Tag: All-NBA

  • Pistons vs Lakers: Nove vitórias seguidas e a chance de parar o melhor

    Pistons vs Lakers: Nove vitórias seguidas e a chance de parar o melhor

    Nove vitórias seguidas. Nove! Os Pistons estão numa sequência absurda e hoje à noite têm a chance de fazer o que muita gente achava impossível: parar os Lakers na atual temporada. E olha, não vou mentir — tô começando a acreditar que eles podem mesmo dar trabalho.

    A última vitória veio na buzina com Luke Kennard resolvendo o jogo. Sim, o mesmo Kennard que era dos Pistons e que tava disponível no trade deadline. Desde que foi trocado para Los Angeles, o cara tá convertendo 68% dos arremessos de dois e 46% das bolas de três. Meio que dói ver isso, né?

    Luka pode ser suspenso?

    Teve aquele lance com o Luka Doncic que quase pegou a 16ª falta técnica contra o Orlando, o que daria suspensão automática. Mas cancelaram a técnica depois. Sinceramente? Seria interessante ver se ele consegue a técnica da suspensão justamente contra Detroit hoje à noite.

    Por mais que os Lakers estejam jogando num nível monstro, eles são batíveis. Se os Pistons colocarem aquela defesa sufocante que a gente sabe que eles conseguem fazer, dá pra ditar o ritmo do jogo.

    Onde atacar os Lakers

    Os caras de LA têm alguns pontos fracos que casam perfeitamente com o que Detroit faz de melhor. Eles perdem bola com certa frequência, tomam cestas no contra-ataque e permitem muitos pontos no garrafão. É exatamente aí que os Pistons precisam capitalizar.

    A verdade é que ninguém esperava ver Detroit com 51 vitórias e 19 derrotas nesta altura da temporada. Mas aqui estamos. E com Daniss Jenkins, Duncan Robinson e Ausar Thompson jogando nesse nível, mais Tobias Harris e Jalen Duren completando o quinteto, esse time tem tudo para incomodar qualquer um.

    Do outro lado, LeBron James continua sendo LeBron aos não sei quantos anos, Luka Doncic é simplesmente um monstro quando quer, e agora com DeAndre Ayton no garrafão, os Lakers montaram um time que pode ir longe nos playoffs.

    Vocês acham que os Pistons conseguem a décima seguida? Ou os Lakers vão mostrar por que são considerados um dos favoritos ao título?

    Onde assistir: O jogo rola às 20h (horário de Brasília) no Little Caesars Arena, em Detroit. Infelizmente não temos transmissão no Brasil, mas quem tem League Pass pode acompanhar.

  • Hawks vs Grizzlies hoje: onde assistir e escalações confirmadas

    Hawks vs Grizzlies hoje: onde assistir e escalações confirmadas

    Galera, mais um jogaço rolando hoje à noite! Os Atlanta Hawks recebem o Memphis Grizzlies no State Farm Arena, e sinceramente, essa pode ser uma partida mais equilibrada do que parece no papel.

    Os Hawks estão com 39-32 na temporada — um aproveitamento bem sólido considerando as expectativas. Já os Grizzlies… bom, 24-46 não é exatamente o que esperávamos dessa franquia, né? Mas olha, time desesperado é time perigoso.

    Quem joga e quem não joga

    Notícia ruim pros Hawks: Jalen Johnson está fora pelo segundo jogo consecutivo por causa de uma inflamação no ombro esquerdo. Cara, que azar! Justo quando o moleque estava engrenando na temporada.

    A escalação titular dos Hawks vai com CJ McCollum e Nickeil Alexander-Walker no perímetro, Dyson Daniels e Mouhamed Gueye nos forwards, e Onyeka Okongwu no garrafão. Escalação interessante — McCollum chegou pra dar aquela experiência que o time precisava.

    Onde assistir o confronto

    Pro pessoal de Atlanta, o jogo vai passar na FanDuel Sports Network Southeast. Quem não tem TV a cabo pode tentar o ESPN+ ou o app da FanDuel Sports Network.

    Pra quem está fora do mercado americano (tipo nós aqui no Brasil), NBA League Pass é a opção mais garantida. YouTube TV também tem o League Pass integrado pra quem assina.

