Tag: All-NBA

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.

  • VJ Edgecombe pode brilhar contra Bulls com Embiid machucado

    VJ Edgecombe pode brilhar contra Bulls com Embiid machucado

    Olha, vou ser sincero: não esperava ver VJ Edgecombe sendo mencionado como protagonista dos Sixers nesta altura do campeonato, mas aqui estamos. Com Joel Embiid praticamente enferrujado (de novo) e Tyrese Maxey fora por conta do dedo, o jovem Edgecombe virou peça-chave na Filadélfia.

    Os 76ers recebem o Chicago Bulls nesta quarta-feira, e sinceramente? É um jogo que pode definir muita coisa na briga pelos playoffs. Philadelphia está na 7ª posição do Leste com 39-33, enquanto Chicago já era – 12º lugar com 29-42. Mas cuidado, que time desesperado é sempre perigoso.

    Edgecombe assumindo as responsabilidades

    O garoto está fazendo sua parte: 16 pontos, 5.7 rebotes e 4 assistências por jogo. Nada absurdo, mas consistente. E olha que interessante – Cameron Payne está convertendo 2.1 bolas de três nos últimos 10 jogos. Esse veterano pode ser a peça que faltava no banco.

    Do lado dos Bulls, Josh Giddey continua sendo um monstro completo: 17.5 pontos, 8.3 rebotes e 9.1 assistências. Quase um triple-double de média! E Matas Buzelis está pegando fogo – 19.6 pontos nos últimos 10 jogos com 44.7% de aproveitamento. Rapaz promissor.

    Números que assustam (ou não)

    Aqui fica interessante a matemática do jogo. Philadelphia marca 115.6 pontos por partida, mas Chicago permite 120.3. Teoricamente, deveria ser uma noite fácil pros Sixers, né? Não é bem assim.

    Os Bulls também fazem seus 116 pontos por jogo, e a defesa da Filadélfia anda meio bamboleando – 116.2 pontos sofridos em média. Ou seja, pode virar um tiroteio bonito de assistir.

    E tem mais: no último encontro entre os dois, em dezembro, Chicago ganhou por 109-102. Zach Collins (que agora está fora pela temporada toda) fez 15 pontos naquela vitória. Então os Bulls sabem como incomodar os Sixers.

    Departamento médico lotado

    Cara, olha essa lista de contundidos e me diz se não dá uma tristeza. Philadelphia sem Maxey (dedo), sem Johni Broome (joelho), Embiid questionável com problema no oblíquo, Kelly Oubre Jr. fora com o cotovelo…

    Chicago não fica muito atrás: Zach Collins e Noa Essengue já eram pela temporada, e um monte de gente no day-to-day. Anfernee Simons com o pulso, Jaden Ivey com o joelho… É muito machucado pra pouco basquete.

    Vocês acham que esse vai ser o momento do Edgecombe realmente mostrar que pode ser uma opção confiável pros Sixers? Porque se ele conseguir comandar o ataque com Embiid limitado, Philadelphia pode sonhar com algo mais nessa temporada. Do contrário, vai ser mais um ano de decepção na Cidade do Amor Fraternal.

  • Wemby quer acabar com debate do MVP: ‘Defesa vale 50% do jogo’

    Wemby quer acabar com debate do MVP: ‘Defesa vale 50% do jogo’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois do que o Wembanyama falou ontem à noite, tô começando a levar essa parada de MVP a sério mesmo. O francês simplesmente dominou o Heat por 136 a 111, com 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos, e depois soltou uma declaração que me deixou arrepiado.

    “Eu penso sobre isso”, disse Wemby na coletiva. “Acho que agora existe um debate. E deveria existir, mesmo eu acreditando que deveria liderar a corrida. Estou tentando garantir que no final da temporada não haja debate nenhum.”

    Cara, que confiança é essa? O moleque tem só 21 anos e já tá falando como um veterano. E sinceramente? Os números dele justificam essa atitude: 24.3 pontos, 11.2 rebotes e 3.0 tocos por jogo. É de outro planeta mesmo.

