Tag: All-NBA

  • Nuggets x Suns hoje: duelo decisivo pelo playoff no Oeste

    Nuggets x Suns hoje: duelo decisivo pelo playoff no Oeste

    Cara, a coisa tá esquentando no Oeste! Hoje tem um confronto direto que pode definir muito coisa na briga pelos playoffs: Denver Nuggets visitam o Phoenix Suns às 23h (horário de Brasília), e sinceramente, acho que esse jogo vale uma vaga direta nos playoffs.

    O cenário é o seguinte: os Nuggets estão empatados com Minnesota na quarta colocação, meio jogo à frente do Houston. Já o Suns? Tá lá na sétima posição, praticamente desenganado do playoff direto. O Basketball Power Index da ESPN dá menos de 3% de chance pro Phoenix subir pra sexta colocação ou melhor. É tipo torcer pro Vasco ser campeão brasileiro — teoricamente possível, mas…

    A matemática cruel do play-in

    Olha, eu não costumo ser pessimista, mas a situação do Suns é complicada mesmo. Eles abriram uma diferença considerável pros times que estão brigando pelas vagas diretas (quarto, quinto e sexto lugares). Se perderem hoje em casa, podem praticamente se despedir das chances de fugir do play-in.

    E vocês sabem como é esse negócio de play-in, né? É uma roleta russa. Um jogo ruim e tchau, temporada acabou. Por isso que esse confronto de hoje é tão decisivo — é quase uma final antecipada.

    No Leste, Cavs tentam encostar nos Knicks

    Enquanto isso, no Leste temos outro joguinho interessante: Orlando Magic visitam o Cleveland Cavaliers às 20h. Os Cavs estão numa sequência boa de três vitórias, mas ainda estão 2.5 jogos atrás do New York Knicks na briga pela terceira colocação.

    O Magic, por sua vez, caiu no buraco do play-in. Oitavo lugar, 1.5 jogo atrás do sexto colocado Atlanta Hawks. Não é uma situação desesperadora, mas também não dá pra bobear.

    A real é que tanto Cavs quanto Magic já garantiram pelo menos uma vaga no play-in, então estão jogando mais por posicionamento. Mas cara, toda posição conta nos playoffs — enfrentar o primeiro ou segundo colocado faz uma diferença absurda.

    E aí, galera? Acham que o Suns consegue o milagre em casa, ou os Nuggets vão cravar de vez a vaga direta? Eu tô torcendo por um jogaço, porque esses confrontos diretos sempre entregam mais emoção.

  • LeBron zerou no primeiro tempo e JJ Redick ainda defendeu o cara

    LeBron zerou no primeiro tempo e JJ Redick ainda defendeu o cara

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o LeBron James ficou em BRANCO no primeiro tempo contra o Detroit Pistons ontem à noite, quase cuspi meu café. Zero pontos. ZERO. Aos 41 anos, na 23ª temporada da carreira, o cara simplesmente decidiu não pontuar nos primeiros 24 minutos.

    E sabe qual foi a reação do JJ Redick? O técnico dos Lakers saiu defendendo o Rei como se nada tivesse acontecido.

    “Ele jogou de forma altruísta”

    “Achei que ele jogou de forma muito altruísta… Fez um bom trabalho de não apenas tentar pontuar, mas fazer a jogada certa como sempre faz, e ele terminou com 10 assistências”, disse Redick na coletiva pós-jogo.

    Sinceramente? Eu entendo o técnico. LeBron pode ter ficado no zero no primeiro tempo, mas o monstro distribuiu 6 assistências e pegou 4 rebotes nesse período. Não estava jogando mal — estava jogando DIFERENTE.

    No final das contas, terminou a partida com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Quase um triple-double num jogo “ruim”. Só o LeBron mesmo pra fazer isso parecer normal.

    Lakers perderam por pouco

    A derrota por 113-110 pro Detroit doeu, não vou mentir. Os Lakers ainda estão na terceira posição do Oeste com 46-26, mas toda derrota nessa reta final pesa.

    Austin Reaves foi o cestinha da noite com 24 pontos, e o Luka Doncic (espera, que Luka? Deve ser algum erro no texto original) colaborou também. O que importa é que cinco caras pontuaram em dois dígitos, mostrando que o time não depende só do LeBron pra funcionar.

