Tag: All-NBA

  • Jenkins mete 30 pontos e quebra sequência de 9 dos Lakers

    Jenkins mete 30 pontos e quebra sequência de 9 dos Lakers

    Gente, eu tô impressionado com o que tá acontecendo em Detroit. O Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar o jogo contra os Lakers ontem à noite e ainda por cima quebrou uma sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles. Trinta pontos na carreira dele. TRINTA!

    O cara pegou a bola no final do jogo, encarou o Austin Reaves na lateral da quadra e — olha só que frieza — fez um step-back lindo pra cravar o arremesso da vitória. 113 a 110 para Detroit. Simplesmente monstruoso.

    A confiança de quem nasceu pra isso

    O que mais me chamou atenção foi a entrevista depois do jogo. Jenkins falou uma coisa que resumiu tudo: “Eu tô nessa posição por algum motivo, só preciso sair e ser eu mesmo”. Cara, isso é mentalidade de craque. O moleque tem 30 pontos na carreira, oito assistências, quatro rebotes e ainda por cima fecha o jogo nos lances livres sem tremer a mão.

    Sabe o que é mais louco? Os Pistons tão na liderança isolada do Leste com 52-19. CINCO jogos na frente do segundo colocado (que são os Celtics). Quem diria, né? Detroit brigando pelo primeiro lugar da conferência.

    O momento perfeito para decolar

    Essa vitória foi a quarta seguida dos Pistons — sete das últimas oito, pra ser mais exato. E olha, sinceramente eu não esperava que eles fossem conseguir parar os Lakers nesse momento. LA vinha de nove vitórias consecutivas e tava voando.

    Mas Jenkins mostrou que tá preparado pra esses momentos decisivos. O cara criou o próprio arremesso, não dependeu de ninguém. Pegou a bola, fez o jab step no Reaves, abriu espaço e — PAH! — mandou pro fundo da rede.

    E tem mais: o Cade Cunningham deve voltar pro início dos playoffs depois daquela lesão no pulmão. Imagina esse time com Cunningham e Jenkins jogando junto? Vai ser absurdo.

    Vocês acham que Detroit realmente tem cara de time para ir longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar seriamente nessa equipe.

  • Mavericks desperdiça 15 pontos de vantagem e perde pros Warriors

    Mavericks desperdiça 15 pontos de vantagem e perde pros Warriors

    Cara, que jogo doloroso para acompanhar ontem à noite. Os Dallas Mavericks estavam com tudo na mão — 15 pontos de vantagem no segundo quarto — e conseguiram entregar de bandeja para os Golden State Warriors na prorrogação. Resultado final: 137 a 131 para os Warriors, e eu aqui ainda processando como diabos o Dallas conseguiu perder esse jogo.

    Cooper Flagg foi simplesmente monstruoso no ataque: 32 pontos, cestinha da partida. Mas sinceramente? De nada adiantou quando o time inteiro parecia estar jogando com as mãos ensaboadas. Vamos aos números que explicam essa dor de cabeça.

    15 bolas perdidas só entre Flagg e Marshall — absurdo

    Olha, eu entendo que o Jason Kidd quer experimentar o Flagg no comando da bola, mas cara… 15 bolas perdidas só entre ele e o Naji Marshall? Isso é brincadeira. Marshall perdeu 8, Flagg perdeu 7, e no total o time desperdiçou 23 posses. Vinte e três!

    No terceiro quarto foi de dar pena. Os Warriors colocaram uma pressão na quadra toda e o pessoal do Dallas simplesmente desmoronou. O Flagg, que tinha feito um primeiro tempo incrível, começou a afundar quando a coisa apertou. É aquela situação clássica: jogar no profundo para ver se o cara aguenta a pressão — e dessa vez não aguentou.

    Warriors dominaram no rebote: 23 a 8 nos segundos ataques

    Agora me explica uma coisa: como é que um time acerta quase 60% dos arremessos de quadra, incluindo 55% das bolas de 3 (em 36 tentativas!), e ainda assim perde o jogo? Simples: entregou 17 rebotes ofensivos para o adversário.