    O jogo começa às 19h30 no horário de Atlanta (21h30 em Brasília). Rádio local vai ser na Sports Radio 92.9 the Game pra quem prefere acompanhar no áudio.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem manter o ritmo positivo da temporada? Ou os Grizzlies vão dar aquela zebrada que todo mundo adora? Na minha opinião, Atlanta tem tudo pra levar, mas basquete é isso aí — nunca se sabe.

  • Spurs enfrenta Miami em reta final da temporada

    Spurs enfrenta Miami em reta final da temporada

    E aí galera, tudo certo? Hoje tem mais um jogaço pela frente com nossos Spurs visitando Miami. É, eu sei que não é exatamente um duelo de gigantes como antigamente quando o Heat tinha LeBron, Wade e Bosh, mas olha — toda partida na reta final da temporada tem seu peso.

    O que mais me chama atenção é que estamos na fase decisiva da temporada regular. Cada jogo conta, cada enterrada pode fazer diferença na classificação pros playoffs. E sinceramente? Adoro quando o time joga fora de casa nessa época do ano. É quando você vê quem tem fibra mesmo.

    Miami ainda incomoda

    Não vou mentir pra vocês: mesmo não sendo mais aquele Heat imbatível, Miami sempre foi um time chatão de enfrentar. A torcida é barulhenta, o ginásio é quente (literalmente), e eles sempre jogam com uma intensidade absurda em casa.

    O Heat tem essa cultura Heat que o Pat Riley construiu ao longo dos anos. Não importa se eles estão brigando pelo título ou apenas tentando entrar nos playoffs — eles vão fazer você suar a camisa. E olha que eu falo isso como fã dos Spurs, time que conhece bem o que é cultura organizacional.

    Spurs na reta final

    Nossa temporada tem sido interessante, né? Altos e baixos, como sempre, mas o importante é que o time está crescendo. Wembanyama continua mostrando por que foi a primeira escolha do draft, e os veteranos estão ajudando os jovens a entender o que significa vestir essa camisa.

    Vocês acham que conseguimos sair de Miami com a vitória? Eu tô otimista, mas sei que não vai ser moleza. O Heat joga um basquete físico, e se não estivermos preparados mentalmente, pode dar ruim.

    A partida rola às 20h (horário de Brasília) e vai passar no League Pass. Infelizmente não temos transmissão aberta aqui no Brasil, mas quem tem o passe da NBA pode curtir tranquilo.

    Uma coisa que sempre me impressiona nesses jogos Spurs x Heat é como as duas franquias respeitam uma à outra. Não é aquela rivalidade tóxica — é mais um respeito mútuo pela história e pela forma como jogam basquete.

    Então é isso, pessoal. Vamos torcer pros nossos meninos fazerem um bom jogo em Miami. E vocês, o que esperam da partida?

  • Bulls detonam no 1º quarto mas quase entregam pro Rockets

    Bulls detonam no 1º quarto mas quase entregam pro Rockets

    Olha, eu tava assistindo esse jogo pensando que seria mais um massacre dos Bulls — e quase foi mesmo. Chicago abriu 22 pontos no primeiro quarto (41 pontos em 12 minutos, gente!), mas quase entregou tudo de bandeja pro Houston no final. Vitória por 132 a 124 que deixou qualquer torcedor do Bulls com o coração na boca.

    A grande estrela da noite? Collin Sexton saindo do banco como um monstro. 25 pontos, sendo 17 só no primeiro quarto. O cara simplesmente resolveu que ia destruir a defesa do Rockets logo de cara. E quando os Bulls precisaram, foi Matas Buzelis quem salvou com uma bandeja nos segundos finais — 23 pontos no total pra ele.

    Kevin Durant quase virou o jogo sozinho

    Mas vamos falar do elefante na sala: Kevin Durant com 40 pontos. QUARENTA. O cara tem quase 40 anos e continua jogando como se tivesse 25. Foram 15 pontos só no último quarto, tentando carregar o Houston nas costas. E olha que loucura: foi o nono jogo consecutivo dele acertando mais de 50% dos arremessos. Terceira maior sequência da carreira!