    E aí, pessoal — vocês acham que com 41 anos o LeBron ainda pode carregar esse time nos playoffs? Porque pela forma que ele distribuiu a bola ontem, tá claro que o cara ainda tá vendo o jogo dois tempos à frente de todo mundo.

    O próximo teste é contra o Indiana Pacers na quarta-feira. Vamos ver se o Rei volta a pontuar no primeiro tempo ou se vai continuar nessa de facilitador-mor.

  • KD passa MJ e já aponta quem vai quebrar seus recordes no futuro

    KD passa MJ e já aponta quem vai quebrar seus recordes no futuro

    Cara, que momento histórico! Kevin Durant passou Michael Jordan no fim de semana e agora é o quinto maior pontuador da história da NBA. Mas o mais impressionante não foi só isso — na derrota dos Rockets por 132 a 124 contra o Bulls na segunda, o cara meteu 40 pontos. Quarenta! Aos 36 anos, continuando a fazer dessas coisas absurdas que a gente já nem se impressiona mais (mentira, sempre me impressiono).

    E olha, se ele continuar nesse ritmo por mais umas três temporadas, vai passar até o Karl Malone. O que seria completamente monstruoso, né? Mas o mais legal de tudo é a humildade do KD — ele mesmo já tá celebrando a próxima geração que vai quebrar os recordes dele.

    Anthony Edwards e Luka na cola

    Durante uma participação no Boardroom Talks, Durant foi direto ao ponto quando perguntaram sobre quem pode alcançá-lo: “Mais cedo que vocês imaginam. Tem um monte de cara vindo aí”, disse ele, citando especificamente Luka Dončić e Anthony Edwards.

    E sinceramente? Ele não tá errado não. O Luka já dropou 60 pontos contra o Heat recentemente — sessenta! — e o Ant-Man tem sido uma máquina de pontos desde que chegou na liga. Esses caras estão atingindo marcas históricas muito novos, tipo o próprio Durant fazia lá no começo da carreira.

    Na minha visão, essa é a beleza do esporte: uma geração inspirando a próxima. Durant tá literalmente passando a tocha e reconhecendo o talento desses jovens. Muito maneiro da parte dele.

    O fantasma das lesões

    Agora, a preocupação real é com as lesões. KD sabe bem do que tô falando — o cara já perdeu uma temporada inteira por causa do tendão de Aquiles em 2019, sem contar os problemas no pé quando tava no OKC. E mesmo assim chegou onde chegou.

    O Edwards, inclusive, tá lidando com problemas no joelho agora. E essa é a realidade cruel da NBA moderna: os caras são máquinas ofensivas, mas o corpo cobra a conta. Será que esses jovens vão conseguir se manter saudáveis o suficiente pra realmente alcançar o KD?

    “Espero ter deixado esse impacto no jogo”, disse Durant. E cara, pode ter certeza que deixou. Ver um cara da calibre dele reconhecer e celebrar a próxima geração é o tipo de coisa que faz o basquete ainda mais especial.

    E vocês, acham que o Luka e o Edwards realmente vão passar o Durant na lista de pontuação? Ou as lesões vão atrapalhar esse sonho?

  • VJ Edgecombe elogia McCain após apanhar do Thunder: ‘Tô feliz por ele’

    VJ Edgecombe elogia McCain após apanhar do Thunder: ‘Tô feliz por ele’

    Olha só que situação interessante rolou ontem no Wells Fargo Center. O Philadelphia 76ers tomou uma lavada do Oklahoma City Thunder por 123 a 103, mas o que mais me chamou atenção foi o reencontro entre VJ Edgecombe e Jared McCain.

    McCain voltou à Filadélfia pela primeira vez desde que foi trocado pro Thunder no deadline, e cara… o garoto mostrou que tá se sentindo em casa lá em Oklahoma. Saiu do banco e meteu 13 pontos com 5/11 nos arremessos, incluindo três bombas de três. Nada mal pra quem era considerado “sobra” pelos Sixers, né não?