    Daniel Gafford, que teoricamente é o pivô titular, pegou apenas 5 rebotes defensivos em 32 minutos de jogo. Cinco! PJ Washington e o próprio Flagg pegaram 3 cada um. Somando tudo, o garrafão dos Mavericks pegou 11 rebotes defensivos. Onze. É pouco até para uma pelada de fim de semana.

    Resultado? Warriors converteram esses rebotes extras em 23 pontos de segunda chance. Game over.

    Warriors sem Curry ainda assim colocaram 8 caras em dois dígitos

    E tem que dar o braço a torcer: mesmo sem o Stephen Curry em quadra, os Warriors mostraram por que esse sistema deles é tão eficiente. Oito jogadores marcaram 10 pontos ou mais — liderados pelo Moses Moody com 23.

    Mas o cara que mais me impressionou foi o Gary Payton II. O maluco fez 17 pontos com 100% de aproveitamento — 8 de 8 nos arremessos. Perfeito. E não foi só chute fácil não: ele estava correndo para o garrafão como se fosse um ala-pivô, fazendo jogadas decisivas no final.

    Aquela enterrada dele no quarto período e a bola de 3 da esquina que praticamente selou o jogo? Chef’s kiss. O Payton mostrou por que veterano experiente faz diferença quando o bicho pega.

    No final das contas, os Mavericks tiveram a chance de ganhar no tempo normal — o Naji Marshall perdeu uma bola de 3 completamente livre nos segundos finais. Na prorrogação foi só sofrimento. E aí, vocês acham que o Kidd vai continuar insistindo nesse experimento com o Flagg na armação?

  • Ime Udoka solta o verbo contra os árbitros e manda umas verdades

    Ime Udoka solta o verbo contra os árbitros e manda umas verdades

    Cara, o Ime Udoka não aguentou mais e mandou a real sobre a arbitragem depois da derrota do Houston Rockets por 132-124 para o Chicago Bulls na segunda-feira. E quando eu digo que mandou a real, é porque ele realmente não poupou palavras!

    “As faltas flagrantes foram patéticas pra caramba, não foi nada, e os técnicos também foram patéticos. Não vou reclamar de uma equipe de arbitragem fraca”, disparou o treinador após o jogo. Olha, eu entendo a revolta do cara — perder pros Bulls já é difícil de engolir, ainda mais com uma arbitragem questionável.

    Kevin Durant fez de tudo, mas não adiantou

    Sinceramente, não dá pra culpar só a arbitragem nessa derrota. O KD jogou como um monstro absoluto: 40 pontos, 7 rebotes e 5 assistências. O cara meteu 15 de 23 arremessos de quadra e ainda encaixou 5 bolas de três. É o tipo de performance que deveria garantir a vitória, mas basquete é coletivo.

    O Alperen Sengun também fez a sua parte com um triple-double de 33 pontos, 13 rebotes e 10 assistências — números absurdos para um pivô. O problema é que quando você perde a batalha dos lances livres por 23-15, fica difícil ganhar qualquer jogo na NBA.

    Rockets precisam se olhar no espelho

    Com essa derrota, Houston caiu para 43-28 na temporada e continua na sexta posição do Oeste. Tá numa situação confortável, mas essas derrotas bobas podem custar caro lá na frente. Perder pro Bulls (com todo respeito ao time de Chicago) é o tipo de tropeço que não pode acontecer se você quer fazer barulho nos playoffs.

    O que vocês acham? O Udoka tá certo em reclamar da arbitragem ou os Rockets que não souberam fechar o jogo? Eu acho que foi um pouco dos dois — a arbitragem pode ter pesado, mas com Durant e Sengun jogando desse jeito, tinham que ter ganhado tranquilo.

    Agora é torcer para que essa revolta sirva de combustível pro próximo jogo contra os Timberwolves. Porque se continuarem perdendo esses jogos “fáceis”, a conversa vai ficar bem diferente quando chegar abril.

