Tag: All-NBA

  • Reaves revela o segredo da força mental dos Lakers após derrota

    Reaves revela o segredo da força mental dos Lakers após derrota

    Olha, tem algo nos Lakers que não dá pra ignorar. Mesmo perdendo por 113-110 pro Detroit Pistons na segunda, o time mostrou novamente essa capacidade absurda de não desistir nunca. E quem explicou melhor essa mentalidade foi o Austin Reaves no pós-jogo.

    16 pontos de desvantagem no terceiro quarto. Dezesseis! A maioria dos times já teria entregado os pontos, mas não esses caras. Simplesmente viraram o placar e levaram o jogo até os segundos finais. Luka Dončić foi um monstro com 32 pontos liderando a reação, enquanto Reaves contribuiu com 24 pontos e 5 assistências.

    A filosofia que faz a diferença

    Na coletiva, quando perguntaram de onde vem essa resiliência toda, Reaves foi direto: “Simplesmente jogando duro e executando o que a comissão técnica nos traz”. Parece simples, né? Mas é exatamente essa mentalidade que tem feito a diferença.

    E cara, não é fácil manter esse foco numa sequência de seis jogos fora de casa. Qualquer um que já viajou sabe como é cansativo, imagina esses caras jogando em alto nível praticamente dia sim, dia não.

    Derrota que não desanima

    Tá, perderam e acabou a sequência de nove vitórias consecutivas. Doeu? Com certeza. Mas a forma como jogaram mostra que esse Lakers não é mais aquele time inconsistente de algumas temporadas atrás.

    O jogo teve várias viradas, os Lakers até chegaram a assumir a liderança nos minutos finais. Aí o Daniss Jenkins apareceu pra fazer a diferença pro Detroit, e um arremesso de três do Dončić não entrou no fim. Acontece.

    Sinceramente acho que essa derrota pode até ser positiva a longo prazo. Mostra que o time tem caráter, que não baixa a cabeça mesmo quando tudo parece perdido. E vocês acham que isso não faz diferença nos playoffs?

    É essa base de disciplina e confiança que pode levar esse Lakers longe. Claro que ainda tem trabalho pela frente, mas ver essa evolução mental é animador demais pra quem torce pelo time.

  • LeBron elogia Pistons após quebrar sequência dos Lakers: ‘Líder do Leste’

    LeBron elogia Pistons após quebrar sequência dos Lakers: ‘Líder do Leste’

    Cara, que jogaço foi esse dos Pistons ontem! Quebrar uma sequência de nove vitórias dos Lakers não é brincadeira, e ainda por cima sem o Cade Cunningham. Sinceramente, eu não esperava que Detroit conseguisse segurar a pressão no final, mas os caras foram monstros.

    O Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar protagonista na hora H. 30 pontos — recorde pessoal dele — incluindo umas cestas decisivas no último quarto que deixaram todo mundo de boca aberta. O moleque jogou como um veterano, não dá pra acreditar.

    LeBron reconhece: Detroit tá voando

    E olha só o que o King falou depois da derrota: “Você tem que dar crédito onde o crédito é devido. Eles são o time número 1 do Leste. Têm um time muito bom, mesmo com seu jogador All-NBA fora. Eu dou muito crédito pra eles”.

    Mano, quando o LeBron fala isso, é porque o time realmente tá jogando bola mesmo. O cara já viu de tudo nessa liga, então quando ele reconhece o trabalho dos Pistons, é sinal de que Detroit tá no caminho certo.

    E não foi moleza não — os Lakers reagiram e quase viraram o jogo. Detroit tinha 16 pontos de vantagem e viu os caras de roxo e dourado colarem no placar. Mas a diferença foi justamente essa: compostura. Os Pistons não se desesperaram quando a coisa apertou.

    Profundidade que impressiona

    O que mais me chamou atenção foi como o time todo contribuiu. O Jalen Duren fez um double-double tranquilo (20 pontos e 11 rebotes), mas o legal é que sete jogadores marcaram pelo menos 6 pontos. Isso é coisa de time maduro, galera.

    Quatro vitórias seguidas e apenas uma derrota nos últimos oito jogos. Com esse 52-19, os Pistons estão consolidados no topo do Leste e já garantiram vaga nos playoffs. Quem diria, né? Detroit voltando a ser respeitado na NBA.