    Sinceramente, se não fosse o Durant, esse jogo tinha virado goleada histórica. Houston estava perdendo por 17 no intervalo e conseguiu virar o placar no último quarto. Jabari Smith Jr. acertou uma bomba de três pra colocar os Rockets na frente com 5:56 no relógio.

    Noite histórica em Chicago

    Josh Giddey distribuiu 13 assistências — o australiano tá cada vez mais entrosado nesse Bulls. E que dupla formou com Leonard Miller (17 pontos) e Jalen Smith (15 pontos saindo do banco). Aliás, o Smith tava até questionável por causa de uma contusão no tornozelo, mas decidiu jogar e empatou seu recorde pessoal na temporada.

    Do lado dos Rockets, Alperen Sengun fez 33 pontos e Amen Thompson contribuiu com 23. Mas Reed Sheppard, que vinha jogando bem como titular, teve uma noite pra esquecer: apenas 3 de 14 nas bolas de três.

    O final foi tenso. Técnica dupla pro técnico Ime Udoka (foi expulso faltando 9 segundos), Buzelis fazendo a cesta da vitória… enfim, jogaço pra quem gosta de emoção.

    E aí, vocês acham que os Bulls conseguem manter essa regularidade? Porque com 29 vitórias em 71 jogos, qualquer vitória conta nessa luta pra não ficar em último.

  • Suns na corda bamba: play-in ou playoff direto no Oeste?

    Suns na corda bamba: play-in ou playoff direto no Oeste?

    Olha, se tem uma coisa que não muda na NBA é a loucura que é o Oeste. E o Phoenix Suns tá bem no meio dessa bagunça toda, pendurado entre o play-in e uma vaga direta nos playoffs.

    Os Suns estão grudados naquela 7ª posição há um tempão — e cara, que agonia isso deve ser pros torcedores de lá. No Leste, essa posição empataria com o 5º colocado (Toronto), mas no Oeste selvagem? É literalmente lutar pela vida nos playoffs.

    A matemática cruel do Oeste

    A situação é bem simples e bem complicada ao mesmo tempo. Denver, Houston e Minnesota estão empatados nas posições 4-6, e todos eles têm QUATRO jogos de vantagem sobre o Phoenix. Quatro jogos! É muita coisa nessa altura do campeonato.

    O mais frustrante? Os Suns perderam alguns jogos que eram pra ganhar fácil. Se tivessem feito o dever de casa direito, estariam respirando no pescoço desse trio aí em cima. Mas como dizem por aí: “se minha vó tivesse rodas, seria bicicleta”.

    E os Lakers? Cara, esses caras simplesmente decolaram. Estão com 46-25 e numa sequência monstro de 9 vitórias seguidas. O Phoenix até conseguiu a vantagem no confronto direto com eles (que na época parecia importante), mas agora os Lakers estão completamente fora de alcance.

    O dilema do play-in

    Sinceramente, acho que o Phoenix vai ficar mesmo na 7ª posição. Os Clippers estão logo atrás, mas não parecem ter gás pra ultrapassar. Isso nos leva a duas perguntas cruciais que todo fã dos Suns tá se fazendo:

    Se conseguirem subir pro top-6, contra quem preferem jogar na primeira rodada? Na minha opinião, sem dúvida contra os Lakers. Sim, eles têm Luka Dončić, LeBron James e Austin Reaves jogando muito, mas aquela defesa deles ainda pode ser explorada. Prefiro mil vezes isso do que pegar um OKC ou San Antonio logo de cara.

    Agora, se ficarem no play-in mesmo, aí a estratégia muda completamente. Pelo amor de Deus, qualquer coisa menos os Clippers. Kawhi Leonard tá numa forma assustadora, e ele é exatamente o tipo de craque que resolve um jogo eliminatório sozinho. Nesse formato de jogo único, ele é perigoso demais.

    As opções no play-in

    Se eu fosse ranquear por preferência, seria assim: primeiro Portland (que não tem ninguém no nível do Kawhi, apesar de estarem jogando bem), depois Golden State e por último os Clippers. Steph Curry ainda é o Steph Curry, mesmo machucado, e num jogo eliminatório ele também pode fazer qualquer loucura.

    A tendência é mesmo um Suns vs Clippers na disputa entre 7º e 8º, ainda mais com o calendário mais tranquilo que os Clippers têm pela frente. Mas Portland tá só meio jogo atrás, então ainda pode rolar uma surpresa.