    Os três argumentos do alienígena

    O mais interessante foi quando Wemby listou os três motivos pelos quais ele deveria levar o MVP. E olha, os argumentos fazem sentido pra caramba.

    Primeiro: “Defesa é 50% do jogo e é desvalorizada na corrida do MVP. Eu acredito ser o jogador mais impactante defensivamente da liga.” E aí, discordam? O cara tá fazendo 3 tocos por jogo numa liga onde todo mundo quer apenas enterrar e fazer chuva de três.

    Segundo ponto foi ainda mais ousado. Ele falou que quase varreram o OKC na temporada e dominaram eles três vezes “com o time real deles”. Isso é uma cutucada direta no Shai Gilgeous-Alexander, que tá na frente dele nas odds do MVP.

    E o terceiro argumento? “Impacto ofensivo não é só pontos.” Traduzindo: o cara distribui 3 assistências por jogo sendo um pivô de 2,24m. É absurdo.

    Spurs voando e Wemby crescendo

    A real é que os Spurs ganharam 22 dos últimos 24 jogos. Vinte e dois! Lembram quando todo mundo falava que San Antonio ia brigar lá embaixo? Pois é, Wemby chegou e mudou tudo.

    Nas odds, ele tá em terceiro lugar atrás do Shai e do Dončić. Mas olha, se continuar nesse ritmo e os Spurs chegarem nos playoffs (coisa que parecia impossível no começo da temporada), essa conversa vai esquentar muito.

    Na minha opinião? O francês tem razão sobre a defesa ser desvalorizada. A NBA virou um videogame de pontos, mas quem ganha título é quem para o adversário na hora H. E esse moleque para TODO MUNDO no garrafão.

    Vocês acham que Wemby consegue tirar o MVP do Shai? Ou é muita pretensão pra um cara no segundo ano?

  • Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Cara, o Darius Garland simplesmente resolveu virar o Michael Jordan ontem à noite. 41 pontos na vitória dos Clippers sobre Dallas na prorrogação por 138 a 131. Quarenta e um! Eu tô aqui ainda processando esse número.

    E o melhor? Agora os Clippers (35-36) recebem o Toronto Raptors (40-31) hoje à noite, em Inglewood, às 23h30 (horário de Brasília). Depois de uma performance dessas do Garland, dá pra imaginar que a confiança tá lá em cima.

    Clippers em casa são outros 50

    Os caras de LA têm feito um trabalho decente jogando em casa – 20 vitórias em 35 jogos. Não é espetacular, mas dá pro gasto. O problema é que eles não conseguem fechar jogos apertados: apenas 6-8 em partidas decididas por uma posse. Isso me incomoda, sinceramente.

    Do outro lado, Toronto tá bem melhor na estrada (21-15) do que eu esperava. Os Raptors são o oitavo melhor time da liga pontuando no garrafão – 51.9 pontos por jogo. Scottie Barnes é o cara que mais machuca lá dentro, com 10.5 de média. Esse moleque é um monstro mesmo.

    Guerra das bolas de três

    Olha só que interessante: os Clippers acertam 12.3 bolas de três por jogo, enquanto Toronto permite 12.8. Quase empatados! Já os Raptors fazem 11.5 de três por partida, contra 13.4 que LA costuma tomar. Ou seja, pode rolar um festival de arremessos de longa distância hoje.

    Os times já se enfrentaram essa temporada e foi aquele jogaço. Clippers ganharam na prorrogação por 121 a 117, lá em janeiro. Jordan Miller foi o cestinha com 19 pontos naquela noite.

    Os protagonistas

    Kawhi Leonard segue sendo o cara dos Clippers – 28.3 pontos, 6.3 rebotes e 3.7 assistências de média. E depois da explosão de ontem, Garland tá empolgado (16.9 pontos nos últimos dez jogos, mas esse número deve subir depois dos 41 de ontem).