    O problema agora é que vem pedreira pela frente: Hawks, Pelicans, Timberwolves, Thunder e Raptors. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo mesmo sem o Cunningham? Eu tô começando a acreditar que sim — esse time tem uma química absurda.

    E o Cade vai ficar fora por um tempo por causa de um pulmão colapsado, coisa séria. Mas como o próprio LeBron falou, eles têm jogado muito bem mesmo sem ele. Isso mostra o quanto esse elenco evoluiu.

  • Wemby mete a real: ‘Defesa é 50% do jogo e isso é subestimado’

    Wemby mete a real: ‘Defesa é 50% do jogo e isso é subestimado’

    Gente, o Wembanyama simplesmente meteu o louco e saiu falando umas verdades sobre o prêmio de MVP que me deixaram aqui pensando. O cara tem razão demais, não vou mentir.

    A corrida pelo MVP tá insana esse ano — praticamente empatada entre Jokic, Shai Gilgeous-Alexander, Luka Dončić e nosso alienígena favorito dos Spurs. Sinceramente, nunca vi uma disputa tão acirrada assim. E o Wemby, que muita gente considera o ‘azarão’ (que loucura falar isso de um monstro desses), resolveu dar as cartas na mesa.

    Os três argumentos que fazem sentido total

    Quando perguntaram pro francês quais eram seus três argumentos pra levar o troféu, o cara mandou umas que eu fiquei: nossa, é isso mesmo.

    Primeiro argumento: “Defesa é 50% do jogo, e isso é subestimado na corrida pelo MVP. Eu acredito que sou o jogador mais impactante defensivamente da liga.” Cara, essa doeu. O Wemby tem razão — a galera só olha pro lado ofensivo e esquece que o basquete tem dois lados da quadra.

    Segundo: “Nós quase varremos o Thunder na temporada. Dominamos eles três vezes com o time titular e quatro vezes com os reservas.” Olha só que argumento esperto. O Thunder do Shai tá voando, mas quando enfrenta San Antonio… bem, não voa tanto assim.

    Terceiro: “Impacto ofensivo não são só pontos.” Pronto, falou tudo. Quantas vezes o Wemby não facilita a vida dos companheiros só por estar ali no garrafão? O cara muda o jogo inteiro só de existir.

    E se rolar mesmo?

    Vocês acham que o Wemby tem chances reais? Porque olha, se ele levar esse MVP aos 22 anos, vai quebrar o recorde do Derrick Rose como mais jovem da história. E convenhamos, os Spurs voltaram pros playoffs depois de seis anos no deserto — não é pouca coisa não.

    O francês ainda soltou uma que me marcou: “Meu objetivo é garantir que não haja mais debate no final da temporada.” Que confiança, meu amigo. Que confiança.

    Na minha opinião? O cara tem argumentos sólidos demais. Principalmente essa história da defesa ser subestimada — é uma verdade que dói. Quantas vezes já vimos caras ganharem MVP só pelos números ofensivos, ignorando completamente o impacto do outro lado da quadra?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que o alien dos Spurs consegue convencer os eleitores? Ou a magia do Jokic e os números do Shai são fortes demais pra derrubar?

  • Zion Williamson voltou com tudo e pode dar trabalho pro Knicks

    Zion Williamson voltou com tudo e pode dar trabalho pro Knicks

    Cara, o Zion Williamson tá diferente nesta temporada. O cara que já foi chamado de “aberração da natureza” pelo Josh Hart — e olha que o Hart jogou com ele por uma temporada e meia em New Orleans, então sabe do que tá falando — finalmente parece ter encontrado o caminho.

    45 jogos dos últimos 46 antes do confronto com o Knicks. Pra quem acompanha a carreira do Zion desde que foi primeira escolha geral em 2019, isso é praticamente um milagre. O moleque passou anos sendo mais famoso pelas lesões do que pelos jogos em si.

    O físico que impressiona até os ex-companheiros

    “Ele é uma aberração da natureza. E eu falo isso com todo respeito”, disse o Hart ao The Post. “Quando ele tá focado e comprometido, é um dos 15 ou 20 melhores jogadores da liga, senão melhor ainda.”

    E sinceramente? Eu concordo. Os números podem não estar gritando — 21.3 pontos, 5.8 rebotes, quase 60% de aproveitamento de quadra em menos de 30 minutos por jogo — mas qualquer um que já viu o Zion jogar sabe que estatística não conta a história toda.