    Vocês acham que o Phoenix consegue escapar do play-in? Ou preferem que fiquem por aí mesmo pra evitar os gigantes do Oeste logo na primeira rodada? As próximas semanas prometem ser eletrizantes!

  • Mavs vs Warriors: Jogo sem Curry pode ser armadilha pra Dallas

    Mavs vs Warriors: Jogo sem Curry pode ser armadilha pra Dallas

    Olha só, mais um jogo que promete ser interessante (ou frustrante, dependendo do seu humor). Os Dallas Mavericks recebem o Golden State Warriors nesta segunda à noite, e sinceramente? Não sei o que esperar dessa bagaça.

    Dallas tá numa sequência de três derrotas seguidas — perdeu até pro Clippers na prorrogação no sábado. Os Warriors também não tão lá essas coisas, três derrotas consecutivas, incluindo uma pro Atlanta Hawks que deve ter doído.

    O cenário das lesões tá bizarro

    Aqui é onde a coisa fica interessante. Os Mavs tão relativamente bem: só o Brandon Williams fora (concussão) e o Caleb Martin questionável com uma contusão no calcanhar. Nada demais.

    Agora os Warriors… meu amigo, isso aí é um hospital ambulante. O Steph Curry tá fora com “Síndrome da Dor Patelofemoral Direita” (alguém sabe o que diabos é isso?). Al Horford com “distensão no sóleo direito” — esses nomes de lesão cada vez mais complicados, né?

    Jimmy Butler ainda se recuperando da lesão no joelho, Seth Curry também fora, e por aí vai. É uma lista quilométrica de desfalques.

    Por que ainda tenho medo dos Warriors?

    Aqui que tá o problema. No papel, Dallas deveria massacrar. Tem mais talento, tá jogando em casa, o adversário tá todo quebrado. Mas… (sempre tem um “mas”, né?)

    Os Warriors jogam um basquete esquisito que às vezes pega todo mundo de surpresa. E os Mavs têm uma capacidade impressionante de perder jogos que pareciam ganhos. Sério, até eu que não ligo tanto assim pro time ganhar fico chocado às vezes.

    É daqueles jogos que você olha e pensa: “Cara, HAS que ganhar”. E justamente por isso que bate aquele pressentimento ruim, sabe?

    E aí, pessoal? Vocês acham que os Mavs conseguem quebrar essa sequência negativa ou vai ser mais uma noite pra esquecer? O jogo rola às 21h30 no Peacock, pra quem quiser acompanhar essa montanha-russa emocional.

    Sinceramente, espero que o Dallas aproveite essa oportunidade. Com tantos desfalques no Warriors, é a hora de mostrar que consegue jogar contra times enfraquecidos. Mas no basquete, a gente nunca sabe, né?

  • Lakers tomam invertida dos Pistons e veem sequência de 9 vitórias ir pro espaço

    Lakers tomam invertida dos Pistons e veem sequência de 9 vitórias ir pro espaço

    Nove jogos. Nove vitórias seguidas. E aí do nada — PAAAAH — acabou tudo de uma vez. Os Lakers perderam pros Detroit Pistons por 113 a 110 numa partida que doeu na alma, especialmente porque o Luka Dončić teve a chance de empatar no último segundo e mandou a bola pra arquibancada.

    Olha, sinceramente eu não esperava que essa sequência fosse acabar assim. Contra os Pistons, sem o Cade Cunningham (que tá fora com um pulmão colapsado — situação bizarra), parecia jogo ganho. Mas o basquete é isso aí, né? Uma hora a casa cai.

    Dončić fez a parte dele, mas…

    O esloveno meteu 32 pontos, pegou 7 rebotes e distribuiu 6 assistências. Números de All-Star, sem dúvida. Só que quando você erra 10 arremessos de 3 em 13 tentativas, fica difícil. E no momento mais importante — aqueles 12 segundos finais quando podia virar o jogo — ele simplesmente não acertou.

    Austin Reaves também batalhou pra caramba. 24 pontos e ainda colocou os Lakers na frente com 29 segundos pro fim, atropelando o Daniss Jenkins na bandeja. Mas aí o tal do Jenkins — que ninguém conhecia direito até ontem — resolveu ser protagonista e cravou uma meia distância que calou o Crypto.com Arena.

