Autor: Leandro Amorim

  • Eagles contrata ex-segunda rodada que já pediu trade duas vezes

    Eagles contrata ex-segunda rodada que já pediu trade duas vezes

    Cara, o Howie Roseman não para mesmo. Depois de trazer de volta o tackle Fred Johnson mais cedo, o cara já tava mexendo os pauzinhos de novo e fechou com o wide receiver Elijah Moore num contrato de um ano. E olha, essa contratação me deixou curioso — vou explicar o porquê.

    Moore foi segunda rodada do Jets em 2021 e, sinceramente, começou voando. No ano de calouro, o moleque pegou 43 passes pra 538 jardas e 5 touchdowns em apenas 11 jogos. Números que faziam qualquer um pensar: “esse aí vai ser monstro”.

    A saga das trocas e frustrações

    Aí que a coisa desandou. Em 2022, mesmo jogando mais partidas, os números despencaram e Moore ficou pistola. Mesmo sendo o segundo receiver em targets no Jets (atrás só do Garrett Wilson), o cara pediu trade. Não tava feliz e não fez questão de esconder.

    Foi parar no Cleveland, onde ficou duas temporadas (2023-24) sem fazer muito barulho. Quando virou agente livre, assinou com o Buffalo Bills — finalmente ia jogar por um time competitivo, né? Mas não rolou. Foi cortado em novembro pra dar lugar ao Brandin Cooks. Depois disso, só um pulo pelo practice squad do Denver, sem nem entrar em campo.

    Última chance em Philly?

    Agora tá em Philadelphia, e vou ser sincero: aos 25 anos, essa pode ser a última oportunidade real dele de se provar na NFL. O cara já passou por Jets, Browns, Bills e Broncos em quatro anos. Isso não é normal, galera.

    A pergunta que fica é: será que Moore consegue voltar a ser aquele jogador de 40+ recepções que a gente viu em 2021? A cultura dos Eagles é diferente — time sério, organizado, que não aceita frescura. Se ele comprar a briga e abraçar o sistema, pode ser que role.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão dessa vez? Porque olhando o histórico, o cara parece ser meio problemático quando as coisas não saem do jeito dele. Mas sei lá, às vezes é isso mesmo que um jogador precisa — um ambiente que não aceita desculpa e cobra resultado.

    Por enquanto, é uma aposta de baixo risco pros Eagles. Contrato de um ano, sem muito compromisso financeiro. Se der certo, maravilha. Se não der, tchau e obrigado. Mas pra Moore, cara… essa aí pode ser a última estação.

  • Knicks encarando os Pelicans: cuidado com Zion e Murray!

    Knicks encarando os Pelicans: cuidado com Zion e Murray!

    Olha, teoricamente é um jogo tranquilo pros Knicks hoje à noite. 47 vitórias contra 25 — parece moleza no papel, né? Mas quem acompanha basquete sabe que essas partidas podem ser pegadinhas do cacete.

    O New York recebe o New Orleans no Madison Square Garden, e sinceramente, acho que o pessoal de NY não pode vacilar nem um segundo. Os Pelicans podem estar com campanha sofrível na temporada (25-47, praticamente eliminados), mas esse time tem umas peças que podem explodir a qualquer momento.

    Zion tá voando alto

    O moleque Zion Williamson fez 30+ pontos no último confronto entre essas equipes. Trinta pontos, gente! O cara é um monstro físico que quando pega embalo, não tem defesa que segure. Aqueles 129 kg voando em direção ao garrafão é um terror pra qualquer defensor.

    E não é só o Zion não. Dejounte Murray voltou há uns 10 jogos e já tá dando aquela balançada no time. O cara tem 1,96m de puro talento no perímetro — arremesso de 3, penetração, assistência. Quando ele tá bem, os Pelicans viram outro time completamente.

    Knicks não podem bobear

    Na minha visão, esse é exatamente o tipo de jogo que pode dar zebra. Time bem colocado (os Knicks estão brigando por posicionamento no Leste) contra time já eliminado mas com jogadores de qualidade individual. Quantas vezes a gente não viu isso dar ruim?

    Os Knicks precisam desses pontos pra melhorar ainda mais a posição na conferência. Cada vitória conta nessa reta final, e perder em casa pra um time como os Pelicans seria um baque psicológico bem complicado.

    E aí, vocês acham que vai ser tranquilo mesmo ou pode rolar surpresa? Eu fico sempre desconfiado quando vejo esses confrontos ‘fáceis’ no papel. O basquete é isso aí — qualquer dia pode ser o dia de alguém explodir e fazer um jogaço histórico.