    O Hart falou uma coisa que me chamou atenção: “O que mais impressiona é aquela primeira explosão, mas também o segundo salto dele. Quando eu vi ele pela primeira vez, pelo jeito que ele arremessa próximo da cesta, você pensaria que ele não tem toque nenhum. Mas ele tem um toque incrível. E quando erra, tem um segundo salto tão rápido que consegue pegar o rebote antes mesmo dos caras saírem do chão.”

    Pelicans motivados = problema pro Knicks

    Aqui tá o ponto: o New Orleans tem 25 vitórias e 47 derrotas na temporada, mas venceu 12 dos últimos 19 jogos. Diferente dos últimos adversários do Knicks — Pacers, Nets e Wizards — os Pelicans não estão fazendo tanking. Eles trocaram sua primeira escolha de 2026 pro Hawks, então não tem incentivo nenhum pra perder.

    Ou seja, o Knicks vai enfrentar um time motivado com um Zion que finalmente tá saudável e jogando com regularidade. E vocês sabem como é: jogador motivado + físico absurdo + regularidade = dor de cabeça pros adversários.

    O mais engraçado é que o Zion só jogou duas vezes no MSG como profissional — uma vitória em 2024 e uma derrota em 2021. Será que ele vem com sede de mostrar serviço no palco mais famoso do basquete?

    Na minha opinião, se o Zion conseguir manter essa regularidade e continuar saudável, ele pode facilmente voltar a ser aquele jogador que todo mundo esperava quando saiu de Duke. O físico dele é simplesmente diferente de qualquer coisa que a gente vê na liga hoje em dia.

  • Vitória amarga dos Warriors: Moody sofre lesão assustadora

    Vitória amarga dos Warriors: Moody sofre lesão assustadora

    Cara, às vezes o basquete é cruel demais. Os Warriors quebraram uma sequência de derrotas ontem contra os Mavs, ganharam de 137 a 131 na prorrogação, mas ninguém tá falando disso hoje. A única coisa que importa é a lesão horrorosa do Moses Moody.

    O cara estava tendo um jogaço. 23 pontos, quatro bolas de três, jogando como um monstro na prorrogação. Tinha acabado de roubar a bola do Cooper Flagg e partiu pra uma bandeja livre quando… mano, o joelho esquerdo simplesmente cedeu. Do nada. Sem contato nenhum.

    A arena ficou em silêncio total

    Eu vi o vídeo e é de arrepiar. O Chase Center ficou mudo, o Steve Kerr tampou o rosto com as mãos, e o próprio Moody ficou apavorado no chão. Tiveram que tirar ele de maca. O comentarista Kelenna Azubuike comparou com a própria lesão em 2009 — ele rompeu a patela e basicamente acabou com a carreira dele.

    Olha, não dá pra especular muito sobre o que aconteceu exatamente com o Moody, mas pela reação de todo mundo… não foi nada bonito de ver. E o pior é que o garoto tem só 23 anos, tava na melhor fase da carreira, arremessando mais de 40% das bolas de três e sendo um dos principais do time com Curry e Jimmy Butler machucados.

    O jogo quase passa despercebido

    Sinceramente, depois dessa cena, até parece bobagem falar do jogo. Mas os Warriors conseguiram a vitória numa prorrogação maluca, com direito a Gary Payton II perfeito (8 de 8 nos arremessos, 17 pontos) e os rookies pegando fogo do perímetro.

    Cooper Flagg fez 32 pontos e 9 assistências pelos Mavs — o cara é realmente especial. E o Klay Thompson? Cinco bolas de três contra o ex-time, inclusive uma que fez o Draymond fazer cara feia. Deve doer ver o parceiro de tantos anos do outro lado.

    Will Richard foi perfeito nas quatro tentativas de três, LJ Cryer acertou quatro de seis. Sorte, porque Gui Santos, Draymond e De’Anthony Melton combinados fizeram 0 de 13 do perímetro. Melton teve uma noite pra esquecer: zero pontos em seis tentativas e sete turnovers.

    Vocês acham que os Warriors conseguem manter o embalo sem o Moody? O garoto estava sendo fundamental nessa reta final, e agora… bem, agora só resta torcer pra que a lesão não seja tão grave quanto pareceu. Mas pelo que eu vi, a temporada dele já era.

  • Cam Thomas dispensado pelos Bucks – temporada vira pesadelo total

    Cam Thomas dispensado pelos Bucks – temporada vira pesadelo total

    Cara, que situação complicada a do Cam Thomas. O cara tá numa verdadeira gangorra emocional — segundo dispensa em menos de dois meses!