    LeBron sumiu no primeiro tempo

    Cara, ver o LeBron James passar um primeiro tempo INTEIRO sem marcar um ponto é de partir o coração. Aconteceu apenas três vezes na carreira dele — a última tinha sido em 2010, quando eu ainda estava no ensino médio! O Rei só conseguiu acertar o primeiro arremesso aos 5:54 do terceiro quarto, uma bomba de 3 que começou a reação dos Lakers.

    E que reação! Partiu pra cima com tudo: bloqueio, assistência pro Reaves de 3, bandeja em contra-ataque… Em poucos minutos, o cara lembrou todo mundo por que ainda é o LeBron James aos 41 anos.

    O time fez uma corrida de 20 a 6 que empatou o jogo no finzinho do terceiro período. Por uns momentos ali, eu pensei: “Pronto, agora vai.” Mas os Pistons não se intimidaram.

    Quando a casa cai

    Toda vez que os Lakers ameaçavam virar, Detroit respondia na lata. Foi um quarto período de infarto, com as duas equipes se alternando na liderança. O Luke Kennard — que tinha sido o herói na vitória contra o Orlando — teve uma chance de ouro de colocar os Lakers na frente faltando 1:20, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Aí você vê o cara jogando os braços pro alto, frustrado. Basquete é cruel às vezes.

    No final das contas, quem brilhou mesmo foram os caras de Detroit. Jenkins com 30 pontos (sem o Cade!), Jalen Duren fazendo double-double com 20 e 11 rebotes. Os Lakers tavam sem o Rui Hachimura e o Marcus Smart — duas peças importantes no encaixe do time.

    E aí, vocês acham que essa derrota pode abalar o psicológico dos Lakers pra reta final da temporada? Com 46 vitórias em 72 jogos, eles tão bem encaminhados pros playoffs, mas sequências assim criam confiança. Perder do jeito que perderam pode deixar uma marca.

  • Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar monstro e detonou os Lakers com 30 pontos — recorde pessoal do garoto — numa vitória épica por 113-110 que acabou com a sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles.

    Olha, eu não esperava isso. Os Lakers estavam numa fase absurda, embalados, e aí chega esse pivete do Jenkins e resolve fazer a partida da vida dele. Seis pontos nos últimos 34 segundos! É isso que separa os grandes dos medianos — na pressão, ele não tremeu.

    A virada que ninguém viu vindo

    O negócio estava feio pros Pistons no terceiro quarto. Lakers chegaram a abrir 16 pontos de vantagem e eu já tava pensando “acabou”. Mas Detroit mostrou porque vem fazendo uma temporada surpreendente — quarta vitória consecutiva e sétima em oito jogos.

    Jalen Duren foi fundamental também, com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes. O garoto tá crescendo muito nessa temporada, e jogos como esse mostram porque ele pode ser uma peça importante pro futuro dos Pistons.

    Luka brilha mas não é suficiente

    Do lado dos Lakers, Luka Dončić fez o que sempre faz: mandou 32 pontos. Austin Reaves ajudou com 24, mas não foi suficiente. O mais bizarro? LeBron James ficou ZERADO no primeiro tempo. Zero pontos! Claro que ele se recuperou no segundo e terminou com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes (quase um triple-double), mas esse primeiro tempo foi estranho demais.

    A parte mais doida do jogo foram os últimos segundos. Lakers conseguiram virar pra 108-107 com lances livres do Deandre Ayton, mas Jenkins respondeu na lata. Reaves ainda empatou de novo, 110-109, mas aí o pivete dos Pistons mostrou sangue frio e fechou a conta.

    Luka ainda teve a chance do empate no último segundo, mas errou um arremesso de três contestado. Sinceramente? Foi justo. Detroit jogou melhor quando precisava e Jenkins foi simplesmente sensacional.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo? Porque a temporada deles tá sendo uma surpresa muito positiva!

  • Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Mano, que surra foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram fazer chuva de bola ontem à noite e meteram 146 pontos nos coitados do Grizzlies. E o mais absurdo: OITO jogadores diferentes fizeram double-digit de pontos. Oito! Quando foi a última vez que você viu isso?