    A bola sobe às 19h30 (horário de Brasília) no Madison Square Garden. Vai passar na MSG Network e NBA TV pros gringos — aqui no Brasil a galera vai ter que se virar nos streams mesmo. Só não postem link ilegal nos comentários, galera. Sejam estrelas brilhantes da humanidade, como eles falam por lá!

  • Carolina do Norte demite Hubert Davis após vexame histórico

    Carolina do Norte demite Hubert Davis após vexame histórico

    Cara, eu sabia que ia dar ruim pra Carolina do Norte depois daquela vexame contra VCU. Mas demitir o Hubert Davis mesmo? Poxa, não esperava que fosse rolar tão rápido assim.

    A universidade oficializou a saída do técnico depois de mais uma eliminação precoce no March Madness — a segunda seguida no primeiro round. E olha, não foi qualquer eliminação não. Foi um colapso histórico que vai ficar marcado pra sempre no basquete universitário.

    O vexame que selou o destino

    Imagina perder uma vantagem de 19 pontos no primeiro round do torneio? Foi exatamente isso que aconteceu contra VCU. Os Tar Heels estavam dominando, parecendo que ia ser mais um passeio, aí simplesmente desabaram. Na prorrogação, não fizeram nem um arremesso de quadra. Absurdo demais.

    Segundo os caras que acompanham essas estatísticas malucas, foi a maior virada da história do primeiro round do March Madness. Tipo, imagina ficar marcado assim na história — pelo lado errado da coisa.

    Davis sai com um cartel até respeitável: 125 vitórias em 54 derrotas ao longo de cinco temporadas. Mas em um programa tradicional como Carolina do Norte, números não contam tudo. A galera esperava muito mais.

    Promessa que não se cumpriu

    O mais frustrante é que tudo começou tão bem. Lembro da primeira temporada dele, em 2022 — que jogaço! Levou o time até a final nacional como cabeça de chave 8, perdeu pro Kansas de virada depois de estar na frente por dois dígitos. Na época, parecia que seria só o começo de uma era dourada.

    Mas aí veio a ressaca. Na temporada seguinte, começaram ranqueados como número 1 do país e nem conseguiram classificação pro torneio. Primeira vez desde 2010 que ficaram de fora. Dói só de lembrar.

    Em 2024 chegaram no Sweet 16, deu uma animada na torcida. Mas essas duas eliminações seguidas no primeiro round foram a gota d’água. Programa tradicional como esse não aguenta vexame desse nível.

    E agora? A busca pelo substituto vai ser um dos assuntos mais quentes do basquete universitário. Carolina do Norte é aquele tipo de trabalho que todo técnico sonha — tradição, torcida gigante, recursos infinitos. Mas a pressão também é monstruosa. Expectativa de brigar pelo título todo santo ano.

    Sinceramente, acho que vão atrás de um nome grande de fora da “família Carolina”. Cinco temporadas foram suficientes pra mostrar que só ter história no programa não garante sucesso como técnico principal.

    E aí, galera — quem vocês acham que tem coragem de encarar essa pressão toda? Porque uma coisa é certa: quem vier vai ter que entregar resultado rápido. A torcida não vai ter paciência pra mais uma reconstrução.

  • G-Mac voltou pra casa! Syracuse contrata lenda do programa

    G-Mac voltou pra casa! Syracuse contrata lenda do programa

    Galera, vocês viram isso? O Syracuse acabou de anunciar o Gerry McNamara como novo técnico — e, cara, isso é HISTÓRIA sendo escrita de novo. O cara que ganhou o título nacional em 2003 junto com o Carmelo Anthony voltou pra casa.

    McNamara, ou “G-Mac” como a torcida chama, estava fazendo um trabalho monstro no Siena Saints. O homem conseguiu levar o time pro March Madness pela primeira vez em 16 anos! Dezesseis anos, mano. Isso é o que eu chamo de ressurreição de programa.

    A mensagem que emocionou a Orange Nation

    Logo depois do anúncio, o Syracuse soltou um vídeo do novo técnico mandando um recado direto pra torcida. E olha, deu pra sentir a emoção:

    “Orange Nation, aqui é o coach G Mac. Não consigo expressar o quanto estou animado pra voltar. Minha família e eu, prontos pra trabalhar, prontos pra fazer isso acontecer de novo. Vamos fazer barulho. Estou emocionado, abençoado por estar aqui, e vamos nessa.”

    Sinceramente? Deu arrepio. O cara falou “fazer barulho” e eu já tô imaginando aquela torcida maluca do Carrier Dome pegando fogo de novo.