  • Udoka detona Rockets após vexame: ‘Desrespeitaram o jogo’

    Udoka detona Rockets após vexame: ‘Desrespeitaram o jogo’

    Cara, eu não sei mais o que falar do Ime Udoka. O técnico dos Rockets simplesmente perdeu a linha depois do vexame contra o Chicago Bulls na segunda-feira — perderam de 132 a 124 pra um time que tá brigando pra não ir pro draft. E olha que o Kevin Durant fez 40 pontos, viu?

    A coisa ficou tão feia que o próprio Udoka foi expulso no final do jogo. Aí na entrevista coletiva, o homem não poupou ninguém:

    “Início pobre, desrespeitaram o jogo, não estavam preparados desde o começo. Simplesmente não agressivos, seguindo eles por aí, assistindo eles arremessarem.”

    41 pontos no primeiro quarto — isso é brincadeira?

    Gente, tomar 41 pontos em UM QUARTO do Chicago Bulls é de dar vergonha alheia. O próprio Udoka admitiu que foi “um quarto que nos matou”. Sinceramente, como você deixa o Bulls — que não tem nada a perder mesmo — sair metendo de três como se fosse treino de aquecimento?

    Os Rockets até ensaiaram uma reação no final (chegaram a virar o placar na reta final), mas já era tarde demais. Ficaram em 43-28 na temporada, mas essa derrota dói muito mais do que o número mostra.

    Torcida não perdoa: “Você que é o problema”

    E os fãs dos Rockets? Rapaz, não pouparam o técnico nas redes sociais. Um torcedor mandou a real: “Se você fosse um bom técnico, talvez preparasse eles antes para não passarem vergonha”.

    Outro foi ainda mais direto: “Você fala isso a temporada toda. Se os jogadores não te escutam, talvez você que seja o problema”.

    Olha, eu entendo a frustração do Udoka. Mas os fãs têm razão — no final das contas, preparar o time é responsabilidade do técnico, né não? Vocês acham que ele tá perdendo o vestiário ou foi só um dia ruim mesmo?

    Uma coisa é certa: com os playoffs se aproximando, os Rockets não podem se dar ao luxo de vacilar contra times que teoricamente são “mais fracos”. Na NBA não existe jogo fácil, e segunda-feira foi a prova disso.

  • Nets leva surra histórica e tanking vira disputa acirrada na NBA

    Nets leva surra histórica e tanking vira disputa acirrada na NBA

    Meu Deus, que massacre foi esse em Portland. Os Nets tomaram uma surra de 35 pontos dos Trail Blazers ontem à noite, perdendo por 134-99 numa daquelas noites que você prefere esquecer que existem.

    Oitava derrota seguida pros caras de Brooklyn. Oitava! E o pior de tudo? Eles estão agora numa disputa acirrada… pelo pior recorde da NBA. É isso mesmo que vocês leram.

    O show de Toumani Camara

    Quem carregou o piano pros Blazers foi Toumani Camara, que simplesmente resolveu ter a noite da vida dele. 35 pontos e 9 bolas de três – ambos recordes pessoais na carreira. O maluco acertou 10 de 12 arremessos de quadra. Dez de doze, galera!

    E tem uma curiosidade absurda: o cara estava sendo homenageado numa promoção do time (tinha até copo comemorativo com a cara dele), e a primeira bola de três que ele acertou… bateu na tabela e entrou. Sorte de principiante? Pode ser, mas depois disso ele não errou mais nada – acertou as primeiras 8 tentativas de três pontos.

    Deni Avdija contribuiu com 18 pontos, Scoot Henderson fez 13 com 5 assistências, e Donovan Clingan dominou o garrafão com 15 rebotes e 7 tocos. Uma aula coletiva.

    Brooklyn no fundo do poço

    Do lado dos Nets, sinceramente, deu até dó. Tyson Etienne foi o cestinha com apenas 18 pontos, seguido por Ziaire Williams com 16. O time simplesmente não conseguiu responder ao ataque de Portland.