    O papo dos rookies após o jogo

    Depois da buzina final, os dois jovens se encontraram na quadra pra trocar uma ideia. Sorrisos de orelha a orelha, aquele clima de amizade mesmo. E quando perguntaram pro Edgecombe sobre o ex-companheiro, as palavras foram só carinho.

    “Tô feliz por ele. A gente ainda conversa de vez em quando. Fico contente de ver que ele tá se divertindo e criando vínculos com os companheiros. Se você não conseguir se dar bem com o Jared, então algo de errado tem com você”, disparou o garoto de 20 anos.

    Sinceramente? Achei massa demais essa postura do VJ. No esporte profissional, principalmente na NBA, não é sempre que você vê esse tipo de maturidade emocional em jovens.

    Edgecombe brilhou mesmo na derrota

    Mas vamos falar do jogo em si. Mesmo com a surra que os Sixers levaram, o VJ fez um jogaço absurdo. 35 pontos sendo o cestinha da partida, acertando 14 de 28 arremessos e 7 de 15 do perímetro. Ainda distribuiu 4 assistências e pegou 6 rebotes.

    O problema é que ele tava praticamente sozinho. Os Sixers jogaram sem quatro dos cinco titulares: Joel Embiid, Tyrese Maxey, Kelly Oubre Jr. e Paul George — todos lesionados. É complicado ganhar jogo na NBA nessas condições.

    E aqui fica a reflexão: será que o Daryl Morey não se precipitou ao trocar o McCain? Os fãs já sonhavam com um trio de velocidade formado por Maxey, Edgecombe e McCain. Mas o GM preferiu apostar nas quatro escolhas de draft que recebeu do Thunder.

    Agora o McCain tá se dando bem como sexto homem dos atuais campeões, enquanto os Sixers seguem patinando com um elenco dezimado. Às vezes o karma do basquete é cruel mesmo.

    O que vocês acham? Foi erro trocar o McCain ou os Sixers fizeram bem em apostar no futuro com essas picks?

  • JJ Redick não enrolou: falta do Smart ‘matou’ os Lakers

    JJ Redick não enrolou: falta do Smart ‘matou’ os Lakers

    Cara, nove vitórias seguidas. NOVE. E aí do nada os Lakers vão lá e perdem pros Pistons por 113-110. Sinceramente? Eu não esperava isso, ainda mais sem o Cade Cunningham em quadra pro Detroit.

    O vilão da noite foi o Daniss Jenkins, que meteu uma cesta no finalzinho que selou o destino de Los Angeles. Mas olha, o JJ Redick foi cirúrgico na coletiva pós-jogo — sem enrolação, direto ao ponto.

    “Não ter o Smart nos matou”

    Redick não ficou de rodeios: “Somos um time bom de basquete. Eu acredito que somos um time bom. Não ter o Smart hoje à noite nos matou. É importante que a gente consiga ficar saudável”.

    E olha, ele tem razão. O Marcus Smart pode não ser o cara que vai te dar 25 pontos por noite, mas a energia defensiva dele é absurda. Sem ele e o Rui Hachimura, ficou complicado pra caramba.

    Pistons mandaram bem na decisão

    Uma parada interessante: Lakers e Pistons entraram nessa partida com 24 vitórias por diferença de um dígito cada. Ou seja, dois times que sabem jogar no clutch. E mesmo sem o Cunningham (que é o cara deles), Detroit conseguiu decidir quando importava.

    O Jenkins apareceu na hora H — coisa que todo mundo que acompanha NBA sabe que pode acontecer. É aquela história: qualquer um pode ter a noite dele nessa liga.

    Na minha visão, essa derrota até que foi importante. Nove vitórias seguidas é monstro, mas às vezes uma derrotinha dessas serve pra acordar o time. Os Lakers têm mais um jogo nessa sequência fora de casa, contra os Pacers. E olha, Indiana tá em modo tanque total, então é uma oportunidade de ouro pra começar outra sequência positiva.

    Vocês acham que essa lesão do Smart vai ser coisa séria? Pelo que parece, não deve ser nada prolongado, o que já é um alívio. Porque playoff tá chegando e LA precisa estar 100% se quiser brigar de igual pra igual com os grandões do Oeste.

  • Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Bam desabafa após Heat perder 5 seguidas: ‘Não quero play-in’

    Cara, o Miami Heat tá numa sinuca de bico. Cinco derrotas seguidas — sendo a última ontem uma surra de 136-111 pro San Antonio Spurs. E o Bam Adebayo? O cara simplesmente explodiu.

    Não é pra menos. Ver o Wembanyama fazendo 26 pontos e 15 rebotes na sua casa deve doer mesmo. Mas o que chamou atenção foi a discussão do Bam com o Spoelstra durante o jogo. Os dois se estranharam quando o técnico foi tirar o pivô de quadra, e depois da partida o Bam não escondeu a frustração.

    O desabafo que todo mundo esperava

    “Eu não quero estar no play-in”, disparou o Bam em entrevista pós-jogo. E aí ele soltou um palavrão que a NBA censurou, mas a gente entendeu o recado. O cara tá puto mesmo.

    “Ele [Spoelstra] tem que me proteger de mim mesmo, mas também… eu não quero estar na p**** do play-in. Então todo jogo eu vou tentar fazer o melhor pra carregar esse time e forçar nossa saída de lá.”

    Olha, eu entendo o Bam. Quarto ano seguido brigando pra não cair no play-in? Pra um time que já foi campeão e vice algumas vezes, isso deve ser frustrante demais. O monstro fez 18 pontos (5-17 nos arremessos, 2-10 de três), mas claramente não tá satisfeito com o nível do time.

    Spoelstra tenta apagar o incêndio

    Do outro lado, o Spo tentou amenizar a situação com aquele jeitinho dele. “Nós dois estávamos discutindo. É por isso que eu o amo. Acho que ele me ama também”, disse rindo. Clássico Spoelstra, né? Transformar tensão em amor.

    Mas a real é que o técnico tem razão em rodar o elenco. Bam jogou 45 minutos absurdos no sábado contra o Houston, e repetir isso toda partida é receita pro cara se machucar. Só que quando você tá perdendo cinco seguidas, a paciência fica curta mesmo.

    E os números da derrota pro Spurs são constrangedores: Miami foi dominado no rebote (38-62), perdeu feio nos pontos na segunda chance (6-25) e tomou 60 pontos no garrafão. Contra 40 que fizeram. É muita displicência defensiva pra um time do Spoelstra.

    E agora, Heat Nation?

    A situação tá complicada mesmo. O Heat precisa reagir logo se não quiser passar mais um vexame no play-in. E pelo que deu pra ver, o Bam tá disposto a carregar o piano sozinho se for preciso.

    “Estamos sendo testados agora”, admitiu Spoelstra. “É desconfortável, sem dúvida.” Desconfortável é pouco, técnico. O pessoal da Heat Nation deve estar subindo pelas paredes.

    Vocês acham que esse bate-boca vai motivar o time ou vai criar mais tensão no vestiário? Porque pelo jeito que o Bam falou, ele não tá brincando em serviço não.

  • Buzelis dá show contra os Rockets e manda recado: não tenho medo

    Buzelis dá show contra os Rockets e manda recado: não tenho medo

    Mano, o Matas Buzelis simplesmente decidiu que ia resolver a vida contra os Rockets na segunda-feira. 23 pontos numa vitória de virada por 132-124 — e olha que o cara teve que marcar o Kevin Durant a noite toda.

    Sinceramente, eu não esperava essa do garoto. Os Bulls tão numa situação complicada, praticamente fora dos playoffs já, mas o mlk de 21 anos chegou mandando bala. E o mais legal? A postura dele depois do jogo.

    “Não importa quem tá na minha frente”

    A frase que mais me chamou atenção foi essa aqui: “Eu só tento ser agressivo o tempo todo. Não importa quem tá na minha frente. Vou aceitar o desafio”. Cara, que mentalidade é essa?

    E o Durant? Fez 40 pontos no jogo. Quarenta! O próprio Buzelis admitiu que levou um banho: “Ele estava me destruindo, cara. Foi difícil. Obviamente, ele é um jogador incrível. Só fico muito feliz que saímos com a vitória. Ele estava me cozinhando”.

    Imagina a lição que deve ter sido marcar um dos melhores da história da NBA? O mlk vai dormir e acordar lembrando de cada movimento do KD.