    Pelo Toronto, Scottie Barnes continua mostrando por que foi uma das melhores escolhas do draft: 18.6 pontos, 7.8 rebotes, 5.4 assistências e 1.5 tocos. RJ Barrett também tá mandando ver – 22.7 pontos nos últimos dez.

    Vocês acham que os Clippers conseguem embalar depois dessa performance absurda do Garland? Ou Toronto vai estragar a festa?

  • Cavs podem embalar na temporada contra Magic desfalcado hoje

    Cavs podem embalar na temporada contra Magic desfalcado hoje

    Olha só que jogo interessante temos hoje à noite! Cleveland recebe o Orlando Magic numa partida que pode definir muito coisa na briga pelos playoffs do Leste. Os Cavaliers estão numa sequência de três vitórias consecutivas e, sinceramente, eu acho que esse time finalmente engrenhou de vez.

    A situação é a seguinte: Cleveland está na 4ª posição com 44-27, enquanto Orlando briga lá embaixo na 8ª colocação com 38-33. A diferença no papel até parece grande, mas quem acompanha NBA sabe que esses jogos contra times desesperados por vaga são sempre perigosos.

    O que me chamou atenção nessa partida

    Cara, o James Harden nos Cavs ainda parece um sonho pra mim. O cara está distribuindo 8 assistências por jogo e formando uma dupla absurda com Donovan Mitchell. Mitchell tá numa fase monstruosa, fazendo 28 pontos por partida, e quando esses dois se entendem, é show.

    Do lado do Magic, o Paolo Banchero continua sendo o cara do time. 7.2 rebotes defensivos por jogo podem parecer pouco, mas na real ele tá segurando muito a defesa deles. E tem o Desmond Bane que já mostrou que sabe incomodar — lembram do jogo do mês passado? 35 pontos e vitória do Magic por 128-122.

    O cenário para hoje

    A casa de apostas colocou Cleveland como favorito por 10 pontos. Dez! Isso mostra a confiança no time da casa, mas eu tenho minhas dúvidas. O Magic tem jogado um basquete mais consistente ultimamente, mesmo com todos os desfalques.

    E por falar em desfalques — meu Deus, que enfermaria! Cleveland sem Jarrett Allen (joelho) e Craig Porter Jr. (virilha). Do lado de Orlando, Franz Wagner fora (tornozelo) e Anthony Black também no departamento médico. Esses caras fazem falta, especialmente o Allen no garrafão dos Cavs.

    Nos últimos 10 jogos, Cleveland tem 7-3 e está convertendo quase 50% dos arremessos de quadra. Absurdo! Já Orlando está 5-5, mais irregular, mas com uma defesa que tem roubado 8.5 bolas por jogo.

    Vocês acham que os Cavaliers conseguem a quarta vitória seguida? Eu confesso que estou meio dividido. O time de casa está jogando bem, mas Orlando é daqueles adversários chatinhos que podem estragar a festa. Vai ser um jogaço às 21h (horário de Brasília), e eu já sei onde vou estar!

  • Wizards x Jazz: 16 derrotas seguidas é pra acabar com qualquer um

    Wizards x Jazz: 16 derrotas seguidas é pra acabar com qualquer um

    Olha, eu já vi coisa ruim na NBA, mas o que tá acontecendo com o Washington Wizards é de chorar. Dezesseis derrotas consecutivas. DEZESSEIS! Pra vocês terem uma ideia, é quase um mês inteiro sem ganhar uma partida sequer.

    E agora eles vão enfrentar o Utah Jazz nesta quarta-feira, em Salt Lake City, numa tentativa desesperada de quebrar essa sequência infernal. Sinceramente? Não sei se escolheram o melhor adversário pra isso.

    O desespero é real

    Os Wizards estão com um aproveitamento de apenas 5-29 jogando fora de casa — e olha que já é difícil ganhar em casa, imagina na estrada. O time tá perdendo por uma média de 16 pontos de diferença nos últimos 10 jogos, sofrendo incríveis 130.6 pontos por partida. É muita bola na cesta do adversário, cara.