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda: Brooklyn está com 17 vitórias e 55 derrotas, ficando apenas meio jogo atrás de Washington (16-55) e um jogo completo atrás de Indiana (16-56) na corrida pelas melhores chances no draft.

    É uma situação bizarra, né? Time que já foi às finais da Conferência Leste há poucos anos agora disputando quem vai ter a melhor pick na loteria. O basquete é implacável mesmo.

    E vocês, acham que esse tanking descarado dos Nets vai compensar no futuro? Ou preferem ver um time sempre brigando, mesmo que seja só pelos playoffs?

  • Doc Rivers dispensa Cam Thomas e fala sobre decisão polêmica

    Doc Rivers dispensa Cam Thomas e fala sobre decisão polêmica

    Olha, eu não esperava essa. O Milwaukee Bucks cortou Cam Thomas ontem, literalmente horas antes do jogo contra o Clippers. E sinceramente? A explicação do Doc Rivers deixou mais dúvidas do que respostas.

    “Foi uma decisão difícil”, disse o técnico na coletiva. Difícil, né Doc? O cara estava fazendo 10.7 pontos por jogo desde que chegou, arremessando 43% dos chutes. Não é um monstro, mas também não é um desastre total.

    O timing foi bizarro

    Vamos aos fatos: em fevereiro, quando os Bucks estavam desesperados por jogadores (lembram do surto de lesões?), eles correram atrás do Thomas depois que o Brooklyn dispensou ele. Assinaram contrato para o resto da temporada, ele jogou 18 partidas… e agora tchau?

    A explicação do Rivers foi estranha: “Ficamos sem corpos e às vezes você tem que tomar decisões difíceis sobre caras”. Cara, que papo é esse? Se você estava sem corpos, por que cortar mais um?

    E teve essa parte também: “Há coisas que não precisamos discutir. Isso não é da conta de ninguém”. Eita. Quando técnico fala assim, é porque tem coisa por trás.

    Thomas não é nenhum craque, mas…

    Vamos ser honestos aqui — Cam Thomas nunca foi aquele jogador que vai resolver a vida de um time. No Brooklyn, ele fazia seus 22.9 pontos por jogo (o que é bom, viu), mas sempre teve essa fama de ser meio individualista.

    Nos Bucks, ele chegou mais comportado: 10.7 pontos, 1.9 assistências. Números de coadjuvante, que era exatamente o que Milwaukee precisava. O arremesso de três não estava encaixando muito (27.5%), mas cara, 18 jogos é muito pouco para julgar qualquer coisa.

    Rivers ainda falou que “pode ser alguém que vamos reconsiderar no futuro”. Traduzindo: se a coisa apertar de novo, a gente liga.

    Vocês acham que teve algo além do basquete nessa dispensa? Porque esse timing, essa explicação vaga… tá com cara de que rolou algum problema nos bastidores. E olha que o Milwaukee não está em posição de dispensar jogador à toa — eles ainda estão lutando pelos playoffs.

  • Moses Moody se machuca feio e Warriors perdem mais uma peça

    Moses Moody se machuca feio e Warriors perdem mais uma peça

    Cara, o que rolou com o Moses Moody ontem foi de cortar o coração. O ala do Warriors estava indo pra uma enterrada livre contra os Mavericks quando aconteceu o pior — ele caiu e ficou segurando a perna, claramente sentindo uma dor absurda.

    A cena foi desesperadora. Moody no chão, clutchando o joelho esquerdo, e todo mundo na arena ficou em silêncio. Na próxima parada de jogo, os médicos correram pra quadra e o garoto teve que sair de maca. Imagina a frustração…

    Timing cruel demais

    O mais cruel de tudo isso? Moody tinha voltado há pouco tempo de uma lesão no pulso que o deixou 10 jogos fora. E cara, ele estava jogando MUITO bem contra Dallas — liderava o Warriors com 23 pontos, mais 3 rebotes, 3 assistências, 3 roubos de bola e 2 tocos. Um verdadeiro show.