    Os Bucks acabaram de dispensar o armador, segundo várias fontes. A decisão libera uma vaga para que Pete Nance seja promovido para um contrato padrão da NBA. Sinceramente, não esperava que Milwaukee fosse desistir tão rápido do garoto.

    A passagem relâmpago em Milwaukee

    Thomas tinha chegado aos Bucks no dia 8 de fevereiro, poucos dias depois do Brooklyn Nets ter cortado ele — uma separação que foi bem feia, por sinal. O cara estava procurando um recomeço depois de cinco temporadas meio frustrantes no Nets.

    Em 18 jogos pelos Bucks, Thomas fez uma média de 10.7 pontos, 1.6 rebotes e 1.9 assistências. Não são números ruins para alguém tentando se provar, mas o ponto alto foi mesmo aquele jogaço de 34 pontos contra o Magic. Monstro!

    Saída conturbada do Nets

    Olha, a separação entre Thomas e o Nets não foi nada amigável. O cara foi bem direto nas críticas ao time que o draftou como 27ª escolha em 2021: “Eles não acreditam em ninguém”, disse Thomas em entrevista.

    E olha só o desabafo dele: “Sempre acharam que tinha algo melhor, eu acho. Não sei. Sempre correndo atrás de algo.” Dá pra sentir a frustração do cara, né?

    Thomas tem média de 14.9 pontos por jogo na carreira — não é pouca coisa. Mas parece que tanto Brooklyn quanto Milwaukee não conseguiram encontrar um papel consistente para ele no sistema.

    E aí, pessoal — vocês acham que algum time vai dar uma chance real pro Thomas mostrar seu potencial? Às vezes um jogador só precisa do ambiente certo para explodir.

  • Mavs perde de novo em casa pra Warriors: Flagg fez 32 mas…

    Mavs perde de novo em casa pra Warriors: Flagg fez 32 mas…

    Cara, não dá pra aguentar mais isso. Dallas perdeu OUTRA em casa na prorrogação, agora pros Warriors por 137-131. Cooper Flagg fez 32 pontos — um show à parte — mas também perdeu 7 bolas. Sete! E Moses Moody, que liderou Golden State com 23 pontos, se machucou feio no final. Que noite…

    O American Airlines Center viu um verdadeiro festival de cestas no primeiro quarto. Os dois times saíram tacando fogo do perímetro — Dallas acertou 8 de 10 arremessos de 3, Warriors acertaram 8 de 13. Absurdo. Golden State chegou a parecer morto no começo, mas depois de um timeout rápido, embalou e terminou o período na frente por 34-31.

    Mavs dominou… até não dominar mais

    No segundo quarto, Dallas assumiu o controle total. A diferença? Aproveitaram as bobeiras dos Warriors — aquele ataque complicado de Golden State gera boas jogadas, mas também muitas perdas de bola. Os Mavs chegaram a abrir 15 pontos de vantagem e foram pro intervalo ganhando de 73-63.

    Aí veio o terceiro quarto. E vocês já sabem como é essa história com Dallas, né?

    Depois de manter os Warriors sob controle por quase todo o período, os Mavs simplesmente entregaram a paçoca. Estavam ganhando de 89-78 faltando 5:30 pro fim do terceiro quando… PÁ! Tomaram uma sequência de 20-9 e o jogo foi pra decisão empatado em 98.

    Cooper Flagg e aqueles arremessos de 3

    O último quarto começou de forma desastrosa pra Dallas. Flagg perdeu três bolas seguidas — TRÊS! — e os Warriors abriram 11 pontos rapidinho. Mas o menino é monstro mesmo: na reta final, enterrou uma de 3, fez dois lances livres importantes e quase salvou o time.

    Max Christie empatou o jogo em 126 com uma bomba sensacional, e lá fomos nós pra prorrogação.

    Na overtime, mesma ladainha da derrota pros Clippers: Warriors abriram 7 pontos, Dallas ficou sem gás. Os Mavs até reagiram (porque são os Mavs que a gente conhece, nunca morrem fácil), mas não deu. E pra piorar, Moses Moody se machucou feio no joelho nos minutos finais após um roubo de bola limpo.