    Torcida já tá em êxtase total

    As redes sociais viraram um caos de empolgação. Um torcedor comentou “EU PASSARIA PELA PAREDE AGORA MESMO” — e olha, eu entendo perfeitamente o sentimento. Outro pediu pra trazerem de volta o logo de 2003, que realmente era icônico.

    “Acho que contrataram o cara certo”, postou um fã. E tem outro que resumiu tudo: “A era G-Mac em Syracuse começa agora!” Com direito a emoji de basquete e tudo.

    O desafio não é brincadeira, não. McNamara vai pegar um programa que terminou com apenas 15 vitórias e 17 derrotas na última temporada. Só seis vitórias na conferência! Adrian Autry levou o pé na bunda exatamente por isso.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O cara que já levantou um troféu nacional como JOGADOR agora volta pra tentar fazer isso como técnico. É tipo o Raí virando treinador do São Paulo depois de ter sido ídolo lá (guardadas as proporções, né?).

    Vocês acham que ele consegue resgatar a glória dos tempos dourados de Jim Boeheim? Eu tô torcendo pra dar certo — programa histórico como Syracuse merece estar brigando lá em cima de novo.

  • USC perde peça-chave no ataque: Jordan fora até o verão

    USC perde peça-chave no ataque: Jordan fora até o verão

    Olha, quando você pensa que USC já tinha problema suficiente na defesa, aí vem mais uma pedrada. Waymond Jordan, o running back que estava fazendo a diferença antes de se machucar, vai ficar fora dos treinos de primavera depois de passar por um procedimento no tornozelo.

    Sinceramente? Esse cara fez muita falta pro time ano passado. Nas duas derrotas mais doloridas da temporada — contra Oregon e Notre Dame — USC conseguiu míseros 120 jardas corridas somando os dois jogos. Cento e vinte. É brincadeira, né?

    A lesão que mudou tudo

    Jordan se machucou em outubro contra Michigan e simplesmente não voltou mais. O técnico Lincoln Riley revelou que o veterano passou por uma “limpeza” na região do tornozelo e vai ficar parado até o verão. Na minha visão, foi a decisão certa — melhor fazer direito agora do que ter problema a temporada toda.

    O cara é um monstro quando está 100%. Em apenas seis jogos, correu para 576 jardas e cinco touchdowns. Fez touchdown nos três primeiros jogos e até marcou duas vezes na derrota apertada para Illinois (34-32). Imaginem se ele tivesse jogado a temporada inteira…

    USC precisa de equilíbrio no ataque

    Por mais que Jayden Maiava tenha feito uma temporada absurda (3.711 jardas e 24 TDs), futebol americano universitário é sobre equilíbrio. Você não pode depender só do braço do quarterback, principalmente quando enfrenta defesas de elite como as do Pac-12.

    Lincoln Riley sabe disso. O cara precisa de um jogo terrestre consistente pra fazer aquele ataque dele funcionar de verdade. Jordan, com seus 1,78m e 97kg, é exatamente o tipo de corredor que pode dar essa consistência — forte o suficiente pra quebrar tackles, rápido o suficiente pra escapar.

    Vocês acham que USC consegue voltar aos playoffs este ano se Jordan estiver 100%? Eu honestly acho que sim. O talento está lá, só precisa de saúde e consistência. O transfer do Hutchinson Community College mostrou que tem condições de ser uma peça fundamental nesse quebra-cabeça.

    Agora é aguardar o verão e torcer pra que ele volte com tudo. USC não pode se dar ao luxo de ter mais uma temporada desperdiçada por lesões.

  • McGonigle vai usar a camisa 7 no Tigers – e eu já tô comprando a minha

    McGonigle vai usar a camisa 7 no Tigers – e eu já tô comprando a minha

    Cara, vocês viram a notícia? O Kevin McGonigle, aquela promessa absurda do Detroit Tigers, finalmente vai estrear na MLB e já tem até número oficial: a camisa 7. Sinceramente? Já tô pensando em comprar uma.

    O moleque de 21 anos vai usar a mesma numeração que o Manuel Margot vestiu na temporada passada. E olha, não é qualquer um não — McGonigle é o segundo maior prospect da MLB segundo a lista oficial. Segundo colocado! Isso significa que praticamente só tem um cara melhor que ele em todo o baseball americano.

    De draft pick a realidade

    Lembro quando os Tigers selecionaram ele em 37º lugar no draft de 2023. Na época pensei: “mais um projeto que vai demorar anos pra render”. Que nada. Três anos no sistema de base e o cara já tá pronto pra guerra.