    Alex Sarr (que pode nem jogar por causa de uma lesão no dedo do pé) anda segurando as pontas com 16.5 pontos e 7.4 rebotes por jogo. Will Riley também tá fazendo a sua parte com 14.4 pontos nas últimas 10 partidas. Mas convenhamos: dois jogadores não fazem milagre quando o resto do time tá desmoronando.

    Utah não tá muito melhor

    Agora, antes de vocês pensarem que o Jazz vai atropelar os Wizards, vamos com calma. Utah também não anda nada bem, com apenas 21 vitórias em 72 jogos. Lauri Markkanen — que seria o cara pra fazer a diferença — tá fora com lesão no quadril.

    Quem tem carregado o time nas costas é Brice Sensabaugh, com quase 20 pontos de média nos últimos 10 jogos. Kyle Filipowski também tá ajudando com seus double-doubles regulares (10.5 pontos e 6.9 rebotes).

    O Jazz até tem uma vantagem: joga em casa, onde conseguiu 13 vitórias em 37 jogos. Não é lá essas coisas, mas é melhor que os Wizards na estrada, né?

    Vai rolar o jogo da vergonha?

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas esse jogo tem cara de ser daqueles que ninguém quer ganhar. Os dois times estão brigando pra não terminar em último nas suas respectivas conferências — Washington já tá praticamente lá no Leste, Utah ainda tem uma briguinha no Oeste.

    A última vez que se enfrentaram, em março, o Jazz ganhou por 122-112, com Ace Bailey fazendo 32 pontos. Será que os Wizards conseguem a revanche e finalmente quebram essa maldição?

    Sinceramente, torço para que sim. Porque 16 derrotas seguidas é coisa que acaba com o psicológico de qualquer atleta. E aí, vocês acham que Washington consegue ou a sequência vai pra 17?

  • Thunder vai pra Boston com 7 vitórias seguidas fora de casa

    Thunder vai pra Boston com 7 vitórias seguidas fora de casa

    Mano, que campanha absurda o Oklahoma City Thunder tá fazendo na estrada! Sete vitórias consecutivas fora de casa — isso é de arrepiar. E agora eles vão encarar o Boston Celtics no TD Garden, numa partida que promete ser um jogaço.

    O Thunder tá simplesmente voando na temporada: 57-15, liderando isolado no Oeste. Cara, quando foi a última vez que vimos um time jovem dominar assim? O Shai Gilgeous-Alexander tá numa pegada monstro, fazendo média de 26.5 pontos nos últimos 10 jogos, enquanto o Chet Holmgren continua sendo essa máquina nos dois lados da quadra.

    Celtics tentando segurar a casa

    Do outro lado, os Celtics (47-24) não tão nada mal não. Segundo lugar no Leste, mandando bem em casa com 24-11. O Jaylen Brown tá pegando fogo — 25.7 pontos de média nos últimos 10. Mas sinceramente? Acho que eles vão sentir falta do Nikola Vučević, que tá fora com lesão no dedo.

    O que me chama atenção é a estatística: Boston faz 114.1 pontos por jogo, enquanto o Thunder só permite 107.5. Mas olha só — OKC tá convertendo 48.2% dos arremessos, contra 44.1% que Boston normalmente permite. Vai ser um duelo de estilos interessante.

    Já se enfrentaram esse ano

    Esses times já se pegaram em março, e quem levou a melhor foi o Thunder por 104-102. Jogo apertado, decidido nos detalhes, com o SGA fazendo 35 pontos. Ou seja, os caras já provaram que conseguem vencer Boston fora de casa.

    Nos últimos 10 jogos, o contraste é gritante: Thunder com 10-0 (perfeito!), enquanto os Celtics oscilaram em 6-4. A defesa do OKC tá um absurdo — só 105 pontos permitidos por jogo nesse período.

    Vocês acham que o Thunder consegue manter essa sequência invicta na estrada? Boston em casa é sempre complicado, mas esse time de Oklahoma City tá com cara de quem não se intimida com barulho de torcida não. Vai ser guerra!