    A lesão aconteceu na prorrogação, Warriors ganhando de 136 a 131. Moody tinha acabado de roubar uma bola que poderia garantir uns 7 pontos de vantagem pro final do jogo. Aí vem essa pancada.

    Warriors no limite

    Sinceramente, esse time de Golden State tá sendo testado de um jeito absurdo essa temporada. Já estavam sem Jimmy Butler e Stephen Curry pro resto da temporada regular, e agora perdem mais uma peça importante.

    Os Warriors conseguiram a vitória e melhoraram pra 33-38, se agarrando na última vaga do Play-In da Conferência Oeste. Mas cara, com essa sequência de lesões, fica difícil imaginar como eles vão competir nos playoffs.

    Agora é torcer pra que os exames não confirmem o pior. Pela reação dele e pelas imagens que rolaram, parecia bem sério — dizem que a parte inferior da perna ficou meio solta por um momento. Vocês acham que o Warriors ainda tem gas pra brigar por uma vaga nos playoffs mesmo com tantos desfalques?

  • Gafford machuca o ombro e deixa Mavs ainda mais ferrados

    Gafford machuca o ombro e deixa Mavs ainda mais ferrados

    Cara, os Mavericks simplesmente não conseguem pegar um respiro nessa temporada. E quando eu achava que não podia piorar mais, lá vem Daniel Gafford se machucando no ombro contra os Warriors na segunda-feira.

    O mais revoltante? O cara estava tendo uma noite PERFEITA. 8 de 8 nos arremessos, 20 pontos, sem perder nenhuma bola. Era aquele tipo de jogo que você guarda na memória, sabe? Aí no finalzinho do quarto período, PÁ! Lesão no ombro e tchau.

    Quando tudo dá errado de uma vez

    Gafford já tinha perdido mais de 20 jogos nesta temporada por causa de lesões. Sinceramente, eu não aguento mais ver esse cara no departamento médico. Ele estava fazendo uma temporada sólida (9 pontos e 7 rebotes de média), e agora isso.

    E o pior: Derek Lively II já está fora pro resto da temporada com lesão no pé. Os Mavs pegaram o Marvin Bagley III no deadline, mas convenhamos — ele não é pivô de verdade. Se o Gafford ficar fora por muito tempo, sobra pro Dwight Powell carregar o piano sozinho no garrafão.

    A derrota veio na prorrogação, 137 a 131. Quarta seguida que eles perdem. Tá ficando difícil de assistir, não vou mentir.

    E agora vem coisa pior

    O próximo jogo? Denver Nuggets na quarta-feira. Com Jokic mandando bala e os Mavs praticamente sem pivô. Vocês acham que vai dar certo? Eu já tô vendo a saraivada de enterradas que vem por aí.

    Dallas despencou pra 23-49 — temporada praticamente perdida. Enquanto isso, os Warriors quebram sequência de três derrotas e sobem pra 34-38. A vida não tá fácil pro lado texano da coisa.

    Olha, eu sempre defendi que lesão faz parte do basquete, mas essa temporada dos Mavericks tá testando minha paciência. Que venha logo a offseason pra eles se reorganizarem, porque assim não dá.

  • Bill Simmons coloca Wembanyama ao lado de Duncan, Bird e Kareem

    Bill Simmons coloca Wembanyama ao lado de Duncan, Bird e Kareem

    Mano, o Bill Simmons simplesmente comparou o Victor Wembanyama com Duncan, Bird e Kareem Abdul-Jabbar. É isso mesmo que vocês leram.

    O cara do podcast mais famoso da NBA soltou essa bomba na semana passada, e sinceramente? Tô até concordando com ele. O francesão tá jogando num nível tão absurdo que já dá pra falar dele no mesmo parágrafo que essas lendas.

    Os números não mentem

    Simmons trouxe um dado que me deixou de queixo caído: apenas três caras no segundo ano de carreira foram All-NBA First Team E ganharam o título. Quem? Duncan em 99, Bird em 81 e Kareem em 71. Três monstros absolutos do basquete.