    E que números ele fez nas ligas menores, meu amigo. Média de .313 no bastão, OBP de .419 (isso é coisa de monstro), 233 rebatidas, 30 home runs, 149 RBIs e ainda roubou 43 bases. O cara faz de tudo! É aquele tipo de jogador completo que a gente sonha em ter.

    Disputa pela posição

    Agora a pergunta que não quer calar: será que o McGonigle vai começar como titular já na estreia contra o San Diego Padres? O técnico AJ Hinch ainda tem uns dois dias pra decidir, mas cara… com esses números todos, seria crime deixar o garoto no banco.

    Claro que tem o Javier Baez e o Zach McKinstry disputando a posição de shortstop também. Talvez o Hinch queira ir com calma, não queimar o prospect logo de cara. Mas olha, se fosse eu comandando (risos), botava o moleque pra jogar sem pestanejar.

    E vocês, o que acham? McGonigle aguenta a pressão de ser o segundo maior prospect da liga logo na estreia? Eu tô apostando todas as fichas que sim. Esse garoto tem cara de quem veio pra ficar.

    Opening Day na quinta-feira, dia 26 de março. Já marquei na agenda.

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Joe Flacco volta pros Bengals: veterano de 41 anos será reserva do Burrow

    Joe Flacco volta pros Bengals: veterano de 41 anos será reserva do Burrow

    Olha, eu não esperava essa. Joe Flacco, o cara que já tem 41 anos nas costas e um Super Bowl no currículo, decidiu ficar mais um tempo em Cincinnati como backup do Joe Burrow. E sinceramente? Acho uma contratação inteligente dos Bengals.

    Flacco chegou lá em outubro vindo dos Browns — mais uma parada na turnê mundial dele — e acabou fazendo seis jogos como titular enquanto o Burrow estava machucado com uma lesão no dedo do pé. O resultado? 1 vitória e 5 derrotas. Mas calma, não julguem só pelo placar.

    Números que impressionam (mesmo perdendo)

    O veterano pode ter perdido cinco jogos, mas o cara jogou bola. Em quatro dos seis jogos que começou, passou de 200 jardas. E aqui vem o dado que me chamou atenção: o ataque dos Bengals fez uma média de mais de 27 pontos por jogo com ele no comando. Isso não é pouca coisa, galera.

    Compare com o começo da temporada dele pelos Browns: quatro jogos, dois touchdowns e SEIS interceptações. Chegou em Cincinnati meio perdido e encontrou o ritmo. É impressionante como um quarterback experiente consegue se adaptar quando encontra o sistema certo.

    A turnê nunca acaba

    Cara, o Joe Flacco é tipo aquele músico que nunca para de fazer turnê. Olha só por onde esse cara já passou: Ravens (onde foi campeão do Super Bowl em 2012 e MVP da final), Broncos, Jets, Eagles, Jets de novo, Browns, Colts, Browns outra vez e agora Bengals. É muita estrada!

    E os números da carreira? Monstro. Em 19 temporadas: 48.176 jardas passadas, 272 touchdowns e 172 interceptações. Nos playoffs então, o cara é outro nível: 10 vitórias em 16 jogos, 3.530 jardas, 26 TDs e apenas 12 picks. Quando a pressão aperta, ele entrega.

    Pra mim, ter o Flacco no banco é um luxo que poucos times podem se dar. O cara conhece pressão, já ganhou tudo que tinha pra ganhar e, mais importante, mostrou que ainda consegue jogar quando chamado. E vocês, acham que ele aguenta mais uma temporada como reserva de qualidade?

  • Kawhi e Garland: a dupla que pode salvar a temporada dos Clippers

    Kawhi e Garland: a dupla que pode salvar a temporada dos Clippers

    Cara, eu vou ser sincero com vocês: quando os Clippers trouxeram o Darius Garland, eu pensei “mais um jogador machucado chegando na reta final”. Mas, mano… que química absurda esses dois estão desenvolvendo!

    O Kawhi Leonard, que já é praticamente uma lenda em Los Angeles, tá elogiando pra caramba a parceria com o armador. E olha que o Leonard não é muito de falar, né? Quando ele abre a boca pra elogiar alguém, é porque a coisa tá funcionando mesmo.

    Os números não mentem

    Em apenas oito jogos juntos, os Clippers têm um cartel de 6-2. Isso mesmo: seis vitórias em oito jogos! E tem mais: quando os dois estão em quadra ao mesmo tempo, o time tá destruindo os adversários por quase 19 pontos a cada 100 posses. É um número monstruoso, galera.

