se classificar para o March Madness em 2023. Carolina ficar de fora da Dança? Isso não pode acontecer, mano.

    Um cara querido, mas resultados falam mais alto

    Olha, não tem como negar que o Hubert Davis é uma figura respeitada. Ex-jogador dos próprios Tar Heels sob o lendário Dean Smith, 12 anos na NBA, trabalhou na ESPN e depois virou assistente do Roy Williams por anos. O cara sangra azul Carolina.

    Bubba Cunningham, o diretor atlético, até reconheceu isso no comunicado: “Essa não foi uma decisão fácil por causa do tremendo caráter do Hubert”. Mas também foi direto ao ponto — eles precisam “competir de forma mais consistente em nível de elite”.

    E não é que ele está errado? Desde 2022, tirando aquela chegada no Sweet 16 como cabeça de chave número 1 em 2024 (onde perderam para Alabama, por sinal), o time não conseguiu nem passar da primeira rodada direito.

    Agora Carolina vai ter que desembolsar uns 5,3 milhões de dólares para pagar o que resta do contrato dele, que ia até 2029-30. Dinheiro pesado, mas quando você é uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano — e só foi preenchida quatro vezes desde que Dean Smith se aposentou em 1997 — você faz o que tem que ser feito.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai assumir agora? Vai ser interessante ver quem topa pegar essa pressão toda…

  • Hornets massacram Kings com 26 bolas de 3 — recorde da franquia!

    Hornets massacram Kings com 26 bolas de 3 — recorde da franquia!

    Mano, que porrada foi essa que o Charlotte Hornets deu no Sacramento Kings ontem? 134 a 90. Cento e trinta e quatro a noventa! E o mais absurdo: fizeram 26 cestas de três pontos, igualando o recorde da franquia.

    Coby White tava simplesmente inspirado — acertou 6 das 26 bombas do time e terminou com 27 pontos. LaMelo Ball não ficou atrás, também cravou 6 de três e somou 20 pontos. Cara, quando esses dois estão quentes ao mesmo tempo, é perigoso pra qualquer adversário.

    LaMelo fazendo o que sabe de melhor

    O que mais me impressionou foi ver o Ball jogando com uma confiança absurda. Arremessando de três com um pé só, dando assistências de costas, brigando no rebote… O moleque tava brincando com os Kings, não vou mentir. Parecia aqueles jogos de videogame quando você coloca no fácil.

    Moussa Diabate também teve uma noite monstro no garrafão — 17 pontos e 11 rebotes pro double-double. E tem o rookie Kon Knueppel, que veio de Duke, cravando mais 4 bolas de três. O mlk já tá em segundo lugar no recorde de cestas de três em uma temporada da franquia com 247. Faltam só 14 pra passar o Kemba Walker!

    Sacramento não teve nem chance

    Olha, eu até sinto pena do Kings às vezes. 19 vitórias e 54 derrotas na temporada — tá complicado demais. Daeqwon Plowden fez 22 pontos e o ex-Hornet Malik Monk teve 14 assistências (recorde pessoal dele), mas não adiantou nada contra essa chuva de três pontos.

    O Charlotte já foi pro intervalo ganhando de 72 a 47, acertando 13 das 29 tentativas do perímetro. No quarto período, a vantagem chegou a 46 pontos. Foi um massacre mesmo.

    O engraçado é que no final, com o jogo já ganho, eles tiveram chance de quebrar o recorde da franquia. Mas o pivô Ryan Kalbrenner — que quase nunca arremessa de três — pegou uma bola no canto e… errou feio. Sorte que o pessoal já tava comemorando mesmo.

    Com essa quarta vitória seguida, o Hornets (38-34) tá só dois jogos atrás do Atlanta Hawks na briga pelo sexto lugar do Leste. E aí, vocês acham que eles conseguem garantir uma vaga nos playoffs?

  • Dobbins dispara: Broncos têm ‘riqueza constrangedora’ de talentos

    Dobbins dispara: Broncos têm ‘riqueza constrangedora’ de talentos

    Cara, JK Dobbins não tá brincando em serviço. O running back dos Denver Broncos soltou uma frase que tá rodando toda a NFL: o time tem uma “embarrassment of riches” — uma riqueza constrangedora de talentos para 2026. E olha, depois de ver o que esse elenco fez na última temporada, é difícil discordar do cara.

    Os Broncos chegaram até a final de conferência da AFC em 2025. Perderam ali no penúltimo degrau, é verdade, mas que campanha foi aquela! E agora, em vez de desmontar o time (como muita franquia faz depois de uma boa temporada), eles foram lá e trouxeram Jaylen Waddle. Monstro de jogador.

    O ataque que já era bom ficou ainda melhor

    Sinceramente, quando vi que o Waddle tinha sido trocado para Denver, pensei: “Pronto, agora complicou para o resto da liga”. O cara fez 910 jardas na temporada passada e vai formar uma dupla de receivers com Courtland Sutton que promete dar muito trabalho para as defesas adversárias.

    Bo Nix, o quarterback de terceiro ano, teve altos e baixos em 2025, mas quando precisava aparecer, aparecia. Agora com mais uma arma no ataque, as coisas podem ficar bem mais fáceis para ele. E convenhamos — com a linha ofensiva que os Broncos têm, qualquer quarterback fica mais confiante.

    Falando em linha ofensiva: Garrett Bolles e Mike McGlinchey nos tackles, mais um interior line que é de outro mundo. É por isso que o Dobbins conseguiu liderar a liga em jardas terrestres antes da lesão. Agora ele voltou com um contrato de 2 anos e ainda tem RJ Harvey chegando como calouro promissor.

    A defesa que deixa qualquer torcedor animado

    Mas o que realmente me impressiona nos Broncos é a defesa. Cara, que unidade foi aquela em 2025! Segunda melhor defesa da liga em jardas permitidas, terceira em pontos sofridos por jogo. Pass rush de outro nível, cornerbacks e safeties que cobrem tudo, linebackers completos.

    Vocês acham que com esse elenco todo os Broncos finalmente conseguem chegar ao Super Bowl? Porque na minha opinião, eles têm tudo para brigar pelo título. Claro, a AFC tá sempre competitiva, mas quando você tem talento dos dois lados da bola assim, as chances aumentam muito.

    O Dobbins tá certo quando fala em “riqueza constrangedora”. Poucos times na NFL conseguem juntar tanto talento ofensivo e defensivo ao mesmo tempo. Agora é ver se conseguem transformar todo esse potencial em conquistas de verdade.