    “É o território onde ele está”, disse Simmons sobre Wemby. E olha, quando você para pra pensar… faz sentido mesmo.

    O San Antonio tá com 54 vitórias e 18 derrotas nessa temporada. Cinquenta e quatro! Lembram quando eles eram piores que o Flamengo no basquete? (brincadeira, galera do mengão). Mas é sério – essa transformação dos Spurs foi coisa de outro mundo.

    Não é só o show do Wemby

    E aqui que fica interessante: o time funciona mesmo quando o francês não é o protagonista absoluto. Isso me lembra muito aqueles Spurs do Duncan nos anos 2000 – um elenco jovem, profundo, que pode explodir de várias formas diferentes.

    A diferença é que agora eles têm um cara de 2,24m que bloqueia tudo, reboteia como um louco e ainda acerta de três. Monstro é apelido.

    Claro que ainda tem o Oklahoma City Thunder no caminho (e que time, hein?), mas se tem alguém que pode levar um elenco jovem ao título logo cedo na carreira, é esse francês aí. Duncan fez em 99 no segundo ano dele, Bird em 81… por que o Wemby não pode fazer em 2025?

    Vocês acham que ele realmente tá nesse nível de lenda já, ou o Simmons exagerou na dose? Eu tô começando a acreditar que não exagerou não.

  • Jenkins destrói Lakers com 30 pontos e quebra sequência de 9 vitórias

    Jenkins destrói Lakers com 30 pontos e quebra sequência de 9 vitórias

    Gente, que noite foi essa do Daniss Jenkins? O cara simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo que não é brincadeira. 30 pontos contra o Lakers, quebrando uma sequência de nove vitórias dos caras de Los Angeles. Isso mesmo, nove!

    Os Pistons venceram por 113-110 em casa e, olha, não foi fácil não. O time de Detroit tá numa fase incrível — quatro vitórias consecutivas — e muito disso tem a ver com essa revelação que veio da G-League. Jenkins tá fazendo o Cade Cunningham nem fazer falta, se é que vocês me entendem.

    O monstro que veio do nada

    Vocês lembram quando eu falei que os Pistons iam surpreender essa temporada? Jenkins é exatamente o tipo de jogador que eu tava falando. Cara de 24 anos, veio da liga de desenvolvimento e tá jogando como se fosse veterano há anos.

    O técnico J.B. Bickerstaff nem se surpreende mais com o garoto. “Quando ele tem a oportunidade, ele entrega pra gente. Seja durante o jogo todo ou nos momentos decisivos, ele sempre encontra um jeito de impactar na vitória”, disse o treinador. E eu concordo totalmente.

    Na real, Jenkins meteu oito pontos só no último período. Duas cestas livres aqui, uma meia distância ali… o cara foi cirúrgico quando mais precisava. E olha que os Lakers voltaram pra cima duas vezes no final!

    Humildade que impressiona

    O que mais me impressiona no Jenkins — além do basquete, óbvio — é a mentalidade dele. O moleque falou uma coisa que me marcou: “Eu sempre digo que sou eternamente humilde, grato. Mas você sabe o que pode fazer, como pode impactar o jogo. Todo mundo fica surpreso, menos eu mesmo.”

    Cara, essa confiança sem arrogância é coisa de craque. Lembram daquela tripla que ele meteu contra o Washington pra levar pro overtime? Jenkins tá colecionando esses momentos clutch que separam os bons dos especiais.

    E vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível quando o Cade voltar? Porque, sinceramente, do jeito que ele tá jogando, os Pistons têm um problemão bom pra resolver.

    Ah, e só pra contextualizar: os Pistons seguraram o Doncic em 32 pontos (que não é pouco, né), mas o letão teve uma noite complicada — 11/29 nos arremessos de quadra e apenas 3/13 do perímetro. Jalen Duren fez um double-double massa (20 pontos e 11 rebotes) e Duncan Robinson acordou no jogo, metendo quatro bombas de três.

    Que fase dos Pistons, hein? E Jenkins no centro de tudo isso. O cara veio pra ficar.