    O Garland chegou voando. Nos primeiros 10 jogos com a camisa dos Clippers, o cara tá fazendo 20,8 pontos por jogo, acertando 50% dos arremessos de três. Cinquenta por cento! E o Kawhi? Bom, o Kawhi sendo Kawhi: 30,2 pontos por partida.

    “Nunca joguei com alguém assim”

    O que mais me chamou atenção foi o Kawhi falando que nunca jogou com um armador tão rápido e que consegue chutar de três no nível do Garland. Imagina só: o cara já jogou com Chris Paul, já teve grandes parceiros, mas tá genuinamente impressionado.

    “Quando ele pega o ritmo, principalmente naquele jogo contra Dallas, acertando as bolas de três… a capacidade dele de penetrar e enxergar a quadra toda faz o jogo ficar mais fácil pra mim”, disse o Leonard. Traduzindo: o Garland tá tirando marcação do Kawhi e criando arremessos limpos pra ele.

    E vocês viram aquele jogaço de 40 pontos do Garland? Que absurdo! O cara botou a torcida de pé e mostrou por que foi All-Star duas vezes.

    A corrida contra o tempo

    Agora vem a parte tensa: os Clippers têm apenas 10 jogos pra terminar a temporada regular, e tão com campanha de 36-36. Pra manter viva a sequência de 15 temporadas consecutivas com campanha positiva (a maior sequência ativa da NBA), precisam vencer pelo menos 6 dos últimos 10 jogos.

    Na minha opinião, essa parceria Kawhi-Garland chegou na hora certa. O time tava precisando de uma faísca, e o armador trouxe exatamente isso. Claro que ainda tão se ajustando – afinal, são apenas oito jogos juntos – mas a química já tá óbvia.

    “Se ele tá voando, eu saio da frente. Se eu tô voando, ele sai da frente”, resumiu o Kawhi. Simples assim. Dois craques que se respeitam e sabem dividir a bola.

    E aí, pessoal, vocês acham que essa dupla consegue levar os Clippers longe nos playoffs? Porque se continuarem jogando nesse nível, vai dar trabalho pra qualquer adversário no Oeste!

  • Ace Bailey tá voando no Utah Jazz e pode ser a revelação que ninguém esperava

    Ace Bailey tá voando no Utah Jazz e pode ser a revelação que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Ace Bailey quando o Utah Jazz o pegou como quinta escolha do draft de 2025. Rookie sempre demora pra engatar, ainda mais em um time que tá claramente mirando na loteria. Mas, cara, o garoto tá me fazendo engolir minhas palavras de março pra cá.

    Os números não mentem — e são absurdos

    Em março, Bailey simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta. Dez jogos, média de 21.2 pontos, 4.3 rebotes, 2.2 assistências, 1.1 roubada e 1.1 toco por partida. Ah, e acertando 43.3% das bolas de três em quase 10 tentativas por jogo. Monstro.

    Mas o mais impressionante? Nos últimos quatro jogos ele subiu ainda mais o nível: 28 pontos, 6 rebotes, 3.3 assistências e 2.3 tocos de média. Contra os Raptors — mesmo numa derrota feia — o moleque cravou 37 pontos e ainda pregou uma enterrada de costas no RJ Barrett que foi parar em todos os highlights da temporada.

    A evolução do garoto é nítida. No começo da temporada ele tava meio perdido (normal, né?), mas agora tá jogando com uma confiança que me lembra muito aqueles caras que simplesmente “entendem” o jogo. As jogadas de isolamento, os arremessos sem hesitação, os cortes na hora certa.

    Mas é real ou é só estatística de fim de temporada?

    Essa é sempre a dúvida cruel, né? Lembram do Kenneth Lofton fazendo triple-double de quase 30 pontos pelo Jazz em 2024? Hoje ele tá jogando na China. Fim de temporada pode enganar muito.

    Mas, sinceramente, acho que o Bailey é diferente. Quando o Lauri Markkanen e o Keyonte George ainda tavam jogando regularmente no começo da temporada, dava pra ver que ele tava se adaptando devagar. Fazendo as jogadas certas, defendendo com inteligência, usando aquele físico privilegiado.

    E outra coisa: o cara tem 2,08m e joga nas três posições de frente. No basquete atual, isso é ouro puro. Se o Jazz conseguir montar um lineup com bastante altura na temporada que vem — e tudo indica que vão —, o Bailey pode ser aquela peça que encaixa perfeitamente no quebra-cabeças.

    Vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível quando o jogo apertar de verdade no ano que vem? Eu tô apostando que sim. O garoto tem tudo pra ser uma das gratas surpresas da classe de 2025.