    Olha, eu preciso falar uma coisa sobre o Flagg: o cara TEM que arremessar mais de 3. Hoje foram só 2 de 4, mas ele recusou várias bolas livres do perímetro. Defesas estão dando espaço pra ele lá de fora, e ele precisa fazer elas pagarem. Sei que não era parte do jogo dele até a temporada passada em Duke, mas o arremesso tá bonito. Só falta a confiança de tacar mesmo.

    E aí, vocês acham que Dallas consegue resolver essa questão dos finais de jogo? Porque sinceramente, tá difícil de assistir…

  • Lakers mostram caráter mas perdem pros Pistons: notas dos jogadores

    Lakers mostram caráter mas perdem pros Pistons: notas dos jogadores

    Olha, depois de tantas viradas milagrosas nas últimas semanas, os Lakers estavam devendo uma derrota mesmo. E ela veio ontem contra o Detroit Pistons, numa partida que, sinceramente, mostrou muito mais do que o placar final sugere.

    Vocês lembram do último jogo contra os Pistons? Foi lá pelos primeiros meses da temporada, quando o time tava completamente perdido. Detroit chegou na Crypto.com Arena e simplesmente humilhou os Lakers. Ontem foi diferente — a pancadaria física dos caras de Detroit ainda incomodou, mas dessa vez não desestruturou o time como antes.

    O crescimento é visível (mesmo perdendo)

    Uma coisa que me chamou atenção: esse é um Lakers que não desiste mais. Lembram daquele time de dezembro/janeiro que quando as coisas começavam a dar errado, todo mundo baixava a cabeça e virava massacre no quarto período? Esse time acabou.

    Ontem eles não só voltaram pro jogo como tiveram chances reais de empatar ou até ganhar nos segundos finais. É vitória moral? É. Tem gosto amargo? Também tem. Mas mostra que algo mudou nesse grupo.

    As notas individuais

    Jake LaRavia (C-): Com Smart e Hachimura fora, alguém tinha que começar jogando. LaRavia entrou mas sofreu muito na defesa. 7 pontos em 29 minutos e 4 faltas mostram que foi uma noite complicada pra ele.

    LeBron James (B-): Triple-double com 12 pontos, 9 rebotes e 10 assistências, mas cara… os árbitros esqueceram o apito em casa. LeBron levou porrada a jogo todo e não teve nem metade das faltas marcadas. Até ele que não reclama muito ficou pistola.

    Austin Reaves (A-): O cara foi monstro no terceiro período, fez 16 pontos só na segunda metade. 24 pontos no total com 8 de 9 nos lances livres. Reaves tá crescendo muito, bicho.

    Luka Dončić (C+): Aqui que fica interessante. Luka começou destruindo: 17 pontos no primeiro quarto. Depois? 15 pontos nos três quartos seguintes. Parece que o cansaço bateu, o que é até compreensível nessa sequência de jogos fora de casa. Mas quando o jogo apertou nos minutos finais, ele sumiu.

    Deandre Ayton (A-): Double-double sólido com 13 pontos e 10 rebotes. Acertou lances livres importantes nos momentos decisivos. Esse Ayton mais consistente faz toda diferença no Lakers.

    E aí, o que vocês acharam? Essa derrota dói mais porque o time mostrou que podia ter ganhado, ou é sinal de que eles estão no caminho certo mesmo perdendo?

  • Rockets desperdiça show de Durant e Şengün numa derrota dolorosa

    Rockets desperdiça show de Durant e Şengün numa derrota dolorosa

    Cara, que jogo doloroso de assistir. O Houston Rockets perdeu pra Chicago Bulls por 132 a 124, e olha, não foi por falta de luta não. Mas quando você toma 41 pontos no primeiro quarto e só faz 21, já começa mal a coisa.

    O que mais me deixou puto nesse jogo? Os arremessos de três. Os Bulls fizeram 19 de 38 tentativas (50%!), enquanto os Rockets acertaram apenas 11 de 41 (27%). É matemática simples, pessoal — com essa diferença brutal nos tiros de longa distância, fica quase impossível ganhar.

    Alperen Şengün voltou a ser monstro

    Mas nem tudo foi ruim. Alperen Şengün teve uma noite ABSURDA: 33 pontos com aproveitamento impecável de 16/19 nos arremessos, mais 13 rebotes e 10 assistências. Triple-double do pivô turco! O cara tá voltando ao nível All-Star que a gente conhece.

    E o Kevin Durant? Só 40 pontos, como se fosse algo normal. KD foi 15/23 nos arremessos, incluindo 5/10 do perímetro. O veterano quase salvou o jogo nos minutos finais, mas levou uma falta ofensiva numa jogada decisiva que matou as chances de virada.

    Amen Thompson livre das responsabilidades de armador

    Com Reed Sheppard começando como titular, Amen Thompson jogou mais solto, atacando a cesta constantemente. Resultado: 23 pontos em 8/12 nos arremessos e 7/9 nos lances livres. Quando o Amen joga assim, atacando o garrafão sem responsabilidades de armação, ele vira um problema sério pra qualquer defesa.

    O problema é que Reed Sheppard e Jabari Smith Jr. combinaram apenas 19 pontos em 70 minutos. Reed teve dificuldades incomuns do perímetro (3/14), enquanto Jabari simplesmente não conseguiu encontrar o ritmo ofensivo.

    Vocês acham que essa inconsistência nos jovens tá prejudicando demais o time? Porque sinceramente, com Durant, Şengün e Thompson jogando nesse nível, os Rockets deveriam estar ganhando esses jogos contra times medianos como Chicago.

    A boa notícia é que o ataque voltou a funcionar — 124 pontos normalmente garantem vitória. O problema é que a defesa entregou 132 pra um Bulls que, convenhamos, não deveria meter mais de 115 num time com aspirações de playoffs.

    Resta torcer pra que essa foi só uma noite ruim e que os arremessos de três voltem a cair. Porque com esse trio funcionando, dá pra sonhar alto na conferência oeste.

  • Clippers atropelam Bucks sem Giannis: 129 a 96 foi pouco

    Clippers atropelam Bucks sem Giannis: 129 a 96 foi pouco

    Cara, o que foi isso que eu acabei de assistir? Milwaukee sem o Giannis, sem o Kevin Porter Jr., sem o Kyle Kuzma… e simplesmente tomou um sacode histórico dos Clippers por 129 a 96. Foi daquelas surras que você fica com pena do adversário.

    Kawhi resolveu destruir

    O Kawhi Leonard simplesmente decidiu que ia ser uma noite especial. 28 pontos sendo absolutamente dominante — e olha que nem precisou forçar muito. Quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer. Do lado dos Bucks, pelo menos o Gary Trent Jr. deu uma dignificada na coisa toda com 20 pontos, acertando 6 de 10 bolas de três. Sinceramente, foi praticamente o único que apareceu pra jogar.

    O que mais me chamou atenção foi como os Clippers controlaram o jogo desde o início. Darius Garland e Kawhi começaram metendo as primeiras cestas, e quando você viu, já tinham aberto vantagem. Milwaukee até tentou se manter vivo no primeiro quarto com Ryan Rollins atacando o garrafão e Myles Turner acertando de fora, mas era questão de tempo.

    A coisa desandou no segundo tempo

    No segundo quarto foi quando a coisa realmente desandou pro lado dos Bucks. Kobe Sanders — que aliás tá tendo boas chances nesse time dos Clippers — aproveitou que Milwaukee não conseguia voltar na defesa e meteu três bolas de três. Era transição livre pra Los Angeles.

    E olha, 22 turnovers dos Bucks. Vinte e duas! É muita bola entregue de bandeja, cara. No segundo quarto foram nove perdas de bola sozinhas. Como você compete assim contra um time que tem Kawhi Leonard? Impossível.

    Aí no terceiro quarto veio o Brook Lopez (ex-Bucks, por sinal) e resolveu fazer festa. Quatro bolas de três seguidas, cada uma com aquela comemoração clássica dele. Deve ter doído no coração da torcida de Milwaukee ver isso. Quando chegou no final do terceiro, já era 108 a 67. Garbage time declarado.

    Uma noite pra esquecer

    O quarto período foi só administrar mesmo. TyTy Washington Jr. (outro que já passou por Milwaukee) ganhou seus minutinhos de lixo de jogo, e até o Thanasis entrou pra dar suas corridinhas tradicionais. Nada mais a declarar.

    Vocês acham que Milwaukee consegue se recuperar dessa temporada? Porque tá difícil, viu. Sem o Giannis, o time simplesmente não tem a mesma pegada. E essas 22 perdas de bola mostram que os problemas vão além de só não ter o astro grego em quadra.

    Enfim, foi daquelas noites que você desliga a TV no terceiro quarto porque não tem mais jogo. Clippers mandaram muito bem em casa, e os Bucks… bem, melhor nem comentar.