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker com 26 pontos, mas sinceramente, essa foi uma vitória coletiva mesmo. Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga contribuíram com 16 cada, CJ McCollum adicionou 15, e a festa continuou com Dyson Daniels (12), Corey Kispert, Zaccharie Risacher e Jock Landale com 11 cada. Cara, quando oito caras fazem double-digit, você sabe que o negócio tá funcionando perfeitamente.

    Chuva de três pontos em Atlanta

    Os números são de dar inveja: 53% nos arremessos de quadra (49 de 92) e 46% nas bolas de três (25 de 54). Vinte e cinco bolas de três convertidas! Os Hawks estavam jogando NBA 2K na vida real.

    E olha só que diferença: enquanto Atlanta metia quase metade dos arremessos do perímetro, Memphis acertou apenas 33% das tentativas de três pontos. Quando a diferença é tão gritante assim, não tem jeito — vira atropelo mesmo.

    Grizzlies vivendo um pesadelo

    Do outro lado, os Grizzlies estão passando por um momento terrível. Esta foi a 11ª derrota em 12 jogos — imagina a moral do elenco. A única vitória nesse período foi contra o Denver Nuggets, no dia 18 de março.

    GG Jackson até tentou com 26 pontos, Tyler Burton adicionou 20, mas não tinha o que fazer contra essa máquina ofensiva dos Hawks. E pra piorar, Memphis tá literalmente desmontado: Ja Morant, Brandon Clarke, Zach Edey, Santi Aldama, KCP e Scotty Pippen Jr. todos fora por lesão. É muita baixa importante.

    Com essa vitória — a 11ª consecutiva em casa —, os Hawks chegaram aos 40-32 na temporada e seguem firmes na briga por uma vaga nos playoffs. Estão na sexta colocação do Leste, meio jogo atrás do Toronto.

    Vocês acham que esse time dos Hawks tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com esse ataque funcionando assim, qualquer um pode sofrer numa série de sete jogos.

  • Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Stephen Curry fora das quadras por quase dois meses é de partir o coração. E agora, com os Warriors brigando desesperadamente por uma vaga no play-in, Steve Kerr finalmente abriu o jogo sobre o retorno do Chefe.

    A situação é a seguinte: Curry está parado desde 30 de janeiro por causa de uma síndrome patelar-femoral e contusão óssea no joelho direito. Cara, dois meses longe das quadras pros padrões do Curry é uma eternidade.

    Warriors em queda livre sem o Chefe

    Os números não mentem – e doem de ver. Com Curry em quadra, Golden State estava com 23 vitórias e 17 derrotas. Sem ele? 10-22. Isso mesmo, dez e vinte e duas. Uma sequência de 1-8 que deixou qualquer torcedor dos Dubs com depressão.

    “Não estamos correndo atrás de uma vaga no play-in. Nós estamos no play-in não importa o que façamos”, disse Kerr antes do jogo contra Dallas na segunda. E sinceramente, essa frase resume bem o desespero da situação.

    Na minha visão, é impressionante como um jogador pode fazer tanta diferença assim. Estamos falando de Stephen Curry aos 38 anos ainda liderando o time em pontuação com 27.2 por partida. Monstro.

    O dilema do retorno

    Kerr foi bem claro: se o Curry estiver saudável, ele joga. “Se há algum risco de dano a longo prazo no joelho, ele não joga”, completou o técnico. Cara, que posição difícil, né?

    O que mais me chama atenção é que os Warriors estão na 10ª posição da Conferência Oeste. Se terminarem aí, vão ter que vencer DOIS jogos fora de casa só pra chegar nos playoffs. Com Curry machucado e o time em crise… complicado demais.

    O treino que estava marcado foi adiado pela equipe médica, e agora é aguardar. “É tudo parte da reabilitação e dos diferentes testes que ele faz”, explicou Kerr, tentando não criar expectativas.

    E aí, vocês acham que o Curry consegue voltar a tempo de salvar a temporada dos Warriors? Porque pela situação atual, sem ele é praticamente impossível sonhar com playoffs. Uma lenda de 38 anos ainda carregando um time nas costas – isso é NBA raiz!