  • Nets x Warriors: dois times quebrados brigando pra não ser pior

    Nets x Warriors: dois times quebrados brigando pra não ser pior

    Olha, eu vou ser bem sincero com vocês: quando vi que Nets e Warriors iam se enfrentar hoje à noite, minha primeira reação foi “nossa, que tristeza”. Dois times que já foram potências da NBA e agora estão aí, catando coco no fundo da tabela.

    O Brooklyn tá numa sequência de oito derrotas seguidas. Oito! E não é que estão perdendo por detalhes não — eles estão apanhando mesmo. Com um aproveitamento de 17-55, os caras praticamente já estão de férias mentalmente. É deprimente ver onde esse time chegou.

    Warriors sem alma e sem Curry

    Do outro lado, Golden State tá 34-38 e brigando desesperadamente por uma vaga no play-in. Mas cara, sem o Stephen Curry (lesionado no joelho), esse time não tem alma. É como assistir os Lakers sem Magic Johnson nos anos 80 — tecnicamente é o mesmo time, mas falta aquela magia.

    E olha só a lista de lesionados dos dois lados: Jimmy Butler, Seth Curry, Al Horford pelos Warriors. Nos Nets, Michael Porter Jr., Day’Ron Sharpe e mais uma caralhada de gente machucada. Parece que os dois times estão competindo pra ver quem tem mais gente no departamento médico.

    A estatística mais reveladora? Nas últimas 10 partidas, ambos os times têm 2-8. Dois e oito, meu amigo. É de dar dó.

    Jogo de quem quer menos

    Sinceramente, acho que vai ser daqueles jogos chatos mesmo. Brooklyn média 115.8 pontos sofridos por partida — é mais furado que peneira. Golden State marca 115.1 por jogo, então pelo menos vai ter cesta pra caramba.

    O que pode salvar a noite é se o Brandin Podziemski resolver fazer um jogaço. O garoto tá com médias decentes (12.9 pontos, 44.4% nos arremessos) e pode ser a surpresa. Pelos Nets, o Nic Claxton pelo menos tá tentando — 11.8 pontos, 7 rebotes e quase 4 assistências.

    Na real, esse jogo é mais sobre orgulho do que qualquer coisa. Os dois times já sabem que a temporada acabou, mas ninguém quer ser chamado de entregador. E vocês, vão assistir a essa melancolia ou vão fazer algo mais produtivo com o tempo?

    Apesar de tudo, é NBA, né? E na NBA qualquer coisa pode acontecer. Até mesmo um jogo decente entre dois times desastrados.

  • Lakers visitam Indiana numa situação constrangedora pros Pacers

    Lakers visitam Indiana numa situação constrangedora pros Pacers

    Gente, que situação mais complicada pros Pacers. Nine jogos perdidos em casa seguidos — nove! É de doer o coração de qualquer torcedor de Indiana ver o time nessa situação toda vez que joga no Gainbridge Fieldhouse.

    Os Lakers chegam em Indianapolis nesta quarta, às 20h (horário de Brasília), numa fase completamente oposta. Enquanto os Pacers tão com 16 vitórias em 72 jogos (sim, você leu certo), os Lakers estão com 46-26 e brigando forte no Oeste. É praticamente David contra Golias, mas sem a pedrada milagrosa.

    LeBron ainda mandando ver aos 41 anos

    O mais absurdo? LeBron James continua sendo um monstro aos 41 anos de idade. O cara tá liderando os Lakers em contra-ataques com 5.7 pontos por jogo nessa estatística. Sinceramente, eu não sei de onde ele tira energia pra isso tudo. E ainda tem o Luka Dončić que na última vez que os dois times se enfrentaram meteu 44 pontos numa vitória por 128-117. Quarenta e quatro pontos!

    Do lado dos Pacers, a situação é bem mais dramática. Pascal Siakam tá fazendo sua parte com 24 pontos de média, mas cara… quando você perde 9 jogos seguidos em casa, o problema não é individual. O jovem Jarace Walker tem ajudado com 14.3 pontos nos últimos 10 jogos, mas é pouco pra reverter essa maré toda.