    Bulls apostando no futuro

    Os Bulls claramente desistiram da temporada e tão focando nos jovens agora. E olha, faz sentido. Buzelis tem 2,08m, joga nas duas pontas da quadra e tem apenas 21 anos. Junto com o Josh Giddey, que enche a planilha de estatísticas, pode ser que Chicago tenha algo interessante se formando.

    O que mais me impressiona no Buzelis é a confiança. O cara não treme na base, sabe? Contra um time como os Rockets, que tá brigando por vaga nos playoffs, ele entrou decidido a mostrar serviço.

    E aí, vocês acham que os Bulls acertaram em dar mais minutos pros garotos? Porque pra mim, jogos assim mostram que a reconstrução pode dar certo — só vai demorar um pouquinho mais.

  • Bill Simmons mandou uma pesada pro Giannis que eu não concordo

    Bill Simmons mandou uma pesada pro Giannis que eu não concordo

    Olha, eu tava ouvindo o podcast do Bill Simmons essa semana e o cara soltou uma que me deixou meio irritado. Ele comparou o Giannis Antetokounmpo com o Joel Embiid na questão das lesões, dizendo que o Greek Freak tá “mais perto do Embiid do que do Jokić” quando o assunto é estar disponível pra jogar.

    Cara, sinceramente? Isso não faz o menor sentido quando você olha os números.

    Os números não mentem, Bill

    Vamos aos fatos: desde a temporada 2018-19, o Giannis jogou 430 partidas em sete temporadas. O máximo que ele conseguiu foi 73 jogos na temporada passada — não é ideal, concordo, mas tá longe de ser um desastre.

    Agora o Embiid? O cara jogou apenas 327 partidas no mesmo período. TREZENTOS E VINTE E SETE. O máximo dele foram 68 jogos, cara! O Giannis literalmente jogou quase uma temporada e meia a mais que o pivô do Sixers.

    “Ele não joga. Se machuca o tempo todo”, disse o Simmons. Mano, o Greek Freak pode ter seus problemas com lesões — principalmente essas dores nas costas que têm aparecido —, mas comparar com o Embiid é sacanagem.

    Por trás da crítica

    E olha, vou ser honesto aqui: o Bill Simmons é torcedor fanático do Celtics. Coincidentemente, os dois times mais cotados pra tentar buscar o Giannis são justamente Miami Heat e New York Knicks — dois times que dariam uma dor de cabeça absurda pros Celtics se conseguissem o monstro grego.

    Será que não tem um pouquinho de interesse próprio nessa crítica? Eu acho que sim, não vou mentir.

    Claro, as lesões do Giannis são uma preocupação real. O cara tem 2,11m e já tá com 30 anos — o corpo sente. Mas estamos falando de um jogador que vem de três temporadas consecutivas com mais de 30 pontos por jogo e que mesmo nessa temporada “problemática” tá fazendo 27.6 pontos de média.

    E aí, vocês concordam com o Simmons ou acham que ele tá forçando a barra? Pra mim, comparar Giannis com Embiid em disponibilidade é meio sacanagem — os números tão aí pra quem quiser ver.

  • McCain volta à Philly e admite: ‘sempre vai ser estranho’

    McCain volta à Philly e admite: ‘sempre vai ser estranho’

    Cara, que situação mais louca. O Jared McCain voltou pra Philadelphia ontem à noite, mas dessa vez vestindo a camisa do Thunder. E olha, mesmo com os 13 pontos dele ajudando na vitória de 123-103, dava pra ver que o garoto tava mexido emocionalmente.

    Logo quando ele entrou em quadra, a torcida dos Sixers deu uma ovação pra ele. Imagina só — um mês atrás o cara tava jogando em casa, agora tá do outro lado como visitante. Deve ser bizarro mesmo.

    “Sempre vai ser estranho”

    Depois do jogo, o McCain foi sincerão sobre os sentimentos que rolaram durante a partida. “Sempre vai ser estranho porque aconteceu muito rápido, faz tipo um mês. Foi legal voltar, mas definitivamente sempre vai ser estranho vir aqui. É tipo uma sensação nostálgica voltar e não morar mais aqui.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Trade de prazo final é sempre brutal — você tá vivendo sua vida numa cidade, criando vínculos, e do nada tem que fazer as malas. McCain ainda falou que sente que não teve o “fechamento” ainda. Cara deve tá meio perdido mesmo.

    Gratidão pelos ex-companheiros

    Mas o que mais me chamou atenção foi a gratidão que ele demonstrou pela galera da organização dos Sixers. “Tem tanta gente nessa organização que me tocou, que conseguiu colocar um sorriso no meu rosto em alguns dias. Sou muito grato por isso”, disse McCain.

    Ele ainda mencionou como a galera ajudou ele durante toda a temporada de calouro e na recuperação da lesão. Isso aí é o que faz diferença no basquete — não é só sobre números, é sobre as pessoas que te apoiam nos bastidores.

    McCain acertou 5 de 11 arremessos, incluindo três bombas de três. Nada mal pra quem tava jogando com o coração apertado, né?

    Thunder voando alto

    Enquanto isso, o Thunder tá simplesmente voando. Doze vitórias seguidas! O Shai Gilgeous-Alexander liderou com 22 pontos em apenas 13 tentativas de arremesso — o monstro tá imparável mesmo. Jalen Williams voltou da lesão e contribuiu com 18 pontos.

    E vocês, acham que o McCain vai conseguir esse “fechamento” que ele falou? Sinceramente, acho que essas coisas levam tempo mesmo. Mas pelo menos ele tá num time que tá voando, e isso deve ajudar a seguir em frente.

    O Thunder agora é uma das equipes mais quentes da liga. Se continuar nesse ritmo, pode ser que vejamos McCain disputando playoffs sérios pela primeira vez na carreira. Não seria uma reviravolta e tanto?

  • LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    Cara, eu não esperava que fosse escrever isso hoje, mas os Detroit Pistons acabaram com a sequência de nove vitórias seguidas dos Lakers. E olha que não foi moleza — 113 a 110 em Detroit, num jogo que teve de tudo.

    O mais impressionante? Os Pistons estão voando mesmo sem o Cade Cunningham, que tá fora por tempo indeterminado com um pulmão colapsado (situação bem complicada mesmo). Oito vitórias em dez jogos sem o cara que muita gente considera candidato ao MVP. Absurdo.

    LeBron reconhece a real

    E foi o próprio LeBron quem botou os pingos nos “is”: “Eles são super físicos, super rápidos, jogam bem, executam bem e são bem treinados. Nenhuma diferença. A única diferença óbvia é que você tem um jogador de calibre MVP fora”.

    Sinceramente? Achei que o King ia minimizar a situação, mas não. Ele foi direto: quando você tem um time bem estruturado, os caras se reinventam. E é exatamente isso que tá rolando em Detroit.

    O LeBron mesmo teve uma noite estranha — zerou no primeiro tempo e terminou “apenas” com um double-double: 12 pontos, 9 rebotes e 10 assistências. Pro padrão dele, foi quase um jogo off.

    Daniss Jenkins virou estrela de uma noite

    Mas o cara que realmente brilhou foi o Daniss Jenkins. Mano, 30 pontos (recorde pessoal na carreira!), acertando 11 de 18 arremessos e 4 de 5 de três. Oito assistências ainda por cima.

    É isso que o LeBron tava falando — quando um cara sai, outro aparece. Jenkins tá aproveitando a oportunidade e fazendo o trabalho sujo que o Cade faria.

    Os Lakers ainda tentaram a virada. Austin Reaves fez uma cesta importante faltando 30 segundos e colocou LA na frente por 110 a 109. Mas aí o Jenkins apareceu de novo com uma bandeja e dois lances livres que definiram a parada.

    E vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo até Cade voltar? Porque com 52 vitórias e 19 derrotas, eles já garantiram vaga nos playoffs e tão mostrando que não são mais aquele time piada de alguns anos atrás.

    Marcus Sasser, Caris LeVert, Kevin Huerter, Javonte Green… tem peça de qualidade no banco. E com esse sistema que eles montaram, qualquer um pode explodir num jogo.

    Agora é esperar pra ver se os Lakers conseguem se recuperar dessa ou se o baque vai afetar o ritmo pro final da temporada regular.