    Os números não mentem (e são cruéis)

    Olha só que diferença: nos últimos 10 jogos, os Lakers têm 9 vitórias e 1 derrota. Os Pacers? 1 vitória e 9 derrotas. É literalmente o oposto um do outro. E pior ainda — Indiana tá tomando uma média de 125.4 pontos por jogo nesse período. É muita bola na cesta do adversário.

    A situação das lesões também não ajuda nada. Tyrese Haliburton fora pro resto da temporada com problema no tendão de Aquiles é de quebrar qualquer Pacers. O garoto era praticamente o futuro da franquia, e ver ele machucado dessa forma dói na alma de qualquer fã de basquete.

    Vocês acham que os Pacers conseguem quebrar essa sequência horrível justamente contra um dos melhores times da liga? Eu quero acreditar, mas sendo bem realista… vai ser difícil demais. Os Lakers tão voando, especialmente fora de casa (23-14 como visitante), e os Pacers mal conseguem ganhar em casa ultimamente.

    Pelo menos vai ser interessante ver se o time de Indiana consegue pelo menos fazer um jogo competitivo. Porque 16 vitórias em 72 jogos é de cortar o coração — principalmente pra quem lembra dos Pacers brigando por playoffs não faz tanto tempo assim.

  • Detroit precisa segurar a casa contra Hawks em boa fase

    Detroit precisa segurar a casa contra Hawks em boa fase

    Olha, eu vou ser sincero: não esperava ver Detroit na ponta do Leste nessa temporada. Mas aqui estamos, com os Pistons liderando a conferência com 52-19 e recebendo o Atlanta Hawks (40-32) amanhã à noite no Little Caesars Arena.

    O negócio é que Detroit tá numa sequência absurda de quatro vitórias em casa e quer manter essa pegada. E cara, quando você vê os números, dá pra entender por quê: eles tão fazendo 117.3 pontos por jogo e permitindo apenas 109.5. Isso é defesa de time grande.

    Jalen Duren virou um monstro no garrafão

    O que mais me impressiona é como o Duren evoluiu. O cara tá metendo 14.4 pontos por jogo e ajudando Detroit a liderar o Leste em pontos na pintura com 57.8 por partida. Nos últimos 10 jogos então? 23.4 pontos de média. Absurdo.

    E não é só ele não. Ausar Thompson tá fazendo um trabalho completíssimo: 9.9 pontos, 5.8 rebotes e quase 2 roubos por jogo. Esses caras tão jogando como um time maduro.

    Hawks chegam pegando fogo

    Agora, não subestimem Atlanta. Os Hawks vêm de um 9-1 nos últimos 10 jogos – isso é coisa séria. E olha só: eles tão fazendo 123.6 pontos por partida nesse período, arremessando mais de 50% dos chutes.

    Nickeil Alexander-Walker tá numa fase incrível, metendo 24.1 pontos nos últimos 10 jogos e liderando um ataque que converte 14.5 bolas de três por partida (36.9% de aproveitamento). O cara tá acertando quase 40% das tentativas do perímetro – isso machuca qualquer defesa.

    A pergunta que fica é: será que Detroit consegue parar essa explosão ofensiva dos Hawks? Na teoria, a defesa dos Pistons é melhor, mas Atlanta tá num momento especial.

    Ah, e tem um detalhe importante: quando os times se enfrentaram em dezembro, Detroit atropelou por 142-115. Mas aquilo foi há três meses – basquete muda rápido, vocês sabem.

    Com Cade Cunningham fora (problema no pulmão) e Isaiah Stewart machucado, Detroit vai precisar que os outros caras assumam ainda mais responsabilidade. Do lado de Atlanta, Jalen Johnson é dúvida com um problema no ombro.

    Sinceramente? Vai ser um jogaço. Detroit defendendo a casa e a liderança, Atlanta chegando com moral lá em cima. É esse tipo de jogo